Fraternidade Assistencial Anália Franco

Fraternidade Assistencial Anália Franco Assistência Espiritual

Instituição Cristã de fundamentação Espírita Kardecista
Fundado em 1993 por um grupo de voluntários que, inspirados pela doutrina Kardecista, tendo como exemplo o trabalho de nossa mentora espiritual Anália Franco, quando encarnada, trabalha com crianças e seus familiares, pela moral,
ética, bons costumes em nome de Jesus. Atualmente funciona na Rua dos Comerciários, 346 - Cidade Vargas
Atende às

;
Segundas-feira; estudo sobre espiritismo (20:00 h às 21:30 h)
Quartas-feira; assistência espiritual - passes para adultos (19:30 h às 20:15 h)
Sábados; evangelização infantil para crianças de;
0 à 10 anos (8:00 h às 10:00 h)
11 à 17 anos (11:00 h às 12:20 h)

14/07/2025

O menino retirou sua túnica de acólito depois da missa, vestiu o casaco pesado e disse com olhos decididos:

— Paizinho, estou pronto.

O padre, ainda guardando os livros litúrgicos, perguntou sem pensar:

— Pronto pra quê, filho?

— Pra sair e entregar os panfletos. As pessoas precisam saber que Deus as ama.

O sacerdote lançou um olhar pela janela. A chuva caía fina, cortando o vento. Um domingo cinzento, sombrio.

— Filho… hoje está frio demais. E chovendo. Ninguém vai querer ouvir nada.

O menino hesitou. Seu rosto franzido pela dúvida… logo se firmou em convicção.

— Mas pai… as pessoas precisam de Deus mesmo nos dias chuvosos.

O padre suspirou, lutando entre o zelo paterno e a fé simples do filho. Após um instante, cedeu.

— Vá, mas tome cuidado. E leve os panfletos. Todos.

— Obrigado, papai!

E lá se foi o pequeno acólito de 11 anos, andando pelas ruas molhadas, com os sapatos encharcados, as mãos vermelhas de frio e o coração aceso como uma tocha. Por duas horas caminhou, entregando panfletos com um sorriso que parecia desafiar o tempo ruim. Um por um. Porta por porta. Gesto por gesto.

Restava apenas um último panfleto.

Na esquina deserta, ele esperou. Nenhuma alma viva. Nenhuma janela aberta. Então decidiu bater à porta da primeira casa à vista. Subiu os degraus e apertou a campainha. Nada. Bateu. Esperou. Silêncio.

Virou-se para ir embora… mas algo o fez parar. Um impulso dentro do peito, algo que não se explica. Voltou. Tocou a campainha de novo. E de novo. E outra vez. Bateu com os pequenos punhos na porta molhada. A chuva escorria pelo rosto como lágrimas silenciosas.

Finalmente, a maçaneta girou com lentidão. Uma mulher idosa apareceu à porta, pálida, com os olhos inchados e vazios, como quem já não esperava nada da vida.

— O que posso fazer por você, meu filho?

Ele sorriu. Um sorriso tão sincero que parecia iluminar aquele domingo escuro.

— Senhora… desculpe incomodar. Só queria lhe dizer que Deus a ama… de verdade. E aqui está meu último panfleto. Fala sobre esse amor.

Ela o pegou com as mãos trêmulas. Seus olhos encheram-se de lágrimas, mas sua voz apenas sussurrou:

— Obrigada, filho… que Deus te abençoe.

Na manhã seguinte, na igreja, o padre subiu ao púlpito. Antes de começar a missa, perguntou com voz tranquila:

— Alguém quer dar um testemunho?

Lá no fundo, uma senhora se levantou. Sua voz era fraca, mas seu olhar tinha uma luz que ninguém podia ignorar.

— Eu nunca estive nesta igreja. Ninguém aqui me conhece. Mas… na semana passada, eu estava prestes a morrer.

Silêncio total.

— Eu perdi meu marido recentemente. Estou sozinha no mundo. No domingo passado, a dor se tornou insuportável. Preparei tudo. Subi ao sótão com uma corda e uma cadeira. Ia pôr fim a tudo.

Ela parou, lutando contra o choro.

— Quando estava prestes a me lançar… a campainha da porta tocou. Uma. Duas. Três vezes. E depois, batidas fortes. Insistentes. Irritantes até. Pensei em ignorar. Mas algo não me deixou.

Respirou fundo.

— Desci irritada, ainda com a corda no pescoço. Abri a porta… e lá estava ele. Um menino. Um anjo. Encharcado, sorrindo, com olhos brilhando no meio da chuva. Ele disse: “Deus ama a senhora. De verdade.” E me deu um panfleto.

A mulher já não segurava as lágrimas.

— Voltei para dentro, tirei a corda… e li o panfleto. Cada palavra parecia escrita para mim. Subi, tirei a cadeira. E chorei. Chorei como não chorava há anos. Hoje estou aqui para agradecer. Não ao padre. Mas ao pequeno acólito… aquele que salvou minha vida.

A igreja estava em silêncio absoluto. Só se ouvia o som dos soluços. O padre desceu do púlpito com lágrimas caindo no rosto, foi até o primeiro banco, ajoelhou-se diante do filho, e o abraçou forte.

Naquele instante, ninguém se importava com o tempo, com a chuva, com os sermões. Naquele instante, todos haviam entendido — com o coração — o verdadeiro significado de fé, amor e salvação.

Talvez a igreja nunca mais tenha experimentado um momento tão glorioso.

12/07/2025

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09/07/2025

Antes de sua indicação ao Oscar, antes de comover o mundo com os olhos marejados e as mãos que curavam, Michael Clarke Duncan cavou trincheiras nas ruas de Chicago.

Ele era enorme, poderoso... mas terrivelmente tímido.

Sua mãe, que o criou sozinha, sempre dizia:

"Seu tamanho é um dom, mas sua ternura é seu verdadeiro poder."

Por anos, ele trabalhou como porteiro em casas noturnas, protegendo celebridades.

Ele mantinha corpos seguros — enquanto sonhava em tocar almas em uma tela de cinema.

Mas ninguém acreditava nele.

"Grande demais", diziam.

"Gentil demais", diziam.

Então, um dia, Bruce Willis o viu chorar.

Não na hora. Não ensaiado. Apenas... a verdade.

E naquele momento, ele encontrou seu John Coffey — o gigante gentil que parecia um monstro, mas só queria ajudar.

Michael chorava em todas as cenas.

Ele não estava atuando. Ele se lembrava: das palavras de sua mãe, do julgamento nos olhos de estranhos, do peso de ser incompreendido.

“Ser forte não significa revidar.

Às vezes, significa manter-se firme sem se quebrar.”

Quando ele faleceu em 2012, o mundo lamentou não seus músculos, mas sua alma.

Porque, às vezes, os maiores homens são os melhores ouvintes.

E, às vezes, um gigante não precisa rugir — ele só precisa que alguém acredite nele.

Connexion.Tokyo 🗼

09/07/2025

Durante um culto na Igreja Assembleia de Deus, no Parque Três Marias (Taubaté - SP), um senhor chamado Orlando Baptista protagonizou uma das cenas mais emocionantes que circularam pelas redes.

Enquanto todos prestavam atenção à pregação, um jovem em situação de rua entrou no templo, visivelmente agitado. Alguns fiéis ficaram apreensivos. Cleberson Santos, também membro da igreja, confessou que observava tudo com desconfiança, tentando entender o que aquele jovem faria ali.

"Aí entrou esse jovem morador de rua que está deitado no banco. Eles estava bem agitado. Fiquei olhando para ver se ele não iria aprontar", explicou Cleberson.

"Quando ele foi em direção do Sr Orlando Baptista que com seu jeito acolhedor já pegou um pouco de água para o jovem e o abraçou. O jovem se acalmou e deitou em seu colo no banco", contou.

Cleberson, tocado pela cena, tirou uma foto e publicou com um relato sincero e emocionante. "Parabéns Sr Orlando por este ato generoso!!! O mundo precisa de pessoas assim como o Sr.", escreveu o homem.

"Veja a diferença entre duas atitudes. A minha e a do Sr Orlando. Enquanto eu olhava e julgava o irmão Orlando (Bom samaritano) acolhia", disse Cleberson, assegurando que Orlando sequer percebeu que havia alguém registrando a cena.

"Independente de placa de igreja e religião, esse é um exemplo a ser seguido", finalizou Cleberson.

Que a fé continue sendo mais do que palavras — que ela se revele em gestos como esse. 🙏

Fonte: Guiame
📸: Reprodução / Facebook / Cleberson Santos

08/07/2025

Uma tragédia tocou profundamente o coração da Igreja: três homens celibatários do Opus Dei — Matt Schoenecker (50), Matt Anthony (44) e Valentino Creus (59) — morreram afogados no dia 18 de junho, ao tentarem salvar uns aos outros em Rattlesnake Falls, na Califórnia (EUA).

O caso, noticiado pelo National Catholic Register, comoveu o país. Mas, para quem conhecia os três, o que aconteceu foi mais que uma tragédia: foi um testemunho de santidade silenciosa.

“Eles eram as pessoas mais normais do mundo. E, no entanto, a forma como morreram — dois tentando salvar o outro — foi heroica. E para eles, isso era normal”, afirmou o padre Luke Mata, também do Opus Dei.
Eles viviam como irmãos — e morreram como santos
Os três eram numerários do Opus Dei, leigos celibatários que vivem em comunidade, trabalham profissionalmente e dedicam suas vidas a Deus e ao apostolado cotidiano.

Val pulou na água, mas teve dificuldades para nadar. Matt Schoenecker imediatamente se lançou para socorrê-lo. Matt Anthony, vendo os dois, fez o mesmo.

Nenhum dos três retornou com vida.

Três dias depois, o mergulhador voluntário Juan Heredia encontrou os corpos submersos a mais de 14 metros. Matt estava segurando o braço de Val, como se, mesmo sem forças, não quisesse soltá-lo.

“Minha suposição é que o Big Matt não soltou o Valentino. E por isso ele se afogou”, disse Heredia ao Register. “Para mim, eles não são ‘corpos’. São filhos.”
Um exemplo do que é ser santo no ordinário
Matt Anthony era um líder respeitado no Opus Dei, intelectual brilhante e profundamente humano.
Matt Schoenecker era engenheiro, alegre e incansável com os jovens.
Val Creus era contador, brincalhão, generoso e conselheiro espiritual de muitos.

“Quando ele decidia amar, ele amava com intensidade”, disse sua irmã Lourdes.
Todos viviam aquilo que São Josemaría Escrivá ensinava: santificar-se no cotidiano com generosidade e alegria.

O Pe. Mata acredita que Deus está mostrando algo ao mundo por meio desse gesto final:

“A santidade é muito ordinária. E às vezes, Deus põe um holofote sobre ela para que todos possam ver.”

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Endereço

Rua Dos Comerciários, 346
São Paulo, SP
04320-030

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