Ilé Alaketu Àse Omi Odo Orí’re Orún

Ilé Alaketu Àse Omi Odo Orí’re Orún Casa de Candomblé

Boa noite família,Motumbá a todosFizemos perguntas para alguns de nossos irmãos de asé, família e amigos. Vamos conferir...
01/06/2021

Boa noite família,
Motumbá a todos

Fizemos perguntas para alguns de nossos irmãos de asé, família e amigos. Vamos conferir uma resposta hoje?

Perguntamos para nossa querida amiga e irmã, Milena Rufino, mais conhecida como Mãe Milena de Exu, o que para ela seria ser deste orixá? E quais os desafios que ela enfrentou de preconceito por ser iniciada de Exu.

O que é ser de Exú na minha visão: Eu fui iniciada no candomblé em 19 87 quando os Candomblecistas no geral não escolhiam Orixás, os Orixás que nos escolhiam e quando eu soube que meu Orixá era Exú me decepcionei pois eu sonhava em ser de Oya ou de qualquer outro Orixá mulher, também as pessoas falavam que se fizesse Exú iria destruir minha vida pois eu era uma criança e eles achavam que eu poderia entrar no mundo das dr**as, prostituição enfim não me davam uma boa expectativa porém minha mãe não abriu mão de iniciar Exú e com os anos fui tendo muitos livramentos e graças eu acredito que por Exú mesmo sempre tive bastante sofrimento também mais até hoje nunca precisei de fazer algo ilícito ou mesmo nunca usei dr**as ou me vendi para passar por qualquer momento na minha vida. Papai Exú sempre me deu sabedoria para passar por tudo seja por um problema de saúde, por uma traição, por falta de dinheiro, por tudo que passei de bom ou de ruim sempre consegui ter discernimento para passar com dignidade isso me fez aprender a amar e respeitar cada dia mais o meu Orixá e todos os Orixás amo e tenho Fé sem nenhuma dúvida pois todas as vezes que clamei por eles todos sempre estiveram comigo desde a mais simples atividades como nas mais importantes. Orixá é vida. Tem alguns detalhes não tão bom em ser de Exú um deles é que algumas pessoas tem um certo interesse em pessoas de Exú mas não é por mim e sim por Exú, mais eu relevo pois Exú é pai o tempo todo Axé.

Texto de Milena Rufino

O Ilê Alaketu Asé Odo Omi Ori´re Orún agradece a todas as ekedys,  por sempre estarem zelando pelos nossos orixás, por c...
28/05/2021

O Ilê Alaketu Asé Odo Omi Ori´re Orún agradece a todas as ekedys, por sempre estarem zelando pelos nossos orixás, por cuidar das entidades, orixás, exu, pombo gira entre todas as demais linhas como se cuidassem dos seus próprios filhos, sempre teremos o amor por todas vocês não é atoa que são chamadas de mães..

Muito Asé na caminhada de vocês.

NOTA DE FALECIMENTOÈ com imenso pesar que  informamos o falecimento da Yalorixá Cida Godoy de Oya. Nesta madrugada.A Fam...
26/05/2021

NOTA DE FALECIMENTO

È com imenso pesar que informamos o falecimento da Yalorixá Cida Godoy de Oya. Nesta madrugada.

A Familia Ilê Alaketu Àsé Omi Odo ori´re Orún lamenta esta grande perca de sua primeira filha de Oya .
Nossos sinceros sentimentos a toda a família e amigos desta grande mulher que sempre acolheu a todos com um lindo sorriso no rosto e com seus olhos marejados de amor.

Olorun Kosi Pure

Cuidado com o que se fala.A Religião dos Òrìsàs, sem dúvidas concentra uma gama inesgotável de conhecimento e conselhos....
08/04/2021

Cuidado com o que se fala.

A Religião dos Òrìsàs, sem dúvidas concentra uma gama inesgotável de conhecimento e conselhos. Um deles, é que devemos ter muito cuidado com o que falamos. Isso é muito forte na Cultura dos Òrìsàs, sendo que desde muito cedo, aprendemos que devemos falar pouco e observar muito. Abaixo, segue uma história que nos convida à essa importante reflexão.
Uma antiga história Nàgó narra que existia um Esquilo muito falante, que nunca soube guardar segredos. O grande Deus da Adivinhação, o avisou que ele deveria guardar para si o que via e ouvia, que deveria ter muito cuidado com o que falava para as pessoas, que não era tudo que se falava, que não era tudo que se comentava, que muito do que vimos e ouvimos devemos guardar para nós e não expor aos ventos. Mas teimoso, o Esquilo não seguiu os conselhos do Grande Sábio. Um dia, a esposa do Esquilo teve filhotes e, muito alegre ele não parava de falar à todos que passavam na estradinha na floresta: “Minha casa está cheia de filhotes, eu tenho filhotes!!! Eu tenho filhotes!!!”. O Esquilo repetia isso para todos os viajantes que passavam na estrada. Até que um deles, ao ouvir isso, entrou mata à dentro e achou a casa do Esquilo, roubando seus filhotes. Quando o Esquilo retornou, ele ficou apavorado, pois não encontrou mais os seus filhotes. Assim, ele procurou um Babalawo, para saber o que deveria fazer para ter seus filhotes novamente. O Babalawo lhe disse que nada poderia ser feito, que era tarde demais. Lembrou ao Esquilo que já havia lhe dito que deveria ter muito cuidado com o que falava e que sua boca havia sido a responsável pela morte dos seus filhotes.

Credito Omin Tún

Em Iorubá - AkôkoNome Cientifico: Newboldia laevis SeemNome Popular: acocoO Akôko é uma das folhas preferidas por todos ...
26/03/2021

Em Iorubá - Akôko
Nome Cientifico: Newboldia laevis Seem
Nome Popular: acoco
O Akôko é uma das folhas preferidas por todos os candomblecistas por ser associada sempre a prosperidade, tanto de dinheiro (owo), como de filhos (omo). De origem africana, foi introduzida aqui pelos africanos, onde se adaptou perfeitamente. É atribuída aos Orixás Ossaim e Ogum, pois esta árvore é considerada abundante e na África acomoda em suas sombras, assentamentos do Orixá Ogum onde seu culto é extenso na cidade de iré. Akôko é uma árvore sagrada também conhecida mo árvore de Oxóssi.
Entre os Iorubás, é considerada um sinal de prosperidade, pois seus troncos eram muito empregados nas feiras, locais onde o comércio era intenso e era comum que, após serem utilizadas como estacas, seus troncos brotassem, gerando novas árvores.
Já no culto Egungum, o Akôko desempenha um papel fundamental na união dos seres do Ayê (mundo dos vivos) e Orum (mundo dos espíritos). Seu tronco que geralmente não é muito ramif**ado, lembra um grande opó ixé, que ligaria o Céu a Terra. Nesse caso, sua principal relação se dá com a Iyagbá Oyá, Senhora dos Ventos e dos eguns, que recebe o título de Alakôko, senhora do Akôko. Constatamos assim dois aspectos importantes dessa árvore: Sua ligação com a ancestralidade e com o elemento Ar.
Entre os jeje, recebe o nome de Ahoho (pelos Mahi) e Hunmatin (pelos Mina). O Ahoho é um huntingomé/jassú (árvore sagrada) consagrado ao Vodun Gun (Togbo) que costuma tê-la como seu principal atín sa. Segundo a tradição Mahí, os galhos do Ahoho devem ser levados junto ao corpo, em viagens longas, ou que ofereçam algum tipo de risco. Durante a execução de obrigações difíceis também. Essa medida teria como finalidade atrair a proteção de Togbô, que é um guerreiro terrível e que sempre luta pelos seus filhos.
O Akôko é uma folha associada a realeza, daí ser chamada de "a folha dos reis". Espalhada no chão do barracão em dia de festa, atrai prosperidade. Segundo a tradição Iorubá, seu tronco não pode ser ferido por machado, faca ou objetos de ferro. É utilizada para todos os Orixás.
Dizem os antigos, que o Akokô está ligado ao final do ciclo da iniciação, quando uma nova etapa na vida do iniciado começará. Por isso é uma folha muito empregada durante cerimônias de festejo dos sete anos (Odu Ige) de iniciado, principalmente quando ocorre entrega de oye (cargo). Segundo alguns, nenhum rei é considerado rei se não tiver levado no seu ori a folha de Akôko.
Quem quiser plantar o Akôko, não precisa de muito espaço, pois o seu tronco não é muito grosso, porém o seu porte é majestoso, f**a bem alta. Suas flores também são bem bonitas, lembram a de um Ipê Rosa, pois pertence a mesma família botânica. Porém cuidado, pois existem pessoas vendendo Akosi como se fosse Akôko. Salve o nosso Rei! Árvore forte e imponente, esse é o Akôko. Vamos cantar para ele:
Ewé ófé gbogbo akoko
Ewé ofé gbogbo akoko
Awá li awá oro
Ewé ofé gbogbo akoko
Akoko, é a folha de todas as pessoas inteligentes
Akoko, é a folha de todas as pessoas inteligentes
Nós temos, nós somos, riqueza e saúde
Akoko, é a folha de todas as pessoas inteligentes.
Créditos: Lucas de Ode

🇧🇷
20/03/2021

🇧🇷

OgãsHoje é o dia de vocês.Porém sabemos que os seus dias são todos, principalmente Atos nesta religião que AmamosGratidã...
16/09/2020

Ogãs
Hoje é o dia de vocês.
Porém sabemos que os seus dias são todos, principalmente Atos nesta religião que Amamos

Gratidão e Asé são as melhores palavras para agradecer!

ÓBE FARIN O ato de "usar" a navalha numa feitura de iyawô tem signif**ados muito sutis e importantes.Chamado de sacrifíc...
04/09/2020

ÓBE FARIN

O ato de "usar" a navalha numa feitura de iyawô tem signif**ados muito sutis e importantes.
Chamado de sacrifício (sagrado ofício), simboliza a passagem de um estado inferior para um superior. É o símbolo mais usado para exprimir a ruptura de níveis e a penetração no "outro mundo", no mundo supra-sensível (seja o dos mortos ou o dos deuses). É penoso passar pela lâmina afiada da navalha, pela "ponte apertada e perigosa" que exprime a necessidade de transcender os contrários, de abolir hábitos que caracterizam a condição humana a fim de conseguir alcançar um modelo de vida mais próximo à retidão do esforço espiritual, colocando-se no eixo de uma outra polaridade.
Os cabelos possuem o dom de conservar "relações íntimas" com o Vodum/Orixá/Inkice, mesmo depois de separados do corpo. Simbolizam suas propriedades ao concentrar espiritualmente suas virtudes: permanecem unidos a quem foi oferecido.
Na maior parte das vezes, os cabelos representam certas virtudes ou certos "poderes": a força e a virilidade

Foto de Ilê Asé Ya Ogunté

A folha da Bananeira tem como nome tradicional Eweógẹdẹ, é razoável pensar que por seu frequente uso no preparo do acaçá...
16/06/2020

A folha da Bananeira tem como nome tradicional Eweógẹdẹ, é razoável pensar que por seu frequente uso no preparo do acaçá no Brasil, passou a ser denominada por alguns de EweEkó, apontada como: “a folha de uma determinada espécie de bananeira do mato”, informa Mãe Beata.
A pergunta a ser feita é: porque Ewe Ekó para a folha da bananeira, e não Ewe acaçá, visto que é por este nome e não Ékọ que esta comida ficou conhecida no Brasil. Um dos fatores que nos levam a crer que o nome da folha da bananeira não deveria estar veiculada ao ékọ, é que: o advento do milho na África é posterior ao da banana; assim o nome original da folha estava relacionado ao fruto em questão, e não ao alimento que posteriormente ela envolveria, Em solo Yorùbá, notamos que uma das folhas usada para envolver o Ékọ foi denominada Ewe Eerán grifada por Ifatosin como Iran, (Thaumatococcus daniellii).
Muito embora, diferentemente do que colocou Ifatosin, não se trate de uma árvore, Ifatosin diz: “ékọ funfun (acaçá) em número de 16 ou 32, enrolados numa folha de ewe-iran (árvore nigeriana)...” esta folha que uma vez “enrolada” ao alimento, facilmente será confundida com a folha de bananeira dada a sua textura. Mesmo com seu uso frequente na Nigéria para envolver o ẹkọ, Ewe Erán não passou a ser denominada Ewe ékọ pelos que fazem uso desta. Outra folha muito usada no estado de Oyó, é a Ewe Gédu, oriunda da árvore do mesmo nome,diz Maria Inês Couto de Almeida, Ifatosin ao abordar Obatala (Oxalá) em sua obra: “A comida de Orisa'nlá não deve levar sal nem pimenta. Além de igbin, oferece-se orogbo, côco, egbo, ékọ funfun (acaçá) em número de 16 ou 32, enrolados numa folha de ewe-iran (árvore nigeriana)”*. Juana Elbein afirma: “Retirado seu involucro verde, ele constitue a comida dos orisa funfun” e cita que a folha com esta finalidade dentre os Yorùbá é oriunda de uma planta denominada por ela de ÈPÀPÓ.
Wande Abinbola aumenta ainda mais a lista quando relata o uso da folha de mamona, Ewe Lara como invólucro do ékọ. Muito embora o ékọ esteja estreitamente ligado à Oişa'nlá, o mesmo não se da com a bananeira, que por muitos é atribuída Şango, por outros à Iroko (Loko) e Eşu. José Flavio Pessoa de Barros e Eduardo Napoleão na obra EWÉ ÒRÌŞÀ, ressaltam: “Embora o acaçá seja o alimento predileto de Oxalá, a este orixá são atribuídas apenas às folhas de banana-prata, pois a banana-d água (ógẹdẹọmìnì) é um dos seus principais “ẹwọ” (interdito), como também é para Oiá”. Aqui dois pontos conflitantes, o primeiro é que diferentemente do que foi colocado, o principal alimento de Oxalá é o Igbin (caracol), outro é que o nome yorùbá ọgẹdẹọmini, esta relacionado à planta como um todo e não a folha ou uma variedade desta, assim como o termo ógẹdẹ abo, ógẹdẹ loboyọ e ógẹdẹ párántà, registrados por Verger. Já a Banana d'água (denominada ọgẹdẹọmìni por José B. E Eduardo N.) também chamada banana-nanica e tem como nome científico: Musa Cavendishii e foi identif**ada por Verger como ọgẹdẹ-ntiti oyinbo, talvez o equivoco esteja no nome yorùbá, ỌMINI (ọmi-ni) o que no primeiro momento nos leva a interpretar como ser ou ter – água - muito embora a grafia para água em yorùbá seja – OMI.
Da analise destas informações podemos afirmar que não é a folha da bananeira que torna o ékọ propicio a Oxalá e sim o preparado a base de agbado funfun, pois algumas bananeiras chegam a ser até um dos seus interditos, segundo José Flavio e Eduardo.
Folha de gédu usada em Ilero, Oyo.
Há quem afirme que, o ato de enrolar a massa - ékọ na folha da bananeira, é o que a transforma (a massa) em acaçá. Não podemos assim crer, que é a folha da bananeira a responsável por esta transformação, uma vez que independente da folha que esta comida esteja envolta ela sempre será denominada ékọ nome yorùbá do acaçá no Brasil. Se formos levar em consideração o fato de que a massa de milho ékọ, só se torna acaçá depois de envolvido na folha de banana; Em sendo assim, Obatala em muitos lugares na Nigéria não se alimenta do acaçá, e sim de ékọ, pois como podemos ver a folha da bananeira não é a mais usada na Nigéria. Juana escreve que: “O àkàsà (escrito àkàşù por Abrahan) é um àpólàékọ, isto é, um pedaço de uma porção de ẹko sólido...Essa porção ou este pedaço é envolvido em folhas de uma planta...Cada um desses pacotinhos de ẹkọ recebe o nome de àkàsà”. Podemos encontrar dentro do dicionário yorùbá, a palavra àpólà – signif**a: lenho ou pedaço de madeira- numa alusão clara à parte de um todo; ainda com o apoio do dicionário, encontraremos o termo citado por Abrahan-àkaşu, subs:. Um grande tabuleiro, de massa de agidi (milho branco), o que é contraponto à afirmação de Juana, que aponta o akasa como partes da massa ékọ, embora o termo àkaşu relata algo em seu todo, não fragmentado. Se unirmos o termo àpólààkàşù, encontraremos referencia à – “um pedaço (parte) do todo”, assim, um acaçá seria um àpólààkàşù e não um àpólàékọ.
No pensamento de Juana não é o uso da folha, e sim sua divisão/fragmentação que determinam a diferença entre A e B (àkàsà) e (ékọ), fato que não ocorre em África, onde a massa enrolada em qualquer folha é denominada ékọ, se esta massa não chegar ao ponto sólido e frio será denominado ogigbona.
A folha da banana não seria o segredo do ékọ como afirmam alguns, ele poderia ser enrolado em outras folhas, como já pode ser observado no decorrer deste texto. Ominderewa diz: "Na verdade, deveria se utilizar não a folha de bananeira, mais uma folha parecida”, e pontua, o uso da folha da mamona-branca (Ewe-lara funfun) em algumas casas, a mesma afirmação é feita por Beata de Iemanja, que diz: “Vários axés não fazem uso da folha de bananeira para envolver o acaçá” e afirma não considerar errado o fato de não enrolar o acaçá, o importante segundo ela é: “a sua presença como oferenda”.
O fato é que, ao oferecê-lo como alimento propiciatório à divindade, a folha deve ser retirada e de nada mais serve ao orixá o qual foi ofertado, talvez, e só talvez, seja este fato que esteja levando alguns a abrir mão do uso da folha. “Retirado se seu invólucro verde, ele constitui a comida dos orisa funfun” afirma Juana Elbein. Isto faz crer que, como alimento ritual dedicado a outra divindade, que não seja funfun, por exemplo, Şango, a folha não deva ser removida? Por mais uma vez somos obrigados a não concordar! Ela vai além para determinar que: "Envolvido numa folha verde... é simbolo de um ser e, como tal,...pode representar qualquer animal ou mesmo substituir um ser humano”. Juana aponta a representação do acaçá como sendo a totalidade de um ser humano ou animal, nada reduzido a massa encefálica como informado por Mãe Beata. Neste momento faz-se uma indagação: Dentro deste raciocínio, poderíamos oferecer um acaça em substituição a um animal sacrificial, como por exemplo, a cabra? E no caso de obtermos um sim, (o que não concordo) em qual dos três grupos de “sangue” este “acaça-bra” estaria relacionado, animal ou vegetal... no vermelho, preto ou o branco, relembrando que o invólucro do Ékọ, segundo ela, é preto e seu conteúdo branco (ambos vegetais), não encontramos aqui o “vermelho”. O que a autora não mencionou é o fato de que na tradição das divindades em questão o sacrifício humano foi substituído pelo sacrifício da cabra, não de um acaçá, e este fato esta registrado nos contos sagrados de Ifá.
Não esta sendo aqui questionado o poder mágico da folha ou do fruto da bananeira, quanto menos o acaçá/ékọ, quanto alimento tradicional tanto dos Yorùbá quanto de suas divindades, e sim, a alegação feita por alguns de que, para se ter axé, o ékọ tem que ter sido enrolado na folha da bananeira[...] ou que, só vira acaçá-ékó depois do contato com a folha da bananeira, e por fim que seja a folha da bananeira a única ao qual o acaçá (ékọ) deva e possa ser envolto.

Credito T'ogun Aroleifa.

Logunedé ou Logun Ede, do iorubá Ológunède (senhor guerreiro de Edé), é um orixá caçador e guerreiro da cidade de Edé, n...
10/06/2020

Logunedé ou Logun Ede, do iorubá Ológunède (senhor guerreiro de Edé), é um orixá caçador e guerreiro da cidade de Edé, na Nigéria. No Brasil, é o orixá que mais se tem preconceito e falta de informação em relação aos outros orixás. Ao contrário do que muitos pensam, Logunedé é um orixá adulto, masculino, guerreiro e caçador. O engano de que Logunedé é uma criança, se dá pelo fato da sua baixa estatura, sendo o menor de todos os orixás caçadores.
É um orixá tido como temperamental, muito bravo, sanguinário e impiedoso, com características muito similares à de Ogum, diferente dos equívocos que se tem no Brasil, de pensarem que ele é um orixá meigo e alegre. Sua tamanha coragem é relacionada à de um leopardo, que assim como o animal, é gracioso e muito belo não deixando de ser imponente, perigoso e poderoso.
Existem muitas confusões em relação à filiação de Logunedé. Sua mãe é Oxum certamente em todas as histórias, mas em muitas das vezes sua paternidade é confundida com Oxóssi Ibualamo, Ogum e algumas vezes até com Obatalá. Esses enganos se dão pelo fato de Erinlé, que é seu verdadeiro pai, também ser chamado de Ibualamo (que signif**a água profunda, já que este orixá reside no fundo do rio Erinlé, sendo o próprio rio, que é afluente do rio Osun, na Nigéria), e Logunedé ter passado bastante tempo e ter forte ligação com Ogum e Obatalá, depois de ser abandonado e resgatado por Oyá.
No Brasil, é cultuado no candomblé e em alguns terreiros de batuque, em sua maioria nas nações Ijexá como sua mãe, Ketu e Efon, sendo o seu culto muito difundido no Rio de Janeiro.
Logun ô akofá! Loci Loci Logun!!

Crédito Joab Ramiro

não deixe de fazer isso e vá, vc está livre!E o velho partiu para rumo ignorado e algum tempo depois ele chegou em uma c...
26/05/2020

não deixe de fazer isso e vá, vc está livre!
E o velho partiu para rumo ignorado e algum tempo depois ele chegou em uma cidade muito rica e poderosa e com fome e sede bateu em uma porta para pedir comida e lhe deram com carinho e ele em agradecimento pendurou ali o mariwo e em outras casas lhe trataram mau e nada fez . Um dia estando dormido em local proximo a cidade (no mato) foi acordado com dois guerreiros que queriam mata-lo, mas um deles disse: Não antes vamos leva-lo ao nosso general e o arrastaram até onde se encontrava o general e ao chegarem na praça central da cidade era Ogun que ali estava e ao ve-lo disse:Larguem este velho ele é meu amigo e o velho tremeu. Disse Ogun:-"Velho você me fez vencer esta cidade onde me camuflei com mariwo que vc inventou e foi fácil entrar nela sem ser visto por isso eu a destruir toda!" Mas o velho correu os olhos ao redor e viu que muitas casas estavam de pé e disse meu senhor feito de ferro, ainda há casas de pé e respondeu Ogun eu sei, onde eu vi o mariwo pendurado sabia que ali eram pessoas do bem.......e nada fiz contra quem ali morava porque sei que lhe trataram bem...tome estas riquezas e seja Rei nesta cidade e a governe com as pessoas de bem e viva rico e feliz. E Ogun partiu deixando um rei muito rico e poderoso para tras e foi para outras cidades vence-las!Onde Ogun passa com seu Exercito e ve o mariwo logo diz: Aí mora gente do bem,vamos embora!E nesta casa nada acontece..
" Ògún a jo e Mariwo (Ògún se manifeste com o seu mariwo)
Akóró a jo e Mariwo (Akóró, se manifeste com o seu mariwo)
Ògún pà lè pà lona (Ògún mata, tem poder de matar no caminho)
Ògún a jo e Mariwo (Ògún se manifeste com o seu mariwo)
E ma tù Ye ye (Vós sempre anima a nossa vida) (animar = reviver)"

Crédito Histórias de Terreiros

Endereço

R. Goiânia, 75/Batistini, São Bernardo Do Campo/
São Bernardo Do Campo, SP
R.GOIÂNIA,75-BATISTINI,SÃOBERNARDODOCAMPO-SP,09843

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