Tabernáculo Visão Missionária - São João Da Serra / Piauí

Tabernáculo Visão Missionária - São João Da Serra / Piauí Mensagens bíblicas, citações proféticas e revelação da Palavra de Deus para este tempo do fim. Pr. Marcio Alves da Gama Siga também:
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“IDOLATRIA E PAGANISMO NA MENSAGEM”Há uma linha muito tênue entre honrar um mensageiro de Deus e transformar esse mensag...
25/08/2026

“IDOLATRIA E PAGANISMO NA MENSAGEM”

Há uma linha muito tênue entre honrar um mensageiro de Deus e transformar esse mensageiro em objeto de culto. Quando essa linha é ultrapassada, aquilo que começou como admiração pode terminar em idolatria. E quando um homem recebe a honra que pertence exclusivamente a Jesus Cristo, já não estamos diante de fidelidade à Mensagem, mas diante de uma forma de paganismo religioso.

O próprio irmão William Branham enfrentou esse problema de maneira dramática em seu ministério.

Em 11 de junho de 1961, na mensagem “Apocalipse, Capítulo 5, Parte 1”, ele abriu o coração diante da congregação e revelou algo que o estava perturbando profundamente. Alguns de seus próprios seguidores haviam começado a atribuir a ele uma posição que ele jamais reivindicou para si.

O irmão Branham desejava terminar sua carreira ouvindo de Cristo:

“Muito bem, servo bom e fiel.”

Esse era o seu desejo. Ele não queria ocupar o lugar de Cristo. Queria ser servo de Cristo.

Por isso, quando descobriu que algumas pessoas estavam ultrapassando os limites da admiração e tratando-o como se fosse o próprio Cristo, sua reação não foi de satisfação. Foi de horror.

QUANDO A ADMIRAÇÃO SE TRANSFORMA EM IDOLATRIA

A princípio, o irmão Branham pensou que aquilo fosse apenas uma brincadeira. Alguns irmãos se aproximaram dele e perguntaram se ele não seria o “Messias ungido, o Cristo”.

Sua resposta foi imediata.

Ele abraçou aqueles irmãos e deixou claro que não queria que semelhante coisa fosse dita a seu respeito. Foi ainda mais longe: afirmou que, se aquilo continuasse, preferiria abandonar o campo ministerial.

Por que uma reação tão forte?

Porque o irmão Branham compreendia algo que alguns de seus seguidores pareciam ter esquecido:

O mensageiro nunca pode ocupar o lugar da Mensagem, e nenhum profeta pode ocupar o lugar Daquele que o enviou.

João Batista enfrentou algo semelhante. As pessoas se perguntavam se ele seria o Cristo. Mas João respondeu claramente:

“Eu não sou o Cristo.”
João 1:20

O verdadeiro mensageiro não atrai as pessoas para si. Ele aponta para Cristo.

João disse:

“É necessário que ele cresça e que eu diminua.”
João 3:30

Esse deve ser o espírito de todo verdadeiro ministério cristão.

“WILLIAM BRANHAM É O NOSSO SENHOR”

A situação, porém, tornou-se ainda mais grave.

O irmão Branham contou que, no Canadá, um irmão lhe mostrou um pequeno bilhete que carregava no bolso, no qual estava escrito:

“William Branham é o nosso Senhor.”

Havia também pessoas chegando ao extremo de batizar em nome de William Branham.

Isso abalou profundamente o pregador.

Ele declarou:

“Irmãos, essa é uma mentira horrível, vergonhosa e ímpia do diabo!”

Essas palavras não deixam espaço para dúvidas.

O próprio homem que estava sendo exaltado rejeitou aquela doutrina.

Ele não disse: “Eles receberam uma revelação mais profunda.”

Não disse: “Talvez tenham compreendido quem realmente sou.”

Não disse: “Deixem que continuem.”

Ele chamou aquilo de mentira do diabo.

O PAGANISMO PODE VESTIR ROUPA RELIGIOSA

Paganismo não é apenas ajoelhar-se diante de uma imagem de pedra. A idolatria acontece sempre que aquilo que pertence exclusivamente a Deus é transferido para uma criatura.

É possível transformar um homem em ídolo sem construir uma estátua dele.

Quando as palavras de um pregador deixam de ser examinadas pelas Escrituras e passam a ser consideradas infalíveis por si mesmas, existe um perigo.

Quando uma interpretação não pode ser questionada simplesmente porque “o profeta disse”, mesmo que essa interpretação entre em conflito com a Palavra, existe um perigo.

Quando Cristo começa a desaparecer por trás da personalidade do mensageiro, existe um perigo.

Quando se fala mais do servo do que do Senhor que o enviou, alguma coisa está fora do lugar.

Paulo enfrentou exatamente esse espírito.

Quando algumas pessoas começaram a dizer:

“Eu sou de Paulo”;
“Eu, de Apolo”;
“Eu, de Cefas”,

Paulo perguntou:

“Está Cristo dividido? Foi Paulo crucificado por vós? Ou fostes vós batizados em nome de Paulo?”
1 Coríntios 1:13

Essa pergunta continua atual:

O irmão William Branham foi crucificado por nós?

Não.

Foi o irmão William Branham quem derramou seu sangue no Calvário?

Não.

É William Branham o mediador entre Deus e os homens?

Não.

A Escritura declara:

“Porque há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem.”
1 Timóteo 2:5

O PRÓPRIO IRMÃO BRANHAM TEMEU SER TRANSFORMADO EM UM ANTICRISTO

Talvez essa seja uma das partes mais fortes de seu testemunho.

O irmão Branham declarou que preferia encontrar-se com Deus como alguém que tivesse abandonado o ministério do que comparecer diante Dele tendo permitido que as pessoas o transformassem em um anticristo.

Isso demonstra a gravidade que ele atribuía ao assunto.

Ele ficou profundamente abalado. Disse que não conseguia suportar a ideia de que mais de trinta anos de ministério pudessem terminar com pessoas transformando-o naquilo que ele jamais afirmou ser.

A questão deixou de ser apenas doutrinária. Tornou-se uma profunda angústia pessoal.

Por quê?

Porque um verdadeiro servo sabe que roubar a glória de Cristo é destruir o próprio propósito do ministério.

NÃO É HONRAR O PROFETA DESOBEDECER AO PROFETA

Aqui encontramos uma grande contradição.

Como alguém pode dizer que acredita em William Branham e, ao mesmo tempo, fazer exatamente aquilo que William Branham condenou?

Se ele disse:

“Eu sou seu irmão”, por que transformá-lo em Deus?

Se ele chamou essa doutrina de falsa, por que defendê-la?

Se declarou que aquilo era um erro, por que transformar o erro em revelação?

Se apontou para Jesus Cristo, por que parar no homem que estava apontando?

Isso não é fidelidade ao mensageiro.

É desobediência ao próprio mensageiro.

A MENSAGEM DEVE NOS LEVAR DE VOLTA A CRISTO

Uma verdadeira mensagem enviada por Deus nunca termina no mensageiro.

Moisés apontava para Cristo.

Os profetas apontavam para Cristo.

João Batista apontava para Cristo.

Paulo apontava para Cristo.

E qualquer ministério verdadeiramente enviado por Deus terá de fazer o mesmo.

O mensageiro pode morrer.
Sua voz pode silenciar.
Seu ministério pode terminar.
Mas Jesus Cristo permanece.

“Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente.”
Hebreus 13:8

A Bíblia não diz que um pregador é o mesmo eternamente.

Cristo é.

NÃO TROQUEMOS JESUS PELO MENSAGEIRO

Podemos respeitar William Branham.

Podemos estudar seus sermões.

Podemos reconhecer o impacto de seu ministério.

Podemos crer que Deus o usou poderosamente.

Mas nada disso nos dá o direito de atribuir a ele títulos, atributos ou honra que pertencem exclusivamente ao Senhor Jesus Cristo.

O próprio irmão Branham encerrou a questão de maneira inequívoca:

“Se você já acreditou em mim, se você já acreditou que eu era um servo de Cristo, lembre-se: isso é um erro! É falso! Assim diz o Senhor! Está errado! Não tenha nada a ver com isso! Eu sou seu irmão.”

Portanto, guardemos isto:

O irmão Branham não é Jesus Cristo.
O irmão Branham não é Deus.
O irmão Branham não é o nosso Salvador.
O irmão Branham não morreu pelos nossos pecados.
O irmão Branham foi um homem que testemunhou de Cristo.

Honremos o servo sem roubar a glória do Senhor.

Porque, quando a veneração ao mensageiro substitui a adoração ao Deus que enviou a mensagem, a fé deixa de ser cristocêntrica e começa a se transformar em paganismo dentro da própria Mensagem.

A verdadeira Mensagem não termina em William Branham.

A verdadeira Mensagem nos leva além do mensageiro e nos coloca aos pés de JESUS CRISTO.



REBECA, TIPO DA NOIVA DE CRISTO, NÃO SE APAIXONOU PELO MENSAGEIRO, MAS PELO NOIVO

Rebeca respeitou, acreditou e ouviu a mensagem de Eliézer, o mensageiro enviado por Abraão para buscar uma esposa para seu filho Isaque. Contudo, Rebeca não se apaixonou pelo mensageiro; apaixonou-se por Isaque, quando o próprio Eliézer a conduziu até ele e o apresentou a ela.

Ela não confundiu o servo com o senhor, nem o mensageiro com aquele de quem a mensagem falava. Eliézer cumpriu sua missão quando conduziu Rebeca até Isaque.

Assim também acontece com a Noiva de Cristo.

Respeitamos e amamos o servo que Deus usou. Ouvimos, estudamos e lemos seus sermões e valorizamos a mensagem que ele nos trouxe. Porém, não estamos apaixonados pelo mensageiro, mas por Aquele que o mensageiro nos apresentou.

O nosso Noivo não é o mensageiro.
O nosso Senhor não é o mensageiro.
O nosso Salvador não é o mensageiro.

O nosso Noivo, Senhor e Salvador é Jesus Cristo, e somente Ele.

O verdadeiro mensageiro jamais toma para si o coração da Noiva. Ele conduz a Noiva até o Noivo. E, quando apresenta a Noiva a Cristo, cumpre o verdadeiro propósito de sua missão.



Esta experiência é relatada pelo irmão William Branham na mensagem “Apocalipse, Capítulo 5, Parte 1”, de 11 de junho de 1961, nos parágrafos 23 a 42.

25/08/2026

“NÃO OS CONDENE, CONTE-LHES O EVANGELHO.”

Certa vez, em Toledo, Ohio, o irmão William Branham entrou em um pequeno restaurante para tomar o café da manhã. O ambiente que encontrou o deixou profundamente perturbado.

Havia bebida, jogos e comportamentos que, aos seus olhos, revelavam até onde a sociedade havia se afastado de Deus. Mas algo chamou especialmente a sua atenção: uma mulher já idosa, vestida e comportando-se de uma maneira que o chocou. Ela estava acompanhada por dois homens que também bebiam.

O irmão Branham olhou para aquela cena e sentiu indignação.

Em seu coração, pensou:

“Ó Deus, como pode a Tua santidade suportar tudo isso? Por que não acabas com uma situação dessas?”

Pensou em suas próprias filhas e na geração em que elas teriam de crescer. Quanto mais observava aquela mulher, mais a condenava interiormente.

Foi então que tudo mudou.

Ele relatou ter ouvido o Anjo do Senhor chamá-lo à parte. Na experiência que se seguiu, veio uma pergunta que atingiu profundamente o seu coração:

“Por que você a está condenando?”

O irmão Branham respondeu:

“Olha para a maneira como ela está!”

Então teve uma visão.

Viu o mundo envolvido por algo semelhante a um arco-íris. Compreendeu que aquilo representava o Sangue de Jesus Cristo, interpondo-se entre um mundo culpado e o juízo de Deus.

Mas, de repente, ele já não estava olhando para os pecados daquela mulher.

Estava olhando para os seus próprios pecados.

Viu-se como pecador diante de Deus. Cada pecado seu atingia Cristo, mas, em vez de condenação, ouvia:

“Pai, perdoa-lhe.”

Na visão, apareceu diante dele como que o registro de sua própria vida. Tudo estava escrito ali. O irmão Branham aproximou-se do Senhor e perguntou:

“Senhor, vais me perdoar?”

Então Cristo colocou a mão em Seu lado, tomou do Seu próprio Sangue e escreveu sobre aquele registro:

“PERDOADO.”

E lançou-o no mar do esquecimento.

A dívida havia desaparecido.

A culpa havia sido apagada.

O pecador havia recebido misericórdia.

Mas então vieram palavras que atravessaram o seu coração:

“Eu te perdoei, mas você está condenando-a.”

O irmão Branham ficou profundamente quebrantado.

Percebeu, naquele momento, que estava exigindo julgamento para uma mulher que precisava exatamente da mesma misericórdia que um dia o havia alcançado.

Quando voltou a si, já não conseguia olhar para ela da mesma maneira.

A mulher continuava no mesmo lugar. Sua aparência não havia mudado. Seu passado não havia mudado. As circunstâncias ainda eram as mesmas.

Quem havia mudado era ele.

Aproximou-se dela e apresentou-se como ministro. Depois contou-lhe o que acabara de experimentar e perguntou:

“O que aconteceu em sua vida para você chegar até aqui?”

Então aquela mulher começou a falar.

Por trás daquela aparência que todos poderiam condenar, existia uma história que ninguém conhecia. Havia sofrimento. Havia feridas. Havia decisões erradas. Havia uma vida que havia se partido pelo caminho.

O irmão Branham disse que era uma história capaz de partir o coração de qualquer pessoa.

Minutos antes, ele havia visto uma pecadora.

Agora via uma alma.

Minutos antes, perguntava por que Deus não a destruía.

Agora compreendia por que Cristo ainda não a havia abandonado.

Ele falou-lhe de Jesus. Falou-lhe da graça. Falou-lhe daquele Sangue que ainda estava entre ela e o juízo. Disse-lhe que, enquanto houvesse vida, ainda existia oportunidade para aceitar a misericórdia de Deus.

E ali mesmo, naquele restaurante onde tudo parecia tão distante de Deus, aconteceu algo maravilhoso.

A mulher se levantou.

Saíram daquele ambiente e fizeram uma reunião de oração. Aquela mulher, que poucos minutos antes estava embriagada e aparentemente perdida, entregou sua vida a Jesus Cristo.

Aquele lugar transformou-se em um ponto de encontro entre uma alma ferida e a graça de Deus.

E o irmão Branham saiu dali com uma lição que vale para todos nós:

Não condene aquele por quem Cristo ainda está intercedendo.

Talvez estejamos olhando para alguém e vendo apenas o pecado, enquanto Deus está vendo uma alma que ainda pode ser resgatada.

Não sabemos a história escondida por trás de uma aparência. Não conhecemos todas as lágrimas que alguém já chorou. Não sabemos quais feridas empurraram uma pessoa para determinados caminhos.

Isso não transforma o pecado em justiça. Mas nos lembra de que o pecador precisa ouvir que existe um Salvador.

A Igreja não recebeu a missão de empurrar os perdidos para mais longe. Recebeu a missão de anunciar-lhes que existe uma Cruz, existe Sangue, existe perdão e existe um caminho de volta.

Foi essa a grande conclusão daquele encontro:

“Não os condene; conte-lhes o Evangelho.”

Porque, enquanto a condenação apenas aponta para aquilo que o homem se tornou, o Evangelho revela aquilo que a graça de Deus ainda pode fazer com ele.

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.”
João 3:17

Há pessoas que não precisam de mais alguém para lhes dizer o quanto caíram.

Elas precisam de alguém que lhes mostre que, em Jesus Cristo, ainda existe um caminho de volta para casa.



Esta história foi narrada pelo irmão William Marrion Branham na mensagem:

“Demonologia, Reino Religioso”
Demonology, Religious Realm
9 de junho de 1953, culto da manhã
Connersville, Indiana, E.U.A.
Parágrafos 220–240

Rev. William Marrion Branham

“Quando Deus remove o véu, a Verdade é revelada.”
24/08/2026

“Quando Deus remove o véu, a Verdade é revelada.”

22/08/2026

Neste domingo, dia 23 de agosto, às 09h30, teremos um culto especial no Tabernáculo Metropolitano Monte Sião, no Montijo.

Será o início de uma nova mensagem:

TEMA: A COMISSÃO DE JOSUÉ
Subtema: INTRODUÇÃO
Leitura bíblica: Josué 1:1-2

Assim como Deus chamou Josué para se levantar, assumir uma responsabilidade e conduzir o povo para uma nova etapa, cremos que esta Palavra também poderá falar profundamente ao nosso coração.

Há momentos em que uma fase termina e Deus nos chama para avançar. Há responsabilidades que não podemos transferir, caminhos que precisamos percorrer e promessas que só veremos cumpridas quando aceitarmos a comissão que Deus colocou diante de nós.

Venha com a sua família, traga um amigo e participe connosco deste culto.

Domingo, 23 de agosto de 2026
Às 09h30
Tabernáculo Metropolitano Monte Sião
Montijo, Portugal

“Agora, pois, levanta-te, passa este Jordão, tu e todo este povo…”
Josué 1:2

Endereço

Rua João Damásio, 85
São João Da Serra, PI
64350-000

Horário de Funcionamento

Quarta-feira 19:00 - 21:00
Domingo 09:00 - 12:00

Telefone

+5595991331716

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