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04/02/2023

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PAULO PRISIONEIRO DE CRISTO  - PARTE 4EPISÓDIO 4.1 – ATOS 27. 1-44 / ATOS 28.1-15VIAGEM DE PAULO À ROMA – COMO PRISIONEI...
31/01/2023

PAULO PRISIONEIRO DE CRISTO - PARTE 4

EPISÓDIO 4.1 – ATOS 27. 1-44 / ATOS 28.1-15
VIAGEM DE PAULO À ROMA – COMO PRISIONEIRO:
Na viagem de Paulo a Roma, na condição de prisioneiro aconteceram várias adversidades, mas como Paulo estava em uma missão de Jesus, tudo iria terminar bem, e nada aconteceria fora da vontade de Deus. O pastor Hernandes Dias Lopes costuma dizer que desertos na vida dos que amam a Deus, não são obras do acaso, mas, geralmente fazem parte da agenda de Deus.
No segundo dia de viagem, quando o navio aportou em Sidom, na Fenícia, o centurião Júlio permitiu que Paulo tivesse a liberdade de rever os irmãos e amigos, que ali moravam, e obter assistência deles (Atos 27.2,3).
Era inverno e Paulo recebeu de Deus revelação dos perigos que aconteceriam na viagem. Paulo alertou ao centurião, que preferiu confiar mais na experiência do mestre do navio. Quando o navio passou da ilha de Creta, no mar Mediterrâneo desencadeou-se uma tempestade que durou quatorze dias, sem que conseguissem diferenciar dias ou noites, em que não conseguiam ver o sol ou as estrelas, e sem comer. Quando todos já estavam sem esperança de sobreviver Paulo toma a palavra e encoraja a todos: “Senhores, na verdade, era preciso terem me atendido e não partir de Creta, para evitar esse dano e perda. Mas, agora, já vos aconselho bom ânimo, porque nenhuma vida se perderá de entre nós, mas somente o navio. Porque esta mesma noite, um anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo, dizendo: Paulo, não temas! É preciso que compareças perante César, e eis que Deus, por sua graça, te deu todos quanto navegam contigo” (Atos 27.21-24).
É impressionante o relato de Atos 27.31-44, que narra o drama do naufrágio em que o navio foi a pique mas todos se salvaram, um total de duzentas e setenta e seis pessoas, que só conseguiram comer algum alimento depois de quatorze dias de tempestade, porque o apóstolo Paulo os garantiu que todos se salvariam. Todos se salvaram, cada qual se agarrando a destroços do navio.
Chegando numa ilha chamada Malta, os moradores locais acenderam uma fogueira para aquecê-los, e Paulo foi picado por uma serpente venenosa, ao atirar um feixe de gravetos na fogueira. Os ilhéus pensaram que Paulo era um criminoso, porque escapou do naufrágio, mas morreria pela serpente; como isso não aconteceu acharam que Paulo era um deus. Paulo visitou o pai de Públio, dono da ilha, que estava enfermo. Paulo orou por ele, impondo-lhe as mãos e ele foi imediatamente curado. Atos 28.8,10, registra, como Deus operou naquele lugar: “À vista deste acontecimento, os demais enfermos da ilha vieram e foram todos curados, os quais nos distinguiram com muitas honrarias; e, tendo nós de prosseguir viagem, nos puseram a bordo tudo o que era necessário”.
Passados três meses embarcaram para Roma em outro navio, transcorrendo o final da viagem sem transtornos até chegar em Roma.

EPISÓDIO 4.2 – ATOS 28.16-31/EFÉSIOS 3.1-4.6 / FILIP. 1.12,13 ; FILIP. 5.21,22
PRIMEIRA PRISÃO DE PAULO EM ROMA:
A primeira prisão de Paulo em Roma foi uma espécie de prisão domiciliar, onde ficou numa casa, pela qual pagava aluguel, provavelmente custeado pelos irmãos de todas as igrejas fundadas por Paulo em todas as partes.
Nessa prisão em Roma Paulo escreveu primeiramente as cartas AOS EFÉSIOS e AOS COLOSSENSES, que tem muito conteúdo teológico em comum. A CARTA DE PAULO A FILEMOM foi escrita mais pra frente, e, mais para o final dessa prisão, por volta do ano 62, Paulo escreveu a CARTA DE PAULO AOS FILIPENSES.
Paulo ficou preso sempre acompanhado de um soldado da guarda pretoriana, que era a guarda de elite do imperador. Com seu ímpeto evangelístico Paulo pregou para todos que os guardavam e gerou um grande número de convertidos na guarda imperial de Nero, conforme comprova Filipenses 5. 22: “Todos os santos vos saúdam, especialmente os da casa de César.”
A carta de Paulo aos Efésios, que apesar de não ser tão grande quanto Romanos é riquíssima e concentra as principais doutrinas em que se baseia a fé cristã: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2.8,9).
A Carta de Paulo aos Colossenses por ser sinótica de Efésios dispensa comentários.
A Carta de Paulo aos Filipenses é outra preciosidade, onde Paulo abre o coração, falando da saudade dos irmãos, mostrando-se feliz pelos resultados colhidos, apesar de estar numa prisão: “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro”(Filipenses 1.21).
“Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo que é respeitável, tudo que é justo, tudo que é puro, tudo que é amável, tudo que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso que ocupe o vosso pensamento” (Filipenses 4.8).

EPISÓDIO 4.3 – 1 TIMÓTEO / TITO
PAULO LIVRE DA PRIMEIRA PRISÃO EM ROMA:
A Primeira Prisão de Paulo em Roma é a última narrativa do livro de Atos. Depois de dois anos nessa espécie de prisão domiciliar Paulo foi inocentado, porque não tinha cometido nenhum delito contra o Império Romano. Paulo saiu dessa prisão no ano 62.
Pela forma amorosa, com que Paulo se dirigia às igrejas, nas suas cartas, como um pai presente, que investe na maturidade de seus filhos, podemos supor que a primeira coisa que ele fez quando saiu da primeira prisão em Roma, foi visitar cada igreja e matar a saudade de ver os irmãos e compartilhar as coisas concernentes ao reino de Deus, porque mesmo em prisões ele jamais deixou de se comunicar com as igrejas pelas quais arriscou a própria vida, por todas as cidades por onde ele passou e gerou filhos espirituais.
Nesse período de aparente calmaria, Paulo escreveu as cartas 1TIMÓTEO e TITO, que foram cartas pessoais, a esses colaboradores amados, que eram seus discípulos na fé.
As cartas 1Timóteo, 2Timóteo e Tito, contêm um curso básico de seminário teológico, porque Timóteo, que era filho de pai grego e de mãe judia, e Tito, que era grego, eram valorosos colaboradores, que, por serem mais jovens, dariam continuidade ao ministério de Paulo, semelhantemente ao que se deu com o profeta Eliseu, que deu continuidade ao ministério profético de Elias.
Fazer teologia em seminários ou cursos de doutorado no exterior não terá nenhum valor, se o curso não seguir as premissas básicas que Paulo apresenta para seus seminaristas, nessas cartas maravilhosas. Paulo exorta seus dois seminaristas que, de forma nenhuma, negociassem o evangelho de Jesus, porque Jesus não dá essa procuração para ninguém, porque o evangelho é dele; o evangelho não é nosso e também não é de nenhum pregador, como ele recomenda em 1 Timóteo 4.1, em 2Timóteo 3.14-17 e 4.1-5, e em Tito 1.9-16.
Paulo também exorta seus dois seminaristas, que já exerciam o pastorado, a que se apresentassem com autoridade diante dos perturbadores, que se infiltravam nas comunidades cristãs e disseminavam falsos ensinamentos: “Porque existem muitos insubordinados, palradores, frívolos e enganadores, especialmente os da circuncisão. É preciso fazê-los calar... Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sadios na fé” (Tito 1.10, 11, 13). “Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda autoridade” (Tito 2.15). Mas, infelizmente, é muito comum hoje, que os pregadores, depois de tratarem de um assunto sério numa pregação, achem por bem inserir uma piada, que não tem nenhum propósito edificante, resultando então numa estrondosa gargalhada coletiva. Diante isso, não há autoridade que sobreviva, e a palavra de Deus é contaminada com um entulho, que compromete toda a pregação. O pastor norte americano Steven Lawson, notável homem de Deus, ainda vivo, faz citação sobre esse tipo de pregação pós-moderna, que se divide em três partes: “Primeiramente o pregador lê o texto, depois o pregador sai do texto, e, por fim, o pregador abandona o texto e não volta mais para o texto”.
Em Atos 15.28, Paulo faz menção de um projeto seu de ir até a Espanha, o que significaria a sua quarta viagem missionária; mas isso não deve ter acontecido, porque no dia 18 de julho do ano 64, Nero, insano imperador de Roma incendeia a cidade de Roma, que destrói 70% da cidade. Como os bairros que sobreviveram ao incêndio eram habitados por muitos judeus e cristãos, Nero utilizou isso como álibi para lançar a culpa sobre judeus e cristãos. Faltou madeira para crucificar cristãos, que também foram lançados às feras do Coliseu, ou então amarrados, cobertos de piche em postes, onde eram incendiados para iluminar a cidade de Roma. À essa altura, Paulo que era o líder dos cristãos em maior evidência, acabou sendo preso como mandante desse incêndio criminoso, interrompendo assim os projetos de Paulo.
A Segunda Prisão de Paulo em Roma, foi a última etapa do ministério de Paulo, que terminou no seu martírio, quando foi condenado com direito a uma morte rápida, por ser cidadão romano, morrendo decapitado no ano 67, condenado injustamente como mandante do Incêndio de Roma.

EPISÓDIO 4.4 – CARTA DE 2 TIMÓTEO:
A SEGUNDA PRISÃO DE PAULO EM ROMA:
Se na primeira prisão em Roma Paulo ficou numa espécie de prisão domiciliar, na sua segunda prisão, que durou dois anos (66 e 67), Paulo foi colocado numa masmorra subterrânea insalubre, onde grande parte dos prisioneiros ficavam leprosos.
Mas nem mesmo essas circunstâncias praticamente insuportáveis foram suficientes para frear o ímpeto que movia Paulo, O Prisioneiro de Cristo Jesus, como ele mesmo se intitula em Filemom 1.1, e em outras de suas cartas, porque mesmo nessa prisão Paulo nos presenteou e nos abençoou com a SEGUNDA CARTA DE PAULO A TIMÓTEO, nos deixando preciosas exortações.
Paulo faz citação a Onesíforo, que praticou uma ação humanitária que atenuou os seus sofrimentos nessa prisão: “Conceda o Senhor misericórdia à casa de Onesíforo, porque, muitas vezes, me deu ânimo e nunca se envergonhou das minhas algemas; antes, tendo ele chegado à Roma, me procurou solicitamente até me encontrar” (2Timóteo 1.16,17).
Em todo o capítulo 3 de 2Timóteo, indo até 2Timóteo 4.5, Paulo faz recomendações preciosas a Timóteo, seu filho na fé, recomendações essas que também se aplicam a nós, porque ele profetiza sobre o crescimento da iniquidade dos “últimos dias”, tempo em que estamos vivendo, no qual só sobreviverão na fé os que se firmarem no verdadeiro evangelho de Jesus.
“Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas a todos quantos amam a sua vinda” (2 Timóteo 4.6-8). Estas foram umas das últimas palavras de Paulo, quando estava no corredor da morte, aguardando a sua execução.
Paulo tinha a consciência em paz, diante de Jesus, com quem ele se encontraria brevemente, porque estava convicto de que ele fizera tudo que tinha sido possível fazer, e que valeu a pena fazer tudo que fez, por isso ele falou em seus últimos dias de vida: “Combati o bom combate”. Paulo também tinha consciência de que sua carreira foi concluída de maneira satisfatória, e que, por isso, sabia que a coroa da justiça lhe estava aguardando, nas mãos de Jesus, “reto juiz”.
Paulo sentiu-se abandonado por muitos, quando amargava seus últimos dias de vida nessa prisão, mas vale ressaltar que Lucas, o médico amado, que escreveu o livro de Atos, que contém a biografia de Paulo, nunca o abandonou, ficando com ele até os momentos finais (2 Timóteo 4.11a).
Também vale ressaltar que Paulo fala de sua reconciliação com João Marcos, com o qual Paulo tinha sido duro, no episódio que causou a separação entre ele e Barnabé, antes da sua segunda viagem missionária. João Marcos, que foi o autor do primeiro dos quatro evangelhos a serem escritos, O Evangelho de Marcos, voltou a participar ativamente do ministério de Paulo (2Timóteo 4.11b).
“Quando vieres traga a capa que deixei em Trôade... Apressa-te a vir antes do inverno” (2 Timóteo 4.13,21). Esse apelo de Paulo a Timóteo, seu filho na fé, tem um caráter de urgência, e demonstra dramaticidade, porque o inverno estava chegando, e, se Timóteo não se apressasse, ele poderia não sobreviver a um inverno rigoroso, somado ao total desconforto daquela prisão subterrânea.
O saudoso pastor Leonard Ravenhill, homem de Deus que nos deixou em 1984, aos 86 anos, em seu livro intitulado “Por Que tarda o Verdadeiro Avivamento?”, que fala muito sobre o Apóstolo Paulo, nele afirma que o diabo teve uma imensa sensação de alívio, quando Paulo foi decapitado, porque Paulo fez muitos estragos nas regiões dominadas pelas forças do mal, arrebentando todas as portas do inferno e libertando pessoas das algemas de satanás, por todos os lugares, por onde Paulo, O Prisioneiro de Cristo, andava e alvoroçava o mundo, como disseram os habitantes da cidade de Tessalônica (Atos 17.6).

Natalino Barboza Borges

26/01/2023
24/01/2023

PAULO, PRISIONEIRO DE CRISTO – PARTE 3

EPISÓDIO 3.1 – ATOS 18.24-28 / ATOS CAP. 19:
TERCEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA DE PAULO – ÉFESO:
Áquila e Priscila foram deixados por Paulo em Éfeso e lá conheceram Apolo, profundo conhecedor das escrituras, mas que conhecia apenas o batismo de João. Áquila e Priscila completaram em Apolo o que lhe faltava a respeito do evangelho de Jesus e a obra do Espírito Santo. A partir daí Apolo seguiu viagem a Acaia deixando ali cerca de doze homens que haviam sido discipulados por ele.
Ao chegar em Éfeso Paulo batizou os cerca de doze homens discipulados por Apolo, que ao serem batizados, receberam o Espírito Santo, que foi derramado sobre eles à semelhança do que havia acontecido em Jerusalém, no Dia de Pentecostes.
Encontrando em Éfeso mais uma oposição dos judeus, Paulo abandonou as sinagogas e ficou por dois anos pregando e ensinando na escola de Tirano. O registro bíblico dá-nos a dimensão grandiosa da obra que Deus realizou em Éfeso e em todas as cidades da Ásia, por intermédio do testemunho de Paulo: “E Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários, a ponto de levarem aos enfermos lenços e aventais de seu uso pessoal, diante dos quais as enfermidades fugiam das suas vítimas, e os espíritos malignos se retiravam” (Atos 19.11, 12).
Alguns judeus tentaram também exorcizar espíritos malignos em nome de “Jesus, a quem Paulo prega” (Atos 19.13). Esses judeus foram espancados pelo espírito maligno, que lhes respondeu: “Conheço a Jesus e sei quem é Paulo; mas vós quem sois? (Atos 19.15). Esse fato chegou ao conhecimento de todos e resultou numa queima de livros de magia que valiam a vultosa quantia de cinquenta mil diárias de um trabalhador, havendo conversões em massa.
Foi no período dos três anos em que Paulo esteve em Éfeso que ele escreveu e enviou a carta 1 CORÍNTIOS, para corrigir os desvios doutrinários da igreja de Corinto, que parece que estava se amoldando à libertinagem da cultura grega.
O culto à falsa deusa Diana (cujo templo era uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, quatro vezes maior do que o Partenon, de Atenas) foi abalado com a chegada de Paulo. Ao final de três anos o ourives Demétrio, líder dos artífices de imagens da deusa Diana, provocou um tumulto porque Paulo estava levando-os à falência. No momento da confusão Paulo quis ir até o grande teatro de Éfeso, que tinha capacidade para trinta mil pessoas, mas ele foi impedido pelos discípulos, para não ser despedaçado pelos agitadores.
Paulo teve que deixar Éfeso, mas a obra que Deus fez ali, por intermédio de Paulo, não parou e continuou crescendo, por isso, Éfeso tornou-se a maior igreja cristã da Antiguidade, ultrapassando a igrejas de Jerusalém e de Antioquia da Síria.
EPISÓDIO 3.2 – ATOS CAP.ÍTULO 20:
3ª VIAGEM MISSIONÁRIA DE PAULO - MACEDÔNIA, GRÉCIA , DESPEDIDA DOS EFÉSIOS:
Após sair de Éfeso Paulo ficou três meses na Macedônia. Foi nesse período que Paulo escreveu as cartas 2CORÍNTIOS e ROMANOS. Nesse retorno de visitação de igrejas estava acompanhado de valorosos irmãos de várias cidades diferentes: Sópatro, de Beréia, Aristarco e Secundo, de Tessalônica, Gaio, de Derbe, Timóteo, além de Tíquico e Trófimo da Ásia, conforme registra Atos 20.4.
Na cidade de Trôade Paulo operou o milagre de ressuscitar um jovem descuidado que caiu de uma janela, no terceiro andar de um prédio, enquanto Paulo pregava um longo sermão.
Na cidade de Mileto aconteceu um fato emocionante: Paulo que se despediu dos presbíteros da igreja de Éfeso, provocando um grande pranto entre todos, quando ouviram de Paulo que eles nunca mais haveriam de ver seu rosto, conforme narra Atos 20.36-38. Paulo marcou para sempre a vida daqueles queridos irmãos, e é assim que Deus quer que façamos: anunciar a salvação e deixar marcas profundas na vida das pessoas.
Em Atos 20.17-35, Paulo resume tudo que fez pelos irmãos da igreja de Éfeso, que vale a pena ser lido e refletido. No verso 31 Paulo resume bem a intensidade com que ele fazia a obra de Deus: “Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um” (Atos 20.31).

EPISÓDIO 3.3 – ATOS CAPÍTULO 21:
A PRISÃO DE PAULO EM JERUSALÉM:
Paulo estava indo para Jerusalém para entregar as ofertas recolhidas nas igrejas da Macedônia, para suprir os pobres da Judéia. Durante os sete dias em que ficou na cidade de Tiro, os irmãos lhe alertaram, por divina revelação, para que ele não fosse para Jerusalém. Chegando em Cesaréia um profeta chamado Ágabo lhe alertou que tribulações e prisão o aguardavam em Jerusalém, ao que Paulo respondeu a ele e aos irmãos: “Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus” (Atos 21.13).
Quando Paulo chegou em Jerusalém aconteceu um fato muito triste, que nos passa a idéia de que as questões da intromissão nas igrejas da Galácia, por parte dos judaizantes, não tinham sido totalmente resolvidas, como o registro de Lucas nos mostra: “No dia seguinte, Paulo foi conosco encontrar-se com Tiago, e todos os presbíteros se reuniram. E tendo-os saudado, contou minuciosamente o que Deus fizera entre os gentios por seu ministério. Ouvindo-o deram eles glória a Deus e lhe disseram: Bem vês, irmão, quantas dezenas de milhares há entre os judeus que creram, e todos são zelosos da Lei; e foram informados a teu respeito que ensinas a todos os judeus a apostatarem de Moisés, dizendo-lhes que não devem circuncidar os filhos, nem andar segundo o costume da Lei.
Que se há de fazer, pois? Certamente saberão da tua chegada. Faze, portanto o que te vamos dizer: estão entre nós quatro homens que, voluntariamente, aceitaram voto; toma-os purifica-te com eles e faze a despesa necessária para que raspem a cabeça; e saberão todos que não é verdade o que se diz a teu respeito; e que, pelo contrário, andas também, tu mesmo, guardando a Lei” (Atos 21.18-24).
O texto de Atos 21.18-24 nos faz pensar que o “glória a Deus” dos presbíteros não foi de todo o coração e não muito convincente, porque Paulo foi praticamente interrompido em seu relato. Os presbíteros demostraram a Paulo que estavam mais preocupados com a opinião dos judeus sobre Paulo do que com a obra que Deus estava realizando entre os gentios através de Paulo. Praticamente forçaram Paulo a fazer um ritual de purificação juntamente com quatro homens voluntários, e que Paulo teria que bancar as custas de todos eles, o que não era barato.
Paulo concordou em fazer e bancar as custas do ritual de purificação, mas antes de se cumprirem os sete dias desse ritual judaico, chegaram os judeus vindos de todas as partes da Ásia, que arrastaram e espancaram Paulo, que só não morreu abandonado nas mãos deles por causa da intervenção do comandante da guarda romana, que interrompeu o linchamento de Paulo.

EPISÓDIO 3.4 – ATOS CAPÍTULO 22:
PAULO DEFENDE-SE DIANTE DOS JUDEUS:
Esses momentos em que Paulo se via ameaçado e se defendia diante de judeus enfurecidos, foram dramáticos para ele, mas graças ao que ele narrou sobre uma ordem de Jesus dada a ele, aprendemos uma lição que foi crucial para ele, mas também é crucial para nós, quando ficamos procrastinando em obedecermos prontamente a um direcionamento que nos é dado por Deus: “Tendo eu voltado para Jerusalém, enquanto orava no templo, sobreveio-me um êxtase, e vi aquele que falava comigo: apressa-te e sai logo de Jerusalém, porque não receberão o teu testemunho a meu respeito” (Atos 22.17,18). Paulo conta ainda que ele chegou a argumentar com Jesus, que não lhe deu ouvidos, mas, ao contrário, Jesus lhe deu outra ordem expressa: “Vai, porque eu te enviarei para longe, aos gentios” (Atos 22.21). Como Paulo não obedeceu prontamente a essa ordem de Jesus, tudo deu errado em Jerusalém, e ele foi levado (à força) pelos discípulos para Tarso, sua cidade natal, onde ficou esquecido por dez anos. Vale lembrar que antes disso Paulo já tinha passado três anos no deserto da Arábia, onde recebeu as revelações sobre o evangelho, diretamente de Jesus. Ao ouvir esses relatos de Paulo, a multidão se alvoroçou , então o comandante da guarda romana o recolheu à fortaleza, para que não fosse morto pelos judeus.

EPISÓDIO 3.5 – ATOS CAPÍTULO 23:
PAULO PERANTE O SINÉDRIO – JESUS APARECE A PAULO – O ATENTADO FRUSTRADO:
Diante do Sinédrio Paulo apresentou-se como um fariseu e afirmou que estava sendo julgado por crer na ressurreição. Como os fariseus criam na ressurreição e os saduceus não criam, os judeus se dividiram e criou-se uma grande confusão; com isso o comandante recolheu a Paulo mais uma vez e o enviou para a fortaleza romana.
Depois que Paulo se defendeu no Sinédrio, em Jerusalém, Jesus mais uma vez apareceu a Paulo para encorajá-lo: “Na noite seguinte, o Senhor, pondo-se ao lado dele, disse: Coragem! Pois do modo por que me deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma” (Atos 23.11).
Mais de quarenta judeus fizeram um voto de não comer nem beber nada enquanto não matassem a Paulo, por isso montaram um plano maligno que acabou sendo descoberto por um sobrinho de Paulo, que avisou a Cláudio Lísias, comandante da fortaleza romana, que optou então em enviar Paulo para Cesaréia, quartel general romano em Israel, para lhe garantir mais segurança. Paulo lhe informou que era cidadão romano e o comandante temeu, porque seria responsabilizado se acontecesse algum mal a Paulo, estando ele sob os seus cuidados. Paulo foi escoltado por dois centuriões, duzentos soldados, setenta de cavalaria e duzentos lanceiros para o levarem de Jerusalém até cesaréia, às oito horas da noite, antes que os judeus juramentados pudessem por em prática o atentado planejado contra Paulo (ler Atos 23.12-30).

EPISÓDIO 3.6 – ATOS CAPÍTULOS 24, 25 e 26:
A PRISÃO DE PAULO EM CESARÉIA (DOIS ANOS):
Para os judeus o Templo de Jerusalém havia se tornado um ídolo de adoração até mais importante do que Deus. Uma das acusações do sumo sacerdote Ananias e um orador chamado Tértulo foi que Paulo havia profanado o Templo de Jerusalém (Atos 24.6). Estava se repetindo a mesma história dos dias do profeta Jeremias, quando os judeus diziam: “Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este” (Jeremias 7.3). Os profetas Jeremias e Ezequiel viram e registraram as profanações e aberrações que aconteciam no templo. Deus se retirou daquele lugar já que lhe dava náuseas, e , por isso, encarregou a Nabucodonosor, Rei da Babilônia de destruí-lo, o que veio acontecer no ano 586 A.C.
Jesus foi acusado e condenado à crucificação pelo Sinédrio, por falar contra o templo (Mateus 26.61). Estevão, O Primeiro Mártir do Cristianismo, morreu apedrejado porque foi acusado de falar contra o templo (Atos 6. 13). Atos 21.27 registra que uma das principais acusações contra Paulo era que ele havia profanado o templo. Mal sabiam eles que o objeto de adoração deles estava com os dias contados. Essa prisão de Paulo deu-se no ano 59. Isso significa que onze anos depois Jerusalém e seu famoso templo, objeto de adoração seriam devastados por Tito general romano, no ano 70, da forma como Jesus profetizou, de que ali não ficaria pedra sobre pedra (Mateus 24.2).
Paulo ficou preso em Cesaréia durante dois anos, mas em momento nenhum Jesus o abandonou; pouco antes de ser preso Jesus colocou-se ao lado dele e o encorajou, porque ele teria que testemunhar dele em Roma.
Paulo estava na condição de prisioneiro, mas ele estava cumprindo uma missão dada por Jesus. Já, os judeus, lutaram por uma causa perdida, porque a profecia de Jesus sobre a destruição do Templo e da cidade de Jerusalém, que já estavam estabelecidos na agenda de Deus, inevitavelmente iriam acontecer, mas os judeus, embriagados pelo legalismo religioso hipócrita, não tiveram como perceber o perigo iminente., que viria a acontecer onze anos depois, no ano 70. Talvez esse tenha sido um dos motivos de Jesus ter ordenado a Paulo que saísse logo de Jerusalém, em Atos 22-17-21.
Felix, que governava em Cesaréia, quando ocorreu a prisão de Paulo, esperava que Paulo comprasse com dinheiro a sua liberdade, mas como Paulo não lhe deu atenção, ele deixou Paulo esquecido até que assumisse Festo, o novo governador, somente dois anos depois. Festo, o novo governador, quis fazer média com os judeus, por isso Paulo apelou para ser julgado por César, por ser cidadão romano, por isso Paulo foi enviado para Roma.

Natalino Barboza Borges

PAULO PRISIONEIRO DE CRISTO – PARTE 2: EPISÓDIO 2.1 – ATOS 15.22-41 / ATOS 16.1-40:SEGUNDA VIAGEM MISSIONÁRIA  DE PAULO ...
19/01/2023

PAULO PRISIONEIRO DE CRISTO – PARTE 2:

EPISÓDIO 2.1 – ATOS 15.22-41 / ATOS 16.1-40:
SEGUNDA VIAGEM MISSIONÁRIA DE PAULO – PAULO E SILAS EM FILIPOS:
Deus sempre está no controle da História, por isso o conflito narrado em Atos 15 acabou trazendo benefícios para o avanço da obra de evangelização às nações: Paulo se impôs como defensor do verdadeiro evangelho, a igreja de Jerusalém desautorizou os perturbadores que trouxeram confusão doutrinária aos gálatas, e Paulo se sentiu fortalecido e motivado para espalhar a pregação do evangelho pelo mundo. Um dos emissários da igreja de Jerusalém para enviar às igrejas gentias a decisão do Concílio de Jerusalém, foi Silas, que resolveu não voltar para Jerusalém e, por providência de Deus, viria a participar da Segunda Viagem Missionária de Paulo.
A Carta de Paulo aos Gálatas foi a primeira carta escrita por Paulo às igrejas, escrita por volta do ano 49. A preocupação de Paulo com as igrejas gentias fez com que Paulo se utilizasse muito desse recurso, mesmo nos anos em que esteve preso, e, por isso, graças a Deus, temos hoje as suas treze cartas no Novo Testamento, contendo o que ele aprendeu diretamente com Jesus, por revelação, que gera filhos espirituais até hoje.
Barnabé resolveu chamar seu sobrinho João Marcos para o que seria a Segunda Viagem Missionária de Paulo, mas Paulo não concordou, pelo fato de João Marcos tê-los abandonado na Primeira Viagem Missionária, por isso eles se separaram. Barnabé partiu para a ilha de Chipre com João Marcos, enquanto Paulo levou consigo a Silas. É possível que até aconteçam divergências entre os discípulos de Jesus, mas o obra de Deus não pode parar.
A primeira coisa que Paulo fez, nessa segunda viagem, foi visitar as igrejas da Galácia para consolidar a fé dos recém-convertidos. E foi na cidade de Listra que Paulo conheceu o jovem Timóteo, que tinha boa reputação dos irmãos de Listra e Icônio, por isso Paulo o adotou como filho espiritual e também o levou consigo nesta segunda viagem missionária.
Em Trôade (que é a mesma cidade lendária de Tróia cujas ruínas estão na Turquia) Paulo foi direcionado por Deus, em uma visão, para dirigir-se para a Macedônia, e foi isso que ele fez. O propósito de Deus era expandir o evangelho até a Europa, o que contribuiu decisivamente para que a mensagem do evangelho chegasse até nós, porque da Europa o evangelho foi para a América do Norte, e, da América do Norte foi trazido para o Brasil.
Em Filipos aconteceu a conversão de Lídia, mulher empresária, vendedora de púrpura, que se batizou juntamente com toda a sua casa. E foi na casa de Lídia que nasceu a igreja de Filipos, que mais tarde receberia uma das treze jóias preciosas de Paulo, para nossa edificação espiritual: a Carta de Paulo aos Filipenses.
Outro episódio marcante em Filipos foi a prisão de Paulo e Silas, porque Paulo expulsou o espírito maligno de uma jovem adivinhadora e interferiu no lucro dos que ganhavam dinheiro às custas dela. Mesmo feridos pelos açoites e presos, Paulo e Silas oravam e cantavam. À meia noite Deus provocou um terremoto e as prisões se abalaram, e os presos se soltaram, mas nenhum deles fugiu, porque aquela prisão foi permitida por Deus, pois ela resultou na conversão do carcereiro e de toda a sua casa. Ao sair da prisão Paulo voltou para a casa de Lídia, onde se reunia a igreja. Ali foram confortados pelos irmãos e então partiram para a cidade de Tessalônica, também na Macedônia, que era vizinha (ao norte) da Grécia.

EPISÓDIO 2.2 – ATOS CAPÍTULO 17:
SEGUNDA VIAGEM MISSIONÁRIA DE PAULO – TESSALÔNICA, BERÉIA E ATENAS:
Em Tessalônica houve muitas conversões: “Alguns deles foram persuadidos e unidos a Paulo e Silas, bem como numerosa multidão de gregos piedosos e muitas distintas mulheres”(Atos 17.4). Mas os judeus novamente provocam um alvoroço na cidade, mas quando procuraram Paulo e Silas não mais os encontraram. Foi em Tessalônica que nasceu a célebre frase, registrada em Atos 17.6, que diz: “Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui”.
Na cidade de Beréia Paulo e Silas foram bem recebidos pelos judeus, pois em vez de contestar Paulo, preferiram conferir nas escrituras tudo que lhes estava sendo pregado. Houve um grande número de convertidos em Beréia, mas logo que chegaram os judeus vindo de Tessalônica, em perseguição a Paulo, os irmãos providenciaram a partida de Paulo até Atenas. Vale ressaltar o cuidado que os bereanos tiveram com Paulo, conforme registrou Lucas: “Os responsáveis por Paulo levaram-no até Atenas e regressaram trazendo ordem a Silas e Timóteo para que, o mais depressa possível fossem ter com ele” (Atos 17.15).
Ao chegar em Atenas, capital cultural do mundo, Paulo ficou inconformado ao ver tanta idolatria: “O seu espírito se revoltava em face da idolatria dominante na cidade” (Atos 17.16). Vale a pena refletirmos sobre essa atitude de Paulo, comparando-a com as nossas atitudes diante da situação espiritual degradante em que se encontra a nossa geração. Apesar de não ter havido conversões em massa, até porque não deixaram Paulo terminar a sua pregação, a palavra não voltou vazia, porque isso é promessa de Deus: “Houve, porém, alguns homens que se agregaram a ele e creram; entre eles estava Dionísio, o areopagita, uma mulher chamada Dâmaris e, com eles outros mais” (Atos 17.34).


EPISÓDIO 2.3 – ATOS CAPÍTULO 18:
SEGUNDA VIAGEM MISSIONÁRIA DE PAULO - CORINTO:
Em Corinto, cidade importante da Grécia, Paulo conheceu um casal que foi muito importante no seu ministério: Áquilla e Priscila. Esse casal tinha a profissão de fazer tendas, a mesma de Paulo, por isso Paulo passou a morar com eles e trabalhava para se manter, e aos sábados apresentava a mensagem do evangelho de Jesus nas sinagogas. Mas quando vieram Silas e Timóteo, possivelmente com ofertas dos irmãos bereanos, Paulo passou a pregar em tempo integral , como está registrado: “Quando Silas e Timóteo desceram da Macedônia, Paulo se entregou totalmente à palavra, testemunhando aos judeus que o Cristo é Jesus” (Atos 18.5).
Como aconteceu em outras cidades, Paulo também encontrou oposição em Corinto, mas isso não impediu que as conversões acontecessem: “Mas Crispo, o principal da sinagoga, creu no Senhor, com toda a sua casa; também muitos dos coríntios, ouvindo criam e eram batizados” (Atos 18.8).
Em Corinto Jesus apareceu a Paulo em uma visão para encorajá-lo: “Não temas; pelo contrário, fala e não te cales; porquanto eu estou contigo e ninguém ousará fazer-te mal, pois tenho muito povo nesta cidade. E ali permaneceu um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus”” (Atos 18.9-11).
Paulo partiu de Corinto levando em sua companhia Áquila e Priscila, deixando-os em Éfeso, capital do Império Romano na Ásia, que seria objeto da Terceira Viagem Missionária de Paulo. Áquila e Priscila foram precursores de Paulo na cidade de Éfeso, onde encontraram Apolo, e, com ele, prepararam o terreno para a Terceira Viagem Missionária de Paulo, onde Deus mais uma vez operou poderosamente sacudindo Éfeso e muitas cidades do Império Romano com a mensagem do evangelho.
Na Segunda Viagem Missionária de Paulo foram geradas duas cartas de Paulo: 1TESSALONICENSES e 2TESSALONICENSES. Das igrejas que nasceram nesse momento do ministério evangelizador de Paulo, a igreja de Corinto foi a que lhe deu mais trabalho, possivelmente por estar no “olho do furacão” da carnalidade, porque a cultura grega cultua o corpo. Isso explica porque Roma dominou o mundo a ferro e fogo, mas a cultura grega foi tão influente, que ela se impôs à cultura romana, e, até os dias de hoje ela ainda continua viva, por isso Paulo nos exorta com muita firmeza sobre essa luta feroz que é travada em nossas mentes e aflige qualquer ser humano: “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entende-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Coríntios 2.14). “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne... Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis a concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito milita contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer” (Gálatas 5.13,16 e 17).
Natalino Barboza Borges

Endereço

Rio De Janeiro, RJ
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