Evangelismo e Reforma

Evangelismo e Reforma Plantação de igrejas reformadas com ênfase na contextualização do evangelho para uma sociedade fragmentada e pós moderna.

Não mate seu cavalo. Reflexões sobre a famosa frase de Robert Murray M'Cheyne.
13/05/2026

Não mate seu cavalo. Reflexões sobre a famosa frase de Robert Murray M'Cheyne.

O que o Super Bowl nos ensina sobre o Reino multiétnico de Cristo.“(...) e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de t...
10/02/2026

O que o Super Bowl nos ensina sobre o Reino multiétnico de Cristo.

“(...) e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra.” Apocalipse 5.9-10

No último domingo, durante o intervalo do Super Bowl, se apresentou em Santa Clara, California, o cantor porto riquenho Bad Bunny. Na ocasião, em um posicionamento claramente político, foi realçado que América não é um único país, no caso a pretensão histórica pretendida pelos Estados Unidos, mas países da América, central, Caribe e América do Sul. Esse fato me chamou atenção para algo muito importante que deve ser realçado quando consideramos a expansividade do Reino de Cristo.

Apocalipse 5 mostra o governo de Cristo rompendo com qualquer nomenclatura ou pretensão nacional, fazendo com que um único povo seja finalmente unificado. O pecado nos divide e nos faz pensar que as diferenças culturais, econômicas e raciais são instransponíveis. Isso dá lugar a pretensão de se estabelecer nações que são distintas por serem mais poderosas e mais dominantes. Esse fenômeno não é algo novo, mas algo antigo que exalta a figura da nação dominante em detrimento daqueles que são governadas.

No Reino de Cristo não será preciso lembrar a quem quer que seja que existimos. Deus mesmo já nos contempla antes de qualquer rótulo ou distinção. Mas no dia mencionado por apocalipse todas as distinções serão nulas. Apenas Cristo governará sábia e justamente. Seremos não apenas a América, mas o povo do Cordeiro. Os laços que nos identificarão estarão ligados ao sacrifício de Cristo e o que ele fez por nós. Não precisaremos de distinções étnicas ou geopolíticas. Cristo será o Senhor de todas as nações, povos e tribos.

O Governo de Cristo em comparação ao governo terreno O Irã, país de origem persa e islâmico, que desde a década de 70 é ...
14/01/2026

O Governo de Cristo em comparação ao governo terreno

O Irã, país de origem persa e islâmico, que desde a década de 70 é adminstrado por um regime teocrático, governado por Aiatolás. Tem como principal líder o Aiatolá Ali Khamenei. Esse país teocrático tem reprimido justas manifestações da sua população com bastante crueldade. Estima-se mais de duas mil pessoas foram assassinadas e que algo em torno de 18 mil pessoas estão presas.

Diante disso que reflexão podemos tirar do governo de Cristo em comparação com os governos humanos. Consideremos três características marcantes:

Transitoriedade vs Eternidade - Os reinos humanos são transitórios. Eles caem com o tempo e não podem se manter. O Reino de Cristo é eterno e não está sujeito a tomadas de poder em qualquer regime, pois eternamente está firmado.

Manutenção a qualquer custo vs Justiça verdadeira - Os reinos terrenos se apegam a ordens que dependem da força coercitiva. Eles não medem forças para mantê-los. O Reino de Cristo se estabelece pela justiça e bondade. Seus súditos amam o Rei e o obedecem mui livremente.

Reinos instáveis vs O Rei e o amor pelo seu povo - Os reinos humanos por serem instáveis tremem e se agarram a violência e ao desespero. O Reino de Cristo se estabelece pelo amor do Rei pelo seu povo. Ele os governa justa e piedosamente.

Conclusão. Não devemos nos basear e confiar em governos transitórios. A igreja confia num reino inabalável e não se turba quando os poderem vigentes são mudados. Oremos pelo Irã e seu povo.

A saúde mental do pastor O assunto saúde mental no âmbito ministerial é necessário por duas razões: a natureza do ofício...
22/12/2025

A saúde mental do pastor

O assunto saúde mental no âmbito ministerial é necessário por duas razões: a natureza do ofício e as demandas existentes que extrapolam o ofício.

Quanto a natureza do ofício não há dúvida alguma que o pastor está numa das funções mais necessárias e desafiadoras para a humanidade. Levar o conhecimento de Cristo e equipar a igreja não é uma tarefa insignificante. Para tanto é necessário vocação. Não basta apenas tratar como algo corriqueiro dentro das funções do mercado de trabalho. Servir a Cristo como obreiro não é uma escolha humana, mas um propósito divino que capacita o homem para o trabalho santificado. Apesar de todas essas questões não é um trabalho fácil.

Pressões constantes com o crescimento da igreja e com sua saúde espiritual permeiam as atribuições pastorais.

Em segundo lugar, é notório que muitas atribuições atuais do pastor extrapolam o ofício de qualificação, oração e estudo das Escrituras. O pastor moderno é quase um CEO eclesiástico. Demandas extrapoladoras usurpadoras dificultam a consagração do ministro e produzem frustração e decepção.

A igreja deve cuidar para que os ministros que se afadigam no ofício sagrado tenham saúde mental e espiritual para cuidar do rebanho. Como disse alguém outro dia "não somos profissionais". Que Deus conceda a cada obreiro o cuidado de si mesmo e da igreja. Que o ministro não pense em produzir mercadoligicamente, pois essa não é a tarefa que o Senhor lhe confiou.

Endereço

Rua Pedro Miranda Da Silva, 2017, Centro.
São Gonçalo, RN
59291-553

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