Ilé Asé Alaroke Bàbá Ajagunan

Ilé Asé Alaroke Bàbá Ajagunan O Ilé Asé Alaroke Bàbá Ajagunan é uma comunidade religiosa de matriz africana compromissada com a ancestralidade dos povos tradicionais de terreiro

Um brinde ao ano que se inicia! Que possamos celebrar a força e a união que nos conectam como comunidade! Cuidemos uns d...
31/12/2024

Um brinde ao ano que se inicia! Que possamos celebrar a força e a união que nos conectam como comunidade! Cuidemos uns dos outros, tornando o mundo um lugar cada vez mais acolhedor! Feliz 2025!

Quem encerrou o 8º Xirê da Consciência Negra com chave de ouro, na noite da última quarta-feira (27), foi o HECTA Coleti...
28/11/2024

Quem encerrou o 8º Xirê da Consciência Negra com chave de ouro, na noite da última quarta-feira (27), foi o HECTA Coletivo de Teatro Afro, com o Espetáculo Sankofa. Desta vez, o público escolhido pelo Alaroke foi formado por alunos da educação de jovens e adultos (EJA) da Escola Municipal Martinho Bravo, no Rosa Elze, em São Cristóvão/SE.

Por meio de uma performance vibrante, o coletivo consegue transmitir a essência das tradições afro-brasileiras, utilizando música, dança e narrativa para criar uma experiência única que emociona os expectadores de maneira profunda. A apresentação teatral se destaca pela habilidade de reunir elementos da cosmovisão africana e dos orixás relacionados à morte, homenageando grandes falecidos sacerdotes dos terreiros de matriz africana em Sergipe e suas contribuições para a preservação cultural e espiritual da comunidade.

Além de sua celebração cultural, o espetáculo Sancofa aborda problemas sociais como o racismo, trazendo à tona as realidades enfrentadas pela pessoa negra na sociedade contemporânea. A peça não hesita em abordar a morte e a violência que frequentemente afetam essas comunidades, oferecendo uma crítica contundente ao assassinato de homens e mulheres negros e/ou de terreiro.

Com uma mensagem poderosa, o espetáculo incita reflexões sobre identidade, resistência e a importância de valorizar as raízes culturais, promovendo um diálogo necessário sobre justiça social e igualdade. Ao final da atuação, os atores do coletivo HECTA envolveram o público em um bate-papo sobre teatro de terreiro, tirando dúvidas dos alunos sobre o a montagem do espetáculo e outros assuntos.

O XIII Xirê da Consciência Negra foi realizado por meio do Edital de Fomento nº 07/2023 – Demais Linguagens, lançado pelo Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (FUNCAP ), com apoio financeiro oriundo da Lei Complementar Federal nº 195/2022 – Lei Paulo Gustavo.

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No último dia de programação do 8º Xirê da Consciência Negra, as ações foram levadas para a Escola Municipal Gina Franco...
28/11/2024

No último dia de programação do 8º Xirê da Consciência Negra, as ações foram levadas para a Escola Municipal Gina Franco, no Centro Histórico de São Cristóvão/SE. Com palestra e oficinas de percussão, dança afro e turbante, a unidade de ensino ficou movimentada com a novidade. A combinação de apresentações educativas e atividades práticas fez deste dia uma experiência enriquecedora, unindo o povo de axé e a comunidade escolar em torno de valores essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.

A palestra, sobre Educação Antirracista, ministrada pelo Mestre Ramon Diego, provocou reflexão e diálogo, destacando a importância de promover uma educação que respeite e valorize a diversidade cultural, além de instigar os alunos a se tornarem agentes de mudança em suas comunidades.

Durante a oficina de turbante, a professora Nauã Vieira abordou a importância dessa prática na cultura africana e na valorização da beleza afro-brasileira, mostrando sua história e significados. Ela ensinou diferentes formas de amarração de tecido na cabeça e ajudou os participantes a explorarem a simbologia por trás dessa tradição.

As oficinas de dança afro e percussão aproximaram os alunos das raízes rítmicas e dançantes da cultura africana. A professora Michelle Pereira fez os alunos vivenciarem a dança de origem africana, enquanto o músico Allan Moncorvo usou tambores e outros instrumentos para estimular a criatividade dos alunos, por meio da improvisação musical.

O XIII Xirê da Consciência Negra é realizado por meio do Edital de Fomento nº 07/2023 – Demais Linguagens, lançado pelo Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (FUNCAP ), com apoio financeiro oriundo da Lei Complementar Federal nº 195/2022 – Lei Paulo Gustavo.

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O segundo dia do VIII Xirê da Consciência Negra, realizado no auditório do Colégio de Aplicação da UFS, em São Cristóvão...
27/11/2024

O segundo dia do VIII Xirê da Consciência Negra, realizado no auditório do Colégio de Aplicação da UFS, em São Cristóvão, foi marcado por um ato histórico e simbólico: a assinatura de uma Carta Compromisso por representantes de diferentes esferas institucionais e da sociedade civil. Após os debates da mesa temática “Direitos dos Povos de Terreiro e Combate ao Racismo”, representantes da Procuradoria Geral da República, do Ministério Público de Sergipe, da Assembleia Legislativa de Sergipe e da Polícia Civil uniram suas vozes para reafirmar o compromisso com a luta pelos direitos das comunidades tradicionais de matrizes africanas em Sergipe.

A carta destaca compromissos concretos, como a regularização fundiária e jurídica das casas de axé, com o poder público arcando com os custos das taxas e garantindo o reconhecimento legal dos terreiros. Outro ponto essencial é a isenção do IPTU para os terreiros em todos os municípios de Sergipe, propondo flexibilização do procedimento para que também possa ser vinculado ao CPF das lideranças religiosas, quando necessário. Esses avanços representam não apenas o reconhecimento institucional das demandas históricas das religiões de matriz africana, mas também um passo fundamental rumo à justiça social.

O segundo dia do Xirê, além de abrir espaço para reflexões profundas, trouxe ações concretas e uma mensagem clara: o diálogo entre os povos de terreiro e as instituições é indispensável para garantir igualdade, dignidade e o direito de existir plenamente.

O encerramento do dia ficou por conta de , que transformou versos em resistência. Sua apresentação trouxe a música como arma, emoção como força, e deixou claro que a cultura também é um instrumento de luta.

O segundo dia do Xirê foi mais do que um encontro: foi uma aula sobre o poder do verbo, do olhar atento e da ação coletiva.

O primeiro dia do 8° Xirê da Consciência Negra foi um mergulho profundo nas raízes e memórias das religiões de matrizes ...
26/11/2024

O primeiro dia do 8° Xirê da Consciência Negra foi um mergulho profundo nas raízes e memórias das religiões de matrizes africanas de Sergipe. A noite começou com o espetáculo Eleguá, do Grupo Experimental Afro Contemporâneo, que emocionou o público com uma dança vibrante e cheia de simbolismo. Cada movimento parecia contar histórias ancestrais, conectando o sagrado ao presente e reafirmando a força das tradições afro-brasileiras, através do empoderamento das energias femininas.

Na mesa “Memória e Ancestralidade dos Povos de Terreiro”, as palavras do babalasé do Abassá São Jorge, Fernando Aguiar, loxa da Irmandade Nagô Santa Bárbara Virgem, Bárbara Cristina, e babalorixá do Terreiro São Lázaro, Everton Pereira, ecoaram como um chamado à valorização da história das casas de axé do nosso estado. Suas falas emocionaram ao narrar histórias de resistência, ensinamentos e lutas que moldam a trajetória dos povos de terreiro. Foi um momento de aprendizado profundo, onde o passado encontrou o presente para fortalecer as bases do futuro.

O encerramento veio com a exibição do documentário que celebra os 10 anos do projeto “A Escola Vai ao Terreiro”, que promove um diálogo entre educação e cultura afro-brasileira, ao levar estudantes para vivenciarem o dia a dia do povo de terreiro.

O primeiro dia do Xirê não apenas celebrou, mas também provocou, emocionou e reafirmou: a memória é força, e a ancestralidade é resistência. Que esse axé inspire todos os dias que ainda estão por vir!

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O lançamento do curta-metragem ‘Sobre Plantas, Mãos e Fé’, na sexta-feira (22) atraiu uma plateia lotada ao Cine Theatro...
24/11/2024

O lançamento do curta-metragem ‘Sobre Plantas, Mãos e Fé’, na sexta-feira (22) atraiu uma plateia lotada ao Cine Theatro Lar Imaculada Conceição, no Centro Histórico de São Cristóvão/SE. O prédio centenário trouxe um charme especial ao filme, que mergulha nas raízes da cultura e espiritualidade do município, nos transportando para um universo em que a reza e as folhas têm grande poder de cura.

Ao final da exibição, foi realizado um bate-papo com a equipe de direção, produção e edição, além das rezadeiras Maria de Fátima Souza, de 71 anos de idade, e Inez Sobreira Cavalcante, 74 anos, que aparecem no filme, e Dona Bel Nunes, que empresta sua voz na locução do poema inicial. Foram narrados detalhes técnicos do trabalho de captação das imagens e os moradores de São Cristóvão participaram ativamente dos debates, tirando dúvidas.

A obra é um verdadeiro tributo às benzedeiras, guardiães dos saberes ancestrais indígenas e afro-brasileiros. O filme une documentário e performance, entrelaçando a narrativa poética e as nuances da representação da realidade dessas mulheres que fizeram e fazem parte da história da cidade com suas práticas curativas.

O filme foi realizado por meio do Edital de Chamamento Público para a Seleção de Projetos Audiovisuais Nº 003/2023, lançado pela Prefeitura de São Cristóvão/SE, por meio da Fundação Municipal de Cultura e Turismo “João Bebe Água” (FUMCTUR), com recursos da Lei Complementar Federal Nº 195/2022 – Lei Paulo Gustavo.

CRÉDITOS DO FILME: Direção e Roteiro - Danielle Azevedo e Gabriela Alcântara; Produção e Direção de Arte - Rita Avelar; Produção Executiva - Lucas Cachalote; Direção de Fotografia e operador de Câmera -Deloer Américo Júnior; Operadora de Câmera 2 - Dayane Dantas; Assistente de Câmera - Alícia Mendes; Maquinária - Valdeliz Muniz Filho; Técnico de captação de som - Lucas Menezes; Edição, color e finalização - Lu Silva; Finalização de áudio - Léo Airplane; Elenco - Michelle Pereira e Taynara Alessandra.

Neste 20 de novembro, reforçamos a importância de fortalecermos as redes das comunidades tradicionais de matriz africana...
20/11/2024

Neste 20 de novembro, reforçamos a importância de fortalecermos as redes das comunidades tradicionais de matriz africana. As parcerias entre terreiros e a mobilização coletiva são essenciais na luta antirracista e no enfrentamento ao racismo religioso. É preciso unir vozes e ações, promovendo garantia de direitos, respeito, valorização e reconhecimento das tradições afro-brasileiras.

Nesta véspera de feriado do Dia da Consciência Negra, recebemos no Alaroke os alunos do Colégio de Aplicação (Codap) da ...
19/11/2024

Nesta véspera de feriado do Dia da Consciência Negra, recebemos no Alaroke os alunos do Colégio de Aplicação (Codap) da Universidade Federal de Sergipe (UFS) para mais uma edição do projeto "A Escola Vai ao Terreiro". Este encontro é uma oportunidade valiosa para aprofundar conhecimentos e reflexões sobre a cultura afro-brasileira. Todas as ações realizadas têm como objetivo fortalecer a luta antirracista, celebrando nossa diversidade e promovendo o respeito e a igualdade entre todos. Vamos juntos construir um futuro mais justo e consciente!

O filme ‘Alaroke: uma história de culto aos orixás em Sergipe’, dirigido por Lucas Cachalote, será exibido nesta quinta-...
11/11/2024

O filme ‘Alaroke: uma história de culto aos orixás em Sergipe’, dirigido por Lucas Cachalote, será exibido nesta quinta-feira (14/11), na oitava edição da Egbé Mostra de Cinema Negro.

O curta-metragem, que conta como foi fundado o nosso terreiro de candomblé, faz parte da sessão que acontece às 14h, no Instituto Luciano Barreto Júnior, em Aracaju/SE.

Os depoimentos trazidos por figuras importantes das religiões de matriz africana no Estado de Sergipe narram os primeiros passos para a estruturação do Alaroke e acabam, de alguma forma, ajudando a salvaguardar a memória das tradições afrobrasileiras na cidade de São Cristóvão.

Recebemos nesta sexta-feira (08/11) a visita de cerca de 100 alunos do Colégio Estadual Dep Elísio Carmelo, do Centro de...
09/11/2024

Recebemos nesta sexta-feira (08/11) a visita de cerca de 100 alunos do Colégio Estadual Dep Elísio Carmelo, do Centro de São Cristóvão/SE, para uma imersão no universo da ancestralidade africana. A ação faz parte do Projeto "A Escola Vai ao Terreiro" e representa um passo importante na quebra de tabus e no combate ao preconceito religioso, promovendo uma educação antirracista.

O objetivo é que os jovens aprendam a importância de respeitar as diferentes tradições religiosas, ampliando seu conhecimento e contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e plural. A iniciativa, que conta com palestra, debates e passeio pelos espaços sagrados, reflete um compromisso com a diversidade e a valorização da cultura afro-brasileira.

Os alunos também exploraram a mata e aprenderam sobre a importância da natureza nas práticas dos povos de terreiro, reconhecendo que a conexão com o meio ambiente é um aspecto fundamental desss religiões.

A experiência não apenas enriqueceu o conhecimento dos estudantes, mas também promoveu uma reflexão sobre respeito e diversidade, fundamentais para a construção de uma cultura de paz e respeitosa em relação às diferentes religiões. A visita ao terreiro de candomblé reafirma a importância da educação como instrumento de combate ao preconceito e à intolerância religiosa.

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Na tarde desta sexta-feira (1º),  o barracão do Alaroke tornou-se um espaço de promoção da saúde. Filhos do terreiro e m...
02/11/2024

Na tarde desta sexta-feira (1º), o barracão do Alaroke tornou-se um espaço de promoção da saúde. Filhos do terreiro e moradores da comunidade vizinha tiveram oportunidade de receber atendimentos odontológicos, de enfermagem e fisioterapia. Tudo de forma gratuita.

As ações fazem parte do Projeto MOVASE , de Extensão de Saúde da Universidade Tiradentes (Unit). As crianças da comunidade receberam orientações de higiene bucal e escovacão dentária, enquanto idosas resolveram problemas com prótese. Um dos serviços mais procurados foi o de aferição de pressão arterial e glicemia. A liberação miofascial feita pelas estudantes de Fisioterapia também repercutiu de forma positiva.

Fotos:

No dia 1º de novembro, das 14h às 17h, o Alaroke será palco das ações do Projeto MOVASE, de Extensão de Saúde da Univers...
25/10/2024

No dia 1º de novembro, das 14h às 17h, o Alaroke será palco das ações do Projeto MOVASE, de Extensão de Saúde da Universidade Tiradentes (Unit) . A iniciativa dos acadêmicos visa atender à comunidade do terreiro e adjacências do Povoado Umbaubá, em São Cristóvão/SE.

Com a parceria, serão ofertados gratuitamente atendimentos odontológicos, de enfermagem (aferição de pressão arterial e glicemia), fisioterapia e educação física. Ao todo, serão disponibilizadas 30 vagas e o atendimento é por ordem de chegada.

Venha participar e cuidar da sua saúde!

Endereço

RodoVia João Bebe Água, Km 13. Povoado Umbaubá
São Cristóvão, SE

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