Grupo Jovem Semente

Grupo Jovem Semente "Jovens, não tenhais medo de ser santo"- Beato João Paulo II

RETIRO "UM SÓ CORAÇÃO UMA SÓ ALMA"Estamos de volta com nossas atividades presenciais e não há forma melhor de retornar d...
25/04/2022

RETIRO "UM SÓ CORAÇÃO UMA SÓ ALMA"

Estamos de volta com nossas atividades presenciais e não há forma melhor de retornar do que unidos em retiro. Você que tem entre 19 e 29 anos venha participar com a gente!

Nosso retiro irá acontecer no dia 30 DE ABRIL (sábado) no SALÃO PAROQUIAL DA MATRIZ NOSSA SENHORA DA GLÓRIA, de 14h às 18h.

INSCRIÇÕES GRATUITAS - Preencha o formulário de inscrição através deste link: abre.ai/retirogjs

Esperamos você 🙏🏻❤

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Retiro de Jovens da Paróquia Nossa Senhora da Glória.

Idade: 19 a 29 anos

Endereço: Paróquia Matriz Nossa Senhora da Glória, Largo do Machado, s/n, Rio de Janeiro. ( Salão Paroquial - entrada pela Rua Gago Coutinho)

Início: 14h

Encerramento com a Missa das 18:30h.

No dia após a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a Igreja celebra a festa do Imaculado Coração de Maria, a fim de m...
20/06/2020

No dia após a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a Igreja celebra a festa do Imaculado Coração de Maria, a fim de mostrar que estes dois corações são inseparáveis e que Maria sempre leva a Jesus.

Esta celebração foi criada pelo Papa Pio XII, em 1944, para que, por intercessão de Maria se obtenha “a paz entre as nações, liberdade para a Igreja, a conversão dos pecadores, amor à pureza e a prática da virtude”.

São João Paulo II declarou que esta festividade em honra à Mãe de Deus é obrigatória e não opcional. Ou seja, deve ser realizada em todo o mundo católico.

Durante as aparições da Virgem de Fátima aos três pastorinhos em 1917, Nossa Senhora disse a Lúcia: “Jesus quer servir-Se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração”.

“A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu Trono”.

Em outra ocasião, disse-lhes: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: ‘Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria’”.

Muitos anos depois, quando Lúcia era uma postulante no Convento de Santa Doroteia, em Pontevedra (Espanha), a Virgem lhe apareceu com o menino Jesus e, mostrando-lhe o seu coração rodeado por espinhos, disse: “Olha, minha filha, o meu Coração cercado de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos me cravam com blasfêmias e ingratidões”.

“Tu, ao menos, vê de me consolar e diz que, todos aqueles que durante cinco meses no primeiro sábado, se confessarem, recebendo a Sagrada Comunhão, rezarem um terço e me fizerem 15 minutos de companhia, meditando nos 15 mistérios do rosário com o fim de me desagravar, eu prometo assistir-lhes à hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas’”.

A Igreja celebra a Festa do Sagrado Coração de Jesus na sexta-feira da semana seguinte à Festa de Corpus Christi. O cora...
20/06/2020

A Igreja celebra a Festa do Sagrado Coração de Jesus na sexta-feira da semana seguinte à Festa de Corpus Christi. O coração é mostrado na Escritura como símbolo do amor de Deus. No Calvário o soldado abriu o lado de Cristo com a lança (cf. João 19,34). Diz a Liturgia que �aberto o seu Coração divino, foi derramado sobre nós torrentes de graças e de misericórdia�. Jesus é a Encarnação viva do Amor de Deus, e seu Coração é o símbolo desse Amor. Por isso, encerrando uma conjunto de grandes Festas (Páscoa, Ascensão, Pentecostes, Santíssima Trindade, Corpus Christi), a liturgia nos leva a contemplar o Coração de Jesus.

Este sagrado Coração é a imagem do amor de Jesus por cada um de nós. É a expressão daquilo que São Paulo disse: �Eu vivi na fé do Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim (Gálatas 2,20). É o convite a que cada um de nós retribua a Jesus este amor, vivendo segundo a Sua vontade e trabalhando com a Igreja pela salvação das almas.

Muitos Santos veneraram o Coração de Jesus. Santo Agostinho disse: �Vosso Coração, Jesus, foi ferido, para que na ferida visível contemplássemos a ferida invisível de vosso grande amor�. São João Eudes, grande propagador desta devoção no século XVII, escreveu o primeiro ofício litúrgico em honra do Coração de Jesus, cuja festa se celebrou pela primeira vez na França, em 20 de outubro de 1672.

Jesus revelou o desejo da Festa ao seu Sagrado Coração à religiosa Santa Margarida Maria Alacoque, na França, mostrando-lhe o �Coração que tanto amou os homens e é por parte de muitos desprezado�. S. Margarida teve como diretor espiritual o padre jesuíta S. Cláudio de la Colombière, canonizado por João Paulo II, e que se incumbiu de propagar a grande Festa.

Essas são as Promessas que Jesus fez: "No extremo da misericórdia do meu Coração onipotente, concederei a todos aqueles que comungarem nas primeiras sextas feiras de cada mês, durante nove meses consecutivos a graça do arrependimento final. Eles não morrerão sem a minha graça e sem receber os SS. sacramentos. O meu coração naquela hora extrema ser-lhe-á seguro abrigo". As outras promessas do Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque:

1 – Conceder-lhe-ei todas as graças necessárias ao seu estado.
2 – Porei a paz em suas famílias.
3 – Consolá-los-ei nas suas aflições.
4 – Serei seu refúgio na vida e especialmente na hora da morte.
5 – Derramarei copiosas bênçãos sobre suas empresas.
6 – Os pecadores encontrarão no meu Coração a fonte, oceano infinito de misericórdia.
7 – Os tíbios se tornarão fervorosos.
8 – Os fervorosos alcançarão rapidamente grande perfeição.
9 – Abençoarei os lugares onde estiver exposta e venerada a imagem do meu Coração.
10 – Darei aos sacerdotes a força de comover os corações mais endurecidos.
11 – O nome daqueles que propagarem esta devoção ficará escrito no meu Coração e de lá nunca será apagado.
12 – A todos os que comunguem, nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele” (João 6,56).Celebramos com muita graça, no dia ...
11/06/2020

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele” (João 6,56).

Celebramos com muita graça, no dia de hoje, a Festa do Corpo e do Sangue de Cristo, o Santíssimo Sacramento.

Corpus Christi para nós é a festa da nossa fé e da nossa vida. Cremos em Jesus, o Filho de Deus, encarnado no meio de nós. A encarnação de Jesus, no ventre de Maria, se torna ainda mais sublime, porque Aquele que se faz presente na Carne se faz presente no Pão e no Vinho. E não se faz presente por estar ali representado, se faz presente por Ele ser o Pão transubstanciado no seu Corpo e no seu Sangue.

Que beleza é o mistério do amor desse Deus que desce e se encarna! E o Deus que se rebaixa e desce à condição de ser Pão e Vinho para se tornar o alimento da nossa vida.

Deus sabe de todas as carências que nós temos. Fico olhando o quanto sofrem as pessoas que têm carência alimentar, das vitaminas necessárias para a subsistência do corpo, como precisam se alimentar, como precisam encontrar o alimento.

Todos nós precisamos de uma alimentação correta, que realmente possa preencher as lacunas da subsistência humana, mas, veja que, não é só do pão que vivemos, do pão que alimenta o corpo, pois a nossa alma, o nosso espírito e o nosso ser precisam do alimento eterno. Por isso, o nosso Deus não só nos dá o alimento, mas Ele mesmo se faz alimento. Ele mesmo torna-se o pão e a bebida para saciar a nossa fome e sede.

A graça é essa porque quem come desse pão come a sua Carne; e quem bebe do vinho bebe do Seu sangue permanece n’Ele e Ele em nós.

Veja que graça sublime é esta: Deus permanece conosco e permanecemos n’Ele pelo mistério do Seu Corpo e Sangue. Nosso Deus não é um Deus distante, Ele é um Deus presente, vivo e presente em nós para que tenhamos comunhão com Ele. E quem come desse pão para sempre viverá.

A Eucaristia é o sacramento que nos introduz e nos coloca na comunhão da eternidade. Viver a Eucaristia é viver em Jesus, é levar a vida n’Ele e celebrá-Lo em nós.

Celebremos, hoje, de forma festiva, seja em nossos lares e onde quer que estejamos, demos glória e louvores em todo momento ao Santíssimo e ao Diviníssimo Sacramento; demos glórias e louvores a todo momento à presença amorosa de Deus, que se tornou o nosso alimento.

(Padre Roger Araújo . Canção Nova)

Nasceu na Itália, em Cássia, no ano de 1381. Seu grande desejo era consagrar-se à vida religiosa. Mas, segundo os costum...
22/05/2020

Nasceu na Itália, em Cássia, no ano de 1381. Seu grande desejo era consagrar-se à vida religiosa. Mas, segundo os costumes de seu tempo, ela foi entregue em matrimônio para Paulo Ferdinando. Tiveram dois filhos, e ela buscou educá-los na fé e no amor. Porém, eles foram influenciados pelo pai que, antes de se casar, se apresentava com uma boa índole, mas depois se mostrou fanfarrão, traidor, entregue aos vícios, e seus filhos o acompanharam. Rita, então, chorava, orava, intercedia e sempre dava bom exemplo a eles. E passou por um grande sofrimento ao ter o marido assassinado e, depois, ao descobrir que os dois filhos pensavam em vingar a morte do pai. Com um amor heroico por suas almas, ela suplicou a Deus que os levassem antes que cometessem esse grave pecado. Pouco tempo mais tarde, os dois rapazes morreram depois de preparar-se para o encontro com Deus.

Sem o marido e filhos, Santa Rita entregou-se à oração, penitência e obras de caridade e tentou ser admitida no Convento Agostiniano em Cássia, fato que foi recusado no início. No entanto, ela não desistiu e manteve-se em oração, pedindo a intercessão de seus três santos patronos – São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino – e milagrosamente foi aceita no convento. Isso aconteceu por volta de 1441. Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor. Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa exemplar. Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso teve que viver resguardada.

Alguns meses antes de sua morte Rita pediu que um parente lhe trouxesse uma rosa do jardim da casa de seus pais, um pedido impossível, pois era janeiro, mês de extremo frio, mas para o espanto de todos, no lugar em que ela pediu que a rosa fosse retirada, havia uma única flor de cores vivas. Assim Santa Rita de Cássia é hoje conhecida por ser a intercessora de milagres impossíveis, assim como os seus que foram conquistados.

Tendo respondido fiel e amorosamente aos muitos convites de Deus para ela no decorrer de seus setenta e seis anos, Rita retornou a Deus em paz em 22 de maio de 1457. Seu corpo, que permaneceu incorrupto ao longo dos séculos, é venerado hoje em dia.

Morreu com 76 anos, após uma dura enfermidade que a fez padecer por 4 anos. Imediatamente após sua morte, Santa Rita de Cássia já era venerada como protetora contra a peste, provavelmente pelo fato de ter se dedicado em vida ao cuidado dos enfermos de peste, sem contrair jamais a doença. Mais um motivo pelo qual era começou a ser conhecida como a Santa das Causas Impossíveis.

Santa Rita de Cássia, rogai por nós!

No dia 31 de maio, a igreja celebrará o Espírito Santo. Por isso, durante nove dias, vamos nos preparar para Pentecostes...
22/05/2020

No dia 31 de maio, a igreja celebrará o Espírito Santo. Por isso, durante nove dias, vamos nos preparar para Pentecostes, a grande Solenidade em honra à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade.

Dos dias 22 a 30 de Maio estaremos ao vivo às 19h no instagram do grupo jovem para rezarmos juntos a novena de Pentecostes. Não deixe de participar!

São João Paulo II nasceu no dia 18 de Maio de 1920, em Wadowice, na Polônia. Foi batizado com o nome de Karol Wojtyła. E...
18/05/2020

São João Paulo II nasceu no dia 18 de Maio de 1920, em Wadowice, na Polônia. Foi batizado com o nome de Karol Wojtyła. Em Outubro de 1942, entrou no seminário de Cracóvia clandestinamente, por causa da invasão comunista em seu país, e a 1º de Novembro de 1946, foi ordenado sacerdote. Em 4 de Julho de 1958, o Papa Pio XII nomeou-o Bispo auxiliar de Cracóvia. Tendo em vista sua espiritualidade marcadamente mariana, Karol escolheu como lema episcopal a conhecida expressão “Totus tuus”, de São Luís Maria Grignion de Montfort, grande apóstolo da Virgem Maria. A ordenação episcopal de Wojtyla foi em 28 de Setembro do mesmo ano. No dia 13 de Janeiro de 1964, foi eleito Arcebispo de Cracóvia. Em 26 de Junho de 1967, foi criado Cardeal por Paulo VI. Na tarde de 16 de Outubro de 1978, depois de oito escrutínios, foi eleito Papa.

A espiritualidade mariana do grande São João Paulo II o levou a uma vida inteiramente dedicada a Deus, principalmente os seus mais de 25 anos de pontificado, um dos mais longos da história da Igreja. A obra que marcou profundamente a vida e consequentemente a espiritualidade de Karol Wojtyla foi o “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, de São Luís Maria Grignion de Montfort. Falando às Famílias Monfortinas, o Papa João Paulo II disse que o Tratado é um “texto clássico da espiritualidade mariana”, que teve singular importância em seu pensamento e em sua vida. Segundo o Santo Padre, o Tratado é uma “obra de eficiência extraordinária para a difusão da ‘verdadeira devoção’ à Virgem Santíssima”. São João Paulo II experimentou e testemunhou essa eficácia do Tratado em sua própria vida:
“Eu próprio, nos anos da minha juventude, tirei grandes benefícios da leitura deste livro, no qual “encontrei a resposta às minhas perplexidades” devidas ao receio que o culto a Maria, “dilatando-se excessivamente, acabasse por comprometer a supremacia do culto devido a Cristo”. Sob a orientação sábia de São Luís Maria, compreendi que quando se vive o mistério de Maria em Cristo, esse risco não subsiste. O pensamento mariológico do Santo, de fato, “está radicado no Mistério trinitário e na verdade da Encarnação do Verbo de Deus”.

Maio não é só o mês das noivas como é popularmente chamado, mas também o mês de Maria. Isso porque hoje, dia 13 de maio,...
13/05/2020

Maio não é só o mês das noivas como é popularmente chamado, mas também o mês de Maria. Isso porque hoje, dia 13 de maio, celebramos o dia de Nossa Senhora de Fátima.

Nossa Senhora de Fátima fez sua primeira aparição em 13 de maio de 1917 na pequena aldeia de Fátima em Portugal. Em um local chamado “Cova de Iria”, ela apareceu para três pequenos pastorinhos: Lúcia, Francisco e Jacinta.

As aparições da Virgem foram precedidas, como mais tarde foi revelado por Lúcia, pelas três manifestações do Anjo de Portugal, ou Anjo da Paz, entre abril e outubro de 1916. O Anjo exortou-os à oração e à penitência. Também ensinou às crianças as “Orações do Anjo”.

Em 13 de maio de 1917 as crianças haviam acabado de rezar o terço quando viram uma luz brilhante, seguida de um clarão. Viram, então, sobre uma pequena árvore, uma “Senhora mais brilhante do que o sol”. A Senhora, de cujas mãos pendia um terço branco, disse-lhes que era necessário rezar constantemente, principalmente o santo rosário, bem como aprender a ler, e convidou-os a comparecer ao local nos meses consecutivos.

Assim se deu, e as aparições aconteceram na Cova da Iria nos dias 13 de junho, 13 de julho, 13 de setembro e 13 de outubro. Em 19 de agosto, porque as crianças estavam no Sítio dos Valinhos, a aparição se deu naquele dia e local, excepcionalmente. Em julho e setembro a Virgem prometeu às crianças o advento do milagre do sol, que ocorreria ao meio-dia de 13 de outubro.

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

Evangelho do dia (Jo 14,27-31a)Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas ...
12/05/2020

Evangelho do dia (Jo 14,27-31a)

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. Ouvistes que eu vos disse: ‘Vou, mas voltarei a vós’. Se me amásseis, ficaríeis alegres porque vou para o Pai, pois o Pai é maior do que eu. Disse-vos isto, agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis. Já não falarei muito convosco, pois o chefe deste mundo vem. Ele não tem poder sobre mim, amas, para que o mundo reconheça que eu amo o Pai, eu procedo conforme o Pai me ordenou”

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REFLEXÃO

Não há anseio maior para a nossa humanidade do que ter paz. Não nos iludamos, achando que paz seja simplesmente a ausência de conflitos, porque a paz é a resposta amorosa que damos para os conflitos da vida e da existência.

Paz é não transformar conflitos em razão de vida, de ser e existir, porque é o que estamos deixando acontecer. Na vida, vamos ter, de fato, conflitos e inquietações, mas não podemos permanecer neles, temos que dar respostas de paz aos conflitos e às inquietações que vêm de fora.

Como vamos dar a reposta de paz se não a temos? É Jesus quem nos dá a paz, Ele é o Príncipe da paz, e Ele mesmo nos afirma: “Deixo-vos a paz, é a minha paz que vos dou”. Olhemos para o coração manso e humilde de Jesus, e n’Ele encontremos descanso, repouso e paz.

Não conheço ser humano que foi mais perturbado pelo mundo do que Jesus. Não preciso descrever, aqui, tudo o que fizeram com Ele para perturbá-Lo, todas as adversidades que jogaram contra Ele. Simplesmente, tentaram desumanizar inteiramente Jesus. Como O acusaram, blasfemaram, bateram n’Ele, jogaram ódio e rancor sobre Jesus! Ele, contudo, deu uma reposta: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”.

O coração que tem paz ama, perdoa, não entra nas brigas, nos conflitos simplesmente desastrosos que as pessoas criam para perturbar e tirar a paz dos outros. O coração que tem paz mergulha na serenidade, na sobriedade da alma e do Espírito. A paz é a resposta para o mundo que nos inquieta, por isso Jesus disse: “Não se intimide o vosso coração, não perturbe o vosso coração”.

Jesus sabe o quanto ficamos perturbados, o quanto é difícil lidarmos com as contrariedades! E se não sabemos lidar com elas, geram ansiedade dentro de nós.

O coração ansioso, a alma ansiosa vive inquietações profundas que perturbam, tiram a paz, o sono e a tranquilidade, gerando dentro de nós impaciências e respostas agressivas para os outros.

Quando nos encontramos num estado de agressividade conosco e com os outros, é porque a paz está longe de nós. Quando nos inquietamos com pouca coisa ou transformamos pouca coisa em muita coisa, é porque a paz de Deus não está em nós.

Não perturbe, não mergulhe o seu coração nas inquietações do mundo, mas mergulhe o seu coração na paz que vem de Deus.

(Padre Roger Araújo. Canção Nova)

A ideia de um mês dedicado especificamente a Maria remonta aos tempos barrocos – século XVII. Nos meses de agosto e sete...
04/05/2020

A ideia de um mês dedicado especificamente a Maria remonta aos tempos barrocos – século XVII. Nos meses de agosto e setembro, dedicava trinta dias nos quais se faziam exercícios piedosos para honrar Maria. Essa devoção se chamava Tricesimum. Mas, com o passar do tempo, deslocou-se essa devoção para o mês de maio, por uma razão muito bonita: a primavera do hemisfério norte.

E são tantas as relações que podemos fazer da primavera com Maria. Antes dela, o povo de Israel vivia como em um inverno, esperando a vinda do Salvador. Passaram por momentos difíceis como a escravidão no Egito, os anos que passaram no deserto, em caminho da terra prometida, ou o exílio dessa mesma terra, para viverem na Babilônia. Mas, no meio dessa dificuldade toda, havia esperança na promessa de Deus, de uma salvação, de uma libertação. Essa salvação veio por Jesus que, por sua vez, escolheu vir até nós por Maria. Por Ela, nos vem a alegria total; por Ela nos vem a reconciliação. Pelo seu sim generoso, a terra dá o melhor dos frutos. E o homem, que estava na terra da dessemelhança, volta à amizade com Deus.

É claro que, se formos ser bem restritos, Jesus é, nesse sentido, a verdadeira primavera. Mas que bonito é louvar a Jesus, enaltecendo Àquela que foi instrumento para Sua vinda ao mundo! Maria não é a promessa, mas é Nela que a promessa se realiza. Maria não é o fruto novo que alimenta o povo, mas é a terra fértil que permitiu o crescimento da semente e a produção do alimento. Maria é a porta pela qual a primavera entra no mundo, espantando o inverno seco e frio.

Nesse mês dedicado a Maria, também celebramos a cada uma de nossas mães. E é muito interessante que assim o seja, porque é como se Maria, com todo um mês de celebrações, fosse o modelo para cada uma de nossas mães.

Que Nossa Senhora possa interceder por cada uma dessas mulheres, que assumem sua missão maternal com amor. E que Ela as forme para serem, cada vez mais, santas mães, espelhando-se em Sua própria santidade.

O quarto domingo de Páscoa, que celebramos hoje, é dedicado a Jesus  Bom Pastor. O Evangelho diz: "As ovelhas ouvem a su...
03/05/2020

O quarto domingo de Páscoa, que celebramos hoje, é dedicado a Jesus Bom Pastor. O Evangelho diz: "As ovelhas ouvem a sua voz: ele chama as ovelhas pelo nome" (Jo 10, 3). O Senhor nos chama pelo nome, nos chama porque nos ama. Porém, diz ainda o Evangelho, há outras vozes a não serem seguidas: as de estranhos, ladrões e malfeitores que querem o mal das ovelhas.

Essas diferentes vozes ressoam dentro de nós. Há a voz de Deus, que gentilmente fala à consciência, e há a voz tentadora que induz ao mal. Como fazer para reconhecer a voz do Bom Pastor e a do ladrão, como fazer para distinguir a inspiração de Deus da sugestão do maligno?

Pode-se aprender a discernir essas duas vozes: na verdade, elas falam duas línguas diferentes, ou seja, têm maneiras opostas de bater em nosso coração. A voz de Deus nunca obriga, se propõe, não se impõe. Em vez disso, a voz ruim seduz, assalta, obriga: suscita ilusões deslumbrantes, emoções tentadoras, mas passageiras. A voz de Deus nos corrige, com muita paciência, mas sempre nos encoraja, nos consola: sempre alimenta a esperança. A voz de Deus é uma voz que tem um horizonte. A voz do mal, por outro lado, te leva para um muro, te leva para um canto.

A voz de Deus e a do tentador falam em "ambientes" diferentes: o inimigo prefere as trevas, a falsidade, a fofoca; o Senhor ama a luz do sol, a verdade, a transparência sincera. O inimigo nos dirá: "Fecha-te em ti mesmo, ninguém te entenda e te ouve mesmo, não confie!". O bem, pelo contrário, nos convida a nos abrir, a sermos límpidos e confiantes em Deus e nos outros.

Queridos irmãos e irmãs, neste momento, tantos pensamentos e preocupações nos levam a reentrar em nós mesmos. Prestemos atenção às vozes que chegam ao nosso coração. Perguntemos de onde elas vêm. Peçamos a graça de reconhecer e seguir a voz do Bom Pastor, que nos fará sair dos recintos do egoísmo e nos conduz às pastagens da verdadeira liberdade. (Papa Francisco)

A Igreja, providencialmente, nesta data civil marcada, muitas vezes, por conflitos e revoltas sociais, cristianizou esta...
01/05/2020

A Igreja, providencialmente, nesta data civil marcada, muitas vezes, por conflitos e revoltas sociais, cristianizou esta festa, isso na presença de mais de 200 mil pessoas na Praça de São Pedro, as quais gritavam alegremente: “Viva Cristo trabalhador, vivam os trabalhadores, viva o Papa!” O Papa, em 1955, deu aos trabalhadores um protetor e modelo: São José, o operário de Nazaré.

O santíssimo São José, protetor da Igreja Universal, assumiu este compromisso de não deixar que nenhum trabalhador de fé – do campo, indústria, autônomo ou não, mulher ou homem – esqueça-se de que ao seu lado estão Jesus e Maria. A Igreja, nesta festa do trabalho, autorizada pelo Papa Pio XII, deu um lindo parecer sobre todo esforço humano que gera, dá a luz e faz crescer obras produzidas pelo homem: “Queremos reafirmar, em forma solene, a dignidade do trabalho a fim de que inspire na vida social as leis da equitativa repartição de direitos e deveres.”

São José, que na Bíblia é reconhecido como um homem justo, é quem revela com sua vida que o Deus que trabalha sem cessar na santificação de Suas obras, é o mais desejoso de trabalhos santificados: “Seja qual for o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como para o Senhor, e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a herança como recompensa… O Senhor é Cristo” (Col 3,23-24).

São José Operário, rogai por nós!

(Texto: Canção Nova)

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