Igreja Batista em Planalto Paulista

Igreja Batista em Planalto Paulista Igreja Batista situada no bairro de Planalto Paulista em São Paulo.

Domingos
10h00 Escola Bíblica Dominical
11h00 Culto Matutino
19h00 Cultp Vespertino

Quartas-Feiras
20h00 Culto de Estudo & Oração

23/01/2022

Temporariamente estamos com cultos presenciais apenas de Domingo às 11:00, e EBD às 10:00.

Atenciosamente,
IBPP

21/01/2018

CRUCIFICAR O EU

Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. (Mateus 16.24)

Para seguir a Cristo, devemos não somente abandonar alguns pecados específicos, como também renunciar aos nossos desejos egoístas, que se encontram na raiz de todos os nossos pecados. Seguir a Cristo é entregar a ele os direitos sobre a nossa própria vida. É também abdicar ao trono do nosso coração e reverenciá-lo como nosso Rei. Jesus descreve vividamente, em três frases, essa renúncia.

Negue-se a si mesmo: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue”. Esse mesmo verbo foi usado quando Pedro negou ao Senhor no pátio do palácio do sumo sacerdote. Devemos repudiar a nós mesmos da mesma forma como Pedro repudiou a Cristo quando disse, “Não conheço tal homem”. Não se trata de parar de comer doces ou de fumar definitivamente ou por um período de abstinência voluntária. A questão não é negar algumas coisas a si mesmo, mas negar a si mesmo. É dizer não ao eu e sim a Cristo; repudiar o eu e reconhecer a Cristo como Senhor de nossas vidas.

Tome a sua cruz: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me”. Se vivêssemos na Palestina, na época de Jesus, e víssemos um homem carregando uma cruz, nós saberíamos imediatamente tratar-se de um condenado à penalidade máxima, pois a Palestina era um país ocupado, e era assim que os romanos castigavam seus condenados. O professor H. B. Swete escreve em seu comentário sobre o evangelho de Marcos, que tomar a cruz é “colocar-se na posição de um homem condenado, a caminho de sua execução”. Em outras palavras, tomar a cruz é crucificar o eu. Paulo usa essa mesma metáfora quando declara que, “Os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne [isto é, nossa natureza corrupta] com as suas paixões e concupiscências”.

Na versão de Lucas dessas palavras de Cristo, a expressão “dia a dia” é acrescentada. Isto significa que o cristão deve morrer diariamente. Todos os dias ele renuncia à soberania de sua própria vontade. Todos os dias ele renova a sua entrega incondicional a Jesus Cristo.

Perder a sua vida. A terceira expressão usada por Jesus para descrever a renúncia ao eu é perder a vida: “Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará”. A palavra “vida” aqui não denota a existência física, nem a alma, mas o nosso eu. A psique é o ego, a personalidade humana, que pensa, sente, planeja e escolhe. De acordo com um ditado semelhante preservado por Lucas, Jesus simplesmente usou o pronome reflexivo para falar sobre o homem perder “a si mesmo”. O homem que assume um compromisso com Cristo perde a si mesmo. Isso não significa que ele perde a sua individualidade. A sua vontade é, de fato, submetida à vontade de Cristo, mas a sua personalidade não é absorvida pela personalidade de Cristo. Ao contrário, quando o cristão se perde, ele encontra a si mesmo e descobre a sua verdadeira identidade.

Assim, para seguir a Cristo, temos que negar a nós mesmos, crucificar a nós mesmos e perder a nós mesmos. Isso é o que Jesus requer de cada um de seus seguidores. Ele não nos chama para segui-lo de forma displicente, mas através de um compromisso forte e absoluto. Ele nos chama para que façamos dele o Senhor de nossas vidas.

Trecho extraído do livro Cristianismo Básico - John Stott. Ultimato, 2014.

24/12/2017

EMANUEL - O SINAL QUE VEIO DO CÉU

O profeta Isaías, cujo nome significa “a Salvação do SENHOR”, cumpriu seu ministério profético no Reino de Judá (a divisão do reino Judeu situada ao sul que tinha Jerusalém por capital), durante o reinado de quatro reis, entre os anos 740 a 680 a.C., um período de aproximadamente sessenta anos no qual a cidade de Samaria, capital do Reino de Israel (a divisão do reino Judeu situada ao norte) foi tomada pelos Assírios e este reino do norte foi levado para o cativeiro em cerca de 722–721 a.C. O Senhor Deus dirige Sua Palavra, por intermédio de Isaías, nestes termos: “Visão que Isaías, filho de Amoz, teve a respeito de Judá e Jerusalém durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá [...] Para que me oferecem tantos sacrifícios?, pergunta o Senhor [...] Não consigo suportar suas assembleias cheias de iniquidade. Suas festas da lua nova e suas festas fixas, eu as odeio. Tornaram-se um fardo para mim; não as suporto mais! Quando vocês estenderem as mãos em oração, esconderei de vocês os meus olhos; mesmo que multipliquem as suas orações, não as escutarei! As suas mãos estão cheias de sangue! Lavem-se! Limpem-se! Removam suas más obras para longe da minha vista! Parem de fazer o mal” (Is 1.1,11-16; NVI). Cansado da superficialidade espiritual e da religiosidade de “fachada”, Deus ainda declara: “Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A adoração que me prestam é feita só de regras ensinadas por homens” (Is 29.13; NVI).
Como se não bastasse toda essa fanfarrice cultual, numa provocação ao Senhor, o rei e o povo passaram a confiar mais nos recursos humanos e na ajuda de outros povos do que no Deus de Israel, o Grande “Eu Sou” (Êx 3.14). Nessa época, a Síria e o Reino de Israel fizeram uma aliança militar contra o Reino de Judá e ameaçaram Jerusalém. (Is 7.1-2). Isaías e seu filho, chamado “Um-Resto-Volverá”, saíram ao encontro do rei Acaz na outra extremidade do aqueduto superior, junto ao campo do lavadeiro. Por boca do profeta Isaías, Deus garantiu a Acaz que não precisava temer os reis da Síria e de Israel (i.e., Rezim e Peca), porque o plano destes cairia por terra e, dentro de 65 anos, o Reino de Israel seria totalmente conquistado pelos Assírios (Is 7.3-13; cf., 2Rs 17). Deus, então, dá a seguinte ordem a Acaz: “Pede ao SENHOR, teu Deus, um sinal, quer seja embaixo, nas profundezas, ou em cima, nas alturas” (v. 11), para confirmar que a aliança entre a Síria e Israel não prevaleceria contra Judá. Relutante em abrir mão de sua confiança na proteção Assíria, Acaz responde: “Não o pedirei, nem tentarei ao SENHOR” (v. 12). Diante da recusa de Acaz, o próprio Deus determinou o sinal de Sua escolha, o qual se estenderia a circunstâncias muito além do tempo daquele rei e culminaria no cumprimento profético das promessas feitas à “Casa de Davi”: “Então, disse o profeta: Ouvi, agora, ó casa de Davi: acaso, não vos basta fatigardes os homens, mas ainda fatigais também ao meu Deus? Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel” (Is 7.13-14).

Como em muitas outras profecias, houve um cumprimento parcial imediato (i.e., nos dias do rei Acaz) e outro cumprimento messianicamente pleno (i.e., na primeira vinda de Jesus Cristo, o Emanuel), como está escrito: “Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles. Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor por intermédio do profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: ‘Deus conosco’)” (Mt 1.21-23).
O sinal de Emanuel, é a confirmação, vinda do céu, de que os salvos em Cristo não precisam temer as ameaças de Satanás e de todos os inimigos de Deus, inclusive do último inimigo, a morte eterna, porque o Senhor Jesus nos livrará de todos eles para sempre, afinal é “Deus Conosco”!
Aos verdadeiros crentes que participam da IBPP, relembro, neste Natal, as palavras do rei Ezequias diante da ameaça dos inimigos Assírios: “Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos assusteis por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele; porque um há conosco maior do que o que está com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco, o SENHOR, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras...” (2Cr 32.8).
Desejo-lhes, um Feliz Natal, sem fanfarrice cultual e exibicionismo “NATALESCO”, mas naquela “... simplicidade e pureza devidas a Cristo” (2Co 11.3).

Pr. Jamil Abdalla Filho.

19/11/2017

JESUS CRISTO ERA ECUMÊNICO?
Parte 1

A questão, acima levantada, requer um esclarecimento inicial quanto ao significado do termo “ecumênico”. A palavra procede do vocábulo grego oikouméne, que significa “habitado; a terra habitada; o globo; o mundo no sentido de humanidade; ‘o império romano e seus habitantes’, num uso mais específico”. Ao investigarmos esse termo num dicionário de língua portuguesa, encontramos as seguintes definições: “Ecumênico é aquilo que se refere ao Universo, à toda a terra habitada; universal; diz-se do concílio para o qual se convocam todos os prelados do mundo católico”. No século 20, especialmente a partir da segunda metade do século, o panorama religioso mundial passou a conviver com uma ideologia denominada “Ecumenismo”, a qual, semeada por alguns, já no século 19, e fomentada em todos os continentes, tornou-se o fator determinante nas decisões de muitos segmentos religiosos. O movimento ecumênico prega o aplanamento das diferenças religiosas, anulando elementos de um segmento religioso que possam ser contrários a outro segmento religioso, tanto na esfera doutrinária, quanto na esfera prática (i.e., da praxis), a fim de alcançar uma “globalização” religiosa. No que concerne à “Cristandade”, vários líderes têm manipulado textos bíblicos, fora de seu contexto original nas Sagradas Escrituras, para unificar doutrinas que na sua normalidade e literalidade nunca seriam conciliáveis, de modo que católicos romanos, católicos ortodoxos (do Oriente), israelitas, luteranos, evangélicos, espíritas (kardecistas, umbandistas, entre outros), budistas, confucionistas, mórmons, hinduístas, muçulmanos e tantos outros segmentos sejam unificados sob uma única bandeira.
É evidente que somos absolutamente contrários à discriminação social por motivos religiosos, mas qual é o custo de tal “globalização” religiosa para a verdade? E Jesus Cristo, foi ecumênico no seu ensino e procedimento? Ao analisarmos a postura do Senhor Jesus diante das principais correntes religiosas de sua época, nunca O identificaríamos como um “ecumênico”. A seita judaica dos fariseus, nascida 150 anos antes da chegada de Cristo a este mundo, se apresentava como a guardiã da ortodoxia israelita, sustentando a autoridade da Lei dada por Deus através de Moisés. Era a de maior influência entre o povo. Insistia no cumprimento rigoroso da Lei e das tradições dos anciãos (i.e., rabínicas). Designavam-se fariseus, a saber, “separados”, porque não somente se separavam dos outros povos, mas também dos outros israelitas. Observavam práticas exteriores minuciosas, porém se esqueciam da essência ou do espírito da Lei de Deus, tornando-se incoerentes e superficiais. A reação de Jesus aos fariseus está longe de ser ecumênica, conforme se lê: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois, vós não entrais, nem deixais entrar os que estão entrando” (Mt. 23.13). Além de proferir uma seqüência de “Ais” condenatórios no capítulo 23 de Mateus, Cristo ainda os chama de: “insensatos e cegos, guias cegos, fariseu cego, serpentes, raça de víboras”; e interroga: “Como escapareis da condenação do inferno? ”. Se Deus permitir, na próxima edição deste Boletim continuaremos a verificar a postura de Jesus frente a outros segmentos religiosos, mas se Ele, de fato, fosse “ecumênico”, nunca restringiria o relacionamento com Deus a esta condição exclusiva: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6). Concorda, meu sábio leitor?

Pr. Jamil Abdalla Filho.

05/10/2017

“Família na Vitrine” : Amanhã (6.10) às 20h00

Um encontro programado para os casais (i.e., os casados e os solteiros ainda), pais e filhos (estes a partir dos 9 anos de idade) e para os avós, bem como para todos os que quiserem participar dessa palestra na temática: “Família no Projeto de Deus”. Na ocasião, será dada a palavra ao eminente inventor da família. O encontro está previsto para começar às 20h e para se encerrar às 21:30h.

02/10/2017

“Café com Fé”

Nesta Próxima Quinta-Feira, às 15 horas.

Você continua convidado a tomar um “Café com Fé” nas tardes de quinta-feira. Nosso próximo encontro será nesta quinta-feira, dia 05 de outubro, às 15 horas, aqui na sede da IBPP.

01/10/2017

Leitura Bíblica (01.10)

1. “Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual;
2. a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus;
3. sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a perseverança e longanimidade; com alegria,
4. dando graças ao Pai, que vos fez idôneos à parte que vos cabe da herança dos santos na luz.
5. Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor,
6. no qual temos a redenção, a remissão dos pecados.
7. Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação;
8. pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.
9. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.
10. Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia,
11. porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude
12. e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus.
13. E a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas,
14. agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentar-vos perante ele santos, inculpáveis e irrepreensíveis,
15. se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes, não vos deixando afastar da esperança do evangelho que ouvistes e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro”.

(Colossenses 1.9-23; RA)

01/10/2017

O Pior dos Piores

Hoje em dia, não é difícil nos depararmos com concursos que elegem “o pior dos piores”, sejam filmes de cinema, sejam hotéis, sejam times de futebol, até mesmo o concurso do cachorro mais feio do mundo! Há situações em que o “pior” enigmaticamente ganha mais atenção do que o “melhor”. Conhecedor, como ninguém, da natureza humana, o Senhor Deus, único e verdadeiro, se utilizou de formulações enigmáticas para revelar Sua vontade na Bíblia, a exemplo destas: “Duas coisas te peço...” (Pv 30.7); “... Há três coisas que nunca se fartam, sim, quatro que não dizem: Basta! ” (Pv 30.15); “Há três coisas que são maravilhosas demais para mim, sim, há quatro que não entendo...” (Pv 30.18); “Sob três coisas estremece a terra, sim, sob quatro não pode subsistir...” (Pv 30.21); “Há quatro coisas mui pequenas na terra que, porém, são mais sábias que os sábios...” (Pv 30.24).

No capítulo 6 de Provérbios, Deus enigmaticamente elencou sete procedimentos humanos que lhe são odiosos e abomináveis, numa formulação da sabedoria divina que sutilmente qualifica a malignidade do último procedimento alistado como: “O pior dos piores”! O texto declara: “Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos” (Pv 6.16-19). A formulação enigmática nos provoca a averiguar quais seriam essas seis coisas detestáveis e, com especialidade, identificar a pior de todas, a sétima e última. Os “olhos altivos” refletem um coração soberbo e arrogante. O orgulho nada mais é do que o pó da terra deificando enganosamente a si mesmo. É sempre bom lembrar que o primeiro ser que se tornou arrogante no universo criado foi o diabo (1Tm 3.6). A “Língua mentirosa” reflete a prática de perverter a verdade nos relacionamentos comuns, transformando-a em falsidade e engano. Também não podemos esquecer que se trata de uma especialidade de Satanás “... porque é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8.44). As “mãos que derramam sangue inocente” refletem a atitude violenta e assassina daquele que agride alguém que é obediente a Deus e anda na prática da justiça (Is 1.15). O diabo “... foi homicida desde o princípio...” (Jo 8.44). No caso da autoridade humana, constituída legitimamente como ministro de Deus “... para castigar o que pratica o mal” (Rm 13.4), há uma prerrogativa que justifica o derramamento do sangue daquele que é culpado. O “coração que trama projetos iníquos” reflete a corrupção intrínseca da alma humana que se torna a fonte originária de todo tipo de planejamento maligno e maquinação perversa, visando o benefício próprio às custas da desgraça dos outros. Os “pés que se apressam a correr para o mal” refletem a prontidão e rapidez da pessoa em levar a cabo o mal que já se encontra na sua mente. A “testemunha falsa que profere mentiras” reflete o comportamento da pessoa que profere mentiras, diante de um tribunal ou perante alguma autoridade, com propósito de prejudicar alguém que seja inocente da acusação. A sétima e última coisa, “a pior das piores”, refere-se à pessoa “que semeia contenda entre irmãos”. Tal pessoa é assim descrita na sua malignidade: “No seu coração há perversidade; todo o tempo maquina o mal; anda semeando contendas” (Pv 6.14). É evidente que se trata de uma atitude intencional de provocar discórdia entre irmãos que estão andando de modo digno da sua vocação em Cristo Jesus. Que o Senhor Jesus nos capacite a amar aquilo que Ele ama e a detestar aquilo que Ele detesta, de modo que todos nós sejamos obreiros aprovados, que não têm “... de que se envergonhar...” (2Tm 2.15). - Pr. Jamil Abdalla Filho.

24/09/2017

“Família na Vitrine”
Dia 6 de Outubro (6ª Feira) às 20h00

Um encontro programado para os casais (i.e., os casados e os solteiros ainda), pais e filhos (estes a partir dos 9 anos de idade) e para os avós, bem como para todos os que quiserem participar dessa palestra na temática: “Família no Projeto de Deus”. Na ocasião, será dada a palavra ao eminente inventor da família. O encontro está previsto para começar às 20h e para se encerrar às 21:30h.

24/09/2017

Ninguém pode fazer com que você creia. A escolha é sua; somente sua. Seus pais não podem decidir por você, nem seus amigos mais íntimos o podem. Um líder de igreja ou um evangelista não tem poder para forçá-lo a um posicionamento, pois toda e qualquer decisão autêntica de fé tem que vir do fundo de seu coração.

Crer em Jesus Cristo é mais do que reconhecer intelectualmente a verdade de que Ele é o Salvador, o eterno Filho de Deus que nasceu sobrenaturalmente de uma virgem, viveu neste mundo sem pecar, morreu como um sacrifício substitutivo pelos nossos pecados e ressuscitou da sepultura ao terceiro dia, triunfando sobre a morte. Crer envolve confiar nossas almas e todo o nosso ser ao Senhor Jesus. Isso acontece quando aceitamos o dom gratuito de Deus, reconhecendo nossa condição de mendigos espiritualmente falidos no pecado, incapazes de se salvarem por seus próprios esforços, tal como declara a Palavra de Deus: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie”; “Não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido à Sua misericórdia, Ele nos salvou pelo lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Efésios 2.8-9; Tito 3.5; Nova Versão Internacional – NVI). Para recebê-Lo, devemos sinceramente admitir a malignidade de nossos pecados e dizer a Jesus Cristo que precisamos do Seu perdão, suplicando que Ele entre em nossa vida para ser o nosso único Deus, Senhor e Salvador, pois somente Ele tem o poder nos conceder vida espiritual e eterna, como Ele próprio declarou: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” (João 14.6; NVI).

Meu querido, enquanto você tem vida e oportunidade, dê este passo de fé – um passo consciente – e diga a Deus que você crê no Seu Filho Unigênito (i.e., “único em espécie”). Diga-lhe que você deseja a Salvação que Ele oferece e que, a partir de hoje, você reconhece Jesus Cristo, em seu coração e com seus lábios, como seu único Senhor, e como único “... mediador entre Deus e os homens...” (1Timóteio 2.5).

Se você quer saber mais sobre a Pessoa real, histórica e divina de Jesus, procure uma Bíblia e leia o relato de um dos Evangelhos no Novo Testamento (Uma sugestão: O Evangelho de João). Confira, por você mesmo, aquilo que o registro da Palavra de Deus diz a respeito dEle – Quem Jesus disse que era? O que as pessoas concluíram a respeito dEle? O que Cristo fez neste mundo diante de tantas pessoas? O que somente o Senhor Jesus pode fazer por você? Caso queira ser ajudado nessa busca, você tem plena liberdade de nos procurar pessoalmente, pois temos orado a Deus por sua vida e, principalmente, por seu relacionamento eterno com o Deus vivo, o único e verdadeiro Deus revelado na Bíblia.
No poder vivificador e transformador do Evangelho de Cristo,

Pr. Jamil Abdalla Filho.

17/06/2017

“Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável” (Sl 51.10)

16/06/2017

“... perdoando todos os nossos delitos” (Cl 2.13) “... é dom de Deus” (Ef 2.8)

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Al. Guaicanãs, 103
São Paulo, SP
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