Eu Sou Evangélica / Eu Sou Evangélico

Eu Sou Evangélica / Eu Sou Evangélico Esta página é dedicada ao Senhor Jesus e foi criada com o intuito de anunciar o verdadeiro Evangelho. Anunciai o Evangelho por todo o mundo!

Esta página é dedicada ao Senhor Jesus e foi criada com o intuito de anunciar o verdadeiro Evangelho baseado na Palavra de Deus
“Disse-lhe JESUS: Eu Sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por Mim.” – João 4:6
E também para todos os abatidos, aflitos e cansados, que precisam de força e avivamento: “Disse-lhe JESUS: Vinde a Mim todos os que estão cansados e abatidos, e Eu vos

aliviarei.”
Creia nEle e o mais Ele fará! JESUS TE AMA!

05/04/2026

“O quanto a ressurreição de Cristo tem impactado sua vida para você continuar a dizer sim para Deus e continuar a olhar para o mundo?”

— O real sentido da Páscoa é real. Viva-O.

Devocional Mulheres-ExemplosExemplo 26: As filhas de Jó (Jó 42:13-15)Após atravessar um profundo estado de sofrimento, J...
02/04/2026

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Exemplo 26: As filhas de Jó (Jó 42:13-15)

Após atravessar um profundo estado de sofrimento, Jó experimentou a restauração de Deus de maneira extraordinária. O Senhor lhe restituiu em dobro tudo aquilo que havia perdido (Jó 42:10). O autor do livro faz questão de registrar detalhadamente essa restauração: menciona o número de ovelhas, camelos, bois e jumentas que Jó passou a possuir novamente (Jó 42:12), evidenciando que a bênção de Deus ultrapassou aquilo que ele tivera antes de sua provação.

Entre os sinais dessa restauração completa está também a sua família. Jó voltou a ter sete filhos e três filhas (Jó 1:2; 42:13). Entretanto, um detalhe chama atenção no relato bíblico: as filhas são nomeadas, algo incomum na cultura da época, na qual as narrativas frequentemente registravam apenas os nomes dos filhos homens. Mais surpreendente ainda é o fato de que Jó lhes concedeu herança juntamente com os irmãos (Jó 42:15), algo extremamente raro naquele contexto histórico, em que, normalmente, apenas os homens herdavam os bens da família.

Ao agir dessa maneira, Jó reconhece o valor de suas filhas e lhes confere dignidade e honra. A Escritura destaca esse gesto, revelando que, diante de Deus, a mulher possui valor e importância. Assim, aquilo que pode parecer apenas um pequeno detalhe do texto bíblico revela, na verdade, um sinal profundo da restauração plena que Deus operou na vida de Jó.

O texto bíblico também afirma que as três irmãs eram as mulheres mais belas de toda a terra (Jó 42:15). Seus nomes carregam signif**ados marcantes e simbólicos. A primogênita entre as três chamava-se Jemima, cujo nome pode signif**ar “pombinha” ou “brilhante como o dia”. A segunda chamava-se Quézia, palavra que signif**a “cássia”, uma especiaria preciosa utilizada na produção de perfumes e óleos aromáticos. A mais nova era Queren-Hapuque, cujo nome signif**a “chifre de antímon”, referência ao recipiente que guardava o pó utilizado para pintar os olhos, prática associada à beleza e ao ornamento.

Assim, os nomes dessas três filhas parecem refletir a própria história de restauração vivida por Jó. Onde antes havia trevas e confusão (Jó 3:1–11), agora resplandece a luz. Onde antes havia o mau cheiro das chagas e da enfermidade que cobria seu corpo (Jó 2:7–8), agora surge a fragrância da vida. E onde antes havia humilhação, abandono e isolamento (Jó 19:13–19), agora há beleza, honra e dignidade.

Jemima, Quézia e Queren-Hapuque tornam-se, assim, um retrato da graça restauradora de Deus. Elas também nos oferecem um exemplo de como as mulheres podem ser instrumentos de bênção na vida daqueles que estão ao seu redor. Da mesma forma que Deus as concedeu como parte da restauração da dignidade e da abundância de Jó, o Senhor também nos chama a espalhar o Seu bom perfume na vida de outras pessoas (2Co 2:15).

Elas foram bênçãos na vida de seu pai e participaram de sua herança. De modo semelhante, nós também somos chamadas a viver como bênçãos. Quando pertencemos a Cristo, tornamo-nos coerdeiras de Suas promessas e participantes de Sua herança (Rm 8:17). Por isso, somos convidadas a refletir a luz de Deus e a carregar em nossa vida o óleo da Sua presença, exalando o bom perfume de Cristo por onde passarmos.

Mas como podemos, na prática, ser uma bênção? A Palavra de Deus nos orienta claramente. “Como purif**ará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra” (Sl 119:9). Também somos instruídas: “Quem é o homem que deseja a vida e quer longos dias para ver o bem? Guarda a tua língua do mal e os teus lábios de falarem engano. Aparta-te do mal e faze o bem; procura a paz e segue-a” (Sl 34:12–14). E ainda: “Qual é o homem que teme ao Senhor? Ele o ensinará no caminho que deve escolher” (Sl 25:12).

Diante disso, vale a pena refletir: para quem você pode ser uma bênção hoje? Para seus pais, seus amigos, seus irmãos em Cristo, seu pastor, seu chefe, seus inimigos? O pedido que Deus fez a Abraão continua ecoando através das gerações: “Sê tu uma bênção” (Gn 12:2). Que essa ordem também marque a sua vida, e que, como mulher, você a viva todos os dias, permitindo que Deus use sua vida para levar luz e beleza onde antes havia escuridão.

Devocional Mulheres-ExemplosExemplo 25: Evódia & Síntique, as filipenses (Fp 4:2,3)Evódia e Síntique eram duas cristãs d...
28/03/2026

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Exemplo 25: Evódia & Síntique, as filipenses (Fp 4:2,3)

Evódia e Síntique eram duas cristãs de Filipos que cooperaram ativamente no anúncio das boas-novas naquela cidade. Em sua carta, Paulo menciona que ambas trabalharam com ele e com Clemente no evangelho, empenhando-se para o seu crescimento, o que evidencia não apenas a relevância de suas atuações, mas também o reconhecimento que possuíam dentro da igreja. Eram mulheres comprometidas, peças importantes na comunidade cristã que creescia em Filipos.

O desentendimento entre elas, contudo, não era algo passageiro ou irrelevante, pois a situação chegou ao conhecimento de Paulo, a ponto de ele abordá-la diretamente em sua carta à igreja. A discussão estava provocando uma ruptura na unidade daquela comunidade que se encontrava em ascensão, ameaçando a unidade que era necessária ao testemunho cristão. Por essa razão, Paulo solicita o auxílio da própria igreja para contribuir na solução do dilema, ciente de que aquela situação precisava ser resolvida a fim de não comprometer a unidade dos cristãos nem a conversão de outras pessoas ao cristianismo.

Ao exortar Evódia e Síntique, Paulo as chama à concordância, pois o desentendimento não afetava apenas o relacionamento entre elas, mas toda a Igreja (1 Co 12:25-26). Quando as instrui a serem unidas, o apóstolo não sugere que resolvessem a questão simplesmente determinando quem estava certa ou errada. Antes, aponta para que cada uma renunciasse ao seu direito de estar certa e assumisse a cruz de Cristo (Fp 2:5-8).

Paulo não relata o motivo da discussão nem identif**a quem tinha razão, porque, para ele, essa não era a questão central. O essencial era a reconciliação. Independentemente de quem estivesse certa, ambas deveriam abrir mão desse direito para carregar a cruz de Cristo.

A carta aos Filipos é, em sua essência, uma mensagem sobre humildade e alegria. Essa alegria não poderia ser sufocada por disputas entre irmãs na fé. Ao exortá-las, Paulo também as relembra da necessidade de se regozijarem no Senhor, pois ele sabia que não há verdadeira alegria quando o coração está tomado por ansiedade, preocupação e conflitos, especialmente quando tais conflitos envolvem irmãos da própria igreja.

Por isso, o apóstolo insiste na reconciliação imediata e as recorda de que, para alcançá-la, deveriam agir com equidade notória. Abrir mão de estar certa para assumir o mesmo sentimento de Cristo Jesus, esvaziando-se de si mesma para carregar a cruz da reconciliação, é tarefa árdua; mas, ainda assim, deveriam praticar a equidade (Fp 4:5). Elas deveriam tratar-se de forma justa, reconhecendo suas diferenças e necessidades, para que ambas tivessem a oportunidade real de oferecer um bom testemunho. Assim, deixariam de estar inquietas por qualquer motivo e, ao entregarem suas queixas a Cristo, receberiam DEle a paz (Fp 4:7).

Evódia e Síntique são exemplos de como corremos o risco de desestabilizar a unidade da igreja e contribuir para a difamação do Nome do Senhor, quando permitimos que as diferenças se sobreponham à cruz de Jesus. O episódio não está distante de nós. Diferenças sempre existirão entre irmãos na igreja; o que revela nossa semelhança com Cristo é a maneira como reagimos a elas e o que permitimos que governe nossos sentimentos.

A advertência de Paulo a essas mulheres em Filipos soa hoje mais atual do que nunca. Quando cristãos escolhem defender a própria razão em vez de assumir a cruz, a imagem de Jesus refletida por meio de nós torna-se manchada, e a igreja sofre degradação.

Quantos saem da igreja por que discutiram com um irmão? Quantos sentem mágoa e rancor por que preferiram guardá-los em vez de perdoar como Jesus? Quantos preferem estar certos nas redes sociais a tomar a cruz do Senhor? Quantos escrevem palavras de maldade e ódio enquanto afirmam seguir a Cristo?

Se teu irmão tem algo contra você, vá até ele e reconcilie-se antes de colocar sua oferta no altar (Mt 5:23-24). Jesus não condicionou a reconciliação ao fato de termos iniciado ou não a contenda e sim se 'alguém tem algo contra você'.

Não importa quem começou ou quem está certo; importa carregar a cruz de Cristo (Lc 9:23) e cultivar o mesmo sentimento que Ele demonstrou na terra (Fp 2:5-8). Trata-se de dar bom testemunho (Mt 5:16), de tornar-se reparadora de brechas e de restaurar relacionamentos quebrados (Is 58:12). Nada disso é sobre você ou sobre o outro; tudo é sobre Jesus. Faça-o pelo bem maior pelo qual Cristo orou: a unidade da igreja e o testemunho fiel de Seu nome (Jo 17:22-23).

Devocional Mulheres-ExemplosExemplo 24: Profetisa de Tiatira (Ap 2:18-29)A igreja de Tiatira recebeu de Jesus um elogio ...
27/03/2026

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Exemplo 24: Profetisa de Tiatira (Ap 2:18-29)

A igreja de Tiatira recebeu de Jesus um elogio raro e precioso: suas últimas obras eram maiores do que as primeiras (Ap 2:18-19). A comunidade permanecia firme no amor inicial, atuando com zelo cada vez maior em favor do Reino. Contudo, em meio a esse progresso espiritual, havia uma falha grave que não poderia ser ignorada.

Cristo repreende a igreja por sua complacência ao tolerar uma falsa profetisa. Seu nome não é mencionado; em vez disso, ela é comparada a Jezabel (1 Rs 16–21; 2 Rs 9), a rainha que disseminou o culto a Baal em Israel, conduzindo o povo ao pecado e à idolatria. Assim como aquela figura do Antigo Testamento, essa mulher enganava e corrompia. O texto ressalta que ela “se diz profetisa” (Ap 2:20), isto é, falava em nome de Deus sem ter sido enviada por Ele.

Não sabemos ao certo por que a igreja permitia que ela permanecesse nessa posição. Talvez houvesse medo de confrontá-la, já que alegava falar em nome de Cristo; talvez uma postura permissiva, especialmente porque sua influência favorecia práticas pecaminosas dentro da própria comunidade. Entre elas, a fornicação, um pecado grave contra o próprio corpo, que é santuário do Espírito Santo (1 Co 6:18-19). Desde o início, a igreja fora instruída a se abster da imoralidade sexual (At 15:28-29). Além disso, essa falsa profetisa incentivava o consumo de alimentos sacrif**ados a ídolos (Ap 2:20), relativizando o perigo do envolvimento com outras religiões e abrindo espaço para o politeísmo.

Ela não apenas tolerava o pecado como também o praticava. Mesmo se dizendo profetisa, tinha relações se***is ilícitas diante de Deus. Mesmo tendo recebido tempo para se arrepender (Ap 2:21), recusou-se a isso. Por isso, a sentença anunciada por Cristo incluía enfermidade, perseguição aos seus amantes e a morte de seus filhos (Ap 2:22-23). A disciplina severa seria também um testemunho público de que Deus é justo e não ignora a corrupção dentro da Sua igreja.

Ensinar uma igreja de forma contrária às Escrituras é algo gravíssimo. Melhor seria não ter nascido do que levar os outros ao erro (Mt 18:6; 26:24). As profecias dessa mulher precisavam ser confrontadas, e a igreja deveria posicionar-se com firmeza para não perder a coroa da vida (Ap 2:10). A própria Escritura orienta que as profecias sejam julgadas e discernidas (1 Co 14:29). E oferece critérios claros para nós:

“Quando o profeta falar em nome do Senhor, e essa palavra não se cumprir nem suceder assim, esta é palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou aquele profeta; não tenhas temor dele.” (Dt 18:22)

“Se aparecer entre vocês um profeta ou alguém que faz predições por meio de sonhos e lhes anunciar um sinal miraculoso ou um prodígio, e se o sinal ou prodígio de que ele falou acontecer, e ele disser: "Vamos seguir outros deuses (...)", não deem ouvidos às palavras daquele profeta ou sonhador. O Senhor, o seu Deus, está pondo vocês à prova para ver se O amam de todo o coração e de toda a alma.” (Dt 13:1-3)

Precisamos estar atentas e vigilantes. Ainda que uma profecia venha a se cumprir, se ela atribuir sua realização a qualquer outro ser que não o próprio Deus, deve ser considerada anátema (Dt 13:1-3; Gl 1:8). O cumprimento de um sinal, por si só, não autentica a origem divina da mensagem. Se, ela exalta outro nome, desvia a adoração ou relativiza a soberania de Deus, revela-se incompatível com a verdade das Escrituras e, portanto, digna de rejeição.

A verdadeira profecia glorif**a exclusivamente ao Senhor e conduz o coração à fidelidade a Ele. Se uma palavra é proferida em nome do Senhor, não contradiz as Escrituras, promove edif**ação, exortação e consolação (1 Co 14:3) e se cumpre, ela procede de Deus. Caso contrário, revela apenas presunção humana.
No sentido natural, a profetisa é um exemplo que não devemos seguir. A partir de seu erro, aprendemos que devemos falar somente a verdade, e que nossa boca precisa ser um manancial de água doce, que profere palavras para bênção, e não para provocar tropeço em nossos irmãos ou em nós mesmos (Tg 3:10-12). Devemos vigiar nossas palavras, pois prestaremos contas de cada uma delas e poderemos ser justif**ados ou condenados por aquilo que dizemos (Sl 141:3; Mt 12:36-37).

No sentido espiritual, não sejamos como ela também, levantando-nos para falar sem termos sido enviadas. Nossa boca deve se abrir somente quando o Espírito de Deus ordenar (2 Pe 1:21). Fora disso, é a soberba que assume nossos lábios, dizendo aquilo que agrada aos ouvidos, mas não procede do céu. Não há espaço para determinismos humanos do tipo “eu profetizo”, “eu declaro” ou “eu determino”. Somente Deus é soberano sobre a vida.

A verdadeira autoridade nasce da fé na Palavra d’Ele e não na força ou fé em nossas próprias palavras.

Devocional Mulheres-ExemplosExemplo 23: As virgens de CesareiaLucas nos apresenta quatro jovens irmãs, virgens e solteir...
23/03/2026

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Exemplo 23: As virgens de Cesareia

Lucas nos apresenta quatro jovens irmãs, virgens e solteiras, que viviam em Cesareia e compartilhavam o mesmo dom: a profecia. Ele e Paulo hospedaram-se na casa do pai delas e ali permaneceram por muitos dias, convivendo com aquela família marcada pela presença de Deus.

Antes, porém, de voltarmos nosso olhar para as quatro jovens, é importante considerar quem era seu pai. Filipe conhecido como evangelista era um homem cheio do Espírito Santo e de sabedoria. Em Atos 6, ao lado de Estêvão e de outros cinco homens, foi escolhido como diácono da igreja em Jerusalém, servindo às mesas enquanto os apóstolos se dedicavam à pregação da Palavra. Mais tarde, dirigiu-se a Samaria para anunciar o evangelho, e ali a igreja experimentou grande crescimento. Em Atos 8, vemos Filipe sendo conduzido pelo Espírito ao encontro de um eunuco etíope, a quem anunciou as boas-novas. Muito provavelmente, foi por meio desse homem que o evangelho alcançou a Etiópia. Depois disso, Filipe percorreu diversas cidades até estabelecer-se em Cesareia.

Essas jovens cresceram sob a influência de um pai que era instrumento nas mãos de Deus. Embora Lucas não mencione a idade delas, percebe-se que, ao possuírem tal dom, aproveitaram a condição de solteiras para dedicar-se mais intensamente ao Senhor. Como o próprio Paulo ensina, as solteiras podem ocupar-se com maior liberdade das coisas de Deus (1 Co 7:32-34). Essa realidade aponta para uma vida de consagração e serviço enquanto aguardavam os desígnios do Senhor. Elas compreenderam, com sabedoria, que Deus é suficiente e que a comunhão com Ele nos prepara para receber, no tempo certo, aquilo que Ele deseja nos conceder.

Como solteiras ou casadas nosso foco deve ser nosso relacionamento com Deus para depois transbordar em amor na aliança com nosso próximo.
A narrativa também nos lembra de uma verdade atemporal: Deus usa meninas, adolescentes, solteiras, casadas, viúvas e qualquer mulher a quem Ele aprouver que faça Sua vontade.

É possível transformar sua rotina diária em espaço de devoção. Não é necessário que você pare sua rotina de solteira, casada, mãe ou avó para dedicar-se a Deus. Você pode se dedicar a Deus hoje trazendo-O para sua rotina. Fale com Ele onde estiver (oração), leia e pense em um versículo ou passagem da Bíblia (meditação), guarde em seu coração o que Deus te revelou (aplicação para obediência). Em qualquer momento, você pode crescer no conhecimento de Deus.

Lucas registra ainda um detalhe de grande relevância: aquelas jovens tinham o dom de profecia. Quando o Espírito as usava, elas podiam falar na igreja, diante dos apóstolos e durante os cultos. Esse fato evidencia que mulheres profetizavam e que a profecia é um dom espiritual legítimo, concedido pelo Espírito Santo independentemente de gênero. Paulo ensina na carta aos Coríntios como as mulheres profetizavam e como devemos profetizar hoje nas igrejas (1 Co 11:2-15). Embora a Bíblia não registre os nomes das jovens nem profecias específ**as proferidas por elas, o simples fato de Lucas mencioná-las sugere que eram conhecidas e respeitadas na comunidade cristã.

Esse relato também aponta para a continuidade dos dons espirituais. Eles não cessaram em João Batista nem se restringiram aos apóstolos; sempre dependeram da soberana decisão do Espírito, que distribui a cada um como quer (1 Co 12:11). Os dons mencionados em 1 Coríntios 12 não se extinguiram ao longo dos dois mil anos desde a Igreja Primitiva. O próprio Paulo exorta os crentes a buscarem os melhores dons, e não há profecia bíblica que declare que o Espírito deixaria de concedê-los (1 Co 12:1,5).

O dom de apostolado não cessou, nem o de profecia, nem o de conhecimento. Tampouco cessaram os dons de milagres, de curas, de socorro, de línguas e de interpretação. Os dons não cessaram porque o Pai continua agindo hoje.
Assim como aquelas jovens, cabe a nós buscar os dons do Espírito, desejando ser instrumentos cada vez mais úteis na expansão do Reino de Deus.

O Senhor, pois, é Aquele que vai adiante de ti; Ele será contigo, não te deixará, nem te...

Devocional Mulheres-ExemplosExemplo 22: Maria, mãe de MarcosMaria, mãe de João Marcos, o mesmo Marcos que mais tarde esc...
22/03/2026

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Exemplo 22: Maria, mãe de Marcos

Maria, mãe de João Marcos, o mesmo Marcos que mais tarde escreveria o Evangelho que leva seu nome, é mencionada explicitamente nas Escrituras apenas em Atos 12:12. Ela era uma cristã de Jerusalém e não é identif**ada por títulos ou cargos, mas por seus vínculos familiares e, sobretudo, por sua coragem em servir ao evangelho mesmo em um contexto de intensa perseguição e ameaça de morte.

O capítulo 12 de Atos relata um período particularmente sombrio para a igreja primitiva: Tiago é morto por ordem de Herodes, e Pedro é preso. Contudo, Deus intervém de maneira sobrenatural, enviando um anjo para libertar Pedro da prisão. Após sua libertação milagrosa, ainda durante a noite, o apóstolo dirige-se diretamente à casa de Maria. O fato de haver ali muitos cristãos reunidos em oração por Pedro, e de aquele ter sido o primeiro lugar para onde ele foi, indica que se tratava de uma casa espaçosa, provavelmente usada como local regular de reunião de uma das igrejas de Jerusalém.

Maria era uma mulher de posses, o que se evidencia pela presença de servos, como a jovem Rode, que reconheceu a voz de Pedro ao portão (At 12:13). Ainda assim, mais importante do que sua condição financeira foi sua disposição em colocar sua casa a serviço dos irmãos, mesmo diante do grave risco representado pela perseguição das autoridades. Ela não se intimidou: transformou sua residência em uma verdadeira casa de oração e refúgio para a comunidade cristã.

Essa coragem e hospitalidade, demonstradas em momentos críticos da história da igreja, exerceram profunda influência na formação espiritual de Marcos. Nada acontece por acaso. Maria foi, sem dúvida, uma referência decisiva na vida de seu filho, ao permitir que ele crescesse em um ambiente onde os apóstolos eram acolhidos, o evangelho era anunciado e a oração fazia parte da rotina. Ao abrir sua casa, ela também abriu caminhos para que Marcos estivesse próximo do testemunho vivo da fé cristã.
Como fruto desse ambiente, Marcos tornou-se cooperador de Paulo (2Tm 4:11), companheiro de Pedro (1Pe 5:13) e autor de um dos Evangelhos (Mc), no qual apresenta Cristo como o Servo sofredor e o Filho de Deus em ação. Sua trajetória reflete o mesmo espírito da igreja primitiva: uma fé ativa, perseverante e disposta a sofrer por amor a Cristo, mesmo em meio aos perigos.

Tudo isso revela a influência inestimável que uma mãe exerce na vida de seus filhos. Cabe aos pais cristãos o dever de “deixar vir a Cristo os pequeninos, porque dos tais é o Reino dos Céus” (Mt 19:14). Essa responsabilidade não é da igreja, nem da sociedade ou dos parentes, mas, primeiramente, dos pais. O lar cristão funciona como uma incubadora espiritual, onde se alimenta, ensina e exemplif**a o valor que os filhos atribuirão a Cristo no futuro, conforme o exemplo vivido diariamente. Maria compreendeu profundamente essa responsabilidade e fez de sua casa um espaço fértil para o crescimento espiritual de Marcos.

Assim como Maria, somos chamados a ser mães e pais que fazem do lar uma verdadeira casa de oração e um espaço de desenvolvimento da fé de nossos filhos. Eles servirão a Cristo a partir da ótica que terão da nossa obediência ao Senhor e do exemplo que veem diariamente em nós. Por isso, dê o exemplo hoje, conduzindo seus filhos a Deus. Não espere que se tornem adultos para mostrar-lhes o caminho, pois o tempo certo de ensiná-los sempre será o hoje. Por meio do testemunho que você oferece agora, é possível transformar gerações inteiras de descendentes. Assuma essa responsabilidade com temor e coragem, sendo leal a Cristo, assim como Maria foi.

Devocional Mulheres-ExemplosExemplo 21: Joana, a serva lealJoana era uma mulher de posses, rica e influente, que provave...
21/03/2026

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Exemplo 21: Joana, a serva leal

Joana era uma mulher de posses, rica e influente, que provavelmente vivia em Tiberíades, capital da Galileia. Seu marido era administrador da casa de Herodes e, certamente, herodiano. No entanto, apesar de toda a riqueza e posição social, Joana sofria constantemente e necessitava de cura e libertação.

Nem o poder, nem o luxo, nem a vida aristocrata foram capazes de lhe oferecer aquilo de que realmente precisava para ser feliz.
Ao ouvir repetidas vezes sobre as curas realizadas pelo Mestre, Joana rendeu-se a Ele e teve fé para ser transformada. Ela não se deixou intimidar pelo que os outros pensariam, nem pelo risco de perder o luxo que possuía ou até mesmo o emprego de seu marido. Ela foi em busca de sua cura e a encontrou em Jesus. Após essa transformação, deixou tudo o que tinha, inclusive o marido, para seguir o Mestre, passando a auxiliá-LO financeiramente na missão. Joana entregou seu coração a Cristo, mas também colocou seus bens à disposição para suprir as necessidades da obra.

No contexto do judaísmo, era considerado escandaloso que uma mulher casada deixasse o marido e a aristocracia para viver de cidade em cidade e de aldeia em aldeia (Lc 8:1–3), sem qualquer garantia sobre o dia seguinte.

Sua lealdade foi tamanha que Joana esteve presente nos momentos finais da jornada de Cristo. Ela O acompanhou da Galileia até Jerusalém, presenciou Sua crucif**ação e esteve em Seu sepultamento (Lc 23:55–56). Na madrugada do domingo, levou especiarias para ungir o corpo de Jesus juntamente com outras mulheres (Lc 24:1–11). Como resultado, anjos lhe apareceram e anunciaram a ressurreição do Senhor. Mais uma vez, Joana creu e foi anunciar aos apóstolos aquilo que havia visto.

Joana é um exemplo vivo de como o evangelho rompe barreiras sociais, mostrando que, para Deus, não há distinção entre ricos e pobres. Os ricos também precisam de Jesus e são igualmente alcançados pela graça. Sua história revela que fama, poder e dinheiro não são capazes de satisfazer verdadeiramente o coração humano. Ela abriu mão do conforto para estar perto de Quem realmente a amou e usou tudo o que possuía para cooperar com a obra de Deus. Muitas vezes pensamos que os ricos têm tudo o que desejam e, por isso, não precisam ouvir sobre um Salvador. No entanto, esse pensamento é um engano: os ricos também precisam de Jesus (1 Tm 2:4).

Somos chamadas a ser como Joana, conscientes de que nada neste mundo pode nos satisfazer senão Cristo Jesus e de que nada do que possuímos é mais precioso do que viver em submissão a Ele. Não importa o que venhamos a perder, pois, como afirmou o apóstolo Paulo, tudo deve ser considerado perda, até mesmo como esterco, diante do valor de Cristo (Fp 3:8-14). Diante disso, f**a a reflexão:

Do que você precisa abrir mão hoje para estar mais perto dAquele que te ama?
E de que maneira você pode auxiliar no Reino de Deus como Joana?

20/03/2026

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Exemplo 19: Júnia, a companheira
Júnia é citada uma só vez nas Escrituras como parente e companheira de Paulo na prisão. Ela se converteu ao cristianismo antes do apóstolo se distinguindo entre os discípulos de Cristo e foi lembrada por ele quando ela vivia em Roma. Certamente ao se converter, Júnia deveria ter ouvido da perseguição que seu familiar incitava antes de ir a Damasco. A tristeza de ser perseguida ou morta por um da própria casa devia assombrá-la naquela época.

Não é dito o espaço tempo em que Júnia aceitou a Cristo antes de Paulo, mas provavelmente ela orava para que o Evangelho se expandisse e a missão da Igreja fosse alcançada, a qual incluía Paulo e sua conversão. Se antes eles não eram próximos, com o decorrer do tempo e das perseguições se aproximaram a ponto de serem companheiros de sela (Rm 16:7). Cristo os aproximou em meio a dor e ambos foram fortalecidos NEle.

Não é fácil ter uma família que não crê em Cristo ou até mesmo que O persegue assim como não é fácil orar por quem nos ofende por causa da fé. No entanto, orar e bendizer àqueles que nos perseguem é o que Cristo quis dizer com ‘ame o teu próximo como a ti mesmo’ (Mt 5:38-47; Mt 22:37-39).

Se olharmos para a história de Júnia podemos observar que Paulo, antes de sua conversão, era o familiar que odiava a Cristo. O apóstolo era aquele parente perseguidor, blasfemador e que incitava os outros parentes a pecarem.
Paulo era o parente perseguidor da Igreja, enquanto Júnia orava.
O apóstolo era o maldizente enquanto Júnia se apegava em Jesus.
Júnia é o exemplo da mulher que ora por sua família, de cooperação à sua parentela, seja esta distante ou não de Deus. É o exemplo de perdão, pois não se recordava das antigas ações do parente, mas o acompanhava na prisão por causa da fé e do amor, sendo não apenas parentes sanguíneos, mas agora irmãos diretos, participantes da família de Deus.
Seja como Júnia e clame pela alma de sua família, escolhendo o perdão em vez da separação para com aqueles que ainda não conhecem a Verdade, mas que por meio de você podem conhecê-la e segui-la. Pois assim não importa onde se esteja, na prisão ou com liberdade, haverá alegria por estar com quem se ama vivendo pela mesma missão.

Que sua família e parentela faça parte de suas orações para a glória de Deus.

19/03/2026

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Exemplo 19: A cigana macedônica
A jovem cigana vivia na Macedônia e era escrava de alguns homens da cidade em que morava. Ela era adivinha, pois possuía o espírito da adivinhação, o que gerava muito lucro para seus senhores romanos. Quando Paulo, Silas e outros apóstolos chegaram à cidade, eles tinham um certo horário para orar e, nesse horário, a jovem esbarrava com eles na rua.

No livro de Atos diz que por muitos dias, a jovem clamava ao povo sobre os apóstolos e os perseguia falando ‘estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo.’ (At 16:17). Paulo sabia que ela era não somente escrava de homens mas também era uma serva do mal. Mesmo que as palavras fossem verdade, isto perturbou a Paulo, visto que a cidade era idólatra e também quem falava não era a jovem, mas o mal espírito que possuía dizia por meio dela com a intenção de atrapalhar os planos do Senhor.

Logo o apóstolo falou contra o espírito e o expulsou de forma que a cigana não conseguia mais adivinhar, deixando assim de ser útil aos seus senhores. Em represália, eles criaram um motim contra os apóstolos resultando em açoites e prisão para eles. Talvez este seja um dos fatos mais conhecidos das Escrituras, pois estando eles louvando à noite, um grande terremoto aconteceu de forma tal que as cadeias caíram! (At 16:25, 26)

A história da jovem é um exemplo de como as pessoas usam outras apenas por interesse e até para que elas permaneçam no pecado porque obterão algum tipo de vantagem. Este exemplo não é tão raro quanto parece ser.
Quantos cônjuges, namorados ou ‘amigos’ tentam impedir que o outro se aproxime de Deus porque perderão a oportunidade de que o outro ceda a alguma vontade pecaminosa? Quantos não querem a conversão dos demais porque terão que lidar com a rejeição ao tentarem induzi-los ao erro? Você conhece alguém que impeça outras pessoas de conhecerem a Verdade porque tem medo de perder algum benefício? Da mesma forma, assim como a jovem poderia buscar a Verdade em vez de continuar na adivinhação, quantos não desejam a Cristo porque preferem agradar mais ao homem?
Nas Escrituras não é dito o que ocorreu com a jovem após ter sido liberta, mas certamente ela não era mais quem tinha sido até aquele momento. Ela era explorada pelo que podia oferecer, mas teve sua vida liberta por Cristo quando Paulo expulsou o mal espírito dela. O exemplo dela nos alerta de como as pessoas se aproximam de outras pelo interesse, mas também nos apresenta como Cristo nos liberta da escravidão do pecado, independentemente de quem somos. Este é o verdadeiro amor sem interesse.

Como cristãos não devemos buscar o próprio interesse (1Co 10:24), mas o de todos e também não devemos ser empecilhos para a salvação, o que para tanto não é preciso proibir alguém de ouvir a Verdade, basta ser um mal exemplo de como servir a Deus.
Esteja alerta sobre quem são as más influências ao seu redor para se afastar, assim como esteja preocupado (a) em ser um bom exemplo para os demais amando como Cristo ama a todos nós, sem interesse ou bajulação, mas com verdade e bondade.

17/03/2026

Devocional Mulheres-Exemplos
Exemplo 17: O grupo das mulheres antioquinas
As mulheres antioquinas aparecem uma vez nas Escrituras durante a estadia de Paulo e de Barnabé na Antioquia. Eles auxiliavam a Igreja de Antioquia, a qual estava expandindo com a Verdade sendo divulgada por toda a província (At 13:49). Isso gerou inveja e ira nos judeus residentes a ponto de incitarem um grupo de mulheres religiosas e honestas e os anciãos antioquinos para expulsarem os apóstolos.

Essas mulheres foram usadas para adentrar em um conflito que não as pertencia, muito provavelmente por serem ricas e influentes foram vistas como alvo fácil de manipulação. É relevante destacar a descrição de Lucas ao referir-se a elas como ‘mulheres religiosas e honestas’ (At 13:50). Não se sabe o motivo ao certo desta descrição, visto que perseguiram os apóstolos. Mas provavelmente tenha sido por elas crerem estar do lado certo e por, de fato, terem sido enganadas pelos judeus.

As Escrituras não relatam como o grupo foi incitado ou qual foi o tipo de perseguição que elas promoveram, no entanto, percebe-se terem sido determinantes para a expulsão de Paulo e Barnabé de Antioquia. E embora, os judeus tenham sido os arquitetos do plano, o grupo feminino cooperou e tornou-se tão culpável quanto os idealizadores.

Aprende-se muito com o exemplo deste grupo, pois como ‘marionetes’ fizeram a vontade de outros contra a Verdade. Este grupo é um exemplo de parcialidade, de incitação e de falta de julgamento próprio. Elas não deram ouvidos à defesa dos apóstolos e pela inveja de outros fizeram o mal. Sem ponderar o real motivo dos judeus, que era a inveja, agiram pela pressão de outros. O exemplo não deixou de ser atual, pois quantas não são incitadas à ira, à maldade ou a decidirem por algo por meio da pressão alheia? Quantas não acreditam no que os outros dizem sem antes confirmar se é ou não verdade e por isso são levadas por qualquer palavra?
Quando uma pessoa não conhece os dois lados de um fato, é mais fácil julgar injustamente. Do mesmo modo, quando alguém não conhece a Palavra, este é levado por todo vento de doutrina e, crendo estar prestando um serviço a Deus, na verdade, está agindo contra Ele. Por isso, não seja um exemplo daqueles que cedem à pressão de outros; daqueles que julgam sem saber a causa, mas ‘seja pronta para ouvir, tardia para falar e tardia para irar-se.’ (Tg 1:19). Pondere e considere os fatos segundo a Verdade usando a sabedoria que Deus tem reservada aos retos (Pv 2:7). Ainda que demande seu tempo decidir, sempre aja e reaja conforme a Palavra de Deus e não por causa da emoção dos homens.

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