Nzo Matamba Candomblé Angola e Cultura Afro-brasileira

Nzo Matamba Candomblé Angola e Cultura Afro-brasileira NZO MATAMBA
Candomblé kongo-ngola e cultura afroindígenabrasileira sob o comando de Mama Senzeluanji.

21/10/2024
A lenda da kyanda na oralidade do povo AmbunduA realidade é que toda mulher é uma kyanda (sereia) em pontencial.A verdad...
09/10/2024

A lenda da kyanda na oralidade do povo Ambundu

A realidade é que toda mulher é uma kyanda (sereia) em pontencial.
A verdade é que umas são kyandas terráqueas, ao passo que outras são aquáticas.
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Antes do invasor lusitano, nós tinhamos santuários onde as terráqueas dirigiam-se para ritualmente, acampar, kusamba, kukina, depositar oferendas no intuito de agradecer ou suplicar alguma solução da parte dela(s)
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Toda kyanda aquática tem parentes terráqueas que servem de sua porta voz.
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Etimoligicamente, kyanda vem do termo kuwanda. Isso faz alusão ao acto de proferir oraculo, sonhar, revelar situações ocultas de caracter benéfico ou maléfico.
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A religião do invasor, plagiou o culto a kyanda, com (por exemplo) a construção de santuários ao longo do rio kwanza onde só para exemplef**ar, foram construidos os santuários de Kalumbo, Barra do kwanza, Muxima e Massangano.
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Na da barra do kwanza, a rainha do santurio trata-se de uma figura feminina branca denomida Nossa Senhora Nazare das Aguas. O padroeiro é outro branco chamado joão batista.
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Quando visitei (1) O santuário, passei a ver tanto o padroeiro quanto a rainha senhora como pessoas de ascendência afrikana. Foi assim que apelidei-a honorif**amente.

por Mwene Ngana Mu Menha
via Sagrada Ngola
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(1)
Este e outros santuários a longo do rio kwanza, fruto de leituras anteriores e visitas que venho realizando...neste em particular, passei a ver assim esse assunto.

(Kyamba Wingi 2019, 10, 7. 23:09)

MAFUTA "A Grande Rainha Da Espiritualidade Kôngo N'Dongo e Arredores": Você sabia que foi a Appolonia Mafuta uma das gra...
22/08/2024

MAFUTA "A Grande Rainha Da Espiritualidade Kôngo N'Dongo e Arredores":

Você sabia que foi a Appolonia Mafuta uma das grandes influências de Kimpa Vita?

Nascera no seio do povo Kôngo uma figura importante no que tange a Espiritualidade Kôngo e não só. Senhora aristocrata da classe chamada Mwana Kôngo. Na época quando em vida estivera, o Kôngo havia sido dilacerado pela guerra civil. Guerra essa que enfraqueceu "estruturalmente" o grande império Kôngo.

Reza a tradição oral que no ano entre 1702 Appolonia Mafuta estivera em conexão de forma activa com a Espiritualidade Kôngo, mesmo sabendo da presença da religião cristã trazida por via marítima pelos Euro-ocidentais, em suma, pelos missionários. Appolonia Mafuta tinha uma tarefa mui importante. Tal tarefa que se resumia na permanência da autenticidade da espiritualidade Afrikana no seio do povo Kôngo e arredores. Mafuta soube que o Kôngo devia reunir sob um novo e único rei, para as guerras que se avizinhava(a guerra do trono e contra os colonizadores). Ela, Começou de forma intensa nessa época a apelar por viva voz que o povo f**asse atento, porque novos ventos viriam mudar o rumo da história desse povo e não só. E, as multidões do Reino começaram a seguir o rasto da não menos conhecida "Profetisa" Mafuta, que tinha como tarefa "já" em meio da pequena crise que assolava o reino. A tarefa se resumia em despertar o povo aos maus ventos que se avizinhava e sobretudo preservar aquele que era um dos grandes patrimónios da cultura Kôngo (a sua espiritualidade).

Diz a história que nessa época a Profetisa já era uma mulher de idade avançada, que anunciava várias das suas mensagens nos montes, apelando os Kôngo a descer a (antiga capital do Reino) em prol da unidade Kôngo e etc. Reza a tradição oral que nesta mesma época, surge uma jovem de nome Beatriz. Jovem essa que tinha aproximadamente 18 anos de idade. O que levara a jovem Beatriz em ir consultar a Dona Mafuta foi na verdade a sua diferente linhagem ideológica. No ano de 1703 a jovem na altura de nome Beatriz( ), havia procurado a Senhora Mafuta para receber de si alguns conselhos e instruções, pois a mesma queria servir o povo com o mesmo propósito o objectivo no que concerne a espiritualidade Kôngo. E, Appolonia Mafuta apoiou-a e lhe dissera : Nós devemos preservar autenticamente a nossa identidade cultura espiritualidade e Reino. Se não se cumprir com esse pressuposto, o castigo será insuportável para com os nossos. A montanha irá pegar fogo e colapsar. Na verdade ela fazia uma figura de estilo "na sua linguagem", ou seja, usava muito a metáfora quando se dirigia a Beatriz. Mafuta apontou para a Beatriz uma pedra encontrada no rio Ambriz. Esta pedra foi exemplif**ada por ela como a Espiritualidade Kôngo.

Prosseguiu Mafuta afirmando que, tal pedra está desfigurada pelas forças da maldade do homem mindele (ancient tradução.,estrangeiros., atual tradução, brancos). Mafuta dissera a jovem Beatriz, em remate final : “Tu és autêntica, e autenticidade é algo que não se deve deitar, porque é nela que nos encontramos como seres originais. Beatriz não é o seu nome real. Deita fora o Beatriz e procura um outro nome que lhe dignif**a ou lhe identif**a. Segundo a tradição oral, após a conversa que mantivera com a Senhora Mafuta, a jovem Beatriz adoptara o nome de Kimpa Kya Vita, que signif**a ; nova forma de fazer guerra. É uma homenagem ao antigo Rei guerreiro e legítimo do Reino Vita a Nkanga.

A velha pegara à estrada para o monte . Na montanha, ela teve reputação de ser Santa e foi cercada por gente de respeito, até mesmo da elite, realeza, missionários e algumas entidades coloniais.

Rejeitava todos os N'kisi, sobretudo aqueles que usavam a espiritualidade para fins impróprios. Assim como os símbolos religiosos (ex., os crucifixos), ela queimava tudo na fogueira, tanto os objetos de feitiço como outras superstições, incluindo as cruzes e as medalhas religiosas.

Mafuta espalhou a sua doutrina no acampamento de e no vale do . Vinham multidões ouvi-la, sendo uma das principais aderentes, a própria esposa do Rei, Hipólita. Era forte em curar pessoas, até brancos, que estavam doentes, sobretudo a beira da morte. Porque a mesma também dizia que a espiritualidade passava pelo conhecimento da natureza, para melhor dominar outros campos, assim como a medicina. Na altura predominava a medicina tradicional (ervanária, plantas medicinais). Entre outros feitos tinha curado uma mulher mordida no pé por uma cobra e, em seguida, apenas com o poder tradicional ela começou a se expor de forma intensa no campo da espiritualidade Kôngo.

Fr Bernardo da Gallo não ficou nem um pouco impressionado nem convencido. Pressionou o Rei para mandar prender Mafuta, para que ele a interrogasse. O Rei interrogou Mafuta, mas não a prendeu, o que desgostou Fr Da Gallo.

De outra vez, Mafuta teve uma visão como referiu peremptoriamente ao Frade e soube das catástrofes e desastres que ocorreriam se o não recuperasse a cidade. A Rainha Hipólita convenceu-se das curas visões e adivinhação de Mafuta (como o que ela dizia se concretizava) e os missionários espalharam que esta era uma santa, profetisa, vidente, espírita e tantos outros adjetivos que qualif**avam-na. Quando os missionários da fé a quiseram levar a julgamento acusando-a injustamente de Bruxa e de heresia, o Nekongo protegeu-a, impondo a sua autoridade. Todos estes acontecimentos conduziram a um novo fervor religioso que havia de empolgar todo Kôngo e ao surgimento de uma mulher que tentaria o renascimento nacional, através da sua própria interpretação da espiritualidade local e da religião cristã. Religião cristã porquê, porque Appolonia Mafuta acreditava que a religião cristã não tivera mal algum em fazer parte da vida espiritual dos bancos “porque a mesma dignif**ava os brancos, e não os Pretos” , sobretudo ela não devia ser o caminho a ser trilhado pelos Kongueses.

Como a sua presença era notável no seio do povo, os missionários implantaram através da figura Appolonia Mafuta a política de a transformar em Santa Maria dos Pretos. Felizmente Mafuta não tivera o mesmo fim que tantas outras conhecidas profetisas do Reino e arredores tiveram. O famoso crime de heresia.

Após a sua morte, Apollonia Mafuta passou a ser muito referenciada por missionários e colonos, assim como nos Reinos do Kôngo e N'Dongo etc etc etc. De Salientar que foram os missionários que a transformaram em santa Maria dos Pretos dentro da igreja católica (na altura). A diferença residia no facto de não se tratar de uma santa branca, mas sim negra.

Ancorou o seu poder, antes de tudo, na morte. Morrera mas estava bem viva nas Mentes dos Kôngo N'Dongo e dos missionários Capuchinhos, num só acto, o enredo que levara os reis de vários Reinos (vassalos do Kôngo) a admirar a sua tamanha bravura. Reza a história que foi após a morte de Mafuta que o cristianismo passou a fazer parte de forma intensa "ativa" na vida dos povos da região Kôngo e arredores. Os missionários transformaram Apollonia Mafuta numa Santa negra para puder mudar o rumo da consciência de espiritualidade que tinha o povo, sobretudo a geração que se avizinhava "chegar". Foi um jogo colonial que resultou na grande lavagem cerebral religiosa e colonial do povo Kôngo e dos N'Dongo, assim como outros povos que faziam parte administrativamente do Reino ou do Império Kôngo.

Graças a esse tipo de pensamento que muitas outras figuras da espiritualidade Kôngo N'Dongo e etc, surgiram, e começaram a seguir o rasto de outras dentre várias profetisas que lhes precederam na mesma tarefa. Muitas começaram a questionar a presença dos missionários. Começaram a manifestar-se, tal descontentamento, que culminou na histórica luta contra a presença do colono e cristianismo no seio desses povos. Missionários versus espiritualidade local.

Aquilo que Appolonia Mafuta temia se tornou num facto. A religião cristã trouxe consigo a escravidão guerras e a dominação dos autóctones em todos os campos. Como a mesma dizia : A crença dos mindele (brancos ou estrangeiros) não é digna ao povo N'dombe (Preto).

Narrativa d&: João Niango Ngombo Kina O Mar Negro Moufty.

Fonte do pesquisa : Oral tradição, a partir do Kong Central RDCongo.

Caso queira ler a versão missionárica é só comprar o livro : Kimpa Vita À Fogueira do escritor .

14/05/2024

Já imaginaram a situação do Rio Grande do Sul quando a água baixar? E dos terreiros gaúchos? Quantos não desistirão de reconstruí-los?

Pensando nesses, divulgo um projeto que visa ajudá-los. Quem tiver doações pode encaminhar para minha casa (zn de SP) e enviarei às lideranças gaúchas mais necessitadas através da Rede Mulheres de Axé do Brasil.

No primeiro momento a urgência é por: mantimentos não perecíveis, cobertores, roupas e medicamentos; Num segundo instante: material de construção, material litúrgico, roupas ritualísticas, etc.

Para a arrecadação de fundos (necessários em qualquer reconstrução) estimulo ações solidárias, como Rifas, Bingos, etc.

Nessa intenção, ofereço atendimentos comigo como premiação na Rifa Solidária abaixo:

https://criarifa.com/mpdukV

Contribua comprando um ou mais bilhetes, e compartilhando esse link.

Se não nos ajudarmos, quem irá?!
Nós por nós, ontem, hoje e sempre!

Mama Senzeluanji

Lindos temas para você arrecadar presentes, dinheiro ou Pix e o sorteio é automático.

13/04/2024

NÃO!
Não sou eu quem tenho que parar de reclamar. São eles quem precisam parar de assediar!

BASTA de assédio religioso!

13/04/2024

Mais um ASSÉDIO RELIGIOSO, por RACISMO e INTOLERÂNCIA RELIGIOSA, nessa manhã!
- está nos stories -
Nem todo cristão, mas SEMPRE um cristão…
XANGÔ NELES! 🔥

31/03/2024

Povo de candomblé, parem de falar mal do povo de candomblé. Além de perdermos todos com isso, a gente sabe que vocês também não são santos. Apenas parem!⚡️

Na Angola, como funciona ?“Na minha opinião, todos deveriam passar pela Angola. Todos deveriam passar pelos sacrifícios ...
23/03/2024

Na Angola, como funciona ?

“Na minha opinião, todos deveriam passar pela Angola. Todos deveriam passar pelos sacrifícios dos 21 dias recolhidos e dos três meses de preceito.
Na minha opinião, a legitima hierarquia do candomblé, ainda corre nas veias da Angola. É de lá que muitos nomes grandes saíram. É de lá que muita gente manifestou suas divindades brasileiras denominadas caboclos. É lá que todo mundo reza a mesma reza. É lá que todos rezam a tabela de “surram” em uma só voz. É de lá que se preserva a saia de fitas de acordo com a idade, o gorgorão, lá a senhora dos ventos ainda usa vermelho. Na angola, Kitembo é rei e não existe assimilação com nenhum outro santo. Nsumbo, KAVUNGO, são os donos da terra. Aquele que todos respeitam. Zumbá, ainda é a santa mais velha. Que quando chega no terreiro, todos recebem santo e o silencio reina, até a hora que a grande senhora resolve ir embora.
Na angola, os recém iniciados, recebem santo toda hora. Mas é através do “toda hora” que o contato com o santo f**a mais forte.
Santo da Angola tem Ginká, treme ombro, não f**a de brinco e nem de chinelo no pé. Na angola, o ilá dos santos e alto e forte. Na Angola, os Santos são educados e humildes.
E na Angola, quem não tem 7 anos tomado, se abaixa na roda, quando a cantiga para.
Na Angola, os santos reconhecem as pessoas de sua casa, mesmo que os filhos não se falem.
Na angola, quando o santo de outra nação chega, é tratado com todo carinho, respeito e humildade. E quando o santo toma run, louva-se a nação pertencente.
Na angola, mais novo não senta no alto, não come em prato de vidro, não escuta conversa de mais velho. Na angola, idade é posto. Os recém iniciados usam Mokan, delogun, senzala. Comem e dormem nas decisas. E ninguém tem problema em pedir bênção a mais novos ou mais velhos.
Na angola a gente reza pra ascender a vela. Na angola, quem não tem idade, não assiste gibereçú. Na angola, mais novo bate paó para o mais velho jogar o banho de erva. Na Angola todo mundo f**a de erê e todos os erês participam da quitanda, independente da idade.
Na angola, digina não é apelido. É nome. Nome ao qual você deve se orgulhar e respeitar, nome que você deve honrar. As diginas são individuais, são dadas de acordo com o santo e através de um ritual.
Na angola, a sexta feira santa é sagrada. “nesse dia ninguém come e ninguém bebe”

A Angola não é “angolinha”, a Angola é uma das nações mais antigas cultuadas no Brasil. Não existe assimilação para os ritos da Angola. Cada um com sua particularidade.
Quer saber o que é fé? Vá a uma casa de Angola e veja como aquela comunidade faz tudo com devoção e dedicação.
O que diferencia o povo da Angola é a hierarquia, a essência e a fé. Porque se tem uma coisa que o povo de Angola tem, é fé.”
Kiuá mbutu n'gola .
Amo muito!!!

Crédito: Magno.
Repostado da página “Ìkóòdídé

Ngasakidila, mais uma vez, aos filhos e presentes que fizeram o lindo candomblé de ontem na Nzo Matamba Mankulu, a casa ...
24/12/2023

Ngasakidila, mais uma vez, aos filhos e presentes que fizeram o lindo candomblé de ontem na Nzo Matamba Mankulu, a casa de mama diami Kisanga. Foi maravilhoso!!! O primeiro de uma série em nosso novo teto.

Meu Mukuiu aos meus mais velhos e mais novos da Nzo Maza Kisimbi Junsara por tamanha generosidade, Tata Bandanguame e em especial à nengua Maza Kisimbi por estar presente nos 21 dias de rito. Celebrar meus 25 anos de santo com aquela que me iniciou e após todos esses anos voltar a deitar em seu colo é um privilégio - Nzambi lhe permita uma vida longa, mãe.

Um novo ciclo se inicia e, com ele, novos desafios e conquistas. Que as bençãos continuem sendo sempre superiores às dores, dúvidas e maledicências. Que a fé esteja presente também em nosso dia a dia, e o amor de todos os minkisi que estiveram em nosso nzo resida eternamente em nossos corações… nos fortalecendo, protegendo e acalentando sempre que precisarmos. Porque Candomblé é isso… culto de fé, amor, convivências, batalhas e infinitas vitórias. Um músculo que precisa ser exercitado para crescer e sustentar. Uma tradição democrática que cura, alimenta e transforma, mas só a quem se dispõe.

Meu filho Levi e meu marido Molinas - com quem também comemorei 25 anos de casada - passaram pelo fogo e se transformaram… São, agora, muzenza Diangamunã e Lubasobá, Tata Mabaia de Kisanga. Dignos representantes de Telekompensu e Luvango na Terra. Uma revolucionária obrigação de santo repleta de nguzu e kibuku. O sonho realizado da criança que provou ser mais corajosa que um leão e a coroação daquele que, com chuva ou sol, sempre esteve presente no terreiro, nunca reclamou, nunca duvidou, nunca pediu nada em troca… e, por isso, recebeu tudo. Quanto ensinamento nesse mês de dezembro… meu Nzambi! O nascimento do menino que velho respeita e do humilde coroado - qualquer semelhança com a fé cristã não precisa ser mera coincidência; onde há valor, há propósito (e vice versa).

Que possamos refletir sobre todos esses princípios mas, principalmente, sobre nossas próprias crenças e atitudes. Pois, são com elas que convivemos diária e intransferivelmente. Meus mais sinceros desejos de que todos tenham uma feliz noite de natal e que façamos de 2024 um excelente e próspero ano.

Mama Senzeluanji

Nunca mais duvide de quem tu és!
05/11/2021

Nunca mais duvide de quem tu és!

“E os bantu falam: nós escutamos e aprendemos mais dos mortos. Escutem mais os mortos do que os vivos, porque os mortos ...
02/11/2021

“E os bantu falam: nós escutamos e aprendemos mais dos mortos. Escutem mais os mortos do que os vivos, porque os mortos tornam-se pedras, e os vivos são capim. Eles podem ser facilmente pisados, enquanto os mortos, que são pedras, não podem ser destruídos facilmente.”
(Fu-Kiau, 1997)

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Rua Conchilia, 292/Cantareira
São Paulo, SP
02373010

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