Catequese Paróquia Nossa Senhora do Carmo - Itaquera

Catequese Paróquia Nossa Senhora do Carmo - Itaquera Informações sobre a Catequese da Paróquia Nossa Senhora do Carmo - Itaquera

17/03/2020

Paz e bem !
Em virtude das orientações dos órgãos de Saúde Pública, a Paróquia decidiu suspender os encontros de Catequese até a Páscoa.
Para quem vai iniciar a Catequese este ano, as inscrições podem ser feitas por aqui mesmo, basta enviar nome completo, data de nascimento da criança e telefone para contato.

Se cuidem e fiquem com Deus.

08/03/2020

Atenção !!!!

Esta semana retornam nossos encontros de Catequese.

Para quem vai começar este ano, é só escolher o melhor dia e horário e comparecer no CIFA no dia/horário escolhido.

- Terça-feira, das 08h30 às 10h30, catequista Toninha;
- Terça-feira, das 15h às 17h, catequista Glória;
- Sábado, das 08h às 10h, catequistas Leonilda e Socorro.

“Não fui preparado para lidar com um rompimento de barragem. Quanto mais nessa extensão. Comecei a questionar os valores...
26/01/2020

“Não fui preparado para lidar com um rompimento de barragem. Quanto mais nessa extensão. Comecei a questionar os valores da vida. Por que têm de acontecer coisas assim tão brutais? Por que deixaram acontecer uma tragédia dessas? É raro o dia em que não choro pela situação de Brumadinho”, desabafa o religioso, que aos 49 anos é bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte e responsável pela Região de Nossa Senhora do Rosário, com 150 comunidades, incluindo Brumadinho. (...)
"Muitos casos me chamam a atenção. Me pego vendo o desamparo das pessoas que estão olhando para o vazio e isso dói demais na gente. A gente pensa que por mais que se tente lutar, ajudar a pessoa a reconstruir sua vida, vemos que não estão dando conta de abraçar esses objetivos. O que vemos também é choro toda hora. Tem casas onde as famílias estão presas em angústias e o que resta a fazer é chorar o tempo inteiro. Tenho muito apreço por uma família, a do senhor Geraldo e da dona Ambrosina. Até me emociono ao falar deles. Perderam a filha e o genro, deixando um casal de netos gêmeos que se chamam Geraldo e Antônio. Esses dois estão num nível de sofrimento muito alto. Até agora não encontraram a filha. Mas mesmo sob essa dor surge a força, pois estão cuidando dos netos de 1 ano e 4 meses como se fossem seus filhos – e o são. Os meninos estão uma gracinha, mas você vê o choque nesse casal. O senhor Geraldo mesmo é um que disse que nunca tinha tomado remédios. E que hoje só vive com remédios. Os meninos são uma lembrança, mas também uma saída, pois já chamam os avós de papai e mamãe." (...)
"Temos de debater caminhos alternativos, até mesmo de economia. Caminhos que passam pela ecologia, pela cultura, pelo turismo, pela agricultura familiar. Isso tem de ser debatido como propostas alternativas para a gente dialogar com um sistema que é unitário, que é o da mineração, da dependência do minério. Isso até as autoridades sabem. Quando há um império de uma coisa única, um patrão único, f**a difícil de dialogar sobre outras perspectivas. Na região de Brumadinho é urgente que se pense em caminhos alternativos. Se continuarmos nesse mesmo processo, a dor só será mais aguda."

Bispo que assumiu a missão de levar amparo e esperança às vítimas do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão conta ao EM o que viu e como a tarefa mudou sua vida

25 de janeiro celebramos a conversão de São Paulo.
25/01/2020

25 de janeiro celebramos a conversão de São Paulo.

SÃO PAULO - apóstolo dos gentios

O apóstolo dos gentios e das nações nasceu em Tarso. Da tribo de Benjamim, era judeu de nação. Tarso era mais do que uma colônia de Roma, era um município. Logo, ele recebeu também o título de cidadão romano. O seu pai pertencia à seita dos fariseus. Foi neste ambiente, em meio a tantos títulos e adversidades, que ele foi crescendo e buscando a Palavra de Deus.
Combatente dos vícios, foi um homem fiel a Deus. Paulo de Tarso foi estudar na escola de Gamaliel, em Jerusalém, para aprofundar-se no conhecimento da lei, buscando colocá-la em prática. Nessa época, conheceu o Cristianismo, que era tido como um seita na época. Tornou-se, então, um grande inimigo dessa religião e dos seguidores desta. Tanto que a Palavra de Deus testemunha que, na morte de Santo Estevão, primeiro mártir da Igreja, ele fez questão de segurar as capas daqueles que o [Santo Estevão] apedrejam, como uma atitude de aprovação. Autorizado, buscava identif**ar cristãos, prendê-los, enfim, acabar com o Cristianismo. O intrigante é que ele pensava estar agradando a Deus. Ele fazia seu trabalho por zelo, mas de maneira violenta, sem discernimento. Era um fariseu que buscava a verdade, mas fechado à Verdade Encarnada. Mas Nosso Senhor veio para salvar todos.
Encontramos, no capítulo 9 dos Atos dos Apóstolos, o testemunho: "Enquanto isso, Saulo só respirava ameaças e morte contra os discípulos do Senhor. Apresentou-se ao príncipe dos sacerdotes e pediu-lhes cartas para as sinagogas de Damasco, com o fim de levar presos, a Jerusalém, todos os homens e mulheres que seguissem essa doutrina. Durante a viagem, estando já em Damasco, subitamente o cercou uma luz resplandecente vinda do céu. Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: 'Saulo, Saulo, por que me persegues?'. Saulo então diz: 'Quem és, Senhor?'. Respondeu Ele: 'Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro te é recalcitrar contra o aguilhão'. Trêmulo e atônito, disse Saulo: 'Senhor, que queres que eu faça?' respondeu-lhe o Senhor: 'Levanta-te, entra na cidade, aí te será dito o que deves fazer'".
O interessante é que o batismo de Saulo é apresentado por Ananias, um cristão comum, mas dócil ao Espírito Santo.
Hoje estamos comemorando o testemunho de conversão de São Paulo. Sua primeira pregação foi feita em Damasco. Muitos não acreditaram em sua mudança, mas ele perseverou e se abriu à vontade de Deus, por isso se tornou um grande apóstolo da Igreja, modelo de todos os cristãos. São Paulo, rogai por nós!

Não foi acidente foi ecocídio !
25/01/2020

Não foi acidente foi ecocídio !

25 de Janeiro.

Um ano do crime da Companhia Vale do Rio Doce em Brumadinho.

A barragem do Córrego do Feijão rompeu às 12h28 do dia 25/01/2018. 270 pessoas morreram; 11 famílias ainda não conseguiram enterrar seus parentes, que continuam desaparecidos.

A cidade de Brumadinho enfrenta uma crise de saúde mental em seus moradores. O consumo de antidepressivos subiu 56%; o de ansiolíticos, 79%. O índice de suicídios também aumentou.

O Rio Paraopeba está destruído. Considerado hoje um "rio morto", não tem condições de ter vida aquática em suas águas. Água essa, aliás, que também não pode ser consumida pela população.

Um ecossistema inteiro foi devastado.

Famílias perderam suas casas. Suas histórias. Seus meios de subsistência.

E qual a causa disso tudo? A lógica capitalista. O lucro acima de tudo, acima da vida. Uma empresa que preferiu, mesmo sabendo que havia riscos aos seus trabalhadores, continuar com suas operações sucatedas, optando sempre por gastar menos e ganhar mais.

A mineração no Brasil e seu modelo predatório coloca vidas em risco. São sempre por promessas de bons empregos e melhoria na condição de vidas dos trabalhadores. Mas o resultado é sempre o mesmo: poluição, remoção de comunidades de seus territórios, alteração e, muitas vezes, destruição de biomas inteiros, contaminação da água e do solo, especulação imobiliária, trabalho precarizado.

Hoje, quando esse ecocídio da completa 1 ano, não deixemos que a memória daqueles que morreram se apague, nem que suas mortes sejam esquecidas. Não podemos seguir permitindo que o sistema vigente continue assassinando pessoas e destruindo a natureza, que também é parte de nós. Os problemas sociais causados pelo capitalismo e a destruição ambiental que ele promove são indissociáveis, por isso a luta ecossocialista é a luta anticapitalista. E também é a luta pela vida: que ela venha em primeiro lugar.

Ecossocialismo ou extinção.

"Carriquiry afirma que "a América Latina continua sendo a região com as maiores desigualdades do mundo, onde enormes con...
23/01/2020

"Carriquiry afirma que "a América Latina continua sendo a região com as maiores desigualdades do mundo, onde enormes concentrações de riqueza são mantidas por oligarquias, que ostentam um estilo de vida opulento e tendem a protegê-lo em áreas cada vez mais protegidas por todos os meios, vivendo lado a lado com as "vilas miserias" ("favelas", favelas, etc.) e as grandes maiorias humanas que lutam diariamente para manter suas condições de vida e de trabalho. (...)
"estes protestos espontâneos de rua são uma resposta ao peso de muitos sofrimentos e sacrifícios sofridos, de muitas humilhações sofridas e de horizontes de esperança que parecem bloqueados". É como a explosão de uma "panela de pressão". A isto, devemos acrescentar as acentuadas desigualdades sociais, o impacto da corrupção e como os benefícios obtidos pelos que nela participam se traduzem em escassez para a maioria. (...)
"Com isto quero dizer que as grandes instituições públicas dos países latino-americanos têm perdido credibilidade" e ele insiste: "Quando falo de falência institucional não me refiro apenas à credibilidade das autoridades governamentais, mas também das elites tecnocráticas, das Forças Armadas e das Empresas".
(...)
Carriquiry enfatiza: "As pessoas estão cansadas e muito zangadas com o espetáculo de corporações auto-referenciais de políticos profissionais que estão absorvidas em suas propostas de poder, com desqualif**ações e insultos, mais interessadas em seus interesses do que no bem comum, sem paixão por seu próprio povo e menos pelos humildes e indefesos, sem grandes projetos nacionais e populares, incapazes de levantar esperanças bem fundamentadas.
(...)
Carriquiry conclui que "as convulsões locais e nacionais não podem fazer-nos perder de vista a perspectiva e a utopia da 'Grande Pátria' que o Papa Francisco tanto aprecia: "É uma condição indispensável para enfrentar as exigências inevitáveis da luta contra a pobreza, da dignidade do trabalho para todos e de maiores condições de equidade em um subcontinente que tem o infeliz registro de abrigar desigualdades sociais abismais".
(...)
Ele encerra sua apresentação afirmando: "... esperamos por líderes e vontade política mais inteligentes, determinados e apaixonados para dar um novo impulso regional, novas realizações concretas e novos horizontes à integração e unidade latino-americanas"."

Em 18 de janeiro deste ano, o professor Guzmán Carriquiry, secretário da Pontifícia Comissão para a América-Latina, deu uma palestra para um grande ...

20/01/2020

"Somos homens e mulheres que fazem memória e damos testemunho de Jesus Cristo. O PP. Francisco diz: "a memória é uma dimensão da nossa fé. Jesus deixa-nos a Eucaristia como memória cotidiana da Igreja, que nos introduz cada vez mais na Páscoa. (...) A memória faz-nos presente, juntamente com Jesus, uma verdadeira 'nuvem de testemunhas' (Hb 12, 1). De entre elas, distinguem-se algumas pessoas que incidiram de maneira especial para fazer germinar a nossa alegria crente": os 12 apóstolos e a "apóstola entre os apóstolos" - Maria Madalena -; discípulas e discípulos das primeiras gerações; os mártires e santos ao longo dos séculos no Oriente e no Ocidente - S. Sebastião, cuja festa celebramos amanhã ... "Às vezes, trata-se de pessoas simples e próximas de nós, que nos iniciaram na vida da fé. Paulo escreve a Timóteo: 'trago à memória a tua fé sem fingimento que se encontrava já na tua avó Loide e na tua mãe Eunice' (2Tm 1, 5). O Papa Francisco adverte: 'Recordai-vos dos vossos guias, que vos pregaram a palavra de Deus' (Hb 13, 7). O crente é, fundamentalmente, uma pessoa que faz memória".
Fonte: Memorial do Senhor, 19 de janeiro de 2020.

Encontrar o tempo para a adoraçãoO Papa falou a esse respeito na primeira homilia do ano na Casa Santa Marta. O perigo p...
09/01/2020

Encontrar o tempo para a adoração

O Papa falou a esse respeito na primeira homilia do ano na Casa Santa Marta. O perigo para nós cristãos é a inconsciência de viver a fé com o espírito do mundo e não com o Espírito de Deus. Cristãos de nome, pagãos de fato.
“O pecado não o distancia de Deus se você se dá conta e pede perdão, mas o espírito do mundo o faz esquecer o que é o pecado” e o faz crer que se pode fazer tudo. Ao invés, “o Espírito Santo o conduz a Deus e se você peca o Espírito Santo o protege e ajuda-o a levantar-se, mas o espírito do mundo leva-o à corrupção, a tal ponto que você não sabe distinguir o que é bom e o que é mau: é tudo a mesma coisa, tudo é igual.”
Por isso, o Papa convida a encontrar tempo ao longo do dia para o exame de consciência: para entender o que se move em nosso coração, pedindo a graça de compreender se nos move o Espírito de Deus ou o espírito do mundo.
Devemos saber dar nosso tempo a Deus. Os Magos deixam a sua terra, saem de si mesmos para encontrar e adorar a Deus.
Mas nós encontramos o tempo para estar próximos d’Ele? Costumamos rezar sem adorar, sempre centralizados em nós mesmos, distantes de Deus.
É tempo de adorar: é a oração que nos aproxima de Deus porque O coloca no centro do nosso coração.

Fonte:

Em destaque, a atividade do Papa e da Santa Sé. Francisco pronunciou a primeira homilia do ano na Casa Santa Marta. Recordamos também o Angelus e a ...

17/04/2018

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