Paróquia São José

Paróquia São José Página Oficial
Paróquia São José, Setor Interlagos | Diocese de Sto. Amaro. Envie suas fotos
(1)

Horário das Missas - Quarta - Quinta - Sexta às 19h Domingo às 7h e 9h e 18h

Parabéns, Feliz Aniversário!!!Deus te Abençoe sempre!!!🎂🥂🍾🎈🥳🎊🎈🎉Eliza
24/08/2026

Parabéns, Feliz Aniversário!!!
Deus te Abençoe sempre!!!
🎂🥂🍾🎈🥳🎊🎈🎉
Eliza

AGENDA SEMANALTERÇA-FEIRATerço dos Homens às 19h30 QUARTA-FEIRATerço de São José e Confissões às 18h Santa Missa às 19h ...
24/08/2026

AGENDA SEMANAL

TERÇA-FEIRA
Terço dos Homens às 19h30

QUARTA-FEIRA
Terço de São José e Confissões às 18h
Santa Missa às 19h

QUINTA-FEIRA
Adoração e Confissões às 18h
Santa Missa às 19h

SEXTA-FEIRA
Palestea com Carla Augusta do Grupo Mãezinha das Lágrimas, Oração da Coroa das Lágrimas de Nossa Senhora e Confissões às 18h
Santa Missa às 19h

SÁBADO
Santo Rosário às 18h

DOMINGO
Santa Missa às 07h, 09h e 18h

24/08/2026

SANTO DO DIA

24 DE AGOSTO

São Bartolomeu, o verdadeiro israelita

Origens

Sobre São Bartolomeu, tudo o que sabemos sobre a sua vida vem dos textos evangélicos, especialmente do Evangelho de São João. Bartolomeu era um pescador de Caná, mas conhecia bem Nazaré, situada a apenas 8 km de distância, mas não confiava naqueles montanheses. Por isso, era um pouco cético quando seu amigo Filipe lhe falou sobre Jesus. Mas ele lhe respondeu simplesmente: “venha e veja”. Assim, Bartolomeu foi e, logo que Jesus o viu, lhe demonstrou ter uma confiança sem precedentes: finalmente um israelita sincero.

Natanael

No Evangelho, ele também é chamado de Natanael. Em hebraico, a palavra “bar” que dizer “filho” e “tholmai” significa “agricultor”. Por isso, os historiadores são unânimes em afirmar que Bartolomeu-Natanael trata-se de uma só pessoa.

Encontro com Jesus

No primeiro encontro com Jesus, Bartolomeu era cético e, às vezes, irônico com relação às coisas de Deus.

Ele era um homem concreto, apegado à tradição e que meditava diariamente a Bíblia, conforme a Lei exigia. Contudo, depois de toda aquela desconfiança, a adesão de Bartolomeu a Jesus foi total: “Vós sois o Rei de Israel!”, exclamou!

Depois de convertido, tornou-se um dos apóstolos mais ativos e presentes na vida pública de Jesus. A melhor descrição que temos de Bartolomeu foi feita pelo próprio Mestre: “Aqui está um verdadeiro israelita, no qual não há fingimento”.

Devido à sua origem, presume-se que Bartolomeu podia estar presente nas Bodas de Caná, palco do primeiro milagre de Jesus, mas não há provas nos textos.

Conversão de Povos

Após a morte de Jesus, sabemos quais Apóstolos estavam reunidos em oração no Cenáculo, porque os Atos mostram uma lista precisa de nomes. Entre eles também estava Bartolomeu.

O que este apóstolo fez depois não se sabe historicamente, mas parece que foi pregar a Palavra em várias regiões do Oriente, da Mesopotâmia à Índia. Realizou milagres e curas milagrosas até chegar à Armênia.

Ali, além de converter as populações de 12 cidades, conseguiu até evangelizar o rei Polímio e sua esposa, causando ira entre os sacerdotes das divindades locais.

Páscoa

Astiage, irmão do rei Polímio, convencido pelos próprios sacerdotes, mandou condená-lo à morte. Seu martírio ocorreu em Albanópolis, por volta do ano 68.

Ao longo dos séculos, depois de milhares de peripécias, suas relíquias chegaram a Roma. Graças à mediação do imperador Otão III, onde descansam na Basílica a ele dedicada na Ilha Tiberina.

A Igreja comemora São Bartolomeu Apóstolo no dia de sua morte. Ele se tornou o modelo para quem se deixa conduzir pelo outro ao Senhor Jesus Cristo.

Minha oração

“À grande testemunha do ressuscitado, rogamos que nos torne testemunhas da vida de Cristo hoje. Que Ele seja amado, adorado e acolhido acima de tudo e todos. A partir da nossa vida, todos vejam que Ele vive e Reina. Amém.”

São Bartolomeu, rogai por nós!

A vocação dos leigos é um chamado de Deus para viver a fé no dia a dia, levando o amor de Cristo para dentro da família,...
23/08/2026

A vocação dos leigos é um chamado de Deus para viver a fé no dia a dia, levando o amor de Cristo para dentro da família, do trabalho, da comunidade e de todos os lugares onde estamos.

Ser leigo é compreender que todos temos uma missão na Igreja. Através do serviço, da oração, do testemunho e da caridade, somos chamados a construir o Reino de Deus e a ser presença de Cristo no mundo.

“Vós sois o corpo de Cristo e, individualmente, sois membros desse corpo.”
(1Coríntios 12,27)

Que cada leigo possa reconhecer os dons que Deus lhe concedeu e colocá-los a serviço, com amor e dedicação. Nossa vocação é um chamado à missão!

Que o Senhor fortaleça todos os leigos que, com simplicidade e fé, fazem da própria vida um instrumento de evangelização.

“A Igreja é de todos nós. Sua vocação, sua missão, nosso caminho em comunhão!”

23/08/2026

Pe. Samuel Pereira Viana

HOMILIA NO XXI DOMINGO COMUM A

Louvado seja Nosso
Senhor Jesus Cristo!

Irmãos e irmãs, hoje novamente o Senhor nos coloca diante de sua sempre atuante Providência. Mesmo que pareça dormir, Ele sempre vigia: «não cochila nem dorme o guarda de Israel» (Sl 121,4).
Deus se mostra conduzindo o seu povo e intervindo em seu destino, sem com isso retirar do homem a liberdade nem ferir o plano de salvação (Is 22,19-23). Sobna, que exercia a função de guardião do palácio do rei Ezequias, é destituído porque se entregara aos próprios interesses: construíra para si um mausoléu na rocha e desperdiçara recursos num momento de grande dificuldade para o povo. Em seu lugar, o Senhor coloca Eliacim, a quem confia a chave da casa de Davi: «o que ele abrir, ninguém fechará; o que ele fechar, ninguém abrirá».
Tudo isso nos prepara para o Evangelho (Mt 16,13-20), no qual a Pedro é dado o «poder das chaves». Esta expressão é rica de significados. O contraste com Sobna é claro: enquanto aquele se entregara aos próprios interesses, desprezando a Deus, ao rei e ao povo a quem devia servir, Pedro receberá de Deus Pai a revelação e a força para cumprir a sua missão. Fraco, sim, mas não infiel!
Quando São Paulo canta «a profundidade da riqueza, da sabedoria e da ciência de Deus» e a impenetrabilidade dos seus caminhos (Rm 11,33-36), recorda-nos que somos todos chamados a permanecermos fiéis ao Senhor. Mesmo que sejamos favorecidos, «tudo é dele, por ele e para ele».
Ora, tudo quanto o Senhor nos concede — sejam postos de governo, de serviço ou bens — somos chamados a desempenhar como serviço dirigido a Ele e à sua glória, para o bem do seu povo. E a sua glória, nunca é demais lembrar, «é que o homem viva», como dizia Santo Ireneu de Lião; mas «a vida do homem é a visão de Deus» (Adversus Haereses IV,20,7).
O texto do Evangelho que narra a profissão de fé de Pedro — «Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo» — pode também ser encarado por nós como esta dupla missão que, no fim, se tornam uma só: o encontro e a participação na vida feliz de Deus. Para isto Pedro recebe o poder das chaves, com tudo o que ele significa: poder de julgar, de atar e desatar, de ensinar com autoridade, de governar, de decidir quem entra e quem sai, de perdoar ou não perdoar. Tem uma só finalidade: tendo origem em Deus Pai e sendo dado por Cristo, o Filho, deve ser sempre exercido segundo a vontade de Deus, e não segundo Pedro. Aquele que detém as chaves tem a responsabilidade primeira de introduzir os que batem, segundo as regras de acesso.
Observem que só depois de o Senhor ter ouvido as opiniões das pessoas é que pergunta aos discípulos: «E vós, quem dizeis que eu sou?». Seriam eles os responsáveis por introduzir os que batessem ao seu convívio. Todavia, só depois de a verdadeira identidade do Senhor ser afirmada por Pedro, em nome dos Doze e da Igreja, é que ele recebe a incumbência e o poder das chaves.
Já Santo Agostinho, explicando a relação de Pedro com a pedra sobre a qual o Senhor edifica a sua Igreja, dizia: Pedro, de pedra, como cristão, de Cristo (Sermão 76). Qual é, pois, a pedra sobre a qual Deus edifica a Igreja e qual a chave para nela entrar? Qual a porta? A pedra é o próprio Senhor Jesus Cristo, o Messias; a chave que abre o acesso a Deus é a fé n’Ele como tal; e a porta, novamente, é o próprio Senhor. «Ninguém vai ao Pai senão por mim» (Jo 14,6).
O exercício do poder das chaves, se vivido sem Deus, não cumpre a sua finalidade: o responsável é logo substituído, como se deu com Sobna. Porém, quando exercido segundo a vontade de Deus, como serviço que é, por Ele sustentado, o que se tem é a firmeza mesma do serviço e o gozo das delícias do Palácio Real, que no caso é a vida eterna que consiste no conhecer ao Pai, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, seu Filho enviado (Jo 17,3). Este é o real poder das chaves confiado a Pedro e à Igreja: a todos levar a Jesus Cristo e ao Pai, guiados pelo Espírito Santo.
Caros irmãos e irmãs, «E vós, quem dizeis que eu sou?» Ele se interessa pela nossa resposta; não o deixemos esperando… Disso depende a nossa salvação. Não só a resposta, mas o viver segundo o que respondemos.
Lembremos mais uma vez o que nos diz Paulo: «Como são inescrutáveis os seus juízos e impenetráveis os seus caminhos!». Por mais que nos possa parecer difícil compreender a loucura do Amor de Deus em se fazer um de nós e nos salvar pela Paixão, e em escolher instrumentos inadequados que se deixem conduzir por Ele, acolhamos. O Amor não se compreende, contempla-se; o Amor não domina, oferece-se; o Amor não se compra, é um dom; o Amor não se exige, recebe-se; o Amor não se explora, se corresponde com a vida.
Esta é a vocação de Pedro, dos demais Apóstolos e também de todos os fiéis. Vivamos e amemos, procurando exercer o que o Senhor nos pede, visando a nossa salvação — que é graça! — e a dos outros, para podermos entrar na sua presença e g***r das suas delícias.

Louvado seja Nosso
Senhor Jesus Cristo!

22/08/2026

SANTO DO DIA

22 DE AGOSTO

Nossa Senhora Rainha, mediadora da paz

Origens

A festa de Santa Maria Rainha foi instituída pelo Pio XII, na carta encíclica Ad Caeli Reginam, no dia 11 de outubro do ano de 1954, para ser celebrada no dia 31 de maio. Em virtude da reforma pós-conciliar, foi transmitida como memória para oito dias depois da Festa da Assunção de Nossa Senhora.

Contudo, desde os primeiros séculos da Igreja católica, elevou o povo cristão orações e cânticos de louvor e de devoção à Rainha do céu, tanto nos momentos de alegria, como também quando se via ameaçado por graves perigos.

A realeza de Maria

Com razão, o povo acreditou fielmente, já nos séculos passados, que a mulher, de quem nasceu o Filho do Altíssimo, recebeu mais que todas as outras criaturas singulares privilégios de graça. E, considerando que há estreita relação entre uma mãe e o seu filho, sem dificuldade reconhece na Mãe de Deus a dignidade real sobre todas as coisas.

Tudo que se refere ao Messias traz a marca da divindade. Assim, todos os cristãos veem em Maria a superabundante generosidade do amor divino, que A acumulou de todos os bens. A Igreja convida o povo a invocá-La não só com o nome de Mãe, e sim com aquele de Rainha, porque Ela foi coroada com o duplo diadema, de virgindade e de maternidade divina.

Rainha, Maria e Mediadora da paz

A festa possui a finalidade de que todos reconheçam mais claramente e melhor honrem o clemente e materno império da Mãe de Deus. Para assim, contribuir para que se conserve, consolide e torne perene a paz dos povos.

Como se tornou uma festa

No século XX, começaram os movimentos para a proclamação de Nossa Senhora Rainha do Universo, a partir de três congressos marianos daquela época. O grande impulsor foi Pio XI que, na conclusão do Ano Santo de 1925, proclamou a Festa de Cristo Rei.

Mais tarde, foi uma mulher, Maria Desideri, que, nos anos 1930, em Roma, deu início ao movimento Pro regalitatae Mariae, para recolher petições de todo o mundo em favor da instituição da festa. E foi justamente esse percurso que levou à decisão de Pio XII de instituir a festa litúrgica.

Um mês depois, em 1954, Papa Pacelli pronunciou um importante discurso em honra de Maria Rainha, antes de fazer uma comovente oração e a coroação da Venerada imagem de Maria “Salus Populi Romani”.

Certamente, Pio XII recordava da ajuda que recebera de Nossa Senhora quando – invocada durante a Segunda Guerra Mundial –, evitou que Roma fosse alvo de uma batalha final entre alemães e aliados.

Não foi por acaso que Pio XII proclamou 1953 Ano Mariano. Inaugurou a tradição da homenagem a Maria por parte dos Papas, no dia 8 de dezembro, e isso permanece até hoje com grande devoção.

Minha oração

“Ó querida Mãezinha, coloca-nos sob a tua proteção e auxílio, que, debaixo do teu manto, sejamos acolhidos, consolados e amparados. Tu és a nossa mãe; e a Ti nos entregamos, mais uma vez, durante este dia dedicado à Tua honra. Reine sobre o mundo inteiro. Amém!”

Nossa Senhora Rainha, rogai por nós!

Parabéns, Feliz Aniversário!!!Deus te Abençoe sempre!!!🎂🥂🍾🎈🥳🎊🎈🎉Thayná
21/08/2026

Parabéns, Feliz Aniversário!!!
Deus te Abençoe sempre!!!
🎂🥂🍾🎈🥳🎊🎈🎉
Thayná

Endereço

R. Carta Magna 181/Vl. Quintana, São José
São Paulo, SP
04837-110

Horário de Funcionamento

Terça-feira 08:00 - 12:00
Quarta-feira 08:00 - 12:00
Quinta-feira 08:00 - 12:00
Sexta-feira 08:00 - 12:00
Sábado 08:00 - 12:00

Telefone

+551159283734

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Paróquia São José posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Paróquia São José:

Atalhos

Compartilhar

Categoria