10/02/2026
O que o Super Bowl nos ensina sobre o Reino multiétnico de Cristo.
“(...) e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra.” Apocalipse 5.9-10
No último domingo, durante o intervalo do Super Bowl, se apresentou em Santa Clara, California, o cantor porto riquenho Bad Bunny. Na ocasião, em um posicionamento claramente político, foi realçado que América não é um único país, no caso a pretensão histórica pretendida pelos Estados Unidos, mas países da América, central, Caribe e América do Sul. Esse fato me chamou atenção para algo muito importante que deve ser realçado quando consideramos a expansividade do Reino de Cristo.
Apocalipse 5 mostra o governo de Cristo rompendo com qualquer nomenclatura ou pretensão nacional, fazendo com que um único povo seja finalmente unificado. O pecado nos divide e nos faz pensar que as diferenças culturais, econômicas e raciais são instransponíveis. Isso dá lugar a pretensão de se estabelecer nações que são distintas por serem mais poderosas e mais dominantes. Esse fenômeno não é algo novo, mas algo antigo que exalta a figura da nação dominante em detrimento daqueles que são governadas.
No Reino de Cristo não será preciso lembrar a quem quer que seja que existimos. Deus mesmo já nos contempla antes de qualquer rótulo ou distinção. Mas no dia mencionado por apocalipse todas as distinções serão nulas. Apenas Cristo governará sábia e justamente. Seremos não apenas a América, mas o povo do Cordeiro. Os laços que nos identificarão estarão ligados ao sacrifício de Cristo e o que ele fez por nós. Não precisaremos de distinções étnicas ou geopolíticas. Cristo será o Senhor de todas as nações, povos e tribos.