Beit Midrash Massoret

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Ministra Macaé Evaristo visita a Casa do PovoA ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, visitará a Cas...
21/01/2026

Ministra Macaé Evaristo visita a Casa do Povo

A ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, visitará a Casa do Povo, em São Paulo, no dia 26/1. A Casa do Povo foi fundada em 1946 por judeus e judias da Europa do Leste com o objetivo de manter viva a luta contra o fascismo, por meio da cultura.

Foi um espaço de resistência à ditadura e, hoje, é habitada por 20 coletivos judaicos, negros, indígenas, imigrantes, feministas e outros, ligados às artes, aos direitos humanos e ao bairro paulistano do Bom Retiro.

Durante a visita, a ministra terá um encontro com diversos movimentos sociais, com foco na questão judaica e nas suas alianças com outras lutas e grupos minorizados.

A ministra Macaé Evaristo participará do encontro a convite da Associação Beit Midrash Massoret e da Casa do Povo.

Data: 26/01
Horário: 18h30
Endereço: Rua Três Rios, 252, Bom Retiro.

Saiba mais:
https://casadopovo.org.br/
https://instagram.com/_casadopovo

📚 Conversa com o EscritorO Beit Midrash Massoret recebe o escritor Leonardo Garzaro para um bate-papo aberto sobre seu l...
16/01/2026

📚 Conversa com o Escritor

O Beit Midrash Massoret recebe o escritor Leonardo Garzaro para um bate-papo aberto sobre seu livro
“O Guardião de Nomes” (Editora Rua do Sabão).

Um encontro para ouvir o autor falar sobre o processo de escrita, ideias por trás do livro e responder perguntas do público.

🗓 Domingo | 08 de fevereiro
⏰ 16h
📍 Beit Midrash Massoret
Rua Girassol, 1055 – Vila Madalena – São Paulo/SP

📖 Aberto a quem já leu, está lendo ou quer conhecer o livro e o autor.

📚 Clube de Leitura – Encontro abertoVamos conversar sobre o livro“Água Fresca para as Flores”, de Valérie Perrin.Uma his...
16/01/2026

📚 Clube de Leitura – Encontro aberto

Vamos conversar sobre o livro
“Água Fresca para as Flores”, de Valérie Perrin.

Uma história bonita e tocante sobre a vida, as perdas e os encontros que nos transformam.
Não precisa ser especialista, nem ter participado antes.
Pode ter lido tudo, um pouco — ou só ter curiosidade.

🗓 25/01
⏰ 16h
📍 Beit Midrash Massoret
Rua Girassol, 1055 – Vila Madalena – São Paulo/SP

Um espaço para ouvir, falar e trocar ideias com calma.

📖 Todos são bem-vindos.

Parashá Shemot – O poder dos nomesÀ primeira vista, o nome da parashá Shemot — “Nomes” — pode parecer quase casual. Como...
09/01/2026

Parashá Shemot – O poder dos nomes

À primeira vista, o nome da parashá Shemot — “Nomes” — pode parecer quase casual. Como tantas outras parashot, ela recebe o nome de uma palavra inicial do primeiro versículo: “Ve’eleh shemot bnei Israel…” — “E estes são os nomes dos filhos de Israel…”. Nada mais técnico, aparentemente.

O nome grego do livro, Êxodo, soa muito mais “racional”: descreve um dos grandes conteúdos da narrativa — a saída do Egito. Movimento, libertação, história épica. Já Shemot parece discreto, quase banal. Mas é justamente aí que reside sua profundidade.

O livro começa com nomes porque a redenção começa quando os nomes importam.

Antes de qualquer milagre, antes de qualquer praga, antes mesmo do nascimento de Moshê como líder, a Torá insiste em nomear. Relembra os nomes dos filhos de Israel que desceram ao Egito, mesmo sabendo que já os conhecemos de Beresh*t. Por quê? Porque no Egito, o grande risco não é apenas a escravidão física, mas o apagamento da identidade. Um povo sem nomes torna-se massa anônima, facilmente oprimida.

É signif**ativo que, em meio a um império que reduz pessoas a números e força de trabalho, a Torá faça questão de registrar nomes próprios. E mais ainda: os primeiros heróis do livro não são reis nem profetas, mas duas parteiras: Shifrá e Puá. Mulheres que desafiam o poder absoluto do faraó e, diferentemente dele, são lembradas pelo nome. O opressor mais poderoso da época permanece sem nome; as parteiras, não.

Depois vem Moshê - e novamente, um nome. “Ki min hamayim mesh*tihu” — “porque das águas o retirei”. O nome que carrega a memória do perigo, da fragilidade e do resgate. A tradição rabínica nos diz que sua mãe o chamou inicialmente de Tov, “bom”. Mas o nome que atravessa a história não é o nome íntimo da casa, e sim aquele que nasce do encontro com o mundo, com a história, com o risco. Moshê carrega no nome a lembrança constante de que sua vida é dom e missão.

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Amanhã (09/01/2026 às 19h) os serviços de Kabalat Shabat serão retomados na !Venham participar!Será um grande prazer rec...
08/01/2026

Amanhã (09/01/2026 às 19h) os serviços de Kabalat Shabat serão retomados na !

Venham participar!
Será um grande prazer receber vocês!

14/12/2025

A Associação Beit Midrash Massoret, de São Paulo, manifesta sua solidariedade à comunidade judaica da cidade de Sidney, na Austrália, e aos familiares das vítimas desse cruel ataque, perpetrado justamente no momento em que se celebrava o início de Chanuká.

Vale destacar que Chanuká é também conhecida como a Festa das Luzes, razão pela qual tais atos ganham um tom ainda mais perverso. O ódio e a violência remetem a um estado de escuridão e de desentendimento, além de retroalimentarem sentimentos de intolerância.

Somos a favor do diálogo e do respeito mútuo. A conivência e a naturalização de ações violentas como a cometida em Sidney configuram um comportamento cúmplice, que sabota a construção de um caminho para a paz e serve apenas aos interesses daqueles que defendem o conflito e a violência como único horizonte possível.

Shalom é paz.

Diretoria da Associação Beit Midrash Massoret

Devar Torá - Vayêshev“E agora, José?”José está no fundo do poço.Literalmente.A Torá diz: “O poço estava vazio; não havia...
12/12/2025

Devar Torá - Vayêshev
“E agora, José?”

José está no fundo do poço.
Literalmente.

A Torá diz: “O poço estava vazio; não havia água nele” (Gn 37:24).
Os sábios observam: se não havia água, havia serpentes e escorpiões.
O poço não é neutro: é um lugar de ameaça, silêncio e suspensão.

José grita — mas o céu parece seco.
O tempo se estica.
O eco responde com atraso.

É impossível não ouvir aqui a pergunta que atravessa séculos:

E agora, José?

José não pode morrer — porque ainda não é a hora.
Não pode fugir — porque não há para onde.
Não pode agir — porque está entregue.

Só pode viver.

O poço como lugar da ansiedade

O poço é o lugar da ansiedade por excelência.
Não é a morte, mas também não é a vida plena.
É o entre.

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Parashat haShavúaVayêshev - Gn. 37:1-40:23 | Am. 2:6-3:8Jacó se assenta em Hebron com seus 12 filhos. José, filho de Rac...
12/12/2025

Parashat haShavúa

Vayêshev - Gn. 37:1-40:23 | Am. 2:6-3:8

Jacó se assenta em Hebron com seus 12 filhos. José, filho de Rachel, é seu preferido, o que enfurece seus irmãos. Ele sonha e interpreta sonhos e este seu dom vai levá-lo a mudar o curso da história dos hebreus, mas não sem ocasionar difíceis momentos, como sua prisão no Egito. Judá comete injustiças contra sua nora Tamar e é por ela enganado para que a justiça se restabeleça e as gerações possam seguir o curso que deveriam.

Para quem for comparecer on-line, acesse o Zoom usando o link - ID: https://us04web.zoom.us/j/4776476021 (senha: 747988).

Shabat Shalom!

Para o Oriente de Jacó: voltar ao princípio para seguir adianteQuando Jacó sai de Be’er Sheva, ele deixa para trás o poç...
28/11/2025

Para o Oriente de Jacó: voltar ao princípio para seguir adiante

Quando Jacó sai de Be’er Sheva, ele deixa para trás o poço dos juramentos, o lugar das certezas. Ele pensa que está apenas fugindo, mas a Torá revela que sua jornada é muito maior.

Antes de chegar a Haran, Jacó se dirige ao Kédem. E Kédem não é só “leste”. É origem, princípio, memória profunda. É o ponto onde a luz nasce. 🌅

Desta mesma raiz nasce Kadimá: o que está adiante, o futuro que se abre.

Jacó caminha para o Oriente porque precisa reencontrar o começo para poder reinventar o caminho. E é no meio do caminho, e não no destino, que ele encontra Hamakom — o Lugar — um dos nomes de Deus.

Ali, no limiar entre o medo e o desconhecido, Jacó percebe:
“Deus está aqui - e eu não sabia.”

Ele ergue uma matzevá, chama o lugar de Beit El e segue adiante. Não mais como quem foge, mas como quem encontrou direção.

✨ A lição para nós:

Para caminhar kadimá (para a frente), precisamos primeiro voltar ao kédem (à nossa origem), ao lugar dentro de nós onde Deus nos encontra.

Que cada um de nós, no meio do caminho, possa descobrir seu próprio Beit El e transformar o medo em missão e a fuga em propósito.

Shabat Shalom! 🕯️🕯️
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A conversa do Clube de Leitura que se reúne na Massoret, acontecida no último domingo (23 de novembro), teve como tema o...
28/11/2025

A conversa do Clube de Leitura que se reúne na Massoret, acontecida no último domingo (23 de novembro), teve como tema o livro Soroca, romance da escritora Angela Marsiaj.

Segundo Sadrac Leitão e Aguilar, moderador da atividade, “Angela tem orgulho das suas raízes gaúchas e contou-nos do seu encontro com a literatura ainda jovem, num ginásio de meninas, das leituras de Monteiro Lobato e das escapadelas para ler Papillon. E foi uma professora de história que percebeu seu talento para a escrita numa prova dissertativa. A partir dali sabia que seu caminho era a literatura”.

Cursando escrita com alguns mestres surgiu a ideia de escrever “Rui Rosco”, ainda inédito, finalista do prêmio Sesi de literatura. Durante a pesquisa desse primeiro romance leu uma matéria de jornal sobre o incêndio Museu da Língua Portuguesa, citado na obra, e logo abaixo dela outra falando de uma enchente e do rio que ressurgiu nas ruas de Pinheiros, carregando os carros com ele.

Foi aí que Angela decidiu por expandir um conto adormecido e relatar as águas que circulam abaixo do asfalto da metrópole.

O rio verde, rio Oby como é descrito livro, circulou por séculos à vista de todos pela freguesia de Pinheiros, até ser quase totalmente manilhado nos últimos 100 anos. Esse é o fio central do livro. E é em torno do Oby que circula Petra, uma jornalista que tenta entender esse percurso na cidade contemporânea; do outro lado, no século XVIII, vivem Rita, Fernão e Balbina, que correm ao largo dele.

Parashá desta semana:Toldot - Gn. 25:19-28:9 | Ml. 1:1-2:7Rebeca tem suas preces ouvidas e concebe após 20 anos. Sua gra...
21/11/2025

Parashá desta semana:

Toldot - Gn. 25:19-28:9 | Ml. 1:1-2:7

Rebeca tem suas preces ouvidas e concebe após 20 anos. Sua gravidez é tumultuada e Deus lhe explica que em seu ventre há suas nações. Esaú, o primogênito, é caçador e o preferido de Isaque; Jacó, o preferido de Rebeca, é homem que f**a nas tendas em busca do conhecimento. Numa trama criada pela mãe, Esaú vende sua primogenitura a Jacó, que recebe todas as bênçãos do pai. Ele foge para Charan para encontrar na família da mãe uma esposa para si, enquanto Esaú se casa com uma moça da casa de Ishmʿael.

Link Zoom: https://us04web.zoom.us/j/4776476021 (senha: 747988).

Shabat Shalom!

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