O objetivo - também - foi o de divulgar a história dessa notável mulher, que devotou sua vida a ajudar o próximo, com humildade e muita fé. Um espaço virtual onde os devotos, admiradores e simpatizantes - independentemente de suas respectivas religiões - possam compartilhar, elevando o nome de Francisca de Paula de Jesus, a obra cristã de Nhá Chica. Esta, que é admirada por espíritas e católicos.
Benfeitora espiritual, seus exemplos de caridade e fé extrapolam os rótulos religiosos e, nas palavras de Wanda Vergara, sua atuação revela que é um espírito universal! O texto abaixo, que foi publicado também na página da Casa Espírita que leva o nome de Nhá Chica, resume o carisma dessa mulher abençoada, benfeitora espirtitual e que logo, por méritos, também será beatif**ada, quiçá canonizada um dia, pela Igreja Católica:
"Francisca de Paula de Jesus ou Nhá Chica, nascida em São João Del Rei, Minas Gerais, no ano de 1810, ficou órfã, em Baependi, quando tinha apenas 10 anos de idade, e, levando vida separada do mundo, tornou-se Rosto de Nhá ChicaServa de Deus. Não sabia ler, mas conhecia a verdade. Onde ia, carregava um oratório com a imagem da Virgem Maria dentro, e um terço pendia-lhe de uma das mãos. Seus olhos só olhavam a Maria! Sua boca santif**ada falava em secreto com Nossa Senhora, diariamente! E, um dia, no ano de 1865, mobilizada pela fé e pela clarividência, ouviu a Mãe de Deus pedir-lhe uma igreja: 'Nhanhá, sou eu, sua Sinhá Maria! Quero que você construa uma capela para mim aqui no alto do Cavaco!' E Nhá Chica devotou o resto de sua vida a edif**ar essa capela, a qual as irmãs franciscanas, com a aprovação da Diocese da Campanha, reformaram e aumentaram. Além disso, Nhá Chica curava adultos e crianças doentes do corpo por meio de suas orações fervorosas. As pessoas achavam que Deus ouvia mais as orações de Nhá Chica, e, ao invés de fazerem suas próprias orações por si mesmas, iam até ela e falavam: 'Nhanhá, pede pra Maria me curar disso ou daquilo...' E as pessoas, então, f**avam curadas. Já em vida, portanto, Nhá Chica era, em Baependi, a intercessora das pessoas pobres, e esse costume foi passando de uma geração para a outra até chegar a nossos dias. O povo crê na intercessão de Nhá Chica porque ela alimentava os famintos, ajudava crianças sem lar e aliviava os aflitos com suas preces. São muitos os seus milagres: Um dia, em Caxambu, orou e o trem não saiu do lugar; achava objetos perdidos; fechava os olhos e Maria Imaculada lhe mostrava o futuro; f**ava suspensa do chão quando orava a 'Salve Rainha'; emanou perfume de rosas ao morrer, e, morta, operou milagres: um deles o do grão de arroz (a mulher que saiu de São Lourenço e foi a pé a Baependi fazer um pedido a Nhá Chica, e alcançou a graça). Nossa Senhora pedia-lhe coisas: igreja, órgão e missas, chamando: 'Nhanhá, minha filha, sou eu, sua Sinhá Maria'! E, levantada, tornou-se o modelo de fé, de caridade e de devoção a Igreja Católica. Era tão apegada a Maria, que, hoje, o povo pede-lhe graças, e Deus, lá do Trono Celeste, atende a todos com chuvas de bençãos do Céu. Fez-se assim poderosa a intercessão de Nhá Chica. Portanto, cada vez mais o povo crê com fé nos santos favores celestiais da piedosa e bem-aventurada Nhá Chica para curar, benzer e alcançar todo tipo de graça, principalmente aquelas que as pessoas estão precisando num momento difícil. Em 1997, Marco Aurélio Rodrigues Dias alcançou a graça de um pedido feito a Nhá Chica e, em resposta, edificou uma pequenina capela para seu culto e adoração na estância hidromineral de São Lourenço, Estado de Minas Gerais, onde os devotos vão fazer suas orações, rezar o terço, acender suas velas, manifestar agradecimento por graças alcançadas, cumprir suas promessas e fazer seus pedidos. O processo de beatif**ação de Nhá Chica encontra-se em Roma, no Vaticano. E o escritor Paulo Coelho declara que deve a um pedido feito a Nhá Chica a graça de ser um autor com livros publicados e lidos no mundo inteiro." SALVE NHÁ CHICA!