19/05/2026
[ Formação destaca espiritualidade e missão dos agentes da Pastoral Litúrgica]
No último sábado, 16 de maio de 2026, a Pastoral da Liturgia da Paróquia Mãe Rainha promoveu um importante encontro formativo na comunidade Comunidade Nossa Senhora de Fátima, reunindo agentes pastorais em um momento de espiritualidade, reflexão e aprofundamento litúrgico.
A formação, assessorada pelo professor e mestre Euri Ferreira, teve como tema central a espiritualidade e o ministério dos agentes da Pastoral Litúrgica, destacando a importância da mística presente nas celebrações e também no cotidiano da vida cristã.
Durante o encontro, foram abordados diversos temas ligados à liturgia, sua dimensão espiritual e pastoral, bem como o papel dos agentes litúrgicos na construção de celebrações que favoreçam a participação ativa da comunidade. A reflexão também buscou demonstrar que a mística litúrgica não se limita ao espaço celebrativo, mas pode ser encontrada nas experiências simples do dia a dia, na convivência comunitária, na escuta, no serviço e na vivência concreta da fé.
Além das exposições e partilhas, o encontro foi marcado por um diálogo aberto e participativo entre os presentes. Os debates levantaram questionamentos importantes sobre a prática litúrgica nas comunidades e evidenciaram a necessidade de aprofundar continuamente a formação dos agentes pastorais.
Segundo os participantes, o encontro foi extremamente proveitoso e representou apenas o início de uma caminhada formativa que deverá continuar ao longo dos próximos meses, fortalecendo a missão da Pastoral Litúrgica dentro da paróquia.
A iniciativa reafirma a importância da formação permanente dos agentes de pastoral, especialmente em um contexto em que a liturgia é chamada a ser não apenas um conjunto de ritos, mas verdadeira experiência de encontro com Deus e com a comunidade.
O primeiro passo já foi dado e deixou entre os participantes o desejo de novos encontros, novos debates e um aprofundamento cada vez maior sobre a riqueza da liturgia na vida da Igreja.
Por Rogério Silva – Leigo e Teólogo