VASO de alabastro

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08/02/2019

Deus abençoe

26/11/2018

GRAÇAS DOU A DEUS A TODOS OS AMIGOS QUE CURTIRAM A PAGINA VASO DE ALABASTRO.
DEUS ABENÇOE

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MARIA, IRMÃ DE LÁZARO UMA DEVOÇÃO AMOROSAEntão, Maria, tomando uma libra de unguento de nardo, de muito preço, ungiu os ...
26/11/2018

MARIA, IRMÃ DE LÁZARO UMA DEVOÇÃO AMOROSA
Então, Maria, tomando uma libra de unguento de nardo, de muito preço, ungiu os pés de Jesus e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do unguento” (Jo 12.3).

Antes da análise deste texto áureo é importante a identif**ação de qual Maria o texto se refere. O Novo Testamento apresenta dois episódios sobre a unção da cabeça e ou pés do Senhor Jesus em dois lugares diferentes.

Um primeiro episódio aconteceu na Galileia conforme Lucas capítulo 7. 38, onde uma mulher pecadora ungiu os pés de Jesus na casa de Simão, o Fariseu:

“E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento; E, estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas, e enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés, e ungia-lhos com o unguento” (Lucas 7.37-38).

O Segundo episódio acontece em Betânia, na casa de Simão, o leproso, onde uma mulher unge a cabeça de Jesus, episódio registrado em Mateus 26.7 e Marcos 14.3 esses dois versículos registram o mesmo episódio:

“E, estando Jesus em Betânia, em casa de Simão, o leproso, Aproximou-se dele uma mulher com um vaso de alabastro, com ungüento de grande valor, e derramou-lho sobre a cabeça, quando ele estava assentado à mesa” (Mateus 26.6-7);

“E, estando ele em Betânia, assentado à mesa, em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher, que trazia um vaso de alabastro, com ungüento de nardo puro, de muito preço, e quebrando o vaso, lho derramou sobre a cabeça” (Marcos 14.3).

Já no evangelho de João capítulo 12.1-3 diz que o Senhor Jesus em Betânia, teve seus pés ungidos, por Maria, irmã de Marta e de Lázaro:

“Foi, pois, Jesus seis dias antes da páscoa a Betânia, onde estava Lázaro, o que falecera, e a quem ressuscitara dentre os mortos. Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. Então Maria, tomando um arrátel de ungüento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do unguento” (João 12.1-3).

Mateus e Marcos relatam que o liquido foi derramado sobre sua cabeça. Porém é possível que ela tenha derramado tanto bálsamo em Jesus que o liquido escorreu até mesmo pelos pés dEle. Sobre isso, João escreveu que havia “um arrátel de ungüento de nardo puro” ou “uma libra de bálsamo de nardo puro” (Jo 12.3). Essa medida equivalia a algo em torno de 450 gramas de perfume, o suficiente para cobrir Jesus.

Parece portanto, que essas três narrações são do mesmo episódio, também a antiga tradição apontando para isso, Maria de Betânia, irmã de Marta e de Lázaro, aparece por nome exclusivamente nos trechos de Lucas 10.38-42 e João 11 e 12, seria ela então a mulher que ungiu a cabeça e os pés do Senhor Jesus, na cidade de Betânia, assim todas essas narrativas se referem a um único incidente, bem como à mesma mulher.

Os três Evangelhos (Mt 26.6-13; Mc 14.30 e Jo 12.1-8) falam da cidade de Betânia, existia na época duas cidades chamadas Betânia, essa é a que f**ava cerca de 3 quilômetros de Jerusalém, f**ava na estrada entre Jerusalém e Jericó do outro lado do Monte das Oliveiras, atualmente é chamada de el-Azarieh, forma árabe do nome de Lázaro, porque ali f**ava sua casa. Essa Betânia também foi o local onde Jesus saiu para sua entrada triunfal em Jerusalém (Mc 11.1). Jesus quando ia para Jerusalém f**ava em Betânia na casa de seu amigo Lázaro (Mt 21.17). A última referência dessa localidade nos evangelhos está em Lucas 24.50, onde declara que a ascensão do Senhor foi no Monte das Oliveiras (Atos 1.12), região de Betânia. A outra cidade de Betânia f**ava no local onde João costuma batizar do outro lado do rio Jordão (Jo 1.28; 10.40), também chamada de Bethabara.

Feito a diferenciação entre o episódio da unção na Galileia (Lucas 7.36-50) e da unção em Betânia (Mt 26.6-13; Mc 14.30 e Jo 12.1-8), e feito o esclarecimento sobre a cidade de Betânia, cabe agora analisar quem foi Maria de Betânia.

O que sabemos sobre Maria de Betânia, é que ela era irmã de Lázaro e de Marta, que morava na aldeia de Betânia, próximo de Jerusalém, o episódio da unção se dá na casa de Simão, o leproso, Simão deve ter sido curado por Jesus de sua lepra e tornou amigo do Senhor Jesus, pois quando ele subia para Jerusalém passava por Betânia e se hospedava em sua casa, é possível que fosse pai ou mesmo marido de Marta. Simão era um nome comum na época.

A identif**ação de Maria de Betânia com Maria Madalena (Luc. 8.2,3), e ambas as mulheres com a pr******ta do sétimo capitulo do evangelho de Lucas, é uma identif**ação extremamente duvidosa, embora se venha fazendo tal identif**ação desde os tempos mais remotos do cristianismo.

No que diz respeito à identif**ação de Maria de Betânia, Maria Madalena e a mulher pecaminosa do sétimo capitulo do evangelho de Lucas, é mais plausível que existira três pessoas distintas, até porque dificilmente João, que conheceu tanto Maria, de Betânia, irmã de Marta e Lázaro, como Maria de Magdala, ele não teria feito confusão entre as duas Marias.

O caráter desta Maria de Betânia f**a revelado no fato de que ela ungiu ao Senhor Jesus com um ungüento caríssimo, que requeria o trabalho de quase um ano, por parte de um trabalhador comum, para que pagasse o seu preço, ainda que desse tudo quanto ganhasse para adquirir esse ungüento.

O liquido que ela carregava no vaso de alabastro era o nardo puro (Mc 14:3). O nardo era um perfume raro feito de raízes de uma planta nativa do Himalaia. Nos tempos bíblicos ele era importado justamente em frascos selados de alabastro, que eram abertos apenas em ocasiões muito especiais.

Certamente isso mostra elevado grau de respeito e de afeto pela pessoa de Jesus.





LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


João 12. 1-11

1 FOI, pois, Jesus seis dias antes da páscoa a Betânia, onde estava Lázaro, o que falecera, e a quem ressuscitara dentre os mortos.

2 Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele.

3 Então Maria, tomando um arrátel de ungüento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do ungüento.

4 Então, um dos seus discípulos, Judas Iscariotes, filho de Simão, o que havia de traí-lo, disse:

5 Por que não se vendeuu este ungüento por trezentos dinheiros e não se deu aos pobres?

6 Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava.

7 Disse, pois, Jesus: Deixai-a; para o dia da minha sepultura guardou isto;

8 Porque os pobres sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes.

9 E muita gente dos judeus soube que ele estava ali; e foram, não só por causa de Jesus, mas também para ver a Lázaro, a quem ressuscitara dentre os mortos.

10 E os principais dos sacerdotes tomaram deliberação para matar também a Lázaro;

11 Porque muitos dos judeus, por causa dele, iam e criam em Jesus.

LEMBRANCINHA VASO DE ALABASTRO
26/11/2018

LEMBRANCINHA VASO DE ALABASTRO

Deus e fiel
29/08/2018

Deus e fiel

29/08/2018

O Que é o Vaso de Alabastro? O vaso de alabastro é conhecido entre os cristãos por ter sido o tipo de recipiente utilizado para portar óleos ou essências em algumas passagens do Novo Testamento. Diante disto, muitos f**am curiosos sobre como era esse vaso, e o que signif**a alabastro. Neste texto, iremos entender um pouco melhor o que é o vaso de alabastro.

O que signif**a alabastro e o que era o vaso de alabastro?
Originalmente a forma neutra do grego alabastros, era usada para designar um frasco de alabastro que possuía um gargalo comprido que, quando o conteúdo era utilizado, tal gargalo era rompido. Geralmente o conteúdo armazenado nesses frascos eram óleos e essências.

O mesmo termo também era utilizado para se referir a qualquer frasco que possuía o formado indicado acima, não importando o material de que tivesse sido fabricado.

Tratando-se do próprio alabastro, este era uma variedade de carbono de cálcio produzido por depósito natural e hidratado. Existe uma diferença entre os alabastros da antiguidade e os mais modernos. O alabastro moderno é um tipo de gesso, sendo uma pedra mais mole. Já os alabastros da antiguidade (heb. shayish ou shesh) geralmente eram de mármore, compostos de calcita (1 Cr 29:2; Et 1:6).

Esse material em sua forma pura tem uma cor branca e translúcida. Geralmente o alabastro era encontrado em regiões calcárias, em cavernas e locais próximos de nascentes. Estes materiais eram muito utilizados na escultura de estátuas e na fabricação de vasos, frascos, caixas, garrafas e recipientes em geral. Havia vasos de alabastro fabricado na região da Palestina, com pedras escavadas no vale do Jordão. Outros eram importados do Egito, sendo estes mais valiosos.

O vaso de alabastro na Bíblia
No Novo Testamento encontramos algumas passagens que fazem referência à utilização do vaso de alabastro. A primeira está no Evangelho de Mateus, quando Jesus é ungido em Betânia: Aproximou-se dele uma mulher com um vaso de alabastro, com unguento de grande valor, e derramou-lho sobre a cabeça, quando ele estava assentado à mesa.

(Mateus 26:7) Nos Evangelhos de Marcos (cap. 14:3-9) e João (cap. 12:1-8) encontramos um texto paralelo ao relato do Evangelho de Mateus. No caso da referência de Marcos, trata-se de um paralelo exato, enquanto que no Evangelho de João algumas diferenças cronológicas podem ser percebidas, porém nenhum detalhe entra em conflito com os textos de Mateus e Marcos.

Alguns argumentam que na narrativa de João é dito que a mulher ungiu os pés de Jesus, enquanto que em Mateus e Marcos relatam que o liquido foi derramado sobre sua cabeça. Porém é possível que ela tenha derramado tanto bálsamo em Jesus que o liquido escorreu até mesmo pelos pés dEle. Sobre isso, João escreveu que havia “uma libra de bálsamo de nardo puro” (Jo 12:3). Essa medida equivalia a algo em torno de 450 gramas de perfume, o suficiente para cobrir Jesus. Saiba mais sobre os pesos e medidas na Bíblia.

Esta mulher que aparece anônima nos Evangelhos de Mateus e Marcos, no Evangelho de João é identif**ada como sendo Maria, irmã de Marta e Lázaro, aquele que foi ressuscitado.

O liquido que ela carregava no vaso de alabastro era o nardo puro (Mc 14:3). O nardo era um perfume raro feito de raízes de uma planta nativa do Himalaia. Nos tempos bíblicos ele era importado justamente em frascos selados de alabastro, que eram abertos apenas em ocasiões muito especiais.

Em João 12:5, temos uma fala de Judas onde ele estipula o preço desse perfume em trezentos denários, o que equivalia a um ano de salário de um trabalhador da época, ou, como simples curiosidade, dez vezes mais do que o valor que ele mesmo recebeu para trair Jesus.

A outra referência onde é citado o vaso de alabastro está no Evangelho de Lucas (cap. 7:36-50) e também é um relato sobre uma mulher pecadora que ungiu os pés de Jesus. Aqui é importante dizer que esta mulher não deve ser confundida com a mulher citada anteriormente no episódio registrado por Mateus, Marcos e João, apesar das evidentes semelhanças.

A mulher mencionada por Lucas realmente não teve sua identidade revelada. É muito comum a interpretação de que essa tal mulher tenha sido uma pr******ta, porém no texto original em grego a expressão “era pecadora” não necessariamente precisa signif**ar que ela era uma meretriz.

O texto apenas deixa claro que ela era muito conhecida no povoado por sua má reputação. Além disso, no texto de Lucas ela já aparece como uma mulher arrependida, isto é, seja lá o que tivesse feito, ela já não fazia mais.

21/07/2018
VASO DE ALABASTROSEJA UM ADORADORAí está um assunto neotestamentário bastante conhecido, tema para pregações, artigos, r...
13/07/2018

VASO DE ALABASTRO
SEJA UM ADORADOR
Aí está um assunto neotestamentário bastante conhecido, tema para pregações, artigos, reflexões, músicas, enfim, um assunto que merece ser estudado e aprofundado. Vamos ao texto que aparece nos evangelhos, e depois vamos explicar melhor do que ele está tratando.

E, estando Ele em Betânia, assentado à mesa, em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher, que trazia um vaso de alabastro, com unguento de nardo puro, de muito preço, e quebrando o vaso, derramou o bálsamo sobre a cabeça de Jesus. Alguns dos presentes se indignaram e diziam uns aos outros: Para que se fez este desperdício de unguento? Este perfume podia ser vendido por trezentos denários, e dá-los aos pobres. E murmuravam contra ela. Jesus, porém, disse: Deixai-a. Por quê a aborreceis? Ela praticou uma boa obra para comigo. [...] (Marcos 14:3-6)

O VASO DE ALABASTRO
Antes da invenção da cerâmica, no mundo antigo, sempre que se precisava conservar líquidos ou sólidos utilizava-se receptáculos feitos de pele, caniços, madeira e pedra, como os odres onde se carregava água. Pedras não muito duras como alabastro e basalto eram cortadas e escavadas para tomarem a forma de taças, jarras, pratos, etc.

Com a descoberta dos valores do barro poroso (argila), foram surgindo os vasos, também chamados de jarros e botijas, usados para guardar líquidos, principalmente perfumes. Como o material conseguia absorver um pouco do líquido, impedia a evaporação do mesmo, e mantinha o conteúdo fresco. Só depois é que foram surgindo os vasos metálicos, de vidro e de marfim, mas estaríamos fugindo do assunto que enfocamos neste momento.

A matéria-prima cerâmica utilizada para a confecção desses vasos era o “alabastro”, um gesso branco, finíssimo, mais suave do que o mármore.

Quanto ao formato, esses frascos de alabastro tinham um formato pequeno, em torno de 14 cm de altura, sendo que seu corpo era normalmente redondo ou ovalado, com um gargalo comprido. A boca do gargalo era selada, de modo a preservar o perfume do bálsamo. Agora, dá para entender por que a mulher “quebrou” o vaso para usar o bálsamo. Esse selo, repetimos, funcionava como uma espécie de vedação. O vaso possuía uma pequena alça para que pudesse ser manipulado e para ser carregado.



O CONTEÚDO



Nosso texto fala que a mulher carregava “unguento” dentro do vaso de alabastro, um bálsamo, um líquido aromático e espesso que flui espontaneamente de muitas plantas ou através de ferimento intencional. O nardo puro, por exemplo, era uma erva importada de Tarso, na Cilícia, a terra natal do apóstolo Paulo. Quase todo o resto era proveniente da cidade de Damasco, na Síria.

O principal uso do unguento era como cosmético, um costume inventado pelos egípcios. Até hoje ainda são recuperadas na Palestina caixas de produtos de toucador, feitas de alabastro. Mais tarde, descobriu-se que tais unguentos era algo refrescante e aliviador para feridas.

07/06/2018

O Que é o Vaso de Alabastro?
Esse material em sua forma pura tem uma cor branca e translúcida. Geralmente o alabastro era encontrado em regiões calcárias, em cavernas e locais próximos de nascentes. Estes materiais eram muito utilizados na escultura de estátuas e na fabricação de vasos, frascos, caixas, garrafas e recipientes em geral.

Havia vasos de alabastro fabricado na região da Palestina, com pedras escavadas no vale do Jordão. Outros eram importados do Egito, sendo estes mais valiosos.

O vaso de alabastro na Bíblia
No Novo Testamento encontramos algumas passagens que fazem referência à utilização do vaso de alabastro. A primeira está no Evangelho de Mateus, quando Jesus é ungido em Betânia:
Nos Evangelhos de Marcos (cap. 14:3-9) e João (cap. 12:1-8) encontramos um texto paralelo ao relato do Evangelho de Mateus. No caso da referência de Marcos, trata-se de um paralelo exato, enquanto que no Evangelho de João algumas diferenças cronológicas podem ser percebidas, porém nenhum detalhe entra em conflito com os textos de Mateus e Marcos.

Alguns argumentam que na narrativa de João é dito que a mulher ungiu os pés de Jesus, enquanto que em Mateus e Marcos relatam que o liquido foi derramado sobre sua cabeça. Porém é possível que ela tenha derramado tanto bálsamo em Jesus que o liquido escorreu até mesmo pelos pés dEle. Sobre isso, João escreveu que havia “uma libra de bálsamo de nardo puro” (Jo 12:3). Essa medida equivalia a algo em torno de 450 gramas de perfume, o suficiente para cobrir Jesus. Saiba mais sobre os pesos e medidas na Bíblia.

Esta mulher que aparece anônima nos Evangelhos de Mateus e Marcos, no Evangelho de João é identif**ada como sendo Maria, irmã de Marta e Lázaro, aquele que foi ressuscitado.

O liquido que ela carregava no vaso de alabastro era o nardo puro (Mc 14:3). O nardo era um perfume raro feito de raízes de uma planta nativa do Himalaia. Nos tempos bíblicos ele era importado justamente em frascos selados de alabastro, que eram abertos apenas em ocasiões muito especiais.

Em João 12:5, temos uma fala de Judas onde ele estipula o preço desse perfume em trezentos denários, o que equivalia a um ano de salário de um trabalhador da época, ou, como simples curiosidade, dez vezes mais do que o valor que ele mesmo recebeu para trair Jesus.

A outra referência onde é citado o vaso de alabastro está no Evangelho de Lucas (cap. 7:36-50) e também é um relato sobre uma mulher pecadora que ungiu os pés de Jesus. Aqui é importante dizer que esta mulher não deve ser confundida com a mulher citada anteriormente no episódio registrado por Mateus, Marcos e João, apesar das evidentes semelhanças.

A mulher mencionada por Lucas realmente não teve sua identidade revelada. É muito comum a interpretação de que essa tal mulher tenha sido uma pr******ta, porém no texto original em grego a expressão “era pecadora” não necessariamente precisa signif**ar que ela era uma meretriz.

O texto apenas deixa claro que ela era muito conhecida no povoado por sua má reputação. Além disso, no texto de Lucas ela já aparece como uma mulher arrependida, isto é, seja lá o que tivesse feito, ela já não fazia mais.

07/06/2018

O Que é o Vaso de Alabastro?
O vaso de alabastro é conhecido entre os cristãos por ter sido o tipo de recipiente utilizado para portar óleos ou essências em algumas passagens do Novo Testamento. Diante disto, muitos f**am curiosos sobre como era esse vaso, e o que signif**a alabastro. Neste texto, iremos entender um pouco melhor o que é o vaso de alabastro.

O que signif**a alabastro e o que era o vaso de alabastro?
Originalmente a forma neutra do grego alabastros, era usada para designar um frasco de alabastro que possuía um gargalo comprido que, quando o conteúdo era utilizado, tal gargalo era rompido. Geralmente o conteúdo armazenado nesses frascos eram óleos e essências.

O mesmo termo também era utilizado para se referir a qualquer frasco que possuía o formado indicado acima, não importando o material de que tivesse sido fabricado.

Tratando-se do próprio alabastro, este era uma variedade de carbono de cálcio produzido por depósito natural e hidratado. Existe uma diferença entre os alabastros da antiguidade e os mais modernos. O alabastro moderno é um tipo de gesso, sendo uma pedra mais mole. Já os alabastros da antiguidade (heb. shayish ou shesh) geralmente eram de mármore, compostos de calcita (1 Cr 29:2; Et 1:6).

24/04/2018

O Que é o Vaso de Alabastro?
O vaso de alabastro é conhecido entre os cristãos por ter sido o tipo de recipiente utilizado para portar óleos ou essências em algumas passagens do Novo Testamento. Diante disto, muitos f**am curiosos sobre como era esse vaso, e o que signif**a alabastro. Neste texto, iremos entender um pouco melhor o que é o vaso de alabastro.

O que signif**a alabastro e o que era o vaso de alabastro?
Originalmente a forma neutra do grego alabastros, era usada para designar um frasco de alabastro que possuía um gargalo comprido que, quando o conteúdo era utilizado, tal gargalo era rompido. Geralmente o conteúdo armazenado nesses frascos eram óleos e essências.

O mesmo termo também era utilizado para se referir a qualquer frasco que possuía o formado indicado acima, não importando o material de que tivesse sido fabricado.

Tratando-se do próprio alabastro, este era uma variedade de carbono de cálcio produzido por depósito natural e hidratado. Existe uma diferença entre os alabastros da antiguidade e os mais modernos. O alabastro moderno é um tipo de gesso, sendo uma pedra mais mole. Já os alabastros da antiguidade (heb. shayish ou shesh) geralmente eram de mármore, compostos de calcita (1 Cr 29:2; Et 1:6).

Esse material em sua forma pura tem uma cor branca e translúcida. Geralmente o alabastro era encontrado em regiões calcárias, em cavernas e locais próximos de nascentes. Estes materiais eram muito utilizados na escultura de estátuas e na fabricação de vasos,O vaso de alabastro é conhecido entre os cristãos por ter sido o tipo de recipiente utilizado para portar óleos ou essências em algumas passagens do Novo Testamento. Diante disto, muitos f**am curiosos sobre como era esse vaso, e o que signif**a alabastro. Neste texto, iremos entender um pouco melhor o que é o vaso de alabastro.

O que signif**a alabastro e o que era o vaso de alabastro?
Originalmente a forma neutra do grego alabastros, era usada para designar um frasco de alabastro que possuía um gargalo comprido que, quando o conteúdo era utilizado, tal gargalo era rompido. Geralmente o conteúdo armazenado nesses frascos eram óleos e essências.

O mesmo termo também era utilizado para se referir a qualquer frasco que possuía o formado indicado acima, não importando o material de que tivesse sido fabricado.

Tratando-se do próprio alabastro, este era uma variedade de carbono de cálcio produzido por depósito natural e hidratado. Existe uma diferença entre os alabastros da antiguidade e os mais modernos. O alabastro moderno é um tipo de gesso, sendo uma pedra mais mole. Já os alabastros da antiguidade (heb. shayish ou shesh) geralmente eram de mármore, compostos de calcita (1 Cr 29:2; Et 1:6).

Esse material em sua forma pura tem uma cor branca e translúcida. Geralmente o alabastro era encontrado em regiões calcárias, em cavernas e locais próximos de nascentes. Estes materiais eram muito utilizados na escultura de estátuas e na fabricação de vasos,Nos Evangelhos de Marcos (cap. 14:3-9) e João (cap. 12:1-8) encontramos um texto paralelo ao relato do Evangelho de Mateus. No caso da referência de Marcos, trata-se de um paralelo exato, enquanto que no Evangelho de João algumas diferenças cronológicas podem ser percebidas, porém nenhum detalhe entra em conflito com os textos de Mateus e Marcos.

Alguns argumentam que na narrativa de João é dito que a mulher ungiu os pés de Jesus, enquanto que em Mateus e Marcos relatam que o liquido foi derramado sobre sua cabeça. Porém é possível que ela tenha derramado tanto bálsamo em Jesus que o liquido escorreu até mesmo pelos pés dEle. Sobre isso, João escreveu que havia “uma libra de bálsamo de nardo puro” (Jo 12:3). Essa medida equivalia a algo em torno de 450 gramas de perfume, o suficiente para cobrir Jesus. Saiba mais sobre os pesos e medidas na Bíblia.

Esta mulher que aparece anônima nos Evangelhos de Mateus e Marcos, no Evangelho de João é identif**ada como sendo Maria, irmã de Marta e Lázaro, aquele que foi ressuscitado.

O liquido que ela carregava no vaso de alabastro era o nardo puro (Mc 14:3). O nardo era um perfume raro feito de raízes de uma planta nativa do Himalaia. Nos tempos bíblicos ele era importado justamente em frascos selados de alabastro, que eram abertos apenas em ocasiões muito especiais.

Em João 12:5, temos uma fala de Judas onde ele estipula o preço desse perfume em trezentos denários, o que equivalia a um ano de salário de um trabalhador da época, ou, como simples curiosidade, dez vezes mais do que o valor que ele mesmo recebeu para trair Jesus.

A outra referência onde é citado o vaso de alabastro está no Evangelho de Lucas (cap. 7:36-50) e também é um relato sobre uma mulher pecadora que ungiu os pés de Jesus. Aqui é importante dizer que esta mulher não deve ser confundida com a mulher citada anteriormente no episódio registrado por Mateus, Marcos e João, apesar das evidentes semelhanças.

A mulher mencionada por Lucas realmente não teve sua identidade revelada. É muito comum a interpretação de que essa tal mulher tenha sido uma pr******ta, porém no texto original em grego a expressão “era pecadora” não necessariamente precisa signif**ar que ela era uma meretriz.

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