SEBEME Iniciamos nossas atividades no dia 01 de setembro de 1955. Nossa História
A SEBEME começou entre os meses de julho e agosto de 1955 quando o Sr. Hernandes.

Sociedade Espírita Bezerra de Menezes

Somos um Centro Espírita que desenvolve o ensino, o estudo, a prática e a difusão da Doutrina Espírita no seu tríplice aspecto – filosófico, científico e religioso. Quem Somos
Somos um Centro Espírita que desenvolve o ensino, o estudo, a prática e a difusão da Doutrina Espírita no seu tríplice aspecto – filosófico, científico e religioso – de conformidade com

as obras de Codif**ação de Allan Kardec e o Evangelho de Jesus. Promovemos cursos e palestras (gratuitos), evangelização da criança, jovens e pais, promovendo um trabalho de aprimoramento moral e intelectual para aqueles que participam. Hernandes de Oliveira Martins e outros, reunidos em uma seção em favor a uma mulher cancerosa, receberam uma comunicação, de um Espírito dizendo chamar-se Santo Agostinho que trazia uma mensagem de nosso Senhor Jesus Cristo. Mensagem está a seguinte: “Disse o mestre que vós, deveis registrar um Centro Espírita com o nome de Sociedade Espírita Bezerra de Menezes e que este Espírito seria o mentor desta sociedade”. Em seguida se deu outra comunicação, de um Espírito que se dizia chamar-se Bezerra de Menezes e que também vinha testemunhar as palavras de seu companheiro espiritual. Esta comunicação foi dirigida ao Sr. Assim sendo, no primeiro dia do mês de setembro de 1955, em um salão cedido pelo Sr. Nelson Januário, localizado à Rua P, número trinta e sete, quadra dezessete, lote cinco, Vila Bancária – Freguesia do Ó, localizado na capital de São Paulo, foi fundado a Sociedade Espírita Bezerra de Menezes. Nossas Finalidades
a. dedicar-se ao estudo e a prática do Espiritismo, de maneira voluntária, consciente e permanente, divulgando-o no seu tríplice aspecto – científico, filosófico e religioso, com base nas obras codif**adas por Allan Kardec, por meios lícitos e admissíveis;
b. promover a prática da caridade espiritual, moral e material, por todos os meios ao seu alcance, em benefício de todos, sem distinção de pessoas, raça, cor, posição social ou religião; e
c. realizar assistência e a promoção social, de modo geral.

Livre arbítrio.843. Tem o homem o livre arbítrio de seus atos?“Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de o...
27/08/2026

Livre arbítrio.

843. Tem o homem o livre arbítrio de seus atos?

“Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de obrar. Sem o livre arbítrio, o homem seria máquina.”

844. Do livre arbítrio goza o homem desde o seu nascimento?

“Há liberdade de agir, desde que haja vontade de faze-lo. Nas primeiras fases da vida, quase nula é a liberdade, que se desenvolve e muda de objeto com o desenvolvimento das faculdades. Estando seus pensamentos em concordância com o que a sua idade reclama, a criança aplica o seu livre arbítrio àquilo que lhe é necessário.”

845. Não constituem obstáculos ao exercício do livre arbítrio as predisposições instintivas que o homem já traz consigo ao nascer?

“As predisposições instintivas são as do Espírito antes de encarnar. Conforme seja este mais ou menos adiantado, elas podem arrastá-lo à prática de atos repreensíveis, no que será secundado pelos Espíritos que simpatizam com essas disposições. Não há, porém, arrastamento irresistível, uma vez que se tenha a vontade de resistir. Lembrai-vos de que querer é poder.”

O Livro dos Espíritos

Escolha das provas258. Quando na erraticidade, antes de começar nova existência corporal, tem o Espírito consciência e p...
26/08/2026

Escolha das provas

258. Quando na erraticidade, antes de começar nova existência corporal, tem o Espírito consciência e previsão do que lhe sucederá no curso da vida terrena?

“Ele próprio escolhe o gênero de provas por que há de passar e nisso consiste o seu livre arbítrio.”

258 a — Não é Deus, então, quem lhe impõe as tribulações da vida, como castigo?

“Nada ocorre sem a permissão de Deus, porquanto foi Deus quem estabeleceu todas as leis que regem o Universo. Ide agora perguntar porque decretou ele esta lei e não aquela. Dando ao Espírito a liberdade de escolher, Deus lhe deixa a inteira responsabilidade de seus atos e das consequências que estes tiverem. Nada lhe estorva o futuro; abertos se lhe acham, assim, o caminho do bem, como o do mal. Se vier a sucumbir, restar-lhe-á a consolação de que nem tudo se lhe acabou e que a bondade divina lhe concede a liberdade de recomeçar o que foi mal feito. Demais, cumpre se distinga o que é obra da vontade de Deus do que o é da do homem. Se um perigo vos ameaça, não fostes vós quem o criou e sim Deus. Vosso, porém, foi o desejo de a ele vos expordes, por haverdes visto nisso um meio de progredirdes, e Deus o permitiu.”

Livro dos Espíritos

Livre-arbítrio 121. Porque é que alguns Espíritos seguiram o caminho do bem e outros o do mal?“Não têm eles o livre arbí...
25/08/2026

Livre-arbítrio

121. Porque é que alguns Espíritos seguiram o caminho do bem e outros o do mal?

“Não têm eles o livre arbítrio? Deus não os criou maus; criou-os simples e ignorantes, isto é, tendo tanta aptidão para o bem quanto para o mal; os que são maus, assim se tornaram por vontade própria.”

122. Como podem os Espíritos, em sua origem, quando ainda não têm consciência de si mesmos, g***r da liberdade de escolha entre o bem e o mal? Há neles algum princípio, qualquer tendência que os encaminhe para uma senda de preferência a outra?

“O livre arbítrio se desenvolve à medida que o Espírito adquire a consciência de si mesmo. Já não haveria liberdade, desde que a escolha fosse determinada por uma causa independente da vontade do Espírito. A causa não está nele, está fora dele, nas influências a que cede em virtude da sua livre vontade. É o que se contém na grande figura emblemática da queda do homem e do pecado original: uns cederam à tentação outros resistiram.”

122 a — Donde vêm as influências que sobre ele se exercem?

“Dos Espíritos imperfeitos, que procuram apoderar-se dele, dominá-lo, e que rejubilam com o faze-lo sucumbir. Foi isso o que se intentou simbolizar na figura de Satanás.”

122 b — Tal influência só se exerce sobre o Espírito em sua origem?

“Acompanha-o na sua vida de Espírito, até que haja conseguido tanto império sobre si mesmo, que os maus desistem de obsidiá-lo.”

Livro dos Espíritos

CONVITE FRATERNO 363Todos os dias“… e eis que eu estou convosco, todos os dias, até a consumação dos séculos.” — JESUS (...
24/08/2026

CONVITE FRATERNO 363

Todos os dias

“… e eis que eu estou convosco, todos os dias, até a consumação dos séculos.” — JESUS (Mateus, 28.20)

Não te digas sem a inspiração de Jesus para adotar rumo certo.

A atualidade terrestre mostra cientif**amente que a comunhão espiritual não depende do espaço ou do tempo.

Podes fitar um orientador da comunidade e colher-lhe a palavra, a longa distância, através da televisão…

Conversar com um amigo, de um continente a outro, com o auxílio do telefone…

Escutar o cantor predileto, que atua de longe, por intermédio do rádio…

Recolher a mensagem de alguém, na tira de um telegrama…

Acompanhar, nas colunas da imprensa, o cronista simpático que nunca viste em pessoa…

Assim também, nossas ligações com o Cristo de Deus.

Jesus não é mestre ausente ou símbolo morto. Ainda e sempre, é para nós, os que declaramos aceitar-lhe a governança, o mentor vigilante e o exemplo vivo.

Basta recapitular-lhe as lições para refleti-lo. E, ao retratá-lo em nós, segundo as nossas acanhadas concepções, receberemos dele a ideia ou o socorro de que careçamos, a fim de escolher com acerto e agir com justiça.

Prometeu-nos o Mestre, ao falar aos discípulos:
—“Eis que eu estou convosco, todos os dias, até à consumação dos séculos.”

Como é fácil de perceber, o Senhor está conosco, esperando, porém, que estejamos com ele.

Livro - Palavras de Vida Eterna - Emmanuel

Dom de DeusCaridade — o doce alívioÀquele que pede à porta;Entretanto, além do amparo,A frase que reconforta;O socorro e...
23/08/2026

Dom de Deus

Caridade — o doce alívio
Àquele que pede à porta;
Entretanto, além do amparo,
A frase que reconforta;
O socorro em que te mostras
Onde o bem se faz preciso,
Colocando em cada gesto
A dádiva de um sorriso.

Caridade — a paciência
No apoio do braço irmão
Que suporta o companheiro
Na hora da irritação;
O ouvido que escuta e cala,
Cumprindo santo dever,
Esquecendo tudo aquilo
Que não se deve dizer.

Caridade — a mente calma
Da criatura sincera,
Que ajuda sem reclamar,
Que jamais se desespera;
A voz que adoça pesares,
Que não fere, nem se cansa,
Vestindo a dor da verdade
Na túnica da esperança.

Caridade — dom de Deus,
À bondade dividida,
Será sempre, em toda parte,
A luz que clareia a vida;
Mas só f**a onde trabalha
E nunca aparece em vão,
Quando nasce, vibra e serve
Por dentro do coração.

Livro - Caridade - Autores Diversos - Manoel Monteiro

Caridade e vocêCap. XVI — Item 9.Acredita você que só a caridade pode salvar o mundo; entretanto, não se demore na posiç...
22/08/2026

Caridade e você

Cap. XVI — Item 9.

Acredita você que só a caridade pode salvar o mundo; entretanto, não se demore na posição de comentarista.

Não nos diga que é pobre e incapaz de contribuir na campanha renovadora da sublime virtude.

Senão vejamos:

Se você destinar a quantia correspondente a um refrigerante ou um aperitivo em cada cinco doses, segundo os seus hábitos, aos serviços de qualquer hospital, no fim de um mês haverá mais decisiva medicação para certo doente.

Se você renunciar ao cinema de uma vez em cada cinco, endereçando o dinheiro respectivo a uma creche, ao término de duas ou três semanas, a instituição contará com mais leite em favor das crianças necessitadas.

Se você suprimir um maço de ci****os em cada cinco de seu uso particular, dedicando o fruto dessa renúncia a uma casa erguida para os irmãos distanciados do conforto doméstico, em breve tempo o agasalho devido a eles será mais rico.

Se você economizar as peças do vestuário, guardando a importância equivalente a uma delas em cada cinco, para socorro ao próximo menos feliz, no fim de um ano disporá você mesmo de recursos suficientes para vestir alguém que a nudez ameaça.

Não espere pela bondade dos outros. Lembre-se daquela que você mesmo pode fazer.

É possível que você nos responda que o supérfluo é seu próprio suor, que não nos cabe opinar em seu caminho e que o copo e o filme, o fumo e a moda são movimentados à sua custa.

Você naturalmente está certo na afirmativa e não seremos nós quem lhe contestará semelhante direito.

A vontade é sagrado atributo do Espírito, dádiva de Deus a nós outros, para que decidamos, por nós, quanto à direção do próprio destino.

Todavia, nosso lembrete é apenas uma sugestão aos companheiros que acreditam na força da caridade e só ganhará realmente algum valor se houver algum laço entre a caridade e você.

Livro - O Espírito da Verdade - Autores Diversos - André Luiz

Beneficência sempreNem todos dispomos de telescópios para observar as estrelas, no entanto, é imperioso reconhecer que t...
21/08/2026

Beneficência sempre

Nem todos dispomos de telescópios para observar as estrelas, no entanto, é imperioso reconhecer que todos possuímos recursos para enxergar as crianças desvalidas no mundo, de modo a estender-lhes o amparo que se nos faça possível.

Nem todos conseguimos subordinar as palavras aos princípios gramaticais, a fim de articular uma alocução irrepreensível, do ponto de vista idiomático, ao redor de assunto determinado, todavia, a possibilidade de pronunciar essa ou aquela frase de co***lo e esperança, a benefício dos companheiros que estão suportando sofrimentos e provações maiores do que os nossos, não exclui a ninguém.

Nem todos penetramos os segredos da botânica em toda a extensão, contudo, todos guardamos o privilégio de plantar árvores amigas e flores diversas, por onde passemos e onde estivermos.

Nem todos movimentamos a fortuna amoedada para a sustentação da beneficência, entretanto, é justo anotar que todos podemos repartir o pão que nos é destinado com alguém que necessite.

A vida não nos pede o impossível para que nos integremos nos mecanismos da caridade, extinguindo as provações que atormentam a Terra, mas, para que o mal desapareça, espera de cada um de nós essa ou aquela migalha do bem.

Livro - Convivência - Emmanuel

Caridade essencial“E a caridade é esta: que andemos segundo os seus mandamentos. Este é o mandamento, como já desde o pr...
20/08/2026

Caridade essencial

“E a caridade é esta: que andemos segundo os seus mandamentos. Este é o mandamento, como já desde o princípio ouviste; que andeis nele.” — João. (2 JOÃO, 6)

Em todos os lugares e situações da vida, a caridade será sempre a fonte divina das bênçãos do Senhor.

Quem dá o pão ao faminto e água ao sedento, remédio ao enfermo e luz ao ignorante, está colaborando na edif**ação do Reino Divino, em qualquer setor da existência ou da fé religiosa a que foi chamado.

A voz compassiva e fraternal que ilumina o Espírito é irmã das mãos que alimentam o corpo.

Assistência, medicação e ensinamento constituem modalidades santas da caridade generosa que executa os programas do bem. São vestiduras diferentes de uma virtude única. Conjugam-se e completam-se num todo nobre e digno.

Ninguém pode assistir a outrem, com eficiência, se não procurou a edif**ação de si mesmo; ninguém medicará, com proveito, se não adquiriu o espírito de boa vontade para com os que necessitam, e ninguém ensinará, com segurança, se não possui a seu favor os atos de amor ao próximo, no que se refira à compreensão e ao auxílio fraternais.

Em razão disso, as menores manifestações de caridade, nascidas da sincera disposição de servir com Jesus, são atividades sagradas e indiscutíveis. Em todos os lugares, serão sempre sublimes luzes da fraternidade, disseminando alegria, esperança, gratidão, conforto e intercessões benditas.

Antes, porém, da caridade que se manifesta exteriormente nos variados setores da vida, pratiquemos a caridade essencial, sem o que não poderemos efetuar a edif**ação e a redenção de nós mesmos. Trata-se da caridade de pensarmos, falarmos e agirmos, segundo os ensinamentos do Divino Mestre, no Evangelho. É a caridade de vivermos verdadeiramente n’Ele para que Ele viva em nós. Sem esta, poderemos levar a efeito grandes serviços externos, alcançar intercessões valiosas, em nosso benefício, espalhar notáveis obras de pedra, mas, dentro de nós mesmos, nos instantes de supremo testemunho na fé, estaremos vazios e desolados, na condição de mendigos de luz.

Livro - Vinha de Luz - Emmanuel

Beneficência esquecidaNa solução aos problemas da caridade, não olvides a beneficência do campo mais íntimo, que tanta v...
19/08/2026

Beneficência esquecida

Na solução aos problemas da caridade, não olvides a beneficência do campo mais íntimo, que tanta vez relegamos à indiferença.

Prega a fraternidade, aproveitando a tribuna que te componha os gestos e discipline a voz; no entanto, recebe na propriedade ou no lar, por verdadeiros irmãos, os companheiros de luta, assalariados a teu serviço.

Esclarece os Espíritos conturbados e sofredores nos círculos consagrados ao socorro daqueles que caíram em desajuste mental; contudo, acolhe com redobrado carinho os parentes desorientados que a provação desequilibra ou ensandece.

Auxilia a erguer abrigos de ternura para as crianças abandonadas; todavia, abraça em casa os filhinhos que Deus te deu, conduzindo-lhes a mente infantil, através do próprio exemplo, ao santuário do dever e do trabalho, do amor e da educação.

Espalha a doutrina de paz que te abençoa a senda, divulgando-a, por intermédio do conceito brilhante que te reponta da pena, mas não olvides exercê-la em ti próprio, ainda mesmo à custa de aflição e de sacrifício, para que o teu passo, entre as quatro paredes do instituto doméstico, seja um marco de luz para os que te acompanham.

Cede aos necessitados daquilo que reténs no curso das horas…

Dá, porém, de ti mesmo aos semelhantes, em bondade e serviço, reconforto e perdão, cada vez que alguém se revele faminto de proteção e desculpa, entendimento e carinho.

Beneficência! Beneficência!

Não lhe manches a taça com o veneno da exibição, nem lhe tisnes a fonte com o lodo da vaidade!

Recebe-lhe as sugestões de amor no imo do coração e, buscando-a primeiramente nos escaninhos da própria alma, sentiremos nós todos a intraduzível felicidade que se derrama da felicidade que venhamos a propiciar aos outros, conquistando, por fim, a alegria sublime que foge ao alarde dos homens para dilatar-se no silêncio de Deus.

Livro - Religião dos Espíritos - Emmanuel

Fazer o bem sem ostentação.Tende cuidado em não praticar as boas obras diante dos homens, para serem vistas, pois, do co...
18/08/2026

Fazer o bem sem ostentação.

Tende cuidado em não praticar as boas obras diante dos homens, para serem vistas, pois, do contrário, não recebereis recompensa de vosso Pai que está nos Céus. — Assim, quando derdes esmola, não trombeteeis, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Digo-vos, em verdade, que eles já receberam sua recompensa. — Quando derdes esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita; — a fim de que a esmola fique em segredo, e vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompensará. (São Mateus, capítulo VI, vv. 1 a 4.)

Livro - E.S.E Cap. XIII item 1u

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