TERRA - Tenda Espiritual Raios Renovadores de Aruanda

TERRA - Tenda Espiritual Raios Renovadores de Aruanda Cultuamos os Orixás como as forças regentes do Universo e cremos em um só Deus, Olorum.

Algumas giras não são só passagem, mas sim verdadeiras viradas de chave.Neste domingo, sob a força de Iansã e Ogum, a en...
25/03/2026

Algumas giras não são só passagem, mas sim verdadeiras viradas de chave.

Neste domingo, sob a força de Iansã e Ogum, a energia se levanta com axé firme, promovendo cortes precisos e necessários, abrindo caminhos, fortalecendo a proteção e nos abençoando com firmeza, saúde e prosperidade.

Se você sente o chamado para alinhar sua vida e encarar o que precisa ser transformado, a porteira estará aberta e toda a família TERRA te recebe com alegria e verdade.

Até domingo. 🔥🔱🌹🎩🖤🌶️

Gira de Esquerda com sustentação de Iansã.Um trabalho voltado à limpeza, proteção e direcionamento de caminhos.Portões a...
17/03/2026

Gira de Esquerda com sustentação de Iansã.
Um trabalho voltado à limpeza, proteção e direcionamento de caminhos.

Portões abertos às 14h, com senhas até 15h30.

Axé.

Nesta sábado, irmãos! Aguardamos todos, todas e todes que sentirem-se chamados para este axé 💚🏹🍃Arte por
05/03/2026

Nesta sábado, irmãos! Aguardamos todos, todas e todes que sentirem-se chamados para este axé 💚🏹🍃
Arte por

11/02/2026

Retorno das giras na nossa Tenda ✨🪘✨

Agradecemos muito muito muito a todos os filhos e filhas, alunos e alunas, amigos e amigas que nos auxiliaram com todas as manutenções da casa:
Internas e externas, hidráulicas e elétricas, faxina e tudo o mais.
Graças a essa união, estamos prontos para o retorno, finalmente❤️‍🔥

Nos vemos dias 7 junto com Pai Oxóssi e a caboclada🏹🍃

Filha , gratidão por esse vídeo💓

Muito axé a tod@s🤍

Iemanjá é muito mais do que a “rainha do mar”. Ela é ventre, origem, útero e força que gera, sustenta e devolve tudo ao ...
02/02/2026

Iemanjá é muito mais do que a “rainha do mar”. Ela é ventre, origem, útero e força que gera, sustenta e devolve tudo ao grande oceano da vida. É o princípio materno em movimento, a inteligência que embala, nutre, protege, ensina e, quando necessário, também recolhe. Seu fundamento nasce nas águas salgadas, mas se expande para tudo aquilo que carrega memória, emoção e ancestralidade.

Na África, Iemanjá está profundamente ligada aos rios, às nascentes e ao arquétipo da grande mãe das águas interiores, sendo associada à fertilidade, à maternidade, à ligação familiar e à continuidade da família. Seu culto é mais intimista, ligado às aldeias, às linhagens e às histórias de cada povo, com variações regionais muito fortes.

Já por aqui no Brasil e por influência do encontro entre culturas africanas, indígenas, europeias e espirituais, Iemanjá passa a ser amplamente reconhecida como senhora dos mares. Aqui, suas águas se expandem para o oceano e ela se torna uma grande mãe coletiva, acolhendo dores, pedidos, esperanças e agradecimentos de milhões de pessoas, independentemente de religião. No Brasil, ela é um Orixá que abraça multidões, que recebe flores e outros presentes e em nós, está presente tbém nas lágrimas.

O dia 2 de fevereiro no Brasil, se consolidou então, como uma outra data de culto a esta Mãe, principalmente a partir da tradição popular, especialmente na Bahia, quando pescadores passaram a ofertar presentes pedindo proteção, fartura e bons ventos. Com o tempo, essa devoção se espalhou pelo país e ganhou força dentro da Umbanda e de outras expressões afro-brasileiras, tornando-se um grande marco espiritual e cultural.

Cultuar Iemanjá nesse dia é celebrar a mãe que sustenta os ciclos, que lava as dores, que embala os recomeços e que nos lembra de onde viemos. É honrar o ventre do mundo. É agradecer à grande mãe das águas por continuar nos permitindo nascer, morrer e renascer, todos os dias.

Odoyá. 🌊

20/01/2026

Saravá, irmandade!
Vídeo breve sobre o retorno de nossas giras🪘✨

Oxóssi, dentro da Umbanda, não é enfeite de mata nem arquétipo romântico do “belo caçador”. Ele é fundamento antigo, afr...
20/01/2026

Oxóssi, dentro da Umbanda, não é enfeite de mata nem arquétipo romântico do “belo caçador”. Ele é fundamento antigo, africano, anterior a qualquer adaptação brasileira. É rei, é senhor do conhecimento que anda, do saber que se move, da sobrevivência que exige estratégia, silêncio e leitura do mundo em que vivemos.
Oxóssi, na simbologia, caça para viver, não para ostentar. E isso diz muito sobre sua ética!

Respeitar Oxóssi é respeitar a ancestralidade africana que sustenta nossa Umbanda. É entender que ele rege a mata como espaço sagrado, vivo, consciente e não como cenário. Ele atua na fartura, mas também na escassez (que ensina). Atua na cura, mas também no desenvolvimento da percepção do que nós fazemos para adoecermos. Atua na inteligência, na sabedoria de fazermos as escolhas certas...
Mas temos que falar que muito se perdeu quando Oxóssi virou apenas “orixá da prosperidade”, "do conhecimento" ou da “natureza bonita”. Esqueceram do seu lado severo, observador, exigente. Esqueceram do silêncio, da disciplina, do respeito aos ciclos naturais e espirituais. Muitos umbandistas falam de Oxóssi sem pisar na terra, sem ouvir a mata, sem compreender que ele não se manifesta na pressa nem na ostentação.

Nos cultos contemporâneos, Oxóssi foi suavizado, quase embranquecido. Foi adaptado ao gosto moderno. Ganhou discursos, mas perdeu fundamentos. Ainda assim, ele permanece. Não depende da forma como é cultuado para existir. Ele observa, espera e cobra postura, respeito e coerência.

Oxóssi é força que transforma pela consciência, não pelo conforto. É um Orixá que ensina pelo caminho, não pela promessa ou barganha.

Que ele nos conceda visão, ética, firmeza e respeito. Que nos ensine a caçar o que é essencial e a abandonar o que é ilusão.

Okê Arô, meu pai. Que suas bênçãos nos alcancem.

Axé🏹🍀🌿🌱🍃

Que este novo ciclo se abra sob a luz viva da Umbanda, com a irradiação amorosa de todos os Pais e Mães Orixás e de todo...
31/12/2025

Que este novo ciclo se abra sob a luz viva da Umbanda, com a irradiação amorosa de todos os Pais e Mães Orixás e de todo o Povo da Aruanda, do Juremar e do Humaitá. Que as bênçãos desçam como chuva mansa sobre cada casa, cada corpo e cada espírito, trazendo saúde para o caminhar, paz para o coração, prosperidade, equilíbrio e firmeza espiritual. Que os Guias e Protetores conduzam nossos passos com sabedoria, afastando ilusões, fortalecendo a verdade e sustentando a fé simples, porém profunda, que nos mantém de pé.

Este ano nasce sob a vibração da numerologia 1, número dos começos, das decisões e da construção consciente do próprio destino. É a força do princípio ativo, do “faça-se”, que carrega a pureza de Oxalá, trazendo clareza, ética, retidão e propósito, e a coragem de Ogum, que abre caminhos, corta demandas e ensina que não há vitória sem movimento, disciplina e honra. É um ano que pede responsabilidade espiritual, escolhas maduras e ação alinhada com a consciência.

Somando-se a isso, a regência de Oxóssi aponta para um tempo de busca certeira, aprendizado contínuo e sustento conquistado com inteligência e respeito aos ciclos da natureza. Oxóssi ensina a mirar com precisão, a não desperdiçar energia, a prosperar sem excessos e a reconhecer que o verdadeiro alimento vem do equilíbrio entre o dar e o receber.

Que cada um encontre seu rumo, seu axé e sua missão, caminhando com humildade, coragem e verdade. Que assim seja, por todos os Orixás, por toda a Aruanda, hoje e sempre.

Axé irmãos e irmãs! Gratidão por esse 2025 e juntos, caminharemos para o 2026 que logo nasce!

Saravá

Que a luz divina de Oxalá, o orixá da paz e da pureza, ilumine nossos caminhos e nos traga harmonia neste Natal. Que os ...
24/12/2025

Que a luz divina de Oxalá, o orixá da paz e da pureza, ilumine nossos caminhos e nos traga harmonia neste Natal. Que os Orixás, com suas energias vibrantes, nos envolvam em amor, proteção e prosperidade. Que Yemanja, a mãe do mar, nos abençoe com sua água cristalina. Que Oxumarê traga renovação, Que Xangô, o orixá da justiça, te guie em seus caminhos e nos dê força para superar os desafios. Que a energia dos Pretos Velhos nos envolva com vossa sabedoria e nos traga paz. Que este Natal seja um momento de reflexão, amor e conexão com a espiritualidade.

Axé!

(((31Ago2025)))Há encontros que mudam o curso da nossa caminhada. São como rios silenciosos que, sem alarde, moldam a te...
22/12/2025

(((31Ago2025)))

Há encontros que mudam o curso da nossa caminhada. São como rios silenciosos que, sem alarde, moldam a terra por onde passam. Assim foi a presença de Carol Beu em nossa casa, trazendo uma aula de Letramento Racial no coração da Umbanda, dentro de uma jornada sacerdotal que, para nós, fez toda a diferença.

Educadora por essência, com a grandeza de quem conduz caminhos e forma consciências, Carol não trouxe apenas teoria e sim postura. Cada palavra foi como um farol aceso, iluminando não só conceitos, mas consciências. Ética em cada gesto, beleza em cada pausa, respeito em cada olhar.

E o gesto mais lindo ainda foi ter levado consigo sua família. Como árvores que não se sustentam sozinhas, mas se erguem firmes pelas raízes, ela mostrou que o conhecimento é herança viva, que se perpetua quando é testemunhado pelos nossos.

Ali, diante do congá, onde ancestrais se encontram e velhas almas sussurram sabedoria, Carol se tornou ponte. Ponte entre o saber acadêmico e o saber ancestral, entre a escola formal e a escola da vida, entre a educação dos livros e a educação do coração.

E ela não estava só. Ao seu lado, a presença de uma Preta Velha, iluminando o ambiente com a serenidade de quem acolhe, aconselha e embala, dizendo em silêncio: “estamos aqui”.

Carol não apenas deu uma aula. Ela nos deu um encontro. E encontros assim não se guardam só na memória! Eles acendem dentro de nós como faróis, apontando caminhos que não se apagam.

Por isso, com humildade, batemos nossa cabeça e honramos sua força, sua luz e sua condução. Porque ter aprendido com ela, foi um presente do sagrado e é lindo demais podermos dizer: que a admiramos, a respeitamos e a honramos.

( Adaptado do texto original de Pai Felipe )

Essa casa e esta barca lhe agradece,

Salve, Mãe Iansã, força viva dos ventos que carregam a história, a justiça e a mudança. Neste 4 de dezembro, data dedica...
04/12/2025

Salve, Mãe Iansã, força viva dos ventos que carregam a história, a justiça e a mudança. Neste 4 de dezembro, data dedicada a ti em muitos terreiros e tradições, reverenciamos não apenas a potência do teu culto, mas também a ancestralidade que te firma como senhora das tempestades, dos movimentos, das demandas e das lutas que não pedem licença para existir. O dia 4 se consagra a ti pela tradição nagô e pela influência dos cultos afro-brasileiros que, ao longo dos séculos, preservaram tua força mesmo diante da violência colonial, reafirmando teu lugar como divindade de resistência.

No nosso terreiro, onde és orixá regente e guardiã constante, elevamos nossa gratidão pela firmeza que trazes aos médiuns, pelos caminhos que abres quando tudo parece fechado e pela coragem que acendes no corpo, na mente e na alma de quem caminha sob tua tutela. És o sopro que levanta, o fogo que transforma, a guerra que liberta.

Hoje, também reconhecemos teu axé como instrumento político. Porque cultuar uma orixá mulher, negra, guerreira e dona do próprio destino é afirmar a continuidade da luta contra o racismo, o patriarcado e todas as estruturas que tentam silenciar corpos negros, saberes ancestrais e espiritualidades de matriz africana. Honrar Iansã é honrar a memória das mulheres que resistiram, das que lutam e das que ainda chegarão neste mundo!

Agradeço, Mãe, por reger nosso terreiro com tua mão firme e teu olhar incisivo.

Peço tuas bênçãos para que cada passo nosso seja protegido, que cada batalha nossa seja bem guiada e que cada transformação venha no tempo certo.

Que teus ventos continuem varrendo o que não serve e reafirmando o que precisa permanecer.

Abençoe seus filhos!

Eparrey, Mãe Iansã.
Que tua força siga soprando sobre nós.

[Pai Jack]

O ato de soprar canela para dentro do lar é uma prática simples, porém profundamente simbólica dentro da espiritualidade...
01/12/2025

O ato de soprar canela para dentro do lar é uma prática simples, porém profundamente simbólica dentro da espiritualidade umbandista. Mais do que um costume popular, esse gesto é um ato de fé e conexão com as forças sutis da prosperidade. A canela, por si só, é apenas um elemento da natureza; o verdadeiro poder está na intenção e na vibração daquele que a utiliza. Na Umbanda, compreendemos que os elementos materiais são veículos através dos quais a energia divina se manifesta e que somente a fé é capaz de ativar o que é sagrado.

Quando o médium ou o devoto sopra a canela, ele não está apenas dispersando um pó aromático, mas semeando, no campo energético do lar, a frequência da abundância, da alegria e da vitalidade. A canela é uma erva quente, ligada ao movimento, ao magnetismo e à abertura de caminhos. Soprá-la para dentro da casa é convidar a energia do ouro espiritual a circular, é movimentar a estagnação e atrair a luz que multiplica as bênçãos.

A prática deve ser feita com serenidade e fé. Coloque uma pequena quantidade de canela em pó na mão direita, inspire com calma, e ao expirar soprando para dentro do lar, pronuncie três vezes a oração:
“Quando essa canela eu soprar, a prosperidade nesta casa irá adentrar.”

Cada sopro é uma afirmação energética. Cada palavra é um decreto espiritual. É importante que o coração esteja limpo de dúvidas e aberto à força da fé, pois é ela, e somente ela, que transforma um gesto simples em um ato sagrado. A canela é o mensageiro e fé é o poder que realiza.

Endereço

Avenida Itaquera, 1. 499
São Paulo, SP
03526-000

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