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Horário das Missas - Quarta - Quinta - Sexta às 19h Domingo às 7h e 9h e 18h

Parabéns, Feliz Aniversário!!!Deus os Abençoe sempre!!!🎂🥂🍾🎈🥳José Maria e Gabriel
24/05/2026

Parabéns, Feliz Aniversário!!!
Deus os Abençoe sempre!!!
🎂🥂🍾🎈🥳
José Maria e Gabriel

SOLENIDADE DE PENTECOSTES "O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habita em nós, aleluia!...
24/05/2026

SOLENIDADE DE PENTECOSTES

"O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habita em nós, aleluia!"

“Vinde, Espírito Santo!”

Hoje celebramos Pentecostes, a vinda do Espírito Santo sobre a Igreja. O Espírito que une, fortalece, consola e nos envia em missão. Assim como os Apóstolos tiveram seus corações transformados, também nós somos chamados a viver a fé com coragem, amor e comunhão.

Que o Espírito Santo renove nossos corações, fortaleça nossa caminhada e faça de nós testemunhas vivas do amor de Cristo.

“Para que todos sejam um.” (Jo 17,21)

Pe. Samuel Pereira Viana HOMILIA EM PENTECOSTES A                                                                       ...
24/05/2026

Pe. Samuel Pereira Viana

HOMILIA EM PENTECOSTES A

Louvado seja Nosso
Senhor Jesus Cristo!

V. Vinde, Espírito Santo, ...

Caros irmãos e irmãs, assim começamos muitos dos nossos encontros e atividades, invocando a Força do Alto, o Espírito prometido, cuja vinda hoje celebramos.
Fazemos assim, pois Ele é como que a alma da Igreja, como nos ensinou o Papa Bento XVI na oração do Regina Caeli de 31 de maio de 2009. O que seria da Igreja sem Ele? Aquilo que a nossa alma realiza em nosso corpo, estando presente em todo ele, assim também o Espírito Santo em todos os membros do Corpo de Cristo que é a Igreja (cf. 1Cor 12,12-13). Nada escapa à sua presença e ação, pois é por Ele que a Igreja permanece unida à sua Cabeça, que é Cristo.
O Espírito Santo, vindo sobre os Apóstolos, lhes concede o que antes não tinham. As dúvidas de alguns, como ouvimos na semana passada, agora já não existem mais. Sua vinda como línguas de fogo sobre suas cabeças lhes abre a inteligência da Fé (At 2,3). Como o Espírito Santo é a Pessoa-Amor, que brota do coração do Pai ao Filho e do Filho ao Pai, mantendo-os unidos em perfeita comunhão eternamente, Ele é enviado para que também os Apóstolos e a Igreja nascente permaneçam unidos e partam em missão para todos os povos. Ela nasce católica para o mundo, pois é enviada a todos, para a todos anunciar a palavra da Verdade, tudo o que Jesus ordenou, como ouvimos na semana passada (Mt 28,19-20).
O milagre que contemplamos nesse dia revela a identidade missionária da Igreja e como ela é enviada aos povos. Todos os povos do mundo antigo estão presentes para a festa de Pentecostes dos judeus, em que celebravam a constituição do Povo de Israel no Sinai e o dom da Lei entregue a Moisés (cf. Ex 19–20). Doravante, surge o Novo Israel; agora a Lei que é entregue não está mais escrita em tábuas de pedra, mas é derramada nos corações pelo Espírito Santo (cf. Jr 31,33; Ez 36,26-27).
Apesar de todos os povos, de línguas diferentes, estarem reunidos, ao ouvirem os Apóstolos, os escutam, cada qual, na sua própria língua (At 2,4-11). Pelo dom do Espírito, todos podem fazer parte desse Novo Israel e da Igreja; todos nela têm lugar. Todos têm acesso às maravilhas de Deus na sua própria língua. Esta tradução, por assim dizer, é realizada pelo Espírito Santo, pois, sendo Ele o nexo de Amor do Pai e do Filho na eternidade, é também Ele que realiza a comunhão em Cristo de todos os que são admitidos na Igreja. Não mais Babel, onde todos se separam por causa do orgulho de, pela própria força, querer subir ao céu (Gn 11,1-9), mas a Igreja, onde Cristo, sendo a Cabeça e estando no céu, sentado à direita do Pai, de lá nos envia o Espírito e, por Ele, nos atrai para a mesma comunhão eterna de Amor. E aqui o orgulho não tem lugar, mas a humildade do arrependimento dos pecados e do Batismo, onde o mesmo Espírito nos faz filhos de Deus e membros de Cristo e da Igreja (cf. At 2,37-38).
E, uma vez nela, com o Espírito derramado em nossos corações, somos chamados a ser um só corpo e um só espírito. Somos chamados a nos abrirmos ao dom que Jesus pede ao Pai: “para que todos sejam um, como eu sou um em ti, ó Pai” (Jo 17,21). Os dons variados que o Espírito concede aos variados membros da Igreja têm essa finalidade. Ninguém é maior ou menor, mas todos nos completamos uns aos outros e cooperamos mutuamente, pelos dons recebidos, à comunhão.
E onde a comunhão é ferida pelo pecado, Jesus, aparecendo aos Apóstolos e lhes concedendo o Espírito, junto com Ele concede também o poder do perdão dos pecados, que é concedido pelos que envia, mas também pelo ministério de toda a Igreja (Jo 20,22-23).
Caros irmãos e irmãs, o Espírito Santo, o Amor do Pai e do Filho, é Deus com um e outro e sempre agiu a fim de nos comunicar a Vida e a Palavra de Deus. Como agiu no ventre puro da Virgem, tornando-a Mãe do Verbo que o Pai proferiu no tempo, continua a nos conceder, pela Igreja, nossa mãe, a mesma vida na graça pelos Sacramentos, onde o Espírito Santo age e transmite o que cada um significa: nos faz filhos pelo Batismo; nos fortalece na Crisma para testemunharmos o Senhor e a Fé; transforma pão e vinho no Corpo e Sangue de Cristo; nos une à Paixão de Cristo e nos dá alívio das dores na Unção dos Enfermos e cura, se Deus quiser; nos dá de novo a graça do Batismo na Penitência, se a perdemos pelo pecado; faz dos esposos imagem da união de Cristo e da Igreja; e configura, pela Ordem, pobres homens em seus sacerdotes para continuarem a oferecer o Santo Sacrifício de Cristo.
E todos esses sinais vivos da ação do Espírito nos são dados para os demais, para serem postos a serviço da edificação da Igreja, Corpo de Cristo, sem temor, pois Ele é nosso Advogado e Consolador.
Invoquemos, pois, sempre o Espírito Santo e não o “entristeçamos”, nos fechando à sua ação (Ef 4,30). Ele nos manterá unidos a Cristo e entre nós, para darmos testemunho do desejo eterno do Pai e do Filho: para que sejamos um.

Louvado seja Nosso
Senhor Jesus Cristo!

Liturgia Diária
24/05/2026

Liturgia Diária

Primeira Leitura (At 2,1-11) Leitura dos Atos dos Apóstolos: 1Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. 2De repente, veio do céu um...

Santa Missa da Vigília de Pentecostes "Enviai o Vosso Espírito Senhor, e da terra toda face renovai!"
24/05/2026

Santa Missa da Vigília de Pentecostes
"Enviai o Vosso Espírito Senhor,
e da terra toda face renovai!"

Parabéns, Feliz Aniversário!!!Deus os Abençoe sempre!!!🎂🥂🍾🎈🥳Lucas Fabri de Oliveira Ivanildo Nogueira
22/05/2026

Parabéns, Feliz Aniversário!!!
Deus os Abençoe sempre!!!
🎂🥂🍾🎈🥳
Lucas Fabri de Oliveira
Ivanildo Nogueira

22/05/2026

SANTO DO DIA

22 DE MAIO

Santa Rita de Cássia, intercessora das famílias e das causas impossíveis

Uma infância cheia de devoção

A pequena periferia de Roccaporena, na Úmbria, foi berço de Margarida Lotti, provavelmente por volta de 1371, chamada com o diminutivo de “Rita”. Seus pais, humildes camponeses e pacificadores, procuraram dar-lhe uma boa educação escolar e religiosa na vizinha cidade de Cássia, onde a instrução era confiada aos Agostinianos. Naquele contexto, amadurece a devoção a Santo Agostinho, São João Batista e São Nicolau de Tolentino, que Rita escolheu como seus protetores.

Mulher e mãe dedicada

Por volta de 1385, a jovem se uniu em matrimônio com Paulo de Ferdinando de Mancino. A sociedade de então era caracterizada por diversas contendas e rivalidades políticas, nas quais seu marido estava envolvido. Mas a jovem esposa, através da sua oração, serenidade e capacidade de apaziguar, herdadas pelos pais, o ajudou a viver, aos poucos, como cristão de modo mais autêntico. Com amor, compreensão e paciência, a união entre Rita e Paulo tornou-se fecunda, embelezada pelo nascimento de dois filhos: Giangiacomo e Paulo Maria. Porém, a espiral de ódio das facções políticas da época acometeram seu lar doméstico.

Assassinato do esposo e perdão

O esposo de Rita, que se encontrava envolvido também por vínculos de parentela, foi assassinado. Para evitar a vingança dos filhos, escondeu a camisa ensanguentada do pai. Em seu coração, Rita perdoou os assassinos do seu marido, mas a família Mancino não se resignou e fazia pressão, a ponto de desatar rancores e hostilidades. Rita continuava a rezar, para que não fosse derramado mais sangue, fazendo da oração a sua arma e consolação.

Doença dos filhos

Entretanto, as tribulações não faltaram. Uma doença causou a morte de Giangiacomo e de Paulo Maria; seu único conforto foi pensar que, pelo menos, suas almas foram salvas, sem mais correr o risco de serem envolvidos pelo clima de represálias, provocado pelo assassinato do marido. Tendo ficado sozinha, Rita intensificou sua vida de oração, seja pelos seus queridos defuntos, seja pela família de Mancino, para que perdoasse e encontrasse a paz.

Pedido recusado

Com a idade de 36 anos, Rita pediu para ser admitida na comunidade das monjas agostinianas do Mosteiro de Santa Maria Madalena de Cássia. Porém, seu pedido foi recusado: as religiosas temiam, talvez, que a entrada da viúva de um homem assassinado pudesse comprometer a segurança do Convento. No entanto, as orações de Rita e as intercessões dos seus Santos protetores levaram à pacificação das famílias envolvidas na morte de Paulo de Mancino e, após tantas dificuldades, ela conseguiu entrar para o Mosteiro.

Monja Agostiniana

Narra-se que, durante o Noviciado, para provar a humildade de Rita, a Abadessa pediu-lhe para regar o tronco seco de uma planta, e sua obediência foi premiada por Deus, pois a videira, até hoje, é vigorosa. Com o passar dos anos, Rita distinguiu-se como religiosa humilde, zelosa na oração e nos trabalhos que lhe eram confiados, capaz de fazer frequentes jejuns e penitências. Suas virtudes tornaram-se famosas até fora dos muros do Mosteiro, também por causa das suas obras de caridade, juntamente com algumas coirmãs; além da sua vida de oração, ela visitava os idosos, cuidava dos enfermos e assistia aos pobres.

A Santa das rosas

Cada vez mais imersa na contemplação de Cristo, Rita pediu-lhe para participar da Sua Paixão. Em 1432, absorvida em oração, recebeu a ferida na fronte de um espinho da coroa do Crucifixo. O estigma permaneceu, por quinze anos, até a sua morte. No inverno, que precedeu a sua morte, enferma e obrigada a ficar acamada, Rita pediu a uma prima, que lhe veio visitar em Roccaporena, dois figos e uma rosa do jardim da casa paterna. Era janeiro, período de inverno na Itália, mas a jovem aceitou seu pedido, pensando que Rita estivesse delirando por causa da doença. Ao voltar para casa, ficou maravilhada por ver a rosa e os figos no jardim e, imediatamente, os levou a Rita. Para ela, estes eram sinais da bondade de Deus, que acolheu no Céu seus dois filhos e seu marido.

Veneração de Rita

Santa Rita expirou na noite entre 21 e 22 de maio de 1447. Devido ao grande culto que brotou logo depois da sua morte, o corpo de Rita nunca foi enterrado, mas mantido em uma urna de vidro. Rita conseguiu reflorescer, apesar dos espinhos que a vida lhe reservou, espalhando o bom perfume de Cristo e aquecendo tantos corações no seu gélido inverno. Por este motivo e em recordação do prodígio de Roccaporena, a rosa é, por excelência, o símbolo de Rita.

A minha oração

“Rita, grande intercessora das famílias, a ti pedimos verdadeiras graças de conversão sobre aqueles aos quais amamos. Tuas rosas são sinais de salvação, por isso, te pedidos a paciência e o perdão, a oração e intercessão, ajuda-nos de forma concreta nesta luta. Amém!”

Santa Rita de Cássia , rogai por nós!

Este ano iremos fazer a confecção do tapete de Corpus Christi Para isso, contamos com a ajuda de vocês, precisamos da do...
21/05/2026

Este ano iremos fazer a confecção do tapete de Corpus Christi
Para isso, contamos com a ajuda de vocês, precisamos da doação de casca de ovo ( lavada) e pó de café ( para que não tenha o risco de mofar, pode ser colocado um pouco no sol)

A entrega pode ser feita na paróquia até o dia 31/05

Endereço

R. Carta Magna 181/Vl. Quintana, São José
São Paulo, SP
04837-110

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Terça-feira 08:00 - 12:00
Quarta-feira 08:00 - 12:00
Quinta-feira 08:00 - 12:00
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