18/08/2026
Nunca tome posse de uma doença…
Quantas vezes você já disse ou ouviu alguém dizer: “minha ansiedade”, “minha depressão”, “minha enxaqueca”, “minha diabetes”? Será que percebemos o poder dessas palavras?
Ao afirmar que algo é “meu”, estamos assumindo um vínculo profundo com aquilo. Estamos dizendo ao universo, à mente e ao corpo: “isso faz parte de mim”. Mas será que queremos mesmo carregar essas dores como algo que nos pertence?
Tomar posse de uma doença é, muitas vezes, reforçar um padrão mental e emocional que a alimenta. Quando repetimos com frequência que uma enfermidade é “nossa”, podemos, sem perceber, criar raízes profundas com ela — raízes que tornam mais difícil o processo de cura.
A doença pode ser uma visitante, um sinal, um reflexo de algo mais profundo que precisa ser olhado com amor e verdade. Ela pode até nos acompanhar por um tempo, mas não precisa se tornar identidade.
Desapegar-se da doença é um movimento de coragem. Não é negar o que se sente, mas escolher não se aprisionar naquilo. É compreender que a cura começa, antes de tudo, na consciência. É dizer a si mesmo: “isso está em mim, mas não é quem eu sou”.
Eu sou maior do que qualquer dor.
Eu sou espírito imortal, em jornada de aprendizado. E toda experiência, inclusive a doença, pode ser um convite à evolução.
Não tome posse do que te limita.
Tome posse da sua força, da sua luz, da sua verdade.
Solte a dor. Abrace a vida.
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Prece a Obaluaê:
Obaluaê, senhor da terra e da cura,
cobre-me com teu manto de palha e me livra de toda dor. Leva as enfermidades para longe, limpa meu corpo e minha alma.
Dá-me força para recomeçar e saúde para caminhar. Atotô, meu Pai!
Fonte: Rezas de Fé
Deus abençoe a todos! 🌹🙏 preleção feita pela Mãe de Santo, Rose.