17/11/2023
É desolador a falta de reconhecimento da capacidade produtiva de mulheres em posições de liderança.
Não é ser mais que os homens, mas ter as mesmas oportunidades de realizar um trabalho competente. Mais uma vez, o círculo vicioso da ausência de mulheres nos espaços de liderança prejudica avanços nos mais diversos ambientes, seja familiar, corporativo ou esfera pública.
A contribuição da mulher não vem da sua construção biológica, mas social e cultural, por meio de ações e valores, visões nas relações interpessoais que são singulares. A mulher não é mais fraca, ou menos ágil, ou menos racional; a mulher vê outras possibilidades porque foram construídas com vivências construídas com desigualdade de poder, às vezes de acesso a informação ou interferências na liberdade de escolha.
A mulher não pode ser vista como um objeto que realiza esforços para retirada de crises e depois é descartada como se tivesse realizado somente uma obrigação.
Como eu desejo que um dia Jesus entre no coração das pessoas e transforme as suas mentes para que tratem as mulheres com a mesma simpatia e respeito, independente de sua formação, origem e status sociais. Ele nunca nos tratou como párias sociais.
Dez dias após celebrar a melhor campanha da história do esporte feminino do Brasil nos Jogos Pan-Americanos, com as mulheres ganhando mais medalhas do que os homens pela primeira vez, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) demitiu a coordenadora de Esportes