Reino de Bará Lodê Cabinda

Reino de Bará Lodê Cabinda NAÇÃO CABINDA BRASIL

O QUE É OMIERÓ ?O omieró é um elaborado com ervas de fundamento e outros ingredientes. Este líquido sagrado é usado para...
24/01/2026

O QUE É OMIERÓ ?

O omieró é um elaborado com ervas de fundamento e outros ingredientes. Este líquido sagrado é usado para banhar as pessoas ou iniciados durante uma cerimônia, lavar os Otás (pedras) consagradas aos Orishás e os Cawuris (búzios), fios de conta, pulseiras (Idés) e também para beber.

O omieró é um líquido feito a partir de ervas com propriedades sanativas, as quais correspondem aos denominados “ORISHÁS” do Panteão Yorubá. Estas ervas previamente se despojam, são quinadas enquanto os Babalawós mojubam o signo de Ifá Irete Sukankola para outorgar o “Ashé” (poder) do Sacerdote oficiante (no caso de ser uma consagração em Ifá). Os Babalorishás e Iyalorishás também elaboram o OMIERÓ com padrões parecidos, porém sem mojubar o signo de Ifá antes mencionado.

Esse omieró é revitalizador, dado as substâncias fitoterápicas próprias de cada planta usada e a energia outorgada pelo orixá dono de cada planta (em algumas ocasiões são usadas até 30 plantas), embora não seja o usual, o mais normal é no número de 16 (dezesseis) e 21 (vinte e uma). Este líquido é de uso comum nas religiões de cultura negroides gestadas na África antiga, nos povos de língua YORUBÁ e de igual designação étnica.

USOS;

Todas as cerimônias de iniciação no Culto de OSHA ou IFÁ, requerem o uso do OMIERÓ.

As plantas existentes na natureza, por suas características e propriedades, são atribuídas a elas qualidades mágicas e têm sido associadas a determinados ORISHÁS. Este OMIERÓ, aparte do que já foi mencionado, se usam em algumas ocasiões também. Para dar banhos de purificação, para refrescar a cabeça, na lavagem das representações físicas dos ORISHÁS, para limpeza da casa ou negócio, para limpar ferramentas religiosas, etc.

TIPOS DE OMIERÓ;

Cada ORISHÁ tem suas plantas, portanto, quando se vai fazer um “Lavatório” dos “Otás” (Pedras), “Elekes” (fios de conta), “Cawuris” (búzios), Ikins (semente de dendê) de cada ORISHÁ em particular, seu OMIERÓ deve ser com suas ervas e não de outros, pois há ervas que representam tabu para um ou outro ORISHÁ. Cabe apontar que há ervas que servem para distintas divindades.

PREPARAÇÃO;

A elaboração do OMIERÓ, ou seja: o uso das diferentes ervas que o compõem, os elementos que o completam, “Suyeres” (os cantos dedicados principalmente a OZAIN, deidade ORISHÁ dono de todas as ervas. ORUNMILÁ e ORISHÁS, (segundo de quem se trate) e os rituais com os que se consagra.

De qualquer modo, a falta de qualquer dos aspectos acima mencionados, podem fazer com que o OMIERÓ fique incompleto.

Outro requisito para sua elaboração é que só pode ser preparado por Sacerdotes, nível superior dentro da estrutura hierárquica na Religião Tradicional Yorubá e que sua consagração deve ser feita com muito esmero, respeito e dedicação durantes horas.

Oxalá, senhor do branco e do silêncio sagrado, manifesta-se em sua forma mais antiga e sábia como o grande pai da criaçã...
20/01/2026

Oxalá, senhor do branco e do silêncio sagrado, manifesta-se em sua forma mais antiga e sábia como o grande pai da criação, sentado em seu trono de prata com a serenidade de quem conhece todos os começos e fins, trazendo no olhar profundo a paciência do tempo e no coração a misericórdia que acolhe a humanidade, enquanto sua coroa reflete a luz da fé, a pomba branca ao seu lado anuncia a paz que ele espalha pelos caminhos do mundo, e seu opaxorô erguido sustenta não apenas seu corpo idoso, mas também a ordem, a justiça, a esperança e o equilíbrio que Oxalá oferece a todos os que caminham com respeito, humildade e confiança em seus ensinamentos. ÈPA BÀBÁ 🕊️

O Segredo da Morte:​Orixá Oxalá, enganou sua esposa Nanã para adquirir o conhecimento sobre o portal que separa o mundo ...
13/01/2026

O Segredo da Morte:

​Orixá Oxalá, enganou sua esposa Nanã para adquirir o conhecimento sobre o portal que separa o mundo dos vivos do mundo dos mortos.

​A interdição de Nanã:

​A Orixá Nanã era a senhora absoluta do portal da vida e da morte. Por determinação dela, somente seres femininos tinham acesso a esse local; não era permitida a aproximação de nenhum ser masculino, sob nenhum pretexto.

​Essa proibição aplicava-se inclusive a Oxalá, seu esposo. Com o passar do tempo, ele começou a se inconformar com tal decisão. Oxalá sentia-se ofendido, não apenas por ser marido de Nanã e não compartilhar dos mesmos direitos, mas também por considerar que a interdição desmerecia sua importância no panteão dos Orixás.

​O plano de Oxalá:

​Indignado, Oxalá refletiu até encontrar uma forma de burlar a proibição de sua severa esposa. Usando suas tradicionais vestes brancas, ele vestiu-se como uma mulher. Colocou o adê (coroa) com os chorões sobre o rosto - adereço típico das Yabás (Orixás femininas) - e aproximou-se do portal, buscando enfim satisfazer sua curiosidade.

​O flagrante e a sentença:

​Mas Nanã, sempre atenta ao seu domínio, não se deixou enganar facilmente. Ela surpreendeu Oxalá no exato momento em que ele tentava atravessar para a dimensão dos mortos. Ao reconhecê-lo, Nanã proclamou:

​ "Já que meu marido vestiu-se de mulher para desvendar um segredo tão importante, eu compartilharei este mistério com ele."

​Oxalá: O Senhor do Princípio do Fim

​A partir daquele dia, Oxalá passou a ter a incumbência de ser o "princípio do fim" para todos os seres humanos. Ele tocaria seu paxorô três vezes ao solo para determinar o fim de um ciclo vital.
​Porém, como sentença pelo seu ato, Nanã determinou:
"Oxalá usará vestes femininas e, daqui em diante, receberá apenas oferendas fêmeas!"

​As consequências do Itan:

​Por essa razão, Oxalá passou a ser cultuado de forma diferente dos demais Orixás masculinos. Até hoje, são oferecidas a ele cabras e galinhas, assim como se faz para as Yabás. Oxalá jamais se desfez das vestes que usou naquela ocasião, mas, em compensação, tornou-se o Senhor do princípio da morte e conhecedor de todos os seus segredos.

03/01/2026

Sigam nossa Página, compartilhem, e um feliz 2026 a todos nossos seguidores com muito axé dos Orixás. 👏

À medida que nos aproximamos do final de mais um ciclo, é tempo de reflexão e gratidão pelas conquistas que 2025 nos tro...
25/12/2025

À medida que nos aproximamos do final de mais um ciclo, é tempo de reflexão e gratidão pelas conquistas que 2025 nos trouxe. Cada vitória, grande ou pequena, foi um reflexo da força, da fé e da conexão espiritual que cultivamos ao longo do ano.

Os Orixás, em sua sabedoria divina, nos guiaram e protegeram em cada passo da jornada.

Oxalá, com sua paz e serenidade, abençoe nossos caminhos, trazendo clareza e propósito.

Iansã soprou ventos de mudança, nos lembrando que é preciso coragem para deixar o passado e seguir em frente.

Xangô nos inspirou com sua justiça e força, ajudando-nos a lutar por aquilo que acreditamos ser certo.

Oxum, a mãe das águas doces, nos ensinou o valor do amor próprio e das conexões profundas, enquanto Iemanjá, com sua energia maternal, nos deu acolhimento e proteção nas horas difíceis.
Ogum, com sua determinação, abriu caminhos e nos deu as ferramentas necessárias para enfrentar os desafios.

As conquistas de 2025 não foram apenas materiais, mas também espirituais. Foram momentos de crescimento interno, de aprendizado e de fé renovada.
Acreditar nos Orixás e em suas forças nos mostrou que, mesmo nas adversidades, há sempre uma luz a nos guiar e a certeza de que estamos protegidos.

Afinal, com fé nos Orixás, somos capazes de superar qualquer obstáculo e alcançar tudo aquilo que o universo reserva para nós.✨

Muito Axé 💫

Itan de Ossanhã: O Segredo e a Ética das FolhasConta um Itan que Ossanhã, desde muito cedo, preferia a companhia das fol...
25/12/2025

Itan de Ossanhã: O Segredo e a Ética das Folhas

Conta um Itan que Ossanhã, desde muito cedo, preferia a companhia das folhas à companhia das pessoas. Vivia nas matas e conhecia cada uma delas profundamente: para que servia, como usar e a quantidade exata. Orumilá tinha ensinado a Ossanhã o nome de cada uma das folhas, e somente Ossanhã conhecia a palavra certa para liberar o axé existente dentro de cada espécie.
Quando cresceu, resolveu andar pelo mundo e usar todo o conhecimento que possuía. Por onde passava, era aclamado e reverenciado como um grande curandeiro. Certa vez, curou um rei que já havia apelado para todos os tipos de curas possíveis: sacrifícios, oferendas e rezas. Somente o axé das folhas, liberado por Ossain, foi capaz de curar o monarca já desenganado.

O Rei, com imensa gratidão, ofereceu a Ossanhã muitas riquezas, mas ele as recusou; queria receber apenas o mesmo que qualquer médico receberia após realizar uma consulta.

Tempos depois, seus irmãos o encontraram. A mãe de Ossanhã estava doente e, assim como muitos, já havia recorrido a todos os meios conhecidos para conseguir a cura, porém nada tinha eficácia. Ossanhã foi até sua mãe e, novamente, como era de costume, liberou o axé das folhas para que a cura acontecesse. Contudo, Ossanhã cobrou de seus irmãos 7 búzios, como um médico cobraria de qualquer paciente.

Os irmãos, a contragosto, pagaram. Sendo o detentor do segredo, Ossanhã não queria enriquecer às custas de seu dom divino, mas também não usaria o sangue verde das folhas sem uma contrapartida. Assim como na natureza, tudo tem uma ordem natural, um motivo, ação e reação. Ossanhã sabe que a diferença entre o remédio e o veneno é a dose.

Ewé Ossanhã 🌿 🌿 🌿

O Pacto de Nanã e Oxum DocôOxum Docô era uma feiticeira velha e sábia, que habitava as águas escuras das profundezas do ...
20/12/2025

O Pacto de Nanã e Oxum Docô

Oxum Docô era uma feiticeira velha e sábia, que habitava as águas escuras das profundezas do rio. Naquela época, Ogum, o general, estava em guerra e conquistava vários reinos. Um dia, o reino de Nanã foi ameaçado. Nanã era versada em magia, mas sua aldeia consistia, em grande maioria, de mulheres, idosos e crianças que não saberiam se defender e certamente padeceriam sob a fúria de Ogum.

Nanã foi procurar Oxum e rogou-lhe ajuda. A velha feiticeira do rio aceitou o pedido da amiga e, com seus feitiços, guardou as mulheres, os velhos e as crianças dentro de uma cabaça, prometendo a Nanã que só os devolveria quando a aldeia não corresse mais perigo. Assim, Oxum Docô levou-os para o fundo do rio.

Nanã, mesmo anciã, enfrentou Ogum e conseguiu vencê-lo. Porém, acabou ferida por uma ponta de ferro. Passado o perigo, Nanã retornou com seus poucos guerreiros e Oxum Docô lhe devolveu a cabaça. Daquele dia em diante, Nanã proibiu o uso de ferro em seu reino: todos os instrumentos deveriam ser feitos de madeira.

Em gratidão a Oxum por cuidar de seu povo, Nanã convidou-a para um banquete, deu-lhe um lugar de honra e ofereceu-lhe um abebé em forma de boneca, feito de madeira, palha e cabaça. Em respeito a Nanã, Docô enfeitou-se com palhas. E esse foi o pacto firmado entre as duas velhas feiticeiras.

É claro que Nanã é conhecida por sua seriedade, mas eu te pergunto: se esse gesto não é amor, o que seria? Salve nossa grande Agba!

Itãn da página Alafian
Adaptado para o Batuque

Diferença entre Egun e Kiumba;Egun é o termo iorubá para qualquer espírito desencarnado (alma de quem morreu), podendo s...
20/12/2025

Diferença entre Egun e Kiumba;

Egun é o termo iorubá para qualquer espírito desencarnado (alma de quem morreu), podendo ser um ancestral, um guia espiritual ou um espírito ainda confuso, enquanto Kiumba (ou Quiumba) é um tipo específico de Egun que está em um estágio de baixa evolução, com energia negativa e intenção de prejudicar, agindo como um espírito obsessor, sendo todo Kiumba um Egun, mas nem todo Egun é um Kiumba.

Egun:

Definição: Espírito de uma pessoa que já morreu.
Natureza: Abrange todos os espíritos desencarnados, desde ancestrais (Egun Oré) a espíritos mais atrasados (Egun Buruku).

Intenção: Pode ser neutro, positivo (ancestral) ou negativo, dependendo do seu nível de evolução.
Kiumba.

Definição: Espírito atrasado, sem luz, que se torna um obsessor.

Natureza: Tem energia negativa e intenções prejudiciais, buscando causar sofrimento ou desequilíbrio.

Intenção: Maliciosa, manipuladora, operando na vingança, raiva ou vício.

Relação entre eles:

Um Kiumba é sempre um Egun, pois é um espírito que já foi vivo. Um Egun nem sempre é um Kiumba, pois pode ser um espírito bom, um ancestral ou um sofredor que não necessariamente quer fazer o mal, apenas está desorientado.

Em resumo, o Kiumba é uma faceta mais sombria e prejudicial do Egun, sendo um espírito em um estado de atraso evolutivo e com propósitos negativos, enquanto Egun é o termo genérico para qualquer espírito pós-morte.

OYÁ GANHA DE XAPANÃ O REINO DOS MORTOSCerta vez houve uma festa com todas as divindades presentes. Xapanã chegou vestind...
18/12/2025

OYÁ GANHA DE XAPANÃ O REINO DOS MORTOS

Certa vez houve uma festa com todas as divindades presentes. Xapanã chegou vestindo seu capucho de palha. Ninguém o podia reconhecer sob o disfarce e nenhuma mulher quis dançar com ele. Só Oyá, corajosa, atirou-se na dança com o Senhor da Terra.

Tanto girava Oyá na sua dança que provocava vento. E o vento de Oyá levantou as palhas e descobriu o corpo de Xapanã. Para surpresa geral, era um belo homem.
O povo o aclamou por sua beleza. Xapanã ficou mais do que contente com a festa, ficou grato. E, em recompensa, dividiu com ela o seu reino. Fez de Oyá a rainha dos espíritos dos mortos.

Rainha que é Oyá, a condutora dos eguns. Oyá então dançou e dançou de alegria. Para mostrar a todos seu poder sobre os mortos, quando ela dançava agora, agitava no ar o seu Eruxim, o espanta-mosca com que afasta os eguns para o outro mundo.

Rainha Oyá, a condutora dos espíritos. Rainha que foi sempre a grande paixão de Xapanã.
Lenda tirada do livro Mitologia dos Orixás - Reginaldo Prandi 2001, adaptada para o Batuque.

Xangô é condenado por Oxalá a comer na Gamela ⚖️Xangô Airá, aquele que se veste de branco, foi um dia às terras do velho...
18/12/2025

Xangô é condenado por Oxalá a comer na Gamela ⚖️

Xangô Airá, aquele que se veste de branco, foi um dia às terras do velho Oxalá para levá-lo à festa que faziam em sua cidade. Oxalá era idoso e lento; por isso, Airá o carregava nas costas.

Quando se aproximavam do destino, avistaram a grande pedreira de Xangô, situada bem próxima ao seu palácio. Xangô levou Oxalufã ao cume para, de lá, mostrar ao velho amigo toda a extensão do seu império. Foi do alto que Xangô avistou uma belíssima mulher mexendo sua panela: era Oiá!

Ela preparava o amalá do rei! Xangô não resistiu a tamanha tentação. Oiá e amalá juntas eram demais para sua gulodice, especialmente após tanto tempo na estrada.

Xangô perdeu a cabeça e disparou caminho abaixo, largando Oxalufã em meio às pedras, rolando na poeira e caindo pelas valas. Oxalufã enfureceu-se com tamanho desrespeito e enviou muitos castigos que atingiram diretamente o povo de Xangô.

Arrependido, Xangô ordenou que todo o povo trouxesse água fresca e panos limpos para banhar e vestir Oxalá. Oxalufã aceitou as desculpas e apreciou o banquete de caracóis e inhames que lhe foi oferecido durante dias. No entanto, Oxalá impôs um castigo eterno a Xangô, que tanto gostava de fartar-se de boa comida:

Nunca mais Xangô poderia comer em pratos de louça ou porcelana. Nunca mais poderia comer em alguidares de cerâmica. Xangô só poderia comer em gamela de pau, assim como comem os animais da casa e o gado.
(Baseado em: Mitologia dos Orixás, Reginaldo Prandi, 2001, p. 280)

🌊✨ JUSTIÇA FEITA: OS FESTEJOS DE IEMANJÁ ESTÃO GARANTIDOS! ✨🌊A Prefeitura de Praia Grande tentou impor novas regras que ...
09/12/2025

🌊✨ JUSTIÇA FEITA: OS FESTEJOS DE IEMANJÁ ESTÃO GARANTIDOS! ✨🌊

A Prefeitura de Praia Grande tentou impor novas regras que limitariam o uso de tendas, acesso à energia e até a organização dos terreiros durante os Festejos de Iemanjá 2025. Restrições que colocavam em risco uma tradição histórica e o direito constitucional ao culto.

Mas a resposta veio rápida:
⚖️ O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu todas as restrições.
Sem multa diária de R$ 30 mil.
Sem engessamento das práticas.
Sem apagamento da fé.

Os povos de terreiro, unidos, ingressaram na Justiça e provaram mais uma vez que religião de matriz africana não recua — resiste.
A liminar garantiu:
• Tendas leves autorizadas
• Acesso à energia elétrica
• Janela logística para organização
• Festejos preservados nos moldes tradicionais

💙🌊 Iemanjá vai ser celebrada como sempre foi: com respeito, liberdade e ancestralidade.

Essa vitória não é só de Praia Grande.
É de toda a comunidade que luta diariamente contra o racismo religioso e pelo direito de existir em paz.

📢 Axé garantido. Tradição mantida. Justiça feita. ⚓

Endereço

São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 13:00 - 19:00
Terça-feira 13:00 - 19:00
Quarta-feira 13:00 - 19:00
Quinta-feira 13:00 - 19:00
Sexta-feira 13:00 - 19:00
Sábado 14:00 - 18:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Reino de Bará Lodê Cabinda posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Reino de Bará Lodê Cabinda:

Compartilhar

Categoria