IPI de Penha Circular

IPI de Penha Circular A Igreja Presbiteriana Independente de Penha Circular é uma das congregações da IPI do Brasil e e

06/09/2026

Durante 949 dias, um pastor canadense de origem sul-coreana viveu sob custódia na Coreia do Norte após receber uma sentença de prisão perpétua com trabalhos forçados. Anos depois, ao contar o que viveu, destacou algo inesperado: segundo seu testemunho, até o comportamento de alguns guardas começou a mudar. 🙏

Hyeon Soo Lim foi detido em 2015 e condenado pelo governo norte-coreano por crimes contra o Estado. Antes da prisão, sua igreja realizava ações humanitárias no país.

Na prisão, Lim relatou isolamento, trabalho pesado e pouca comida. Em entrevista durante a detenção, disse que trabalhava oito horas por dia, seis dias por semana, cavando buracos em um pomar. Na Liberty University, contou que perdeu quase 23 quilos em dois meses.

📖 Segundo seu relato de 2024, em algum momento recebeu permissão para ter uma única Bíblia. Sem televisão, rádio ou outros livros, passou a orar, memorizar as Escrituras e ler durante as pausas. Ele descreveu aquela Bíblia como “a alegria de encontrar água viva no deserto”.

Enquanto as autoridades buscavam informações para incriminá-lo, Lim disse que encontraram na internet principalmente seus sermões. De acordo com o pastor, alguns guardas começaram a ouvi-los e, com o tempo, passaram a tratá-lo de forma diferente: levaram mais comida, demonstraram mais cuidado e alguns chegaram a procurá-lo para aconselhamento familiar. ✨

Lim interpretou essa mudança à luz de sua fé e disse que a experiência fortaleceu sua esperança de que um dia o Evangelho possa circular livremente na Coreia do Norte.

Em agosto de 2017, depois de mais de dois anos de detenção, ele foi libertado por razões humanitárias e retornou ao Canadá. Em 2024, já em liberdade, voltou a contar sua história no Unify Korea Summit, na Liberty University.

Para Lim, a fé sustentou sua perseverança durante a prisão — e continua no centro da mensagem que ele compartilha hoje. 🙏



Fonte: Liberty University, Voice of America e Radio Canada International

25/08/2026
O culto na IPI de Penha Circular/RJ, na rua Delfina Enes 473, será hoje mesmo, às 19h30m. Todos estão convidados
31/07/2026

O culto na IPI de Penha Circular/RJ, na rua Delfina Enes 473, será hoje mesmo, às 19h30m. Todos estão convidados

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26/07/2026

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Em 1860, nas ruas frias, úmidas e escuras de Whitechapel, em Londres, um jovem médico chamado Thomas Barnardo caminhava sem imaginar que um simples encontro mudaria completamente o rumo de sua vida — e também o destino de milhares de crianças esquecidas pela sociedade.

Foi ali que ele encontrou um menino sozinho pelas ruas. Estava descalço, faminto e sem qualquer proteção. Não tinha família conhecida, não tinha um lar para onde voltar e carregava apenas a dura realidade de uma infância marcada pelo abandono e pela pobreza.

Barnardo havia chegado a Londres com o objetivo de se preparar para atuar como missionário, pensando em levar ajuda para terras distantes. Mas naquele momento percebeu algo que mudaria sua visão para sempre: sua missão já estava diante dele, nas próprias ruas da cidade.

Ele acolheu o garoto, ofereceu comida, abrigo e educação. Mais do que isso, entregou aquilo que aquela criança nunca havia recebido: uma oportunidade de construir uma vida diferente.

Aquele pequeno gesto se transformaria em uma das maiores obras sociais da Inglaterra.

Pouco tempo depois, Barnardo fundou seu primeiro abrigo para crianças abandonadas com uma ideia revolucionária para a época: nenhuma criança em necessidade seria rejeitada. Seu lema, “Não há fechadura na porta”, representava a promessa de que qualquer menino ou menina sem ajuda poderia encontrar ali um lugar seguro.

Com os anos, sua obra cresceu. Novos lares foram criados, escolas gratuitas foram abertas e milhares de crianças passaram a ter acesso não apenas a comida e abrigo, mas também à educação e ao aprendizado de profissões que poderiam lhes dar independência no futuro.

Em uma época em que muitas crianças pobres eram simplesmente ignoradas, Barnardo acreditava que elas não eram um problema a ser escondido, mas vidas que precisavam de uma chance.

Quando Thomas Barnardo morreu, em 1905, sua organização já havia acolhido mais de 60 mil crianças, transformando destinos que pareciam condenados pelo abandono.

História Perdida agradece por sua leitura

Fonte: The Life of Dr. Barnardo

Fonte: Barnardo's

Fonte: Oxford Dictionary of National Biography

Endereço

Rua Delfina Enes, 473/Penha Circular
Rio De Janeiro, RJ
21011-400

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Domingo 17:00 - 19:00

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