Instituto Elias De Oliveira

Instituto Elias De Oliveira INSTITUTO ELIAS DE OLIVEIRA

O DONO DO INSTITUTO ELIAS DE OLIVEIRA È
BACHAREL EM TEOLOGIA
CORRETOR DE IMÓVEIS CRECI 91470 ESPECIALISTA EM LANÇAMENTO DE APARTAMENTOS E CONJUNTOS COMERCIAIS
ALTO DIDATA EM MARKETING POLITICO E PESSOAL
PALESTRANTE
MEMBRO E DIÁCONO DA ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO DO BELÉM
PROFESSOR DE ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
PROFESSOR DE BIBLIOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO
PROFESSOS DE ÉTICA CRISTÃ
PROFESSOSR DE METODOLOGIA CIENTIFICA
PALESTRA SOBRE MOVIMENTO SOCIAL

19/03/2025

Dicas para crescimento da igreja
1- Obreiros qualificados
2- Uma igreja bem confortável para seus membros
3- Um estacionamento para seus membros estacionarem Deus veículo
4- Ter um meio de comunicação
exemplo Rádio, Televisão, Jornal, Revista divulgação nas redes sociais
5- Ter uma Editora para escrever informativo da igreja,Jornais, Revista,Livros Folhetos
6- Fazer evangelismo cruzadas evangelísticas
Elias de Oliveira
Consultor de Marketing

24/12/2024
Ministrando a Palavra de Deus
29/01/2024

Ministrando a Palavra de Deus

17/08/2022

Paulo de Tarso Nascido com o nome de Saulo ou Saul (10 d. C.?) em Tarso, cidadão romano e membro da tribo de Benjamim, estudou em Jerusalém com o rabino Gamaliel e pertenceu ao rígido grupo dos fariseus (Fl 3). Próximo ao ano 33, participou do linchamento do judeu-cristão Estêvão (At 7).

A caminho de Damasco para prender os cristãos desta cidade, teve uma visão de Jesus ressuscitado que o converteu à nova fé (1Cor 15:7ss.). Por volta do ano 35, dirigiu-se a Jerusalém, onde pôde comprovar que sua compreensão do cristianismo era semelhante à dos dirigentes judeu-cristãos desta cidade (Gl 1:18ss.). Entre 35 e 46 esteve na Síria e na Cilícia (Gl 1).

Estabelecido na comunidade cristã de Antioquia até o ano 46, retornou a Jerusalém (At 11:29-30; Gl 2:1ss.), onde tanto ele como Barnabé receberam a aprovação dos judeu-cristãos para ocuparem-se da evangelização entre os gentios. Isso daria origem à primeira viagem missionária de Paulo (47-48) por Chipre (Barnabé era cipriota) e Galácia.

Por volta do ano 48, Paulo escreveu a Epístola aos Gálatas, na qual deixa claro que:

1. a salvação vem pela fé, sem as obras da Lei, e os cristãos gentios não estão submetidos a esta;

2. essa afirmação é compartilhada pelos judeu-cristãos da Palestina;

3. o próprio Pedro aceitava esse ponto de vista, embora, em certa ocasião, não tivesse sido coerente com ele, mesmo por razões de estratégia missionária, o que provocou uma discussão com Paulo em Antioquia (Gl 2:11ss.).

Em torno do ano 49, Paulo participou do Concílio de Jerusalém, no qual se afirmou que a salvação vinha pela graça e não pelas obras da Lei (At 15:8-11).
Os pagãos, portanto, não estavam obrigados a guardar a Lei de Moisés, mas seria conveniente que as Igrejas de Antioquia, Síria e Cilícia adotassem determinadas medidas para evitar o escândalo dos convertidos do judaísmo

(At 15:22-31).

Nesse mesmo ano, Paulo iniciou sua segunda viagem missionária, desta vez acompanhado de Silas, pela Ásia Menor, Macedônia e Acaia (At 16-17). No ano 50, escreveu as duas Epístolas aos Tessalonicenses e, de 50 a 52, esteve em Corinto (At 18). Ainda em 52, foi a Jerusalém e, a seguir, iniciou sua terceira viagem missionária:Éfeso, Macedônia, Ilíria e Acaia (At 19-20). Nessa época, escreveu as Epístolas aos Coríntios (55-56) e aos Romanos (inícios de 57). Em maio desse ano, visitou — pela quarta e última vez — a Igreja judeu-cristã de Jerusalém, levando donativos das Igrejas fundadas por ele. Foi calorosamente recebido por Tiago, o irmão de Jesus, o qual lhe rogou que, para silenciar os ataques que se faziam por ele levar os judeus a apostatar a Lei, concordasse em pagar os votos de uns jovens nazireus (At 21:1-16).
Paulo aceitou a sugestão, porém em sua visita ao Templo foi atacado pela multidão que o acusava de ali introduzir pagãos (At 21:17ss.).

A intervenção dos romanos e sua transferência para Cesaréia salvaram a vida de Paulo (At 22:23); contudo, permaneceu encarcerado até 59 (At 24). Vista sua causa pelo procurador Festo, na presença do rei Agripa, apelou para César, que decidiu transferi-lo para Roma, para onde partiu em setembro de 59 (At 25:6).
Após uma viagem acidentadíssima (At 27:1-28:10) — que incluiu um naufrágio —, Paulo chegou a Roma em fevereiro de 60 (At 28:11ss.). Até o ano 62, submeteu-se à prisão domiciliar, durante a qual escreveu as cartas da prisão (Efésios, Filipenses, Colossenses e Filêmon). Mais tarde, segundo alguns autores, foi executado depois de escrever as epístolas pastorais (1 e 2 Timóteo, Tito), supondo que as mesmas sejam de sua autoria. Outra hipótese é que fora libertado por volta de 62, por prescrição da causa, e tenha visitado a Espanha em torno de 65. Detido durante esse período (em 64 foi o incêndio de Roma), teria sido transferido para Roma, onde sofreu o martírio.

A datação das cartas pastorais fixar-se-ia, então, por volta de 65, a não ser que se aceite o seu caráter deuteropaulino.

A partir dos estudos da escola de Tubinga no século XIX, a figura de Paulo vem-se contrapondo à de Pedro e demais dirigentes judeu-cristãos, assim como à de Jesus. Paulo não teria mostrado nenhum interesse pelo Jesus histórico; teria paganizado o cristianismo, adotando a divindade de Cristo e sua morte expiatória como eco das religiões mistéricas, e negado o valor da Lei. Apesar de tudo, Paulo seria o verdadeiro fundador do cristianismo posterior. Esse ponto de vista — bastante condicionado pelo hegelianismo por ver Pedro como tese, Paulo como antítese e o cristianismo como síntese — é, historicamente falando, totalmente insustentável, e sua repetição só pode ser explicada por um descaso absoluto pelo estudo das fontes, acompanhado da adoção de apriorismos procedentes da filosofia e não da ciência histórica.

Em muitos aspectos, Paulo foi um pensador original — e brilhante —, contudo sua originalidade relaciona-se mais com a forma do que com o pensamento, mais com a expressão do que com o conteúdo. Ambos são profundamente judeus e nada devem às religiões mistéricas:entre outras coisas, porque essas religiões não têm importância no império antes do século II d. C., porque também a idéia da vinda de um redentor a este mundo não está documentada nessas formas de espiritualidade antes do século II d. C. Por outro lado, Paulo não menospreza o Jesus histórico, mas o considera fundamento de sua pregação. Cita as suas palavras na Última Ceia (1Cor 11:23-26) conforme o que lhe ensinaram; insiste tanto na humanidade de Jesus (Gl 4:4), em sua ascendência davídica quanto na sua filiação divina (Rm 1:3-4).
A própria idéia de culpa universal da humanidade e da necessidade da expiação não é originalmente paulina; relaciona-se com o próprio Jesus, que chamou todos à conversão (Lc 13:1ss.) e se apresentou como o messias-Servo de YHVH — Filho do homem, que assumiu essa mesma visão e insistiu que se entregava à morte em resgate por muitos (Mc 10:45); insistiu que a Nova Aliança baseava-se em seu sangue derramado pelos homens (Mt 26:26-29 e par.). Paulo afirmou a divindade do Filho (Fl 2:5ss.; Col 2:9; Tt 2:13 etc.), mas o próprio Jesus já se identificara com hipóstase como a Sabedoria e aplicou a si mesmo títulos impregnados do conceito de divindade como o de Senhor ou de Filho de Deus. Nos evangelhos também são aplicados a Jesus textos relacionados originalmente com YHVH (por exemplo, pedra de tropeço) ou títulos hipostáticos como Logos (ver também Memrá).

E ainda:a escatologia paulina (como se encontra, por exemplo, nas Epístolas aos Tessalonicenses) é descrita em termos que têm claríssimos paralelos com a apocalíptica judaica (e até não-cristã) do período. Em seu conjunto pode-se afirmar, com f. f. Bruce, que Paulo, embora difira no estilo do ensinamento de Jesus, repete suas ênfases fundamentais.

f. f. Bruce, Paul...; Idem, Acts...; Idem, Paul and Jesus, Grand Rapids 1982; W. D. Davies, Paul...; C. Vidal Manzanares, El judeo-cristianismo...; J. A. Fitzmyer, Teología de san Pablo, Madri 1975; E. P. Sanders, Paul...; Idem, Paul, the Law...; m. Hengel, The Pre-Christian Paul, Filadélfia 1991; E. Cothenet, San Pablo en su tiempo, Estella 1995; Resenha Bíblica n. 5, San Pablo, Estella 1995.

Promessas Para VencedoresROM 8.37I O Significado da Palavra VencedorE Aquele que e vitorioso ter êxito vantagem traspor ...
06/06/2022

Promessas Para Vencedores
ROM 8.37
I O Significado da Palavra Vencedor
E Aquele que e vitorioso ter êxito vantagem traspor obstáculos dominar e realizar tudo sobre todas as coisas.
II Como Podemos ser Vencedor
1- Ser de Deus 1° Jô 4.4
2- Ter fé Hb 11.33
3- Já mais ser vencido por Satanás 2° Cor 2.10
III O que Devemos vencer
1- Aflição Jo 16.33
2- O Mal ROM 12.21
3- A Corrupção 2 Ped 2.19
4- Maligno 1° Jo 2.13-14
5- Mundo 1° Jo 5.4-5
6- O Valente Luc 11.22
7- A Besta AP 15.2 AP 17.14
IV Promessas para o Vencedor
1- Ser Alimentado pela Árvore da Vida Ap 2.7
2- F**a Livre da Segunda Morte Ao 2.11
3- Comer o Mana escondido Ap 2.17
4- Uma Pedra Branca com Novo Nome Ao 2.17
5- Poder sobre as Nações Ap 2.26
6- Terá vestes Brancas Ap 3.5
7- Terá o nome escrito no Livro da Vida Ap 3.5
8- O Nosso Nome será falando por Jesus Ap 3.5
9- Seremos Coluna no Templo do Meu Deus AP 3.12
10- Ver o Nome de Deus Ap 3.12
11- Nova Jerusalém Ap 3.12
12- O Novo Nome de Jesus Ap 3.12
14- Herdará todas as coisas Ao 21.7
Elias de Oliveira
Teólogo, Diácono e Palestrante
Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Ministério Trindade vila ema
11 97955-4993 ZAP

Lições Bíblicas Palestrante Elias de Oliveira1- As Sutilezas de Satanás contra a Igreja de Jesus Cristo2- A Sutileza da ...
04/06/2022

Lições Bíblicas
Palestrante Elias de Oliveira
1- As Sutilezas de Satanás contra a Igreja de Jesus Cristo
2- A Sutileza da Banalização da Graça
3- A Sutileza da Imoralidade Sexual
4- A Sutileza da Normalização do Divórcio
5- A Sutileza do Materialismo e do Ateísmo
6- A Sutileza das Ideologias Contrárias a Família
7- A Sutileza da Relativização da Bíblia
8- A Sutileza do Enfraquecimento da Identidade Pentecostal
9-A Sutileza do Movimento dos Desigrejados
10- A Sutileza Contra a Prática da Mordomia Cristã
11- A Sutileza das Mídias Sociais
12- A Sutileza da Espiritualidade Holística
13- Resistindo às Sutilezas de Santanas
Que Deus nós abençoe em tudo
Que possamos proteger a nossa Fé e seguir Olhando Somente pra Jesus Cristo nosso Salvador Eterno
Elias de Oliveira Palestrante
Teólogo e Diácono
Membro da igreja Evangélica Assembleia de Deus Ministério Trindade vila ema zona leste São Paulo SP

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