01/11/2019
A Reforma Protestante completa hoje 502 anos. Foi, certamente, o maior acontecimento na história da igreja cristã, depois do Pentecostes. Não foi uma inovação, mas um retorno ao Cristianismo apostólico. Não foi um desvio, mas uma volta às Escrituras. No dia 31 de outubro de 1517, o monge agostiniano Martinho Lutero, opondo-se à prática das indulgências e aos desmandos do papado, fixou nas portas da igreja de Wittenberg, na Alemanha, noventa e cinco teses contra as indulgências. Estava deflagrada a Reforma Protestante do século XVI. A Reforma pode ser resumida em cinco ênfases:
1) As Escrituras estão acima das tradições da igreja. A autoridade suprema sobre a igreja não vem de seus concílios, mas das Escrituras (Sola SCRIPTURA).
2) A salvação é pela fé e não pelas obras. A Reforma colocou a igreja de volta nos trilhos da verdade, ensinando que a salvação é resultado não do que fazemos para Deus, mas do que Deus fez por nós, em Cristo Jesus (Sola FIDE).
3) A salvação é pela graça e não pelo mérito humano. A Reforma refutou esse erro e voltou para as Escrituras para afirmar que a salvação é pela graça de Deus mediante a fé em Cristo (Sola GRATIA).
4) A salvação foi realizada exclusiva e cabalmente por Cristo. Com a Reforma restabeleceu a verdade, voltou para as Escrituras e afirmou que Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5) (Solus CHRISTUS).
5) A glória da salvação só pertence a Deus. O apóstolo Paulo é enfático: “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, glória eternamente. Amém!” (Rm 11.36). Toda a glória da salvação deve ser dada a Deus (Soli DEO GLÓRIA)
Texto: Rev. Hernandes Dias Lopes
A Reforma Protestante completa hoje 502 anos. Foi, certamente, o maior acontecimento na história da igreja cristã, depois do Pentecostes. Não foi uma inovação, mas um retorno ao Cristianismo apostólico. Não foi um desvio, mas uma volta às Escrituras. No dia 31 de outubro de 1517, o monge agostiniano Martinho Lutero, opondo-se à prática das indulgências e aos desmandos do papado, fixou nas portas da igreja de Wittenberg, na Alemanha, noventa e cinco teses contra as indulgências. Estava deflagrada a Reforma Protestante do século XVI. A Reforma pode ser resumida em cinco ênfases:
1) As Escrituras estão acima das tradições da igreja. A autoridade suprema sobre a igreja não vem de seus concílios, mas das Escrituras (Sola SCRIPTURA).
2) A salvação é pela fé e não pelas obras. A Reforma colocou a igreja de volta nos trilhos da verdade, ensinando que a salvação é resultado não do que fazemos para Deus, mas do que Deus fez por nós, em Cristo Jesus (Sola FIDE).
3) A salvação é pela graça e não pelo mérito humano. A Reforma refutou esse erro e voltou para as Escrituras para afirmar que a salvação é pela graça de Deus mediante a fé em Cristo (Sola GRATIA).
4) A salvação foi realizada exclusiva e cabalmente por Cristo. Com a Reforma restabeleceu a verdade, voltou para as Escrituras e afirmou que Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5) (Solus CHRISTUS).
5) A glória da salvação só pertence a Deus. O apóstolo Paulo é enfático: “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, glória eternamente. Amém!” (Rm 11.36). Toda a glória da salvação deve ser dada a Deus (Soli DEO GLÓRIA)
Texto: Rev. Hernandes Dias Lopes