06/02/2026
Respeitador de todas as crenças, Juscelino jamais se fechou às manifestações do espírito.🙌🙏
Foi assim que, movido pela esperança e pela dor de ver sofrer quem amava, dirigiu-se ao encontro do médium Zé Arigó, instrumento do espírito Fritz — médico alemão desencarnado durante a Primeira Guerra Mundial.✨
JK não foi sozinho. Levou consigo a filha Márcia, que padecia de intensas dores na coluna. A medicina dos homens já havia feito o que podia. Restava, então, a medicina da alma.
E foi ali, naquele encontro simples e profundo, que a jovem foi curada.
Márcia testemunhou o fato.
E a história foi confirmada pelo pesquisador norte-americano Andrija Puharich que documentou o caso de Arigó. Embora ele seja mais famoso pelo livro sobre Uri Geller, ele esteve no Brasil na década de 60 para estudar Arigó de perto (acompanhado inclusive por outros cientistas).
Nesse mesmo encontro, o médium Arigó, com a serenidade de quem enxerga além do tempo, despediu-se de Juscelino. Sabia que sua própria desencarnação ocorreria quinze dias depois, em um acidente de automóvel. JK ouviu, respeitou, silenciou. Seu coração compreendia que a vida prossegue, mas o corpo é apenas empréstimo breve.
A admiração de Juscelino pelo trabalho mediúnico de Arigó não se limitou às palavras. Transformou-se em gesto.💫
O escritor J. Herculano Pires registrou em “Arigó, Vida, Mediunidade e Martírio” que, após a primeira condenação do médium em 1958, foi o então presidente da República quem lhe concedeu o indulto. Arigó sequer sabia o que era um indulto, mas sentiu, naquele ato, o amparo humano que reconhece o valor do bem.
Assim caminha a história dos que creem:
orações que atravessam gerações, homens públicos que, apesar do poder, se ajoelham diante do mistério da vida.🙏
Porque toda fé verdadeira é humilde.
E toda grande alma sabe que governar um país é passageiro — mas servir à esperança é eterno.🙌