Egbé Asè Onán Irèpó

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Corrente do BemBom dia meus amores! Espero que todos estejam na perfeita paz. Vamos dar início a um projeto chamado, COR...
15/06/2023

Corrente do Bem

Bom dia meus amores!
Espero que todos estejam na perfeita paz.

Vamos dar início a um projeto chamado, CORRENTE DO BEM.
Neste projeto TODAS AS SEGUNDAS-FEIRAS o Sr. Exú Cobra estará atendendo GRATUITAMENTE. As contribuições discriminada no comunicado é para que o mesmo possa trabalhar, orientar a cada um que por aqui passar para tomar uma palavra.
Sim, tem a opção de Charuto ou Bebida, porém não se pode esquecer do ALIMENTO NÃO PERECÍVEL. Pois o nome já diz, CORRENTE DO BEM.

Sendo assim, esses alimentos serão arrecados, distribuídos ou será montado marmitex para ser entregue a moradores de rua, estes que precisam sim de nosso apoio e solidariedade. Devemos sempre fazer o bem sem ver a quem!

Vamos entrar em um novo formato para que possamos cuidar mais dos nossos caminhos de forma contínua para a evolução de todos os campos das nossas vidas.

Vamos iniciar uma corrente que tratará da Saúde, Caminhos Pessoal e Profissional, Prosperidade, Equilíbrio e Amor.

1 vez ao mês faremos os trabalhos coletivos para que possamos manter as nossas vidas equilibradas e positivas.

Serão feitas Ebós, Oferendas, Patúas entre outras coisas que poderão receber para manter junto a vocês em suas casas, comércios.

Vamos juntos caminhar de mãos dadas de uma forma positiva.

Cada Ebó TERÁ UM VALOR SIMBÓLICO a ser pago e cada um terá o seu feito individualmente. O nosso Olorí Egbé já atende pessoas de outros Estados que poderam também participar mesmo que a distância, pois nos dias de hoje isso já acontece com os mesmo.

Teremos um dia específico e único para que todos juntos possamos concentrar toda energia e força em uma única intenção, afinal juntos somos mais forte.

Aos que tiverem interesse, peço que entre em contato no telefone a baixo para que possam se manter informados quantos aos seguimentos realizados.

É sobre espalhar coisas boas...
É sobre a evolução de cada um de nós...
É sobre amor... respeito... cuidado e compaixão.

(11) 94714-6730
Bàbá Taiguara ty Òsún
Jogo de Búzios

Que Orisá mesmo abençoe a todos nós!. 🙏🏾

07/06/2023

Obá

Obá escolheu a guerra como prazer nesta vida, enfrentava qualquer situação e assim procedeu com quase todos os orixás. Um dia, Obá desafiou para a luta Ogum, o valente guerreiro, o ardiloso Ogum, sabendo dos feitos de Obá, consultou os babalaôs, eles aconselharam Ogum a fazer oferendas de espigas de milho e quiabos, tudo pilado, formando uma massa viscosa e escorregadia.
Ogum preparou tudo como foi recomendado e depositou o ebó num canto do lugar onde lutariam. Chegada a hora, Obá, em tom desafiador, começou a dominar a luta, Ogum levou-a ao local onde estava a oferenda, Obá pisou no ebó, escorregou e caiu, Ogum aproveitou-se da queda de Obá, num lance rápido tirou-lhe os panos e a possuiu ali mesmo, tornando-se, assim, seu primeiro homem.
Mais tarde Xangô roubou Obá de Ogum.

Obá vivia em companhia de Oxum e Iansã, no reino de Oyó, como uma das esposas de Xangô, dividindo a preferência do reverenciado Rei entre as duas Iabás (Orixás femininos). Obá percebia o grande apreço que Xangô tinha por Oxum, que mimosa e dengosa, atendia sempre a todas as preferencias do Rei, sempre servindo e agradando aos seus pedidos.

Obá resolveu então, perguntar para Oxum qual era o grande segredo que ela tinha, para que levasse a preferencia do amor de Xangô, vez que Iansã, andava sempre com o Rei em batalhas e conquistas de reinados e terras, pelo seu gênio guerreiro e corajoso e Obá era sempre desprezada e deixada por último na lista das esposas de Xangô.

Oxum então, matreira e esperta, falou que seu segredo era em como preparar o amalá de Xangô principal comida do Rei, que lhe servia sempre que deseja-se bons momentos ao lado do patrono da justiça. Obá, como uma menina ingênua, escutou e registrou todos os ingredientes que Oxum falava, sendo que por fim Oxum, falou que além de tudo isso, tinha cortado e colocado uma de suas orelhas na mistura do amalá para enfeitiçar Xangô.

Obá agradeceu a sinceridade de Oxum e saiu para fazer um amalá em louvor ao Rei, enquanto Oxum, ria da ingenuidade de Obá que, sempre atenta a tudo, não percebeu que Oxum mentira, pois ela encontrava-se com suas duas orelhas, e falará isso somente para debochar de Obá.

Obá em grande sinal de amor pelo seu Rei, preparou um grande amalá, e por fim cortou uma de suas orelhas colocando na mistura e oferecendo à Xangô como gesto de seu sublime amor.

Xangô ao receber a comida, percebeu a orelha de Obá na mistura, e esbravejou e gritou. Oxum e Obá, apavoradas, fugiram e se transformaram nos rios que levam os seus nomes.

Após Obá ter fugido do reino de Xango após ter cortado a orelha e ter sido expulsa por Xango, ela fugiu aos quatro lados do mundo.

Sem conseguir encontrar um lugar para morar, então Obá se deparou com uma grande floresta e ali dentro havia o reino de Ifé, do então atual rei Odé.

Obá entrou nesta floresta para se abrigar e se deparou com um homem todo coberto de folhas, fumando um ca****bo e preparando uma poção, esse homem era Ossain, o orixá das folhas e da cura.

Ossain se assustou ao se deparar com Obá, pois ela estava toda armada, suja, fraca e doente pois não achava moradia, Ossain ficou com pena da fraca mulher e a recolheu.

Preparou remedios e curou Obá, e a abrigou dentro de sua casa que f**ava do lado de fora de Ifé.

Ossain disse a Obá não sair muito para fora, pois havia um caçador chamado Odé e que não poderia entender sua situação e poderia mata - la como uma de suas caças.

Obá não obedeceu e saiu para fora da casa de Ossain, ao sair se deparaou com o tal caçador, Obá se assustou mas não se amedontrou, ao virar Odé viu Obá e viu que ela estava abalada.

Odé se propôs em ajudar Obá e convidou a caçar junto a ele, então Ossain como era curioso tambem ia caçar junto com Odé e Obá, assim surgiu uma grande amizade, e Obá agradece até hoje o favor que Ossain fizera a ela.

(11) 94714-6730
Bàbálorisá Taiguara ti Òsún

06/06/2023

Ogum

(Ògún) é o temível guerreiro, violento e implacável, deus do ferro, da metalurgia e da tecnologia; protector do ferreiros, agricultores, caçadores, carpinteiros, escultores, sapateiros, talhantes, metalúrgicos, marceneiros, maquinistas, mecânicos, motoristas e de todos os profissionais que de alguma forma lidam com o ferro ou metais afins.

Orixá conquistador, Ogum fez-se respeitar em toda a África negra pelo seu carácter devastador. Foram muitos os reinos que se curvaram diante do poder militar de Ogum.

Entre os muitos Estados conquistados por Ogun estava a cidade de Iré, da qual se tornou senhor após libertar a cidade da tirania do rei e substituí-lo pelo seu, próprio filho, regressando glorioso com o título de Oníìré, ou seja, Rei de Iré.

Não é por acaso, portanto, que nas orações dedicadas a Ogun o medo f**a tão evidente e a piedade é um pedido constante, pois como diz uma das suas cantigas:

Ògún pá lélé pá
Ògún pá ojaré
Ògún pá, lélé pá
Ògún pá ojaré.

Ogum mata/extingui com violência
Ogum mata/extingui com razão
Ogum mata/extingui e destrói completamente.

Ogum é o filho mais velho de Odudua, o herói civilizador que fundou a cidade de Ifé. Quando Odudua esteve temporariamente cego, Ogum tornou-se seu regente em Ifé.

Ogum é um orixá importantíssimo em África e no Brasil. A sua origem, de acordo com a história, data de eras remotas. Ogum é o último imolé.

Os Igba Imolé eram os duzentos deuses da direita que foram destruídos por Olodumaré após terem agido mal. A Ogum, o único Igba Imolé que restou, coube conduzir os Irun Imole, os outros quatrocentos deuses da esquerda.

Foi Ogum quem ensinou aos homens como forjar o ferro e o aço. Ele tem um molho de sete instrumentos de ferro: alavanca, machado, pá, enxada, picareta, espada e faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza.

Em todos os cantos da África negra Ogum é conhecido, pois soube conquistar cada espaço daquele continente com a sua bravura. Matou muita gente, mas matou a fome de muita gente, por isso antes de ser temido Ògún é amado.

(11) 94714-6730

06/06/2023

Obaluaiê e Omolú

Em África são muitos os nomes de Omolú, que variam conforme a região. Entre os Tapas era conhecido Xapanã (Sànpònná); entre os Fon era chamado de Sapata-Ainon,que signif**a ‘Dono da Terra’; já os Iorubás o chamam Obaluaiê e Omolú.

Conta a lenda que Omolú nasceu com o corpo coberto de chagas e foi abandonado pela sua mãe, Nanã Buruku, na beira da praia. Nesse contratempo, um caranguejo provocou graves ferimentos na sua pele. Iemanjá encontrou aquela criança e criou-a com todo amor e carinho; com folhas de bananeira curou as suas feridas e pústulas e transformou-a num grande guerreiro e hábil caçador, que se cobria com palha-da-costa (ikó) não porque escondia as marcas de sua doença, como muitos pensam, mas porque se tornou um ser de brilho tão intenso quanto o próprio sol. Por essa passagem, o caranguejo e a banana-prata tornaram-se os maiores ewò de Obaluaiê.O capuz de palha-da-costa-aze (aze) cobre o rosto de Obaluaiê para que os seres humanos não o olhem de frente (já que olhar diretamente para o próprio sol pode prejudicar a visão). A história de Omolú explica a origem dessa roupa enigmática, que possui um signif**ado profundo relacionado à vida e à morte.

O aze guarda mistérios terríveis para simples mortais, revela a existência de algo que deve f**ar em segredo, revela a existência de interditos que inspiram cuidado medo, algo que só os iniciados no mistério podem saber. Desvendar o aze, a temível máscara de Omolú, seria o mesmo que desvendar os mistérios da morte, pois Omolú venceu a morte. Debaixo da palha-da-costa, Obaluaiê guarda os segredos da morte e do renascimento, que só podem ser compartilhados entre o iniciados.

A relação de Omolú com a morte dá-se pelo facto de ele ser a terra, que proporciona os mecanismos indispensáveis para a manutenção da vida. O homem nasce, cresce, desenvolve-se, torna-se forte diante do mundo, mas continua frágil diante de Omolú, que pode devorá-lo a qualquer momento, pois Omolú é a terra, que vai consumir o corpo do homem por ocasião da sua morte.

Obaluaiê andou por todos os cantos de África, muito antes, inclusive, de surgirem algumas civilizações. Do ponto de vista histórico, Omolú é a idade anterior à Idade dos Metais, peregrinou por todos os lugares do mundo, conheceu todas as dores do mundo, superou todas. Por isso Omolú se tornou médico, o médico dos pobres, pois, muito antes da ciência, salvava a vida dos necessitados; durante a escravidão, só não pôde superar a crueldade dos senhores, mas de doenças livrou muitos negros e até hoje muitos pobres só podem recorrer a Omolú que nunca lhes falta.

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Bàbálorisá Taiguara ti Òsún

02/06/2023

A lenda da viagem de Oxalá

A narrativa do mito das “Águas de Oxalá” inicia-se com Oxalá decidindo fazer uma visita a Xangô (a divindade dos raios e dos trovões).

Como era de costume na terra dos orixás, Oxalá consultou um Bàbálawo para saber como seria a viagem. Apesar dele ter recomendado que a viagem não se realizasse, Oxalá já havia decidido deslocar-se para Òyó, então o bàbálawo lhe disse: "Leve três mudas de roupas brancas, pois Exú irá dificultar seus caminhos". Também aconselhou que ele levasse consigo três panos brancos, limo-da-costa e sabão-da-costa e que aceitasse fazer tudo que lhe pedissem no caminho sem reclamar de nada, acontecesse o que acontecesse. Seria uma forma de não perder a vida!

Com estas precauções o Orixá pôs-se a caminhar com seu cajado em direção a Òyó. Caminhando pela mata encontrou Exú que tentava levantar um tonel de Dendê nas costas. Exú pediu ajuda e Oxalá prontamente o ajudou. Mas Exú, propositalmente, derramou o dendê sobre Oxalá e saiu. Oxalá banhou-se no rio, trocou de roupa e continuou sua jornada. Mais adiante encontrou-se novamente com Exú, que, desta vez, tentava erguer um s**o de carvão nas costas e pediu a Oxalá que lhe auxiliasse. Novamente Oxalá o ajudou e novamente Exú derramou o carvão sobre Oxalá. Oxalá se banhou no rio, trocou de roupa e prosseguiu sua jornada a Oyó. Mais uma vez, encontrou com Exú que agora estava tentado erguer um tonel de melado e a estória se repetiu.

Ao aproximar-se de Òyó, avistou um cavalo branco fugitivo dos estábulos de Xangô e resolveu devolve-lo ao dono. Antes de chegar a cidade, foi abordado pelos guardas que o mal interpretaram e julgaram que ele era o ladrão do animal. Agrediram-no violentamente. Quebraram seus braços e pernas. Oxalá foi levado à prisão do palácio e lá esquecido por sete anos.

Durante este tempo, o reino de Xangô foi assolado por pestes e infortúnios: entrou em decadência, sofrendo a pior seca, que comprometeu toda a colheita. Epidemias, doenças e mortes se sucederam com frequência, fazendo com que o povo se revoltasse com Xangô. Sem outra solução, ele vai procurar um Bàbálawo da região, que faz o jogo e lhe diz: “Um homem que usa roupa branca foi preso injustamente. O que está acontecendo é uma revolta natural pela injustiça cometida. A vida está aprisionada em seus calabouços, como um velho que sofre injustamente como prisioneiro, pagando por um crime que não cometeu”.

Com essa resposta, Xangô foi até a prisão e lá encontrou Oxalá todo sujo e mal tratado. Imediatamente o levou ao palácio. Chamou todos os Orixás. Cada um carregava um pote com água da mina e, um a um, os Orixás iam derrubando suas águas em Oxalá para lavá-lo. O rei de Oyó mandou seus súditos vestirem-se de branco e que todos permanecessem em silêncio, pois era preciso, respeitosamente, pedir perdão a Oxalá. Xangô vestiu-se também de branco e nas suas costas carregou o velho rei que foi levado para as festas em sua homenagem. Todo o povo saudava Oxaláufã e Xangô.

Depois de desfeito o mal entendido, a chuva chegou, as culturas de alimentos prosperaram e as enfermidades cessaram: todas as coisas do reino de Xangô voltaram à normalidade.

A cerimônia das “Águas de Oxalá” rememora este episódio mítico com uma procissão representando a viagem de Oxalá. Trata-se de um cerimonial complexo que se estende por 17 dias e constitui um marco nas práticas e nos rituais que se sucedem no decorrer do ano litúrgico do candomblé.

Fonte: BENISTE, José. Ás águas de Oxalá: àwon omi Òsàlá.

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A coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento.- Festividades - A D...
22/05/2023

A coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento.

- Festividades
- A Dança
- A Música

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Vestindo alma de paz a natureza se refaz, energia dos ancestrais, canto dos orixás, emoção que rasga o peito, saudação e...
21/05/2023

Vestindo alma de paz a natureza se refaz, energia dos ancestrais, canto dos orixás, emoção que rasga o peito, saudação em respeito nas lágrimas que saltam aos olhos, num encontro de identidade, unindo energias de santidade, pulsando africanidade, harmonia construída na base, nossa real conquista de liberdade, esta na cumplicidade de sabermos por afinidades, nossa iluminada religiosidade.

- Símbolos dos Orixás

Em tudo o que fazemos, aprendemos algo novo.

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È Káàró! Em tudo o que fazemos, aprendemos algo novo.- O Jogo de Búzios - A iniciação e o Aprendizado - Oferendas - As E...
20/05/2023

È Káàró!

Em tudo o que fazemos, aprendemos algo novo.

- O Jogo de Búzios
- A iniciação e o Aprendizado
- Oferendas
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Boa tarde! E que a gente consiga renascer quantas vezes forem necessárias para ser feliz e, mais que isso: para fazer o ...
19/05/2023

Boa tarde!

E que a gente consiga renascer quantas vezes forem necessárias para ser feliz e, mais que isso: para fazer o outro feliz...

Atendimento com horário agendado.
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Em tudo o que fazemos, aprendemos algo novo.- Candomblé- Os Orixás - O TerreiroBàbálorísa Taiguara ti Òsún
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Em tudo o que fazemos, aprendemos algo novo.

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Em tudo o que fazemos, aprendemos algo novo.🙏🏾Bàbálorisá Taiguara ti Òsún(11) 94714-6730
19/05/2023

Em tudo o que fazemos, aprendemos algo novo.
🙏🏾

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17/05/2023

BOA TARDE!

A Federação Afro Brasil vai realizar no dia 26 de junho às 18hs na ALESP. um evento muito especial, o ENCONTRO DOS RELIGIOSOS DO AXÉ.

Neste dia, será homenageado um grupo de religiosos, pela luta na preservação da cultura religiosa é a coragem de enfrentar as injustiças sociais.
Eu serei um dos homenageados, como Liderança destaque 2023.

Gostaria de convidar você e seus familiares para participar deste grande evento.

Atenciosamente,
Bàbálorisá Taiguara ti Òsún
(11) 94714-6730

Endereço

EStrada Araguari, 53
São Paulo, SP
04949150

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