Caboclo 7flechas TRanca Rua Das Almas E Sr Marabô

Caboclo 7flechas TRanca Rua Das Almas E Sr Marabô SOMOS UMA ENTIDADE FILANTRÓPICA COM PROPÓSITO DE ERGUER A BANDEIRA SAGRADA DE NOSSA RELIGIÃO

17/08/2026

Boa tarde!
Ótima sexta-feira a todos.
Pai Oxalá nos abençoe.

Èpa Obàtálá Ìmúlègbé

A brancura do firmamento guarda segredos antigos.
Quando Ọ̀run fez aliança com Ayé, foi Ìmúlègbé quem firmou o pacto.
Quem é esse que sustenta a ordem sem levantar a voz?

Quem limpa a mente dos que se perderam da verdade?

Se a justiça vacila, ele a ergue sem demora.
Se a palavra treme, ele a segura com a mão serena.

Venham , sacerdotes, venham, filhos de Ọ̀ṣà!
Ouçam o cântico de Ìmúlègbé, a mão branca que não quebra juramento.

Será que tua cabeça já ouviu o nome dele no vento?
Tens honrado tuas palavras como ele honrou os céus?

Aproxime-se: Vamos recitar em louvor.
Vamos chamar a pureza para se sentar entre nós.
Ah! Ìmúlègbé — um dos nomes de Ọbàtálá:

Ìmúlègbé é um dos orúkọ àtàwọn àpèlé: nomes e louvores - usados para se referir a uma forma específica de Ọbàtálá, particularmente no aspecto mais pacificador, legislador e protetor ancestral.

Este nome está intimamente associado à função de Ọbàtálá como:

Pai da humanidade
Guardiões dos pactos ancestrais: "ìmúlẹ̀"

Testemunha do juramento entre òrìṣà e seres humanos
O nome “Ìmúlègbé” pode ser decomposto etimologicamente como:
Assim, por minha ótica.

Ìmúlẹ̀ — pacto ancestral, juramento sagrado feito com a Terra e os ancestrais
Gbé — carregar, sustentar, manter vivo
Ou seja,aqui - Ìmúlègbé é aquele que carrega e sustenta o pacto sagrado ancestral, e nesse sentido, ele é visto como a força de Ọbàtálá que garante que os princípios originais da criação: " Iwa-pẹ̀lẹ̀, ordem, equilíbrio, justiça, e paz" - sejam mantidos entre o Ọ̀run e o Ayé.

Ọbàtálá como Ìmúlègbé: Podemos dizer que os aspectos espirituais
na forma de Ìmúlègbé, Ọbàtálá é:

O que sela as alianças espirituais entre os seres humanos e os òrìṣà.
O que julga sem se encolerizar, símbolo de uma justiça elevada, imparcial, personificação da sabedoria e da paz.

Aquele que sustenta o mundo, garantindo que os acordos fundadores entre o céu e a Terra sejam respeitados.
O que lembra aos homens seus compromissos com a ordem cósmica é o caminho a ser seguido.
Nos fala dos olhos do Universo,
Da Luz branca do Sol
E do ouro e alvo dos panos sagrados.

É muito comum que em certas regiões, especialmente em Ìṣẹ̀ṣè: - Tradições de Ifẹ̀, Oṣogbo e Oyo), Ìmúlègbé seja cultuado como uma forma altíssima de Ọbàtálá, aquela que não combate com espada, mas vence pela autoridade moral do pacto e preserva a paz como um sinal de evolução.

"Ọbàtálá ajàlámọ̀, ọmọ ẹlẹ́gbo àárọ̀
Ìmúlègbé tí kì í jó, tí kì í yọ̀, àfi tó bá fẹ́ kó dájọ́
Ẹlẹ́gbẹ́ńdé tí ń mú òfin s'ẹnu ilẹ̀ Ayé".

Ọbàtálá, grande espírito da pureza, que recebe sacrifícios ao amanhecer.
Ìmúlègbé, que não dança nem se exibe, a não ser quando é preciso decidir em justiça.
Aquele que segura o cetro e estabelece as leis no mundo da matéria.

Assim como a Terra não quebra o pacto com a semente,
Ìmúlègbé não rompe o juramento com os filhos do destino.
Aquele que clama por justiça deve primeiro honrar o que prometeu.

Pois Ọbàtálá, como Ìmúlègbé,
é quem guarda os mistérios que sustentam o mundo em silêncio.
Ìmúlègbé, alátẹ̀lẹ̀ orọ̀
Ọba tó mọ ojú òfin lójú òrun
Ajẹ́ ti ń ṣe kànjú, ó mọ pé ìlànà yó ṣàgbé
Ọbàtálá, aláṣẹ l'ọrun àti l'áyé
Bàbá àìsàn, Bàbá àìfiyèsí
Tí kò gbà ẹ̀jẹ̀, tí kò jẹ kòlà
Ìmúlègbé, adá iyè méjì
Tó fọkàn pẹ̀lú inú mọjú
Alábàásẹ tó kọ'lé òfin sẹ́yìn
Ọkàn ṣọfò, ó fi àlà fọ ọ
Ọ̀rọ̀ sùn, ó fi òfin jí i
A fi ọ̀run jù, ó sùúrù
A fi àṣà yá, ó dáàbò bo àlàáfíà.
Ìmúlègbé, mo ké sí orúkọ rẹ
Mo bọ s'ábẹ́ ọ̀run funfun rẹ
Mo ṣọ orí mi kó má bàjẹ́.
Será que honraste tua própria palavra nesta manhã?

Será que teu silêncio foi tão puro quanto a roupa branca de Ọbàtálá?

Se te falta equilíbrio, clama por Ìmúlègbé.
Ele sustenta promessas mesmo quando os céus tremem.

Que a tua cabeça se assenta no pacto dos ancestrais.
Que tua língua jamais desonre tua coroa.
Àṣẹ

Texto:Olúwo Ifatomi Efúnségun.
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17/08/2026

SEXTA-FEIRA É DIA DE BRANCO

Por isso, independente do Òrìsà de Orí (cabeça), é comum no Candomblé, o uso do branco nas obrigações litúrgicas e também na sexta-feira, por ser um dia dedicado a Òsàlá (Oxalá) e em referência aos Irúnmolé's funfun (Divindades da cor branca), sendo Oxalá o principal Irúnmolé ou Orixá dessa cor. Chamado de Senhor da criação, tudo de Oxalá é branco, representando assim a pureza e a ética moral da qual Oxalá é revestido.

Então, a sexta-feira ou ojó mú jade Obàtálá (o dia da criação de Obàtálá) é em referência a missão da criação do homem feita por Òsàlá. Neste dia, são cultuados os Òrìsà's funfun (os Orixás que usam a cor branca). Òsàlá, Òsàlufón, Òsàgiyán, Odudúwà, Bàbá Àjalé, Lejúgbè, Òsàfuru, Elémòsó, Òsàigbó e Oko.

Por isso, independente do Òrìsà de Orí (cabeça), é comum no Candomblé, o uso do branco nas obrigações litúrgicas e também na sexta-feira, por ser um dia dedicado a Òsàlá (Oxalá) e em referência aos Irúnmolé's funfun (Divindades da cor branca), sendo Oxalá o principal Irúnmolé ou Orixá dessa cor. Chamado de Senhor da criação, tudo de Oxalá é branco, representando assim a pureza e a ética moral da qual Oxalá é revestido. Desta forma, além de representar a pureza, o branco também é usado em sinal de respeito à importância hierárquica de Oxalá no principio criador. Por todo esse respeito, é que o branco é usado com muita seriedade no Candomblé.

Èwù rè tání Òsàlá funfun ni (O manto de Oxalá é branco).

O intuito tradicional de usar o branco é pedir paz e agradecer as bênçãos da semana. ... No Candomblé o uso da cor branca além de representar a pureza e resguardar os Omo Òrìsá (filhos dos Orixás) de coisas ruins, é também usada em sinal de respeito à importância hierárquica de Òsàlá.

Desta forma, o hábito do uso de roupas brancas no dia de sexta-feira se dá, historicamente, pela influência dos africanos islamizados na Bahia que usam roupas brancas na sexta-feira para cultuar Alá e também pela devoção a Oxalá que tem como dia a sexta-feira e como cor o branco.

Para a Umbanda, portanto, o branco carrega consigo o sentimento de paz espiritual, assepsia, calma, serenidade e outros valores de elevada estirpe.

Axé!

OREMOS:

Amado Pai Oxalá, nós vos reverenciamos, com respeito e amor.

Rogamos a vós, Amado Pai, que nos conduza com vossa fé e derrame vossas bênçãos sobre nós, para que possamos nos fortalecer cada vez mais e vibrarmos em sintonia com nosso divino criador. Livre-nos, Pai Amado, dos obstáculos interpostos em nossos caminhos para que eles não obstruam a nossa fé, nem causem discórdias, raivas, mágoas e ódios. Ajude-nos, Divino Oxalá, a desenvolvermos a paciência, a perseverança, o perdão, a caridade, a fé, a esperança e o amor ao próximo.

Permita-nos encontrarmos sempre na casa de Olorum a luz necessária para que não fraquejemos diante das perturbações. Possibilite entrar em nossa religiosidade e crença a paz, a felicidade e o caminho em direção ao Pai Eterno.

Faça-nos, Pai Querido, centros emissores de energias de combate às forças do mal que assolam nosso planeta Terra, que está sob vossa guarda. Dê-nos, Amado Pai, a oportunidade de lutarmos, com nosso amor, pela regeneração deste planeta, nossa morada, que está sendo destruído pela ganância, pela intolerância, pela falta de amor e de solidariedade, pela fome, pelas guerras de todos os tipos e pela falte de fé. Dê-nos oportunidade, Amado Pai, de em nossos trabalhos, formarmos uma única corrente vibratória, um único som, uma única energia de combate à essa onda maligna que impregna o astral da Terra.

Podemos ser poucos; mas permita que à nossa força, que à nossa corrente, se juntem as outras forças e correntes que estão sendo emitidas nos demais templos e que todas elas unidas, sirvam de bálsamo aos nossos irmãos enfermos, famintos e miseráveis e também que desencarnam sem nenhuma consciência da espiritualidade.

Amado Pai Oxalá! Que vossos braços sempre abertos possam amparar e acolher a eles e a nós!

Êpa Êpa Babá Oxalá!

Yorima Sabedoria
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17/08/2026

Uma antiga história yorùbá diz que "Olódùmarè Adani Ma Gba Gbe", O grande criador que nunca se esquece de sua criação, convocou para o Ọ̀run todas as quatrocentas Divindades da direita e todas as duzentas Divindades da esquerda.

Quando todas as Divindades chegaram no Ọ̀run, Olódùmarè disse que queria dar a eles a infinita sabedoria e que o beneficiado teria a fonte inesgotável de conhecimento sobre a terra.

Olódùmarè disse que jogaria do Orun para o Àiyé, o s**o da sabedoria, e que poderia jogar em uma floresta ou em um rio. Disse que também poderia jogar no oceano ou deixar cair na copa de uma grande árvore como o lgi Odán. Disse que esse s**o poderia ser jogado em qualquer cidade e quem quisesse descobrir onde estaria o s**o da
sabedoria, deveria ter sagacidade.

Olódùmarè então pegou o s**o da sabedoria e
apresentou às quatrocentas Divindades da Direita e às duzentas Divindades da Esquerda, para que elas soubessem exatamente o que deveriam achar, e que em 19 dias ele jogaria do Ọ̀run para o Àiyé, o s**o da sabedoria. As Divindades começaram a retornar ao Ọ̀run.

Algumas Divindades fizeram sacrifícios para conseguir encontrar o s**o da sabedoria, outras fizeram encantações e súplicas à Oba Orun. Cada Divindade afirmava com contundência que conseguiria encontrar o s**o da sabedoria. Ọ̀ṣun por sua vez, sempre acompanhava Òránmilà.

Eles consultaram os adivinhos para saber se
conseguiriam ter sucesso na busca.

Os Adivinhos recomendaram que Ọ̀ṣun e Òrúnmilà deveriam ofertar uma cabra cada um e oferecer um rato de casa. E que eles deveriam cada um, ofertar as roupas que estavam usando.

Ọ̀ṣun se recusou a fazer o sacrifício e disse: O que isso tem haver com o que estamos procurando?
Òrúnmilà, porém, prontamente realizou os sacrifício que os Adivinhos recomendaram.

Todas as quatrocentas procuraram por
toda parte o s**o da sabedoria.
Antes de Ọ̀ṣun sair com Òrúnmilà para procurá-lo, um rato de casa entrou onde ela guardava suas roupas e comeu os bolsos de sua roupa.

Ọ̀ṣun vestiu a roupa, mas não percebeu que o rato havia comido os bolsos e então, Ọ̀ṣun e Òránmilà partiram à procura do s**o. Ọ̀ṣun estava bem mais a frente de Òrúnmilà que ficava para trás. Ọ̀ṣun encontrou o s**o
da sabedoria e disse em alto e bom tom:
"Oh, eu achei o s**o da sabedoria. A fonte inesgotável do conhecimento será minha".

Ọ̀ṣun pegou o s**o e colocou no bolso de sua roupa que o rato havia comido. Ela dizia:
Ộrúnmìlà venha logo, eu achei o s**o da sabedoria.

Ela continuou andando e não se deu conta de que o s**o da sabedoria caiu de seu bolso que estava comido pelo rato. Òrúnmilà, que vinha atrás, viu o s**o cair e pegou para ele, sem nada falar.

Òrúnmilà e Ọ̀ṣun finalmente chegaram na casa e ele então disse:
"Ọ̀ṣun, deixe-me ver o s**o da sabedoria".
Ọ̀ṣun respondeu para Òrúnmilà que jamais deixaria um homem ver o s**o da sabedoria. Mesmo com os incansáveis pedidos de Òrúnmilà, Ọ̀ṣun disse que não lhe mostraria nada.

Òrúnmilà então foi para sua casa. Já sozinha, Ọ̀ṣun tentou tirar o s**o da sabedoria do seu bolso, quando então percebeu que o s**o não estava mais lá, percebendo que o bolso estava furado.
Desolada, Osun foi até Òrúnmilà pedindo lhe perdão, dizendo que queria viver ao seu lado. Òrúnmilà aceitou, mas lhe deu somente um pouco da sabedoria inesgotável que agora era dele. Ọ̀ṣun por sua vez, disse que nenhuma mulher deveria mais usar aquele tipo de roupa que ela usou na empreitada de buscar o s**o da sabedoria e que jamais deixaria de fazer os sacrifícios prescritos pelos Adivinhos.



Pai Pese
Casa de Oxumarê
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17/08/2026

Que a nossa força não resida apenas na multidão, mas na firmeza com que abraçamos a nossa solidão, sabendo que a ausência de um pode significar a integridade do todo. Que tenhamos a fibra para arriscar a comunhão, pois o indivíduo só se define no espelho do outro, e um só fragmento, por mais brilhante, é inútil fora do mosaico.
Tomara que a nossa fé seja um farol aceso na escuridão mais densa.
Tomara que sejamos a voz que se levanta, o “não” radical a toda tirania que tente sufocar a dignidade ou dobrar a espinha do nosso discernimento. Que sejamos a trincheira de nossa própria verdade.
Que sejamos teimosos na esperança, que insistamos na beleza do ser, mesmo quando o mundo parece desabar em desalento. Que a nossa obstinação seja a prova de que a nossa obra, inacabada e imperfeita, é um projeto divino que anseia por redenção.
Que tenhamos a coragem de levantar, quantas vezes a vida nos derrubar. Que a derrota não seja um ponto final, mas uma vírgula no épico de nossa existência. Que caminhemos na certeza de que somos herdeiros de um futuro que se constrói a cada passo, e que a história, em seu giro incansável, jamais se despede de seus filhos, apenas lhes promete o retorno.
Que a nossa alma seja vasta, sem alfândegas ou barreiras. Que reconheçamos como irmãos, de sangue e de espírito, todos aqueles que respiram o desejo ardente por um mundo justo e que fazem da beleza o seu estandarte, pois o tempo e o espaço são meras ilusões para o espírito que pulsa na cadência da eternidade.

Que a reflexão nos fortaleça e nos encontre prontos para a batalha da luz.

Axé! 🕊️

Reino de Oxoguia
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17/08/2026

*17 DE AGOSTO — DIA DE* *TRANCA RUA DAS ALMAS 🖤❤️🤍*

Há caminhos que se abrem.
Há caminhos que precisam ser fechados.
E há caminhos que só conseguimos atravessar quando aprendemos a caminhar com coragem.

Tranca Rua das Almas nos ensina que proteção também é transformação.

Ele não está apenas nas encruzilhadas. Está nos momentos em que precisamos tomar decisões, deixar para trás aquilo que já cumpriu seu ciclo e seguir adiante, mesmo quando ainda não conseguimos enxergar toda a estrada.

Sua força nos lembra que nem toda porta fechada é uma perda. Às vezes, é livramento. Nem todo “não” é castigo. Às vezes, é proteção. Nem todo caminho interrompido significa fracasso. Às vezes, é a espiritualidade nos conduzindo para uma direção que ainda não conseguimos compreender.

Tranca Rua das Almas carrega a força daqueles que conhecem as sombras, mas não se deixam dominar por elas. Caminha entre mundos, guardando passagens, protegendo caminhos e ensinando que cada escolha traz consigo uma responsabilidade.

Que sua força nos ajude a reconhecer o que precisa permanecer e, principalmente, aquilo que precisamos ter coragem de deixar ir.

Que nenhuma porta aberta nos leve para onde nossa alma não deve estar.
Que nenhuma porta fechada nos faça perder a fé.

E que, quando a estrada parecer escura, possamos lembrar: quem caminha com proteção não precisa temer a noite.

🖤❤️🤍 *Laroyê, Exu!*
_Laroyê, Tranca Rua das Almas!_
Mojubá!

Que seus caminhos sejam guardados, seus passos sejam firmes e suas escolhas sejam conscientes.

_Salve Tranca Rua das Almas!_

Endereço

Travessa Torres, 2
São Paulo, SP
02927140

Horário de Funcionamento

14:30 - 06:00

Telefone

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