07/07/2026
Neymar. Um jogador amado por milhões de brasileiros e criticado por uma minoria.
Não estou aqui para falar da vida dele fora dos gramados. Estou aqui para lembrar daquilo que os números jamais permitirão apagar.
O Brasil foi eliminado da Copa do Mundo pela Noruega. O resultado dói. Mas existem jogadores que se tornam maiores do que qualquer derrota. Neymar se despede da Seleção Brasileira como o maior artilheiro da história em jogos oficiais da FIFA, com 80 gols, e também como o maior garçom da Seleção, com 59 assistências. Além disso, entrou para um grupo que parecia intocável ao marcar em quatro Copas do Mundo, igualando um feito de Pelé.
Seu legado não será medido apenas por taças, mas pela alegria que levou aos gramados, pelos dribles improváveis, pelos gols inesquecíveis e pelos milhões de brasileiros que voltaram a sorrir e sonhar vendo a camisa 10 em campo.
Muitos tentaram diminuir sua história. Entre críticas de artistas, jornalistas, influenciadores e até de figuras da politica, inclusive o atual presidente da República.
Neymar continuou fazendo aquilo que sempre soube fazer: jogar futebol. E o futebol, no fim, responde com fatos.
Talvez esta tenha sido sua última Copa do Mundo. Mas algumas histórias não terminam com o apito final. Elas permanecem vivas na memória de um povo e atravessam gerações.
Eu nasci em 1986 e tive o privilégio de ver grandes gênios vestindo a camisa da Seleção: Branco, Roberto Carlos, Rivaldo, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho… E, nos últimos anos, acompanhei a trajetória de quem, para mim, também escreveu seu nome entre os maiores da história do futebol brasileiro.
Obrigado por cada gol, cada drible, cada emoção e por carregar o peso da camisa mais vitoriosa do mundo com coragem.
Descanse, menino Ney. Que Deus continue abençoando sua vida e sua caminhada. Seu legado jamais será esquecido.
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