Mães e Madrinhas, Pais e Padrinhos Orantes pelos Sacerdotes

Mães e Madrinhas, Pais e Padrinhos Orantes pelos Sacerdotes Nosso objetivo é a oração pelas vocações, sacerdotes, mães sofredoras e por todos que trabalham no serviço do Senhor.

Agimos sobre a proteção do Espírito Santo e pedimos a todos batizados para que orem pela Santa Igreja e seus povo.

29/04/2026
29/04/2026
29/04/2026
29/04/2026

Hoje às 21h temos um encontro marcado com a Live Oracional: Vem Espírito Santo! 🔥

Teremos um momento de oração voltado à cura da ansiedade, que aflige tantos corações.

Participe conosco e compartilhe com alguém que também precisa deste momento de restauração.

Hoje às 21h através das redes sociais

29/04/2026

Santa Catarina de Sena (1347–1380) foi uma mística italiana da Ordem Terceira Dominicana, reconhecida como Doutora da Igreja e padroeira da Itália e da Europa. Sua vida foi marcada por visões místicas, serviço aos pobres e doentes, e pela intervenção decisiva que trouxe o Papa de volta a Roma após o “exílio de Avinhão”.

Nascimento: 25 de março de 1347, em Siena, Itália, durante a Peste Negra. Filha de Jacopo Benincasa e Lapa Piagenti, foi a 25ª filha de uma família numerosa.
Desde a infância, teve visões místicas de Cristo e consagrou sua virgindade a Jesus aos 7 anos.

Catarina viveu como leiga consagrada, dedicando-se à oração, penitência e cuidado dos pobres e enfermos. Durante o período em que os papas residiam em Avinhão (França), Catarina escreveu cartas e viajou pessoalmente para convencer o Papa Gregório XI a retornar a Roma. Em 1377, o Papa voltou, fato atribuído à sua influência.

Sua obra principal é O Diálogo, além de centenas de cartas e orações que revelam sua teologia mística e espiritualidade profunda.

- Canonização: 1461, pelo Papa Pio II.
- Doutora da Igreja: 1970, pelo Papa Paulo VI.
- Padroeira:
- Roma (1866, Papa Pio IX)
- Itália (1939, Papa Pio XII, junto com São Francisco de Assis)
- Europa (1999, Papa João Paulo II, junto com outros santos).

28/04/2026

São Luís Maria de Montfort - O Senhor não considera tanto o sofrimento em si mesmo, mas sim a maneira como se sofre

“Eu não acho que uma pessoa possa ter uma união íntima com Nosso Senhor e uma perfeita fidelidade ao Espírito Santo, sem não tiver uma grandíssima união com a Santíssima Virgem”.

Eis o fundamento da espiritualidade de Luís Maria Grignion de Montfort. “Toda a nossa perfeição - escreveu – consiste em ser conforme, unidos e consagrados a Jesus”; imitar Maria quer dizer seguir “a criatura mais conforme a Jesus”. Luís Maria Grignion, segundo de dezoito filhos, nasceu no dia 31 de janeiro de 1673, em Montfort-sur-Meu, em uma família da Bretanha, profundamente cristã. Ali, viveu apenas poucas semanas, após ter recebido o batismo um dia depois do seu nascimento.

Apesar das dificuldades econômicas, aos 12 anos frequentou o colégio jesuíta de São Tomás Becket, em Rennes; a seguir, transferiu-se para Paris, onde entrou para o seminário de São Sulpício e estudou na Universidade Sorbonne.
Com 27 anos, em 5 de julho de 1700, dia de Pentecostes, foi ordenado sacerdote. Algumas testemunhas narram que ele permaneceu o dia inteiro em adoração como “um anjo diante do altar”.

Luís Maria Grignion era um homem de oração e ação. A sua obra evangelizadora distinguiu-se logo pela defesa da fé católica contra o racionalismo, protestantismo, galicanismo e o difuso jansenismo.
Um dos seus primeiros encargos foi o de capelão do hospital de Poitiers. Era muito amado pelos doentes e pobres, devido ao seu zelo missionário e dedicação incondicionada, o que causou inimizade entre alguns sacerdotes, pelo seu comportamento excêntrico. Por isso, teve que deixar o cargo.

Após dois meses de peregrinação a pé, em 1706, chegou a Roma; ali recebeu o título de “Missionário Apostólico” do Papa Clemente XI, do qual recebeu também de presente um crucifixo de marfim, - que sempre o levou consigo – com o convite de se dedicar à evangelização da França. Antes de voltar à sua pátria, Luís Maria Grignion, que gostava de se definir “servo de Maria”, visitou a Santa Casa de Loreto; ele era muito atraído pela vida de submissão de Jesus à Virgem na casa de Nazaré. Ele continuou a ser impedido na diocese de Poitiers. Por isso, dedicou-se à missão popular, entre os habitantes da zona rural da nativa Bretanha e da Vandea, e à edificação da Igreja, não apenas espiritual, mas também física, reconstruindo até algumas capelas.

Seguir Maria para “encontrar Jesus Cristo”: esta convicção de Luís Maria transformou-se em uma pastoral, cuja centralidade era o culto à Virgem Maria, a propagação da oração do Terço e a organização de procissões e celebrações marianas. Luís Maria Grignion nunca fugiu da cruz; pelo contrário, não obstante a sua grande estima entre os fiéis, sofreu pela perseguição, dentro e fora da Igreja. O Bispo de Nantes, por exemplo, negou-se abençoar o Calvário que o sacerdote havia construído, com a contribuição de muitas pessoas, ao término da sua missão em Pontchâteau. A sua obra foi destruída e reconstruída, várias vezes: primeiro, sob o reinado de Luís XIV e, depois, durante a Revolução Francesa.

Mas, o missionário nunca desanimou e comentava: “Se não pudermos edificar a cruz aqui, a edificaremos em nosso coração”. Nos últimos anos de vida, o santo fez pregações nas dioceses de Luçon e La Rochelle, a pedido dos respectivos bispos, abertamente contrários aos jansenistas. No dia 28 de abril de 1716, enquanto participava de uma missão, São Luís Maria Grignion de Montfort faleceu de pneumonia, com a idade de 44 anos. Todo o povo se reuniu diante do seu leito de morte para receber a sua bênção. Luís Maria Grignion foi beatificado, em 1888, pelo Papa Leão XIII e canonizado, em 1947, por Pio XII. O próprio Papa João Paulo II, que o inscreveu no Calendário geral da Igreja, em 1996, adotou para o seu Pontificado o moto “totus tuus”, extraído da sua espiritualidade.

São Luís Maria Grignion de Montfort, fundador das Filhas da Sabedoria (1703) e da Companhia de Maria (1705), é recordado pelos seus escritos marianos, como o Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem, redigido em 1712. Esta obra permaneceu escondida em um cofre por 150 anos; ao ser reencontrada, em 1842, foi publicada no ano seguinte. Hoje, é traduzida em numerosas línguas, por ser o ponto de referência da espiritualidade mariana mundial.

São Luís Maria de Montfort, rogai por nós!

28/04/2026

Sacerdote missionário, São Luís Maria Grignion de Montfort destacou-se pela profunda devoção a Nossa Senhora. Ensinou o caminho da consagração total a Jesus por Maria, conduzindo muitos à santidade. Exemplo de amor mariano e ardor apostólico. São Luís Maria, rogai por nós!

Endereço

São Bernardo Do Campo, SP

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