Associação sócio-cultural terreiro castelo da mina

Associação sócio-cultural terreiro castelo da mina castelo da mina Santa Isabel - ilê odé faió àse ojú ibi Alá, fundada por, José Manuel neto Giga.

Babá Wellington  Tisano é um importante líder espiritual da Nação Jeje-Mina no candomblé e atua como sacerdote no Terrei...
21/08/2024

Babá Wellington Tisano é um importante líder espiritual da Nação Jeje-Mina no candomblé e atua como sacerdote no Terreiro Castelo da Mina, localizado em Salvador, Bahia. Ele é conhecido por seu papel crucial na preservação e prática das tradições dos povos Mina, que são cultuados na vertente Jeje-Mina do candomblé.

Papel e Importância:

1. **Liderança Espiritual**: Como líder da Nação Jeje-Mina, Babá Wellington conduz rituais e cerimônias que seguem as tradições dos voduns, divindades centrais nessa vertente. Sua liderança é fundamental para a continuidade das práticas ancestrais e para a manutenção da espiritualidade Mina.

2. **Preservação Cultural**: Babá Wellington tem um papel importante na preservação das tradições e práticas culturais dos povos Mina. Isso inclui a transmissão de conhecimentos e rituais que são essenciais para a prática do candomblé Jeje-Mina.

3. **Educação e Envolvimento Comunitário**: Além de suas funções religiosas, Babá Wellington também se dedica a educar a comunidade sobre a cultura afro-brasileira e a promover o respeito e a valorização das tradições africanas no Brasil.

4. **Reconhecimento**: Sob sua liderança, o Terreiro Castelo da Mina é reconhecido como um dos principais centros de culto da tradição Jeje-Mina no Brasil, desempenhando um papel significativo na preservação e promoção das tradições afro-brasileiras.

Babá Wellington Tisano é uma figura de destaque na Nação Jeje-Mina e um defensor importante da continuidade e da valorização das práticas culturais e espirituais dos povos Mina no Brasil.

16/08/2024
Saudamos o senhor da terra!Que Pai Obaluaê/Omolu nós livre de doenças e nos dê saúde, equilíbrio e nós de terra fértil p...
01/08/2024

Saudamos o senhor da terra!

Que Pai Obaluaê/Omolu nós livre de doenças e nos dê saúde, equilíbrio e nós de terra fértil para boas colheitas.

Silêncio o Rei está entre nós.

Atôtô.

29/09/2023

Serei sempre grato, jamais negarei minha origem, serei forte, tão forte quanto os meus antepassados!

Já decorreram entre o final do século XVIII e início do século XIX, tem suas origens negro escravo de nome babá Giga , q...
20/04/2023

Já decorreram entre o final do século XVIII e início do século XIX, tem suas origens negro escravo de nome babá Giga , que adotou o nome de JOSÉ MANUEL NETO GIGA , juntos com outros refugiado deixou Castelo da Mina, em Gana situada no litoral Africano, entre a Nigéria e o antigo Daomé. Com , atravessou o Atlântico e aportou em MINAS GERAIS.
Depois foi levado para Santa Isabel- um lugar para se escravizado Segundo ele , o surgimento de bairros como o 13 de maio foi resultado da permanência de escravos na cidade. Maximinio Antonio de Camargo, era dono da maior fazenda da cidade, e co-fundador do Clube Abolicionista. Antes mesmo da assinatura da Lei Áurea, que deu liberdade aos escravos, ele havia deixado muitos deles livres. teria surgido assim. Sem local para morar, os escravos foram se instalando nas dependências da fazenda de Camargo, babá Giga ao ano 1830 reuniu os ex- escravos trazendo danças e rezas típicas, como a congada . “O bairro passou por muitas modificações ao longo do ano, mas sua história foi preservada”, Uma herança ainda presente na cidade, construído a partir da libertação dos escravos que cultuavam, ali e que consistia em plantar em terras Brasileiras, um poderoso Asé,(ex-escravo). então por esse nome Baba giga
JOSÉ MANUEL NETO – Babá Giga de oxalá – Africano, funda o Ilê na fazenda Camargo , no final do século XVIII. Morre em 28 de agosto de 1864:
Babá Giga chegou em Santa Isabel SP, junto com outros refugiados, vindo de Minas Gerais para trabalhar em Santa Isabel interior de São Paulo. Ex: escravos tinha muita consideração por sua simpatia e conhecimento ao culto aos Orixá, assim que ganhou a liberdade foi com um grupo de pessoas, para a Cachoeira que ficava ali próximo da fazenda Camargo, a Cachoeira é conhecida por Cachoeira da macumba hoje em dia, fizeram uma toca como fosse uma toca de índio e ali fazia seus trabalhos religioso por conta das perseguições policiais, ali nasceu um dos terreiros mais antigos de São Paulo. Dado o nome do terreiro castelo da mina Porque o terreiro passou a chamar por castelo da mina, É um território que marcou a memória do ex: escravo que passou a maioria do seu tempo naquele local.
O Castelo de São Jorge da Mina, também designado por Castelo da Mina, Feitoria da Mina, e posteriormente por Fortaleza de São Jorge da Mina, Fortaleza da Mina, ou simplesmente Mina, localiza-se na atual cidade de Elmina, no Gana, no litoral da África Ocidental. Após a sua ocupação pelos Neerlandeses em 1637, o seu nome passou a figurar na cartografia apenas como Elmina. Hoje o terreiro é conhecido por terreiro castelo da mina, depois do fundado a nação passou por diversas lideranças ali mesmo em Santa Isabel interior de São Paulo na proximidade entre Fazenda Camargo e a cachoeira.
É uma nação extinta pouca conhecida Devido ser de geração, sanguínea Há muitos e muitos anos não ouvia falar desta nação de origem ioruba Ketu.

Feliz dia das mulheres a todas, com muito amor, carinho, respeito, companheirismo, sucesso afinal todas vocês nasceram p...
08/03/2023

Feliz dia das mulheres a todas, com muito amor, carinho, respeito, companheirismo, sucesso afinal todas vocês nasceram para brilhar.

"Nunca duvidem que a força está em vocês"

ÀKÀSÀ, ACAÇÁ OU EKÓ: SEU SIGNIFICADO: As definições mais elementares do acaçá, dizem que se trata de uma pasta de milho ...
21/12/2022

ÀKÀSÀ, ACAÇÁ OU EKÓ: SEU SIGNIFICADO:

As definições mais elementares do acaçá, dizem que se trata de uma pasta de milho branco ralado ou moído, envolvida ainda quente, em folha de bananeiras. A definição é correta, mas extremamente superficial, já que o acaçá é de longe a comida mais importante do candomblé. Seu preparo e forma de utilização nos rituais de oferendas envolvem preceitos e bem rígidos, que nunca podem deixar de ser observados. Todos os Orixás, de Exú à Oxalá, recebem acaçá. Todas as cerimonias, do ebó mais simples aos ascrifícios de animais, levam acaçá. Em rituais de iniciação, de passagem, em tudo mais que ocorra em uma casa de candomblé, só acontece com apresença de acaçá. A pasta branca à base de milho branco, chama-se eco (èko), depois de envolvida na folha de bananeira, aí sim, será acaçá. O acaçá, é um corpo, símbolo de um ser. A única oferenda que restitui e redistribui o axé. O acaçá remete ao maior significado que a vida pode ter: a própria vida; e por ser o grande elemento apaziguador, que arranca a morte, a doença, a pobreza e outras mazelas do seio da vida, tornou-e a comida e predileção de todos os Orixás. Nem todas as palavras do mundo são suficientes para decifrar o valor de um acaçá. Basta admitir que os segredos estão nas coisas mais simples para ver que muitos julgaram insignificantes, a comida mais importante do candomblé, banalizando o sagrado e privilegiando a intuição em deterimento do fundamento. Fato é que quem não faz um bom acaçá, não pode ser considerado um bom conhecedor de candomblé; pois, as regras e diretrizes da religião dos Orixás nunca foram ditadas pela intuição. Constituem grandes fundamentos "cristalizados" ao longo de anos e anos de tradição. Aos incautos vale afirmar que candomblé não é intuição, mas, fundamento sim, e fundamento se aprende. Fundamento é o segredo compartilhado, o mistério sagrado, o detalhe que faz a duferença e a prova de que ninguém pode enganar o Orixá. Aqui o grande fundamento é que o sangue dos animais jamais pode jorrar sobre os ibás sem a presença do elemento pacificador, pois, o acaçá simboliza a paz. Quando ofertado e retirado do seu invólucro verde, tornando-se a comida de Oxalá que agrada a todos os orixás, a primeira oferenda que deve ser colocada diretamente no assentamento, juntamente com o obi e a água, antes de qualquer sacrifício. O acaçá deve permanecer fechado,imaculado até o momento de ser entregue ao Orixá, só então é retirado da folha. É como se o sagrado tivesse que ficar oculto até a hora da oferenda, prova de que o segredo é quase sempre um elemento consagrado. E o segredo do acaçá é enrolar o ekó na folha de bananeira, é o que mantem um terreiro de candomblé de pé.

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