Igreja Presbiteriana da Cohama

Igreja Presbiteriana da Cohama Uma igreja centrada no Evangelho. Somos uma congregação da Igreja Presbiteriana do Renascença.

Existimos para disseminar um estilo de vida centrado em Deus que exalta Cristo. Buscamos viver como uma comunidade centrada no evangelho adorando a Deus , vivendo em comunhão e proclamado a graça de Deus em Cristo.

No dia 12 de agosto, a Igreja Presbiteriana do Brasil completa 167 anos de história, sob a graça soberana de Deus e Sua ...
11/08/2026

No dia 12 de agosto, a Igreja Presbiteriana do Brasil completa 167 anos de história, sob a graça soberana de Deus e Sua fidelidade ao pacto!

Para celebrar este marco, vamos olhar para nossa caminhada presbiteriana e, assim, meditar na bondade do Senhor.

Veremos a chegada da fé reformada ao Brasil, um panorama da história da nossa IPB e seus desdobramentos, e refletiremos sobre a preservação, sustentação e proteção do próprio Cristo em favor de seu povo.

Como honrar essa herança e viver com fidelidade no presente? Se você não sabe responder a essa pergunta, venha aprender sobre as raízes da nossa fé e renovar o seu compromisso com o Reino de Deus!

Hoje, às 19h30.

A REVELAÇÃO DE JESUS CRISTOApocalipse 1.1-3Você tem medo de ler Apocalipse?Alguns evitam lê-lo porque ficam atemorizados...
08/08/2026

A REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO
Apocalipse 1.1-3

Você tem medo de ler Apocalipse?

Alguns evitam lê-lo porque ficam atemorizados ao imaginar bestas, dragão, guerras, catástrofes, números misteriosos e profecias difíceis de compreender. Outros o leem com ansiedade, tentando descobrir a identidade e o sinal da besta, o Anticristo ou descobrir qual notícia corresponde a determinada visão de João.

Parte do problema reside em pensar ou ler Apocalipse de forma errada com um literalismo viciado, ignorando o gênero literário e a natureza dos símbolos ali descritos. É perigoso ler Apocalipse sem entender sua relação com restante da revelação bíblica.

Outra parte reside em não atentar que Apocalipse não começa com a revelação da besta, do Anticristo ou do fim do mundo. Ele começa com a “Revelação de Jesus Cristo” (Apocalipse 1.1). Antes do dragão, da Babilônia e das bestas Deus nos mostra Cristo. Antes dos juízos sobre a terra, somos intimados a contemplar Aquele que governa a história.

Ademais, Apocalipse não foi escrito para produzir medo acerca do que acontecerá, mas para alimentar a certeza de quem está no trono. João escreveu a cristãos cercados por poderes que pareciam invencíveis. No entanto, Apocalipse revela o reinado soberano de Jesus Cristo governando a história para o fim determinado por Ele.

É com essa convicção que começaremos nossa jornada pelo último livro das Escrituras, onde veremos o êxodo final, no qual Cristo conduz sua igreja do cativeiro de um mundo hostil à Cidade de Deus.

Afinal, Apocalipse conta, em muitos sentidos, a história do último êxodo. Há um mundo que se comporta como Egito e Babilônia. Há perseguição, idolatria e sedução. Mas há também um Cordeiro que foi morto e venceu, um povo comprado por seu sangue e uma cidade para onde Deus conduz os seus.

E tudo começa em Apocalipse 1.1–3, com Deus abrindo os olhos da Igreja para contemplar Cristo, e abrindo seus ouvidos para ouvir sua Palavra.

Neste domingo, às 17h30, na IPCohama.

Como a afirmação “sou uma mulher presa no corpo de um homem” passou de aparentemente contraditória para socialmente comp...
08/08/2026

Como a afirmação “sou uma mulher presa no corpo de um homem” passou de aparentemente contraditória para socialmente compreensível e, em muitos contextos, obrigatória de ser reconhecida?

Em “O Triunfo do T”, capítulo 10 da Ascensão e o Triunfo do Self Moderno, Carl Trueman demonstra o que está no âmago dessa indagação, pois ele apresenta a identidade trans como a culminação de uma transformação mais profunda, a saber: a passagem de uma identidade recebida — do corpo, da natureza e da tradição — para uma identidade definida pela convicção psicológica interior.

“Se eu sou quem penso ser [...] então a imposição de categorias externas, anteriores ou estáticas nada mais é do que um ato de imperialismo, uma tentativa de restringir minha liberdade ou de me tornar inautêntico.” (p. 376)

O capítulo, portanto, não trata somente de gênero, mas da própria concepção moderna de liberdade, autenticidade e identidade. Afinal, quem possui a palavra final sobre quem somos? Nossos sentimentos, nosso corpo, a sociedade ou Deus?

Não perca, neste domingo, 9h30 na IPCohama

04/08/2026
Você já esteve desanimado por focar apenas na realidade imediata?Em Ageu 2, o povo estava desanimado porque não via no n...
02/08/2026

Você já esteve desanimado por focar apenas na realidade imediata?

Em Ageu 2, o povo estava desanimado porque não via no novo templo a glória da construção anterior. Contudo, o profeta redireciona o olhar dos israelitas para mostrar que a verdadeira glória não estava na aparência ou no ouro, mas na presença do Senhor e no Messias que viria. O próprio Senhor encoraja o povo dizendo “Eu sou convosco” e promete abalar as nações para revelar essa glória futura.

Mas a mensagem não para aí. Somos também chamados a abandonar a apatia e lutar por santidade pessoal. O Senhor adverte que a santidade não é gerada espontaneamente, mas nos garante que a obediência ao Seu chamado resultará no derramar de Suas bênçãos. O maior propósito dessa promessa era preparar o tempo em que o Messias habitaria no meio do povo.

Por fim, a profecia aponta para um Reino que jamais será destruído. Enquanto os governos do mundo são subvertidos, Deus estabelece o Seu plano redentor através do glorioso Rei prefigurado no servo Zorobabel, escolhido como o “anel de selar”. Jesus é o Rei soberano que governa as nações e o Príncipe da Paz.

A grande lição para nós, hoje, é a necessidade de tirarmos os nossos olhos dessa realidade transitória. O nosso maior anseio deve ser cultivar a nossa comunhão com Ele e buscar uma vida de santidade.

Não desanime. O plano de Deus é soberano e perfeito. Olhem para Cristo!

Nesta aula sobre o processo bíblico de mudança no aconselhamento, estudaremos o elemento fundamental da “Implementação”....
28/07/2026

Nesta aula sobre o processo bíblico de mudança no aconselhamento, estudaremos o elemento fundamental da “Implementação”.

Wayne Mack define a implementação da seguinte maneira: “Discutir como fazer mudanças específicas na vida da pessoa para alcançar os objetivos estabelecidos durante a ‘indução’ por meios de passos práticos e biblicamente motivados”.

No processo bíblico de mudança, o conselheiro deve reconhecer que muitas vezes o aconselhado embora reconheça a necessidade de mudar, não sabe ‘o como’ para a mudança acontecer. Então, o conselheiro eficaz deve ajudar o aconselhado a planejar o que fazer para que as diretrizes bíblicas tornem-se uma realidade em sua vida de modo que isso promova mudança bíblica real.

Portanto, nesta aula aprenderemos ‘o como’ da implementação. Wayne Mack diz: “A implementação requer cuidado e tempo. No entanto, sem ela, qualquer incentivo à mudança é apenas acadêmico. A implementação é prática. É uma maneira de mostrar à pessoa em sofrimento como dar passos positivos em direção à mudança”.

Nesta terça-feira, às 19h30.

Você já parou para avaliar as suas prioridades?Na nossa série de intervalo “Mais Que Paredes”, mergulhamos no texto de A...
25/07/2026

Você já parou para avaliar as suas prioridades?

Na nossa série de intervalo “Mais Que Paredes”, mergulhamos no texto de Ageu para diagnosticar um problema silencioso, mas letal: a apatia espiritual.

Após voltarem do cativeiro, os judeus começaram a reconstruir o Templo, mas recuaram diante da oposição. O resultado? Procrastinação e abandono da obra por muitos anos, enquanto o povo passava a se preocupar apenas com o seu próprio conforto.

Através do profeta Ageu, Deus confronta essa realidade perguntando: “Acaso, é tempo de vocês, sim vocês, habitarem em casas com telhados, enquanto a casa do Senhor continuava em ruínas?!”. Essa apatia trouxe a disciplina de Deus: eles semeavam muito, mas colhiam pouco; comiam, mas não se fartavam. Tudo isso porque colocaram seus interesses à frente dos interesses do Reino.

Mas a mensagem não para na confrontação divina. O Senhor também nos convida a fugir da procrastinação e a repensarmos os nossos caminhos. A verdadeira obediência e o abandono da paralisia espiritual só acontecem quando há um renovar do temor do Senhor em nossos corações.

E a boa notícia do Evangelho é que, como não podemos glorificar a Deus por nosso mero esforço humano, é Cristo quem nos aproxima e torna as nossas obras aceitáveis. É o próprio Deus quem trabalha em nós primeiro, despertando o nosso espírito para colocarmos a “mão à obra”.

Assim, com corações despertos, mãos à obra! Deixe Deus reorganizar as suas prioridades e te chamar para servir para a glória dEle.

Você já percebeu como o bem-estar psicológico se tornou o juiz supremo da nossa sociedade?No capítulo “O Triunfo da Tera...
25/07/2026

Você já percebeu como o bem-estar psicológico se tornou o juiz supremo da nossa sociedade?

No capítulo “O Triunfo da Terapêutica”, somos confrontados com a realidade de que o individualismo expressivo transformou profundamente a nossa cultura pública. Hoje, a nossa sociedade opera sob a premissa de que a autoexpressão e a felicidade emocional estão no centro absoluto do que significa ser humano.

Neste domingo, em nossa EBD, vamos estudar como essa mudança redefiniu três pilares da nossa cultura:
- Na lei, em que decisões judiciais importantes passaram a priorizar resultados terapêuticos e o desejo de autodefinição em detrimento da consistência histórica, tratando argumentos éticos tradicionais como se fossem apenas preconceitos irracionais.
- ⁠Na ética acadêmica, quando pensadores influentes redefiniram o conceito de ‘pessoa’ baseando-se apenas na autoconsciência, chegando ao ponto de justificar o infanticídio se a existência da criança ameaçar a felicidade e o estado psicológico dos pais.
- ⁠Na educação, pois nos campi universitários, a liberdade de expressão passou a ser vista como uma violência contra o ‘eu’ psicológico, resultando na censura de ideias contrárias e na desestabilização do ensino da História para promover uma verdadeira amnésia cultural.

Qual foi o resultado disso? Uma era dominada pelo emotivismo, de modo que o que apoia os gostos contemporâneos é celebrado, mas o que se opõe a eles é silenciado.

Até que ponto as suas convicções estão fundamentadas na verdade objetiva, e até que ponto você foi moldado por essa cultura terapêutica? Essa é uma pergunta que você precisa se fazer!

A igreja não foi chamada apenas para conhecer a verdade, mas também para confessá-la, defendê-la e refutar aquilo que a ...
21/07/2026

A igreja não foi chamada apenas para conhecer a verdade, mas também para confessá-la, defendê-la e refutar aquilo que a contradiz.

Judas disse que devemos batalhar diligentemente pela fé que foi entregue aos santos [Jd 3]. É óbvio que Deus não precisa de defesa; porém, ordenou-nos que nos posicionássemos pela verdade, buscando levar cativo todo pensamento ao senhorio de Cristo [2Co 10.5].

A apologética é a área da enciclopédia teológica que se ocupa da defesa da fé. John Frame nos fornece uma definição resumida e prática quando afirma que a “apologética cristã (que nada tem a ver com ‘apologia’ no sentido de pedir desculpas) busca servir a Deus e à igreja, ajudando os crentes a levar a cabo a ordem de 1Pedro 3.15–16. Poderemos defini-la como a disciplina que ensina os cristãos a dar uma razão para a sua esperança” [1].

Essa definição nos ajuda a entender que, em um tempo marcado pela confusão doutrinária, pelo relativismo e pela oposição aberta à fé cristã, precisamos recordar que a apologética pertence à própria identidade da igreja. Todo cristão deve estar preparado para responder acerca da esperança que há nele, enquanto os oficiais da igreja são chamados a exortar pelo reto ensino e a convencer os que contradizem.

Nesta série, veremos o que é apologética, sua relação com a teologia elênctica e com o polemismo, o caráter inevitavelmente religioso de todo pensamento e a necessidade de estabelecermos, com clareza, a antítese entre a verdade de Deus e a autonomia humana. Por fim, veremos como a verdade deve ser afirmada com coragem, mas também com mansidão, benignidade e temor.

Enfim, venha aprender que, uma vez que pertencemos Àquele que é a própria Verdade, não podemos permanecer em silêncio quando sua Palavra é negada, distorcida ou atacada.

Hoje, na IPCohama, às 19h30.

[1] FRAME, John M. *Apologética para a glória de Deus*. Cultura Cristã, 2010, p. 13.

A EBF – Operação Coração foi um tempo precioso em que nossas crianças aprenderam, por meio de Gálatas 5, que Deus deseja...
20/07/2026

A EBF – Operação Coração foi um tempo precioso em que nossas crianças aprenderam, por meio de Gálatas 5, que Deus deseja transformar o nosso coração e nos ensinar a viver guiados pelo Espírito.

Cada atividade, brincadeira, música e momento de ensino apontou para essa grande verdade: um coração transformado produz o fruto do Espírito.

Somos gratos a Deus por cada criança, família, voluntário e líder que fez parte desse dia tão especial. Que as sementes plantadas continuem dando muitos frutos para a glória de Deus! 🌱❤️

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