Paroquia Sagrada Família

Paroquia Sagrada Família São 25 comunidades pertencentes a Paróquia Sagrada Família situadas em sua maioria em Santa Terezinha (22), Vitor Meireles (1) e Rio do Campo (2).

fazem parte da paroquia sagrada família capelas de Sta. Terezinha e Rio doCcampo

🙏🏻 Hoje é dia de encontro, acolhida e bênçãos!Esperamos todos os casais para uma noite especial de fé, na presença de De...
28/05/2026

🙏🏻 Hoje é dia de encontro, acolhida e bênçãos!
Esperamos todos os casais para uma noite especial de fé, na presença de Deus.

⏰ Hoje às 19:00 horas
📍 Salão Comunitário de Santa Terezinha

“A Igreja é casa para todos os que desejam caminhar com Cristo.”

27/03/2026

Semana Santa 2026.

09/02/2026
05/02/2026
22/01/2026

Meditando o Evangelho de hoje
Dia Litúrgico: Quinta-feira da 2ª semana do Tempo Comum

Ver 1ª Leitura e Salmo Responsorial

Evangelho (Mc 3,7-12): Jesus, então, com seus discípulos, retirou-se em direção ao lago, e uma grande multidão da Galiléia o seguia. Também veio a ele muita gente da Judéia e de Jerusalém, da Iduméia e de além do Jordão, e até da região de Tiro e Sidônia, porque ouviram dizer quanta coisa ele fazia. Ele disse aos discípulos que providenciassem um barquinho para ele, a fim de que a multidão não o apertasse. Pois, como tivesse curado a muitos, aqueles que tinham doenças se atiravam sobre ele para tocá-lo. E os espíritos impuros, ao vê-lo, caíam a seus pés, gritando: «Tu és o Filho de Deus». Mas ele os repreendeu, proibindo que manifestassem quem ele era.

Comentário:
Rev. D. Melcior QUEROL i Solà (Ribes de Freser, Girona, Espanha)

«Uma grande multidão da Galiléia o seguia. Também veio a ele muita gente da Judéia e de Jerusalém, da Iduméia e de além do Jordão, e até da região de Tiro e Sidônia»

Hoje, ainda temos recente o batismo de João nas águas do rio Jordão, deveríamos recordar a relevância do nosso próprio batismo. Todos fomos batizados num só Senhor, numa só fé, «num só Espirito para formar um só corpo» (1Cor 12,13). Eis aqui o ideal de unidade: formar um só corpo, ser em Cristo uma só coisa, para que o mundo acredite.

No Evangelho de hoje vemos como «uma grande multidão da Galiléia» e também muita gente procedente de outros lugares (cf. Mc 3,7-8) se aproximam do Senhor. E Ele acolhe e procura o bem para todos, sem excepção. Devemos ter isso muito presente durante o octavário de oração pela unidade dos cristãos.

Apercebamo-nos como, no decorrer dos séculos, os cristãos nos dividimos em católicos, ortodoxos, anglicanos, luteranos, e um largo et cetera de confissões cristãs. Pecado histórico contra uma das notas essenciais da Igreja: a unidade.

Mas aterremos na nossa realidade eclesial de hoje. A da nossa diocese, a da nossa paroquia. A do nosso grupo cristão. Somos realmente uma só coisa? Realmente a nossa relação de unidade é motivo de conversão para os afastados da Igreja? «Que todos sejam um, para que o mundo acredite» (Jo 17,21), pede Jesus ao Pai. Este é o reto. Que os pagãos vejam como se relaciona um grupo de crentes que, congregados pelo Espirito Santo na Igreja de Cristo, têm um só coração e uma só alma (cf. Hch 4,32-34).

Recordemos que, como fruto da Eucaristia —em simultâneo com a união de cada um com Jesus— deve manifestar-se a unidade da Assembléia pois, alimentamo-nos do mesmo Pão para sermos um só corpo. Portanto, o que significam os sacramentos, e a graça que contêm, exige de nós gestos de comunhão para com os outros. A nossa conversão é à unidade trinitária (o qual é um dom que vem do alto) e a nossa tarefa santificadora não pode obviar os gestos de comunhão, de compreensão, de acolhimento e de perdão para com os demais.

Pensamentos para o Evangelho de hoje
«Este é o caminho pelo que chegamos à salvação: Jesus Cristo. Por Ele, podemos elevar nossa mirada até o alto dos céus; por Ele, vemos como num espelho a face imaculado e excelso de Deus» (São Clemente Romano)

«Sua pessoa [Jesus] não é outra coisa que amor. Os signos que realiza, sobretudo para os pecadores, para as pessoas pobres, excluídas, doentes e sofrentes levam consigo o distintivo da misericórdia» (Francisco)

« Ao liberar algumas pessoas de males terrestres -fome, injustiça, doença, morte-, Jesus operou sinais messiânicos. Ele, no entanto, não veio para abolir todos os males da terra, mas para liberar os homens da mais grave das escravidões, a do pecado (Catecismo da Igreja Católica, n°549)

09/10/2025

Meditando o Evangelho de hoje
Dia Litúrgico: Quinta-feira da 27ª semana do Tempo Comum

Ver santos
9 de outubro: São John Henry Newman, presbítero e cardeal
Ver 1ª Leitura e Salmo Responsorial

Evangelho (Lc 11,5-13): Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: «Imaginai que um de vós tem um amigo e, à meia-noite, o procura, dizendo: Amigo, empresta-me três pães, pois um amigo meu chegou de viagem e nada tenho para lhe oferecer. O outro responde lá de dentro: ?Não me incomodes. A porta já está trancada. Meus filhos e eu já estamos deitados, não posso me levantar para te dar os pães?. Digo-vos: mesmo que não se levante para dá-los por ser seu amigo, vai levantar-se por causa de sua impertinência e lhe dará quanto for necessário.

»Portanto, eu vos digo: pedi e vos será dado; procurai e encontrareis; batei e a porta vos será aberta. Pois todo aquele que pede recebe; quem procura encontra; e a quem bate, a porta será aberta. Algum de vós que é pai, se o filho pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ou ainda, se pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo aos que lhe pedirem!».

Comentário:
Fray Josep Mª MASSANA i Mola OFM (Barcelona, Espanha)

«O Pai do céu dará o Espírito Santo aos que lhe pedirem»

Hoje, o Evangelho é uma catequese de Jesus a respeito da oração. Afirma solenemente que o Pai sempre a escuta: «Pedi e vos será dado; procurai e encontrareis; batei e a porta vos será aberta» (Lc 11,9).

As vezes podemos pensar que a prática nos mostra que isso não sempre acontece, que não sempre age assim. É necessário rezar com as atitudes corretas!

A primeira é a constância, a perseverança. Devemos rezar sem nos desanimar nunca, no obstante nos pareça que nossa súplica bate com um rechaço, ou que não é escutada imediatamente. É a atitude daquele homem inoportuno que a meia noite vai lhe pedir um favor ao seu amigo. Com sua insistência recebe os pães que precisa. Deus é o amigo que escuta desde dentro a quem é constante. Havemos de confiar em que acabará por nos dar o que pedimos, porque além de ser amigo, é Pai.

A segunda atitude que Jesus nos ensina é a confiança e o amor dos filhos. A paternidade de Deus ultrapassa imensamente à humana, que é limitada e imperfeita: «Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu ... !» (Lc 11,13).

Terceira: Havemos de pedir principalmente o Espírito Santo e não somente coisas materiais. Jesus nos anima a pedi-lo, assegurando-nos que o receberemos: «...quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo aos que lhe pedirem!» (Lc 11,13). Esta petição sempre é escutada. É como pedir a graça da oração, já que o Espírito Santo é sua fonte e origem.

O beato frade Gil de Asís, colega de São Francisco, resume a idéia de esse Evangelho quando diz: «Reze com fidelidade e devoção, porque uma graça que Deus não lhe deu uma vez, pode dá-la em outra ocasião. Por sua conta põe humildemente toda a mente em Deus e, Deus porá em você sua graça, conforme lhe praza».

Pensamentos para o Evangelho de hoje
«A tua verdade disse que se chamarmos nos responderão, que se pedirmos, receberemos: — Ó Pai Eterno, os teus servos clamam. Responde-lhes!» (Santa Catalina de Sena)

«Quando precisamos de ajuda, Jesus não nos diz para nos resignarmos e fecharmo-nos em nós mesmos, mas para nos voltarmos para o Pai e Lhe pedirmos com confiança todas as nossas necessidades, desde aquelas que são mais evidentes e cotidianas» (Francisco)

«O Espírito Santo, que ensina a Igreja e lhe recorda tudo o que Jesus disse, também a educa para a vida de oração, suscitando expressões que se renovam no âmbito de formas permanentes: bênção, petição, intercessão, acção de graças e louvor.» (Catecismo da Igreja Católica, nº 2644)

Feliz Aniversário Pe. Bertolino
05/03/2025

Feliz Aniversário Pe. Bertolino

Rendemos graças a Deus por sua vida! 🙏
Feliz aniversário! 🥳

17/02/2025

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Meditando o Evangelho de hoje
Dia Litúrgico: Segunda-feira da 6ª semana do Tempo Comum

Ver 1ª Leitura e Salmo Responsorial

Evangelho (Mc 8,11-13): Os fariseus vieram e começaram a discutir com ele. Para pô-lo à prova, pediam-lhe um sinal do céu. Jesus deu um suspiro profundo e disse: «Por que esta geração pede um sinal? Em verdade vos digo: nenhum sinal será dado a esta geração!». E, deixando-os, entrou de novo no barco e foi para a outra margem.

Comentário:
Rev. D. Jordi POU i Sabater (Sant Jordi Desvalls, Girona, Espanha)

«Em verdade vos digo: nenhum sinal será dado a esta geração!»

Hoje, o Evangelho parece que não nos diz muito, nem sobre Jesus nem sobre nós próprios. «Por que esta geração pede um sinal?» (Mc 8,12). João Paulo II, comentando este episódio da vida de Jesus Cristo diz-nos: «Jesus convida ao discernimento relativamente às palavras e às obras que testemunham (são “sinal de”) a chegada do reino do Pai». Parece que aos Judeus que interrogam Jesus lhes falta a capacidade ou a vontade de pensar no sinal que — de fato— são toda a atuação, obras e palavras do Senhor.

Também hoje em dia se pedem sinais a Jesus: que nos mostre a sua presença no mundo ou que nos diga como devemos atuar. O Papa faz-nos ver que a negação de Jesus Cristo em dar um sinal aos judeus —e, portanto, a nós também— se deve a que quer mudar a lógica do mundo, orientada na procura de signos que confirmem o desejo de auto-afirmação e de poder do homem». Os judeus não queriam um signo qualquer, mas aquele que indicasse que Jesus era o messias que eles esperavam. Não esperavam o que viria para os salvar mas aquele que viria dar segurança às suas visões de como se deveriam fazer as coisas.

Definitivamente, quando os judeus do tempo de Jesus, como também os cristãos de hoje pedimos —de uma forma ou de outra— um sinal, o que fazemos é pedir a Deus que atue à nossa maneira, da forma que julgamos mais correta e, que por isso apoia o nosso modo de pensar. E Deus, que sabe e pode mais (e por isso pedimos no Pai-Nosso que se faça a “sua” vontade), tem os seus caminhos, mesmo que não nos seja fácil compreendê-los. Mas Ele, que se deixa encontrar por todos os que O procuram, também se lhe pedirmos discernimento, nos fará compreender qual é a sua forma de atuar e, como podemos distinguir hoje os seus signos.

Pensamentos para o Evangelho de hoje
«Nestas três coisas se conhecerá que a tua boca está cheia em abundância de sabedoria ou de prudência: se confessares de palavra a tua própria iniquidade, se de tu boca sair a ação de graças e o louvor a Deus, e se de ela saem também palavras de edificação» (São Bernardo)

«‘Se és Filho de Deus…’ - Deus é “provado” do mesmo modo que se prova uma mercadoria. A arrogância que quer converter Deus em um objeto e impor-Lhe as nossas condições experimentais de laboratório não pode encontrar Deus» (Bento XVI)

«Os sinais realizados por Jesus testemunham que o Pai O enviou (290). Convidam a crer n'Ele (291) (…). Apesar de os seus milagres serem tão evidentes, Jesus é rejeitado por alguns (295); chega mesmo a ser acusado de agir pelo poder dos demónios (296)» (Catecismo da Igreja Católica, nº 548)

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Rio Do Campo, SC
89198000

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Terça-feira 13:00 - 17:00
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