Guerreiros de Oya

Guerreiros de Oya Prestigiar a nossa querida Umbanda e suas divindades, divulgar conhecimento, aprender! Juntos fazemos a força!❤�

05/03/2026
26/02/2026

Encosta aqui neste post. Você conhece aquela pessoa cuja espiritualidade é sempre a mais potente, os orixás são os mais raros e as entidades são as mais poderosas?
Anota a dica do pai aqui: afaste-se para ontem.

Como dizia Freud: “O ego não é senhor em sua própria casa.”

Então, já sabem: quem não se governa é governado. 🤍🕊️🩵

Crédito
CREIA Ajagundola

Que esteja sempre na minha ....
17/02/2026

Que esteja sempre na minha ....

13/02/2026

✨ Sexta-feira 13 não é dia de superstição… é dia de consciência.

Durante séculos, o gato preto foi associado à magia, ao mistério e ao feminino sagrado.
Mas o que deveria ser símbolo de proteção virou alvo de medo e crueldade.

O azar nunca esteve no animal.
O azar sempre foi a ignorância humana.

Se você acredita em espiritualidade, sabe:
nenhum ser criado por Deus carrega maldição.
Gatos pretos são sensíveis, amorosos e merecem respeito hoje e todos os dias.

🖤 Proteja.
🖤 Adote.
🖤 Denuncie maus-tratos.
🖤 Eduque quem ainda vive na sombra do preconceito.

Que a verdadeira magia dessa Sexta-feira 13 seja o amor.

🐾 Marque alguém que precisa ler isso.
🐾 Compartilhe para quebrarmos essa superstição de uma vez por todas.

12/02/2026

Eles são espíritos que fazem uma promessa no Òrún: voltar cedo, não permanecer, não criar raiz no Ayé.
Eles nascem para punir pais, linhagens e sistemas familiares inteiros.
Quando um Abíkú permanece no Ayé, raramente é pacif**ado, costumam ser pessoas difíceis, inquietas, autodestrutivas.
Há divergências sobre sua origem, alguns dizem que pertencem ao Egbé Abíkú dentro do Egbé Òrún, outros que formam uma classe própria.
Mas todos os sacerdotes concordam que o poder destrutivo dessas entidades é real.
O sinal mais temido é a m0rt3 na primeira infância.
Quando ela não acontece, o corpo avisa, passam por partos difíceis, cordão enrolado, nascimento pélvico, sofrimento fetal, doenças constantes, acidentes repetidos.
Nada disso é visto como acaso na cosmologia yorubá.
Nem todo Abíkú morr3 ao nascer, alguns f**am e quando f**am, identif**ar e mudar esse destino não está ao alcance de qualquer um.
Somente sacerdotes de Ifá, sacerdotes de Egbé ou Babalorixás e Iyalorixás de profundo fundamento conseguem intervir.
A ciência pode manter o corpo vivo, rezas poderosas, o amor da família e cuidados sustentam, mas o que rompe o pacto é o rito yorubá.
A quebra das tradições e a ausência de ritualização ancestral têm consequências.
O Òrún cobra, e quando cobra, não aceita desculpas.

Crédito
Luiz Henrique

19/11/2025

No Atlântico, há um silêncio que não pertence ao mar.
Um silêncio que nasceu em 29 de novembro de 1781, quando um navio chamado Zong decidiu que 132 vidas africanas valiam menos que uma apólice de seguro.

Partiu de Accra, da costa onde as aldeias Akan, Ewe, Ga-adangbe, Yoruba e Fon despediam seus filhos sem saber que eles nunca voltariam.
Lá começou uma jornada escura: 440 pessoas acorrentadas sob o convés, respirando o mesmo ar que as separava da morte.

Quando o Zong se perdeu no Atlântico pela incompetência do seu capitão, o impensável aconteceu.
Água consumida, medo crescente e cálculo macabro:
Se os cativos morressem a bordo, não havia compensação.
Se eles se “perdessem no mar”, a seguradora pagava.

Assim nasceu uma decisão que nunca deveria ter existido.

Um por um, 132 africanos foram atirados vivos para o oceano.
Homens, mulheres, crianças.
Amarrados, impotentes, desaparecendo em um mar que não pediu para virar túmulo.
Os gritos se apagaram muito rápido.
As ondas guardaram o que a história tentou enterrar.

Depois disso, ainda aconteceu algo mais doloroso:
os proprietários reclamaram a indemnização por “perda de mercadoria”.
E o sistema — distante, frio, legal — deu-lhes razão.
Não houve prisão.
Não houve castigo.
Não houve perdão.
Apenas silêncio.

Silêncio... e memória.

Porque algures entre Gana e Jamaica, essas 132 vidas ainda estão lá.
Não esquecidas.
Não apagadas.
Sustentadas pela corrente de quem ainda as nomeia.

A história oficial chamou-lhe "tráfico de escravos".
Mas o mar sabe a verdade.
Sabe que foi um massacre.
Sabe que foi um crime contra a humanidade antes de haver uma palavra para nomeá-lo.

Hoje, quando alguns dizem que é passado, que “é preciso olhar para frente”, esquecem que o tempo não cura o que não se olha de frente.
África não pode — não deve — ser um continente condenado ao esquecimento.

Porque um povo que não se lembra do que lhe foi tirado
corre o risco de perder o que ainda tem.
Sempre que olhar para o mar, lembre-se:

Bem assim.
17/03/2025

Bem assim.

Me julguem 😎

21/09/2024

Oxum não f**a perto de gente ruim !
Fradinho só azeda quando vê maldade no ar !

Crédito Babalorisá
Lucas Gogó de Ouro

18/09/2024

Uma menção especial aos mais novos superfãs! Ale Maiero

Ainda sobre a iniciação do Ogan Marcelo e o dofono de Jagun. Obrigação de 1 ano de Patrick de Osaguian.❤️❤️❤️❤️
13/08/2024

Ainda sobre a iniciação do Ogan Marcelo e o dofono de Jagun. Obrigação de 1 ano de Patrick de Osaguian.
❤️❤️❤️❤️

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08461550

Horário de Funcionamento

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