24/03/2026
“Essa igreja mudou!”
▪︎ Ao longo de quase 25 anos de ministério pastoral, essa foi uma das frases que mais ouvi.
▪︎ Às vezes, ela vem como elogio. Mas, com mais frequência, carrega desaprovação ou incômodo. Como se a igreja devesse permanecer imóvel, intocável, quase como uma estátua ou um mausoléu.
▪︎ Mas a igreja não é um monumento.
A igreja é corpo.
É organismo vivo.
É gente...que chega, gente que vai, gente que retorna, gente que... muda.
▪︎ Gente em processo de transformação.
▪︎ Quem espera que ela nunca mude deseja, na prática, manter o bebê no berço para sempre.
▪︎ Só que bebê saudável cresce. Sai do berço, aprende a andar, tropeça, cai, amadurece.
▪︎ Assim é a vida. Assim também é a igreja: Como corpo vivo, a igreja cresce. E crescer implica mudar.
▪︎ Tentar congelar esse processo não preserva a vida - apenas acelera a morte.
▪︎ Por isso, em vez de reclamar de toda mudança, talvez o melhor seja aprender a discernir, acolher e celebrar cada fase.
▪︎ Toda transformação bem conduzida pode ser uma oportunidade de amadurecimento, renovação e maior frutificação.
“Ele fez isso para que todos possam trabalhar juntos em perfeita harmonia e sintonia, numa resposta cheia de gratidão e dedicação eficiente ao Filho de Deus, como adultos plenamente maduros, plenamente desenvolvidos, plenamente cheios de vida, como Cristo.” Efésios 4.13 (A Mensagem)
Adaptado de: baggiorev