Evangelização Espírita Maranhense

Evangelização Espírita Maranhense Centro Espírita Maranhense.

Rua de Santaninha nº 122 - Centro São Luis -Ma-BRASIL, horário do Grupo da juventude aos Sábados as 18:30 e aos Domingos a Evangelização Infantil 09:00 ás 10:00 A Evangelização Espírita Infanto-Juvenil ,é toda a atividade voltada ao estudo da Doutrina Espírita e á vivência do evangelho de Jesus junto á criança e ao Jovem.

04/04/2026
04/04/2026
29/03/2026

Francisco Thiesen (28 de março de 1927, Rio Grande do Sul, 6 de agosto de 1990, Rio de Janeiro) foi escritor, expositor, pesquisador espírita e presidente da Federação Espírita Brasileira entre os anos de 1975 e 1990. Antes disso, atuou como tesoureiro e diretor do periódico Reformador e do Departamento Editorial.

Leia mais sobre sua história em FEBnet.org.br

27/03/2026
27/03/2026

Desde sua primeira conferência pública, realizada em Aracaju, no dia 27 de março de 1947, delineava-se para Divaldo Franco o início de uma trajetória que se consolidaria como uma das mais expressivas no Movimento Espírita contemporâneo.

Divaldo comoveu multidões no Brasil e no mundo. A potência da palavra desse grande orador não residiu somente na eloquência, mas na fidelidade com que incorporou, no cotidiano, os princípios que proclamava.

Celebrar sua oratória é, portanto, reconhecer um projeto previamente traçado pela Espiritualidade superior, no qual Divaldo se fez tribuno do Espiritismo e, de maneira mais ampla, intérprete da mensagem universal do amor e da paz.

É como Suely Caldas Schubert sempre dizia: "Divaldo fala. As distâncias se encurtam, pessoas estranhas em poucos minutos se reconhecem velhos amigos, o encontro breve se prolonga num tempo sem fim, o sorriso acontece e todos se percebem como partícipes de um momento especial, que transcende a quaisquer expectativas – porque Divaldo fala."
(Trecho retirado da obra "Ante os tempos novos” - Schubert, 2016, p. 10)

No seio da Doutrina Espírita, poucos nomes ressoam com tamanha autoridade moral, dedicação ininterrupta e impacto social quanto o de Divaldo Franco. Não são só a sua mediunidade admirável e a oratória inigualável que o notabilizam, mas a amplitude histórica e pioneira de suas realizações. Ao longo de quase oito décadas de trabalho, Divaldo não apenas trilhou caminhos, ele os desbravou. Este grande marco de nosso canal do YouTube evidencia um destes desbravamentos: o seu incrível marco na era digital. Divaldo foi o primeiro espírita a alcançar feitos que levaram o Espiritismo a patamares inéditos em âmbito mundial.

27/03/2026
22/03/2026
22/03/2026

Talvez seja por isso que os animais ocupem um lugar tão sagrado dentro de tanta gente. Eles não sabem ferir com cálculo, não sabem manipular afeto, não sabem fingir presença enquanto oferecem ausência. O amor que vem deles é inteiro no gesto mais simples: no olhar que procura, na pata que encosta, na espera na porta, na alegria limpa de quem nos recebe como se o mundo tivesse finalmente voltado ao lugar certo.

Com eles, o coração descansa de certas durezas humanas. Não porque sejam perfeitos, mas porque são verdadeiros. Um animal não ama por interesse, não mede carinho, não economiza lealdade. Ele se entrega com uma pureza que desarma as partes mais cansadas da alma. E talvez seja justamente isso que nos comova tanto: diante deles, a vida perde um pouco da aspereza e volta a lembrar que o afeto pode ser simples, direto e sem veneno.

Poucas presenças acompanham tão de perto os nossos dias. Eles percebem o peso sem pedir explicação, se achegam quando o silêncio aperta, ficam por perto quando ninguém mais nota que algo em nós precisa de colo. Muitos animais entram na vida de alguém sem fazer alarde, mas passam a morar nos rituais mais íntimos da casa e do coração. Viram companhia, testemunha, rotina, co***lo. Viram família sem precisar pronunciar uma palavra.

Por isso a despedida dói de um jeito tão particular. Não dói porque um amor falhou. Dói justamente porque foi bonito até o fim. Dói porque aquele coração pequeno, tão fiel, tão presente, bateu ao lado do nosso com uma inocência que quase nada neste mundo consegue repetir. Quando eles partem, deixam um vazio limpo, um silêncio diferente, uma saudade que não se mistura com mágoa. Só se mistura com gratidão e falta.

Amar um animal é aceitar esse pacto silencioso: receber um amor sem malícia e, um dia, chorar por ele com a parte mais honesta do peito. Ainda assim, vale. Vale profundamente. Porque certos encontros não passam pela vida para evitar dor, passam para ensinar ternura. E os animais, com sua doçura muda e sua fidelidade sem cálculo, ensinam como poucos que o amor mais puro quase sempre é aquele que só machuca quando termina.

Endereço

São Luís, MA

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