CEFCS Centro Espirita Fé, Confiança e Solidariedade

CEFCS Centro Espirita Fé, Confiança e Solidariedade Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de CEFCS Centro Espirita Fé, Confiança e Solidariedade, Centro religioso, Rua Rosa Pavone nº 20/Penha, São Paulo.

É uma pequena Casa Espirita que se localiza na Rua Rosa Pavone, 20 - Penha, que presta assistência espiritual nas quartas-feiras, às 20:00 horas e na 3ª quinta-feira do mês executa assistência de cura.

16/06/2025

*"Começando mais
uma semana com o pé direito! Bora seguir firmes, praticar a caridade no dia a dia, espalhar amor por onde a gente passar e carregar a felicidade no bolso, pronta pra ser compartilhada!"*

21/05/2025

*"Neste amanhecer de quarta-feira, que possamos abrir o coração à luz do Cristo e confiar que cada novo dia é uma dádiva divina para nosso progresso espiritual. Que a fé nos fortaleça diante das provações, que a caridade ilumine nossos caminhos e que a esperança nos mantenha firmes na certeza de que, com amor, paciência e perseverança, tudo se renova. Sigamos com coragem, trabalhando no bem, pois nenhum esforço sincero é perdido aos olhos de Deus."*

20/05/2025
14/05/2025

Que a paz de Jesus nos envolva e permaneça conosco!
É com muita alegria que estamos aqui reunidos mais uma vez para refletirmos à luz do Evangelho de Jesus e da Doutrina Espírita. O tema que nos propomos a meditar hoje é: “O que procede do coração.”
Essa expressão nos leva diretamente a um ensinamento profundo do Cristo, registrado no Evangelho de Mateus, capítulo 15, versículo 18, onde Ele nos diz:
“Mas o que sai da boca procede do coração, e é isso que contamina o homem.”
Jesus, como sempre, falava com simplicidade, mas com uma profundidade que atravessa os séculos. Ele nos alerta que o verdadeiro mal não está apenas no que vem de fora, mas principalmente no que parte de dentro de nós, no que alimentamos em nossos pensamentos e sentimentos, e que se manifesta por nossas palavras e ações.
E aqui já começamos nossa reflexão. O que temos deixado sair do nosso coração? Quais sentimentos temos cultivado e quais palavras temos emitido? Como estamos utilizando a nossa fala, esse dom tão precioso?
A Doutrina Espírita nos ensina que a palavra é uma extensão do pensamento, e o pensamento, por sua vez, é uma energia viva. Emitimos vibrações a todo momento, e quando falamos, damos forma a essas vibrações, colocamos no mundo aquilo que está em nosso íntimo.
Emmanuel, no livro Fonte Viva, no capítulo “Cada dia”, nos aconselha:
“Cada um responde por aquilo que faz, fala ou pensa.”
Ou seja, somos responsáveis não apenas pelas nossas atitudes externas, mas também por aquilo que pensamos e dizemos.
Quantas vezes, movidos pela pressa, pela irritação ou pelo orgulho, dizemos palavras impensadas? Palavras duras, ríspidas, que ferem, desmotivam, machucam... Às vezes dizemos "foi só um desabafo", ou "eu falei da boca pra fora", mas a verdade é que o que sai da boca, como disse Jesus, procede do coração. Está ali dentro de nós. Pode estar escondido, disfarçado, mas ainda assim, está presente em nossa intimidade espiritual.
E aqui cabe uma reflexão importante: temos cuidado do que está em nosso coração?
Se nossos corações estão cheios de mágoas, ressentimentos, orgulho ou inveja, mais cedo ou mais tarde, isso se manifestará em nossas palavras. E mesmo quando não falamos, esses sentimentos ainda nos envolvem em vibrações negativas, que acabam nos prejudicando e também a quem está à nossa volta.
Por isso, antes de buscarmos policiar apenas a fala, é preciso transformar o sentimento. A educação da fala começa na educação do coração.
Vamos pensar por um instante no impacto que uma palavra pode ter na vida de alguém. Um elogio sincero pode levantar o ânimo de uma pessoa deprimida. Uma palavra de apoio pode ser o fio de esperança para quem está prestes a desistir. Por outro lado, uma crítica destrutiva, uma ofensa, uma ironia maldosa pode provocar feridas emocionais profundas, às vezes difíceis de curar.
Quantos lares se desentendem por causa de palavras mal colocadas... quantas amizades se rompem... quantos corações se entristecem...
E aqui não se trata de silenciar por completo, ou de esconder o que sentimos. Mas sim de buscar a melhor forma de dizer as coisas. De usar as palavras com empatia, com respeito, com responsabilidade.
Paulo de Tarso, em sua carta aos Efésios, nos orienta com sabedoria:
“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.” (Efésios 4:29)
Isso é muito bonito: falar apenas o que edifica, o que constrói, o que eleva. Que desafio para todos nós!
Mas com esforço, boa vontade e principalmente com o auxílio da prece e do Evangelho, podemos, sim, transformar nosso modo de falar. Podemos passar a usar nossas palavras como instrumentos de luz, como pontes de entendimento, como sementes de paz.
E o primeiro passo, como sempre, é a vigilância interior. Como nos lembra Jesus, “vigiai e orai”. Que possamos vigiar não apenas os nossos atos, mas também nossos pensamentos e nossas palavras.
Antes de falar, perguntemos a nós mesmos:
• Isso que eu vou dizer é verdade?
• É necessário?
• Vai ajudar alguém?
• Está sendo dito com caridade?
Se a resposta for sim, então que falemos com serenidade. Caso contrário, que saibamos silenciar.
Lembremos que o silêncio também pode ser uma forma de caridade. Muitas vezes, calar uma crítica, uma fofoca ou um julgamento apressado é um gesto de amor.
E, por fim, se errarmos — como é natural — que tenhamos humildade para reconhecer, pedir desculpas e reparar. O perdão e a reaproximação também nascem de palavras: um simples "me desculpa" pode restaurar uma ponte rompida.
Meus irmãos, que o nosso coração se transforme em um jardim de bons sentimentos, para que as palavras que dele brotarem sejam como flores: suaves, belas e capazes de perfumar o ambiente onde estivermos.
E que possamos seguir o exemplo do Cristo, cuja palavra sempre curava, consolava, iluminava. Que nossa fala também seja, pouco a pouco, expressão de um coração cada vez mais voltado ao amor.
Que Jesus nos abençoe e nos inspire nesse esforço contínuo de falar menos com o impulso e mais com o coração.
Muita paz a todos.

Endereço

Rua Rosa Pavone Nº 20/Penha
São Paulo, SP

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