06/12/2025
Todo ano, o cenário é o mesmo. Chega o fim do ano, as lojas e as avenidas ficam todas enfeitadas com luzes brilhantes e muitos, MUITOS, papais noéis. Os shoppings ficam lotados com as pessoas fazendo as
“compras de Natal”, comprando presentes para os parentes e amigos secretos (ou não), além dos mantimentos para a Ceia. As lojas ficam com filas
quilométricas, mais ou menos do mesmo tamanho das faturas de cartão de crédito. As famílias também começam a saga de decidir onde vão passar as
festas de fim de ano (“ano passado foi com a sua família”, “mas no ano retrasado foi com a sua”), como se fosse uma data muito esperada por todos,
quando na verdade muitos encaram se encontrar com a família para a Ceia de Natal como um mal necessário.
Os mais críticos (quase em sua totalidade, adolescentes) questionam qual o sentido disso tudo e se realmente há algo para se comemorar.
Essa ausência de sentido muito bem percebida por muita gente revela um vácuo deixado pelos discípulos de Jesus, que deveriam ser os primeiros a anunciar o verdadeiro sentido do Natal, a viver isso em seus relacionamentos íntimos e a propagar a boa notícia de que Deus se importa.
Não fique de fora, cultos aos domingo.
8h | 10h30 | 19h