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Determinismo Atos dos Apóstolos 17:28 Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poe...
22/03/2026

Determinismo

Atos dos Apóstolos 17:28 Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração.
https://bibliajfa.app/app/acf/44N/17/28

Um dos textos marcantes das escrituras que ratif**am o determinismo e acaba com a liberdade humana, tanto para a salvação quanto sobre a liberdade de escolha sobre as coisas triviais das contingências da vida, nos leva a perceber que a essência do homem transcende a consciência, o pensamento, a natureza de ser.
Cabe ao filho de Deus se submeter em gratidão ao determinado e viver como se livre fosse, emtendendo que nada está sob seu controle e dado a esse fato, ser feliz, pois todas as coisas colaboram para o seu bem.
Um filho de Deus tem uma história determinada e o fatalismo não tem autoridade sobre o seu destino.
Receber a natureza que nasceu do alto, por um novo Espírito transcende a vontade, o desejo, a aspiração sobre as coisas da vida e sim perceber em sua jornada que cada momento, cada etapa estabelece um plano, um propósito, um decreto.
Não nos submetemos por medo, por coação, por fatores externos e sim por uma vontade que governa todas as existências e nesse sentido somos capacitados, para sermos além daquilo que a natureza humana comporta, por isso somos pela fé motivados a ir além, quando outros f**am pelo caminho, culpando a vida, as escolhas, os algozes, as falhas de caráter, os percalços.
Somos oque somos e a força que nos governa nos torna a imagem e semelhança de Deus em outra esfera, em outro universo, que aspiramos ascender ao fim dessa jornada.
Enquanto encarnados somos àquilo que o plano de Deus nos submeteu, pois essa criação tem um entendimento em parte, de algo completo, que a jornada nos revela, de uma natureza futura.
Por enquanto nos cabe viver e receber com resignação o processo individual de santif**ação.
Nele, por Ele e para Ele nos tornamos filhos amados e seguros na fé até o glorioso dia, quando então deixaremos de ver como por uma imagem distorcida, enxergaremos oque somos e àquilo que Ele assegurou, pela eternidade, que seremos..

"Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração." - Atos dos Apóstolos 17:28 (ACF)

10/09/2025

A árvore que cai pelo machado de Deus.

Mateus 15:13 Ele, porém, respondendo, disse: Toda a planta, que meu Pai celestial não plantou, será arrancada. 14 Deixai-os; são cegos condutores de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova.

Mateus 7:15 Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. 16 Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? 17 Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. 18 Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. 19 Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. 20 Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. 21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. 22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? 23 E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.

Dois textos que descrevem uma realidade, explicada em duas fases.

A primeira descreve que não basta usar o nome de Deus e habitar em templos, ou se ufanar de religiões, pois a planta de Deus, tem a sua semente nele e portanto não se refere ao mundo das contingências, das religiões, da carne, da genealogia.

Esses podem usar o nome de Deus, mas são condutores de cegos, não iluminados pelo Espírito de Deus e cairão em abismos existenciais.

Deus cortará as árvores que não foram plantadas por ele e demonstra que esses frutos não correspondem ao esperados por filhos de Deus.

Não basta a narrativa de dizer que se ama a Deus e infernizar a vida do próximo. Não basta subir em púlpitos ou louvar em igrejas e ter um coração odioso e invejoso.

Não basta dizer que ama e não mostrar financeiramente, através de obras que muda a vida das pessoas ao seu redor.

Não basta dar o dízimo e manter uma instituição religiosa propagando a sua verdade, pois o Machado de Deus cortará na raiz, tanto os homens, quanto as instituições, que homens levantaram, dizendo que a mesma, foi por determinação de Deus.

É preciso relacionamento com o Pai e nesse relacionamento se demonstra o amor e cuidado, com o próximo.

Não se pode viver escondido nos templos, nas igrejas, nas congregações, nas reuniões em nome de Deus e serem desconhecidos pelo céu, pelos anjos, pelo Pai celestial como um filho de Deus.

Por isso a primeira fase do reino é ter sido plantado no Reino, pelo próprio Deus e a segunda realidade é saber que NADA pode te afastar do cuidado de DEUS, nem os falsos profetas, pois estes ,se possível fosse, enganariam até aos escolhidos, porém Deus lançará o seu Machado e eles cairão e se lamentarão, pois apesar de terem feito, àquilo que entendem ser a obra de Deus, o fizeram sem a autorização de Deus e assim cometeram iniquidade, que é se passar por trigo, sendo joio, por ovelha, sendo bode, por filho de Deus, sendo um filho da perdição, por mensageiro de Deus, sendo propagador do inferno.

Os acordos do fio de bigode.De origem controversa, bigode pode ter vindo da antiga expressão germânica pronunciada nos j...
10/07/2025

Os acordos do fio de bigode.

De origem controversa, bigode pode ter vindo da antiga expressão germânica pronunciada nos juramentos: "bi Gott", ou "por Deus". Eram os tempos dos fios de bigode. Ou melhor, um único fio do bigode. A palavra valia tanto quanto um fio do bigode. Pois homem que era homem, usava bigode.

Mateus 5:33 Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás os teus juramentos ao Senhor. 34 Eu, porém, vos digo que de maneira nenhuma jureis; nem pelo céu, porque é o trono de Deus; 35 Nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei; 36 Nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. 37 Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; porque o que passa disto é procedente do mal.

Deus condena o juramento, seja por qualquer coisa, pois ninguém pode colocar algo, acima da propria palavra.

A palavra basta.

A questão é que a palavra perdeu a credibilidade quando os homens deixaram de cumprir os acordos verbais.

Dessa forma surge a necessidade de colocar uma assinatura, ou alguém como fiador, da palavra dada.

Por isso os acordos judiciais e as sanções quando existe a quebra do acertado no papel.

Infelizmente esse tipo de comportamento está presente na vida de algumas pessoas que afirmam ser pregadores das escrituras.

Um profeta que não tem palavra entre os homens, afirma ter credibilidade na palavra, que prega, afirmando ser de Deus.

A questão não é se esse homem tem autoridade de Deus para pregar e sim que algumas pessoas ainda não entendem, que essa pessoa é na realidade, um falso profeta!

Tenho encontrado pastores de igrejas reformadas e não reformadas, que não tem o discernimento de que, embora àquilo que prometem, privadamente é computado como acordo espiritual e que independente de uma assinatura, quem cobrará a fatura é Deus.

Pastores que dão esperança as ovelhas e depois, mantendo sobre elas a responsabilidade do não cumprimento de uma promessa, como sendo ela, a ovelha, a causa da quebra do acordo.

Isso podemos perceber tanto na doutrina pregada, quanto na palavra pessoal, tirando da ovelha, a credibilidade em Deus e no caráter do pastor.

Àquilo que Deus não disse ou promete é colocado como se fosse palavra de Deus e promessa de Deus.

Deus nunca disse que o mundo seria um lugar de alegria, festas, vitórias e prosperidade e sim que seria um lugar de suor, entre espinhos e que o homem teria que lavrar a terra e do trabalho, colher o seu sustento.

Deus não apoia a preguiça ou a dependência financeira e sim a meritocracia no serviço da provisão do dia-a-dia.

Por outro lado esses preguiçosos quando trabalham, seja na doutrina da palavra ou no sustento do trabalho, promovem como verdade uma conduta de mentira e quebra de acordos, mas se isentam da responsabilidade, pois se ufanam como sendo pregadores e homens e mulheres de Deus.

O texto acima declara que a palavra basta e que o mérito do cumprimento deve repousar, na responsabilidade de quem promete e com isso deve ser fiel em seus negócios e principalmente na explanação da palavra escrita e neste sentido, o Sola Scriptura deve ser a sua base de pregação.

Aquilo que não está escrito nao pode ser usado como uma afirmação que Deus disse.

Àquilo que se promete nos acordos verbais deve ser cumprido, sem a necessidade de assinatura ou um acordo judicial que nos faça reféns de não quebrar a palavra dada.

Por esse princípio não se deve jurar no altar de Deus afirmando uma promessa a ser cumprida, pois para Deus apenas a palavra basta e para os homens, apenas a certeza, que um negócio entre homens, deve ser respeitado por um aperto de mãos, ou como antigamente, pelo empenho de um fio de bigode, pois homem que é homem, embora não tenha bigode, no caso da mulher, cumpre a palavra de negócio.

O crente morno.Apocalipse 3:14 E ao anjo da igreja de Laodiceia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira...
11/04/2025

O crente morno.

Apocalipse 3:14 E ao anjo da igreja de Laodiceia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: 15 Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! 16 Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. 17 Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; 18 Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas. 19 Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te. 21 Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono. 22 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

De todas as igrejas do apocalipse existe um chamado ao arrependimento, mas também existe o reconhecimento do trabalho, das obras, revelando o caráter da igreja que luta pela pregação do evangelho, mas vive em um mundo contaminado, que invade a igreja.

De alguma forma Deus se mostra presente e ajudando a igreja em suas necessidades e carências. Mas existe uma igreja que não apresenta obras e seu caráter é repreensível, ao ponto de Deus afirmar que vai vomitar essa igreja.

É como se Deus estivesse declarando que ela não faz parte do corpo e como algo que é tóxico deve ser expelido do organismo, pois adoece ao corpo de cristo.

Essa igreja pode representar atualmente alguns indivíduos que estão pelos corredores de algumas catedrais, casebres ou palafitas. Essa igreja é alguém que se entende auto existente e não depende de ninguém para se juntar como corpo, pois afinal sua vida é bem melhor, pois ele é o melhor e por isso não depende da opinião alheia e fazer parte de um corpo requer entendimento de dons e assim exercer àquele que lhe foi dado para edif**ação a igreja.

Esse tipo de indivíduo se porta como um aferidor da medida e entende que precisa fazer parte de um grupo, embora não veja a necessidade do exercício dos dons, até porque não lhe foi dado nenhum e por isso prefere se esconder nos seus dotes e em sua vida fora da igreja, para se conscientizar ser um homem abençoado e por ter uma consciência daquilo que é, não exime a igreja da sua presença, pois ele se entende como muito especial, embora não seja capaz de fazer parte do coletivo, se adapta ao meio, fazendo a sua parte para que a instituição seja divulgada.

Ele é um evangelista institucional e entende que assim, faz a obra de Deus.

Nunca exerceu um ministério e quanto mais anos se passam na instituição, mas entende que é aprovado como cristão, pois tem anos de igreja, porém nunca fez parte do corpo de cristo, pois a igreja corpo é edif**ada pelo espírito através dos dons que o Senhor reparte como assim o quiser.

Crente de banco, de cantina, de seminários, congressos, palestras, reuniões, que sempre esteve presente nos cultos e até dizimou, porém é um desconhecido no mundo espiritual, por não fazer parte do corpo de cristo.

Vez ou outra se depara com alguém pela rua e sua conversa sempre termina com o apontamento de juízo sobre a vida daqueles que estão fora de igreja, ou como gosta de dizer, desviado, a mesma pergunta de sempre: Como está a vida com o papai do céu?

Ele entende que o outro por estar fora de uma congregação não pode ter comunhão com Deus, afinal a salvação é institucional e o outro não faz parte de instituição e ele é assíduo e portanto é um salvo.

A única coisa que ele não sabe é que para Deus o que vale não é o que você pensa de si mesmo, ou o que o outro pensa de você e sim o que Deus fala para você, através da palavra dele.

A palavra de Deus nos chamou para o corpo de Cristo e um salvo faz parte do corpo e o corpo não é representado por uma instituição e sim por homens e mulheres que foram salvos espalhados pela face da terra.

As igrejas do apocalipse não existem mais e seus membros salvos estão na glória de Deus, mas alguns foram vomitados, não por serem salvos e perderem a salvação e sim por terem a arrogância, de quando não salvos, agirem como se salvos fossem.

Assim alguns se portam em igrejas. Rotulando Àqueles que não tem a vida que eles entendem ter, abençoados por Deus, em função de bênçãos materiais, sem com isso terem se expostos pelo reino de Deus. Pessoas que nunca exerceram ministérios ou dons e sempre se esconderam no tipo de personalidade blindada, como se isso fosse uma qualidade e nunca uma maldição.

Pessoas que nutrem inveja pela vida simples que outros vivem, ou pelas vitórias de outros que nunca conseguem comemorar, pois sempre se interrogam, como que essas pessoas conseguiram tal objetivos, que ele nunca conseguiu?

Afinal deve ser alguma falcatrua ou um demérito tal benção, pois se Deus deu para outro e não para ele, então essa benção deve ser uma maldição, pensa com toda lógica satânica, esse crente que está na igreja e não faz parte do corpo.

O crente Laudiceia é um vômito, um nojo, uma porcaria de gente. Alguém que não tem visão espiritual de nada e vive uma vida desgraçada, pois não consegue ser grato pelo que tem, pois passa o tempo inteiro invejando os outros e o que não tem.

Esse estereótipo de crente é real e infelizmente não tem cura, faz parte de uma igreja que não é fria e nem quente, ou seja, não vive o apateísmo ou o deísmo. Não vive indiferente a Deus e nem vive querendo provar a existência de Deus.
Faz pior, é morna, pois está entre o povo de Deus, mas não foi escolhido por Deus para se alegrar com as suas maravilhas. É um crente materialista que se alegra com o mundo e as riquezas do mundo, o poder do mundo e se veste com as vestes do mundo na igreja, sem ter vestes espirituais.

Não reconhece a admoestação do zelo, com as coisas espirituais e nem almeja os louros celestiais. Sua audição espiritual não existe, pois não é capaz de ouvir o toque de Deus e abrir a porta para receber o pastor das nossas almas, o SENHOR Jesus Cristo.

O galardão do crente por suas boas obras.1 Coríntios 3:10 Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio ar...
15/03/2025

O galardão do crente por suas boas obras.

1 Coríntios 3:10 Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edif**a sobre ele; mas veja cada um como edif**a sobre ele.

11 Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.

12 E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha,

13 A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um.

14 Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão.

15 Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo. 16 Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?

Em recente debate sobre dízimos e ofertas fui acusado de explorar o pobre e necessitado e afirmei que o dízimo é muita coisa para quem é ganancioso e pouca coisa, para quem é grato.

As pessoas que devolvem o dízimo fazem com gratidão, pois entendem a provisão de Deus como uma experiência pessoal.

Em relação ao quantitativo, o valor tem o mesmo peso para pobres e ricos. Pois matematicamente a razão é a mesma. Embora a devolução do pobre seja menor a questão não é o valor e sim o signif**ado espiritual.

Deus pode receber um real ou mil reais, mas não se agradar de ambos, pois para Deus o importante é o ofertante.

Antes de trazer a oferta ao altar é necessário que o ofertante esteja no altar, que sua vida seja a oferta, que ele seja consagrado, santif**ado, por Deus.

Não basta os ritos de se submeter a uma liturgia, mas que a sua essência faça por gratidão e se esteja temeroso, pois ninguém pode se entender justif**ado, santif**ado, reconciliado, a não ser por fé, pois não há mérito na natureza humana que a possibilite se dirigir ao altar, se não for pela cobertura do sangue do Senhor, fora disso, desse entendimento, se faz formalidades na entrega de valores que não importam para Deus, pois têm como motivação a voluntariedade da capacidade humana e não a boa obra estabelecida por Deus, que de antemão preparou para que andassem nelas.

Portanto se dirigir ao altar é uma atitude de adoração, louvor, gratidão, consagração, motivada pelo Espírito de Deus nos filhos de Deus.

Devolver o dízimo, trabalhar na obra, pregar a mensagem, fazer o bem,
Investir tempo e dinheiro nas coisas de Deus é um ato feito para Deus e nunca para o próximo.

Portanto devemos fazer sempre o bem, mas nunca se ufanando da nossa capacidade ou condição e sim da graça e condições, que Deus por pura misericórdia, depositou sobre nós e nos fez senhores das vidas de outras pessoas, quer ser na família, na sociedade, na religião, para estabelecer o seu bom propósito.

Devolver o dízimo transcende a relação de negócios e transações financeiras e sim uma atitude espiritual para que as coisas materiais do reino de Deus sejam praticadas no mundo, mas o valor da oferta ou da obra realizada será provada pelo próprio Deus, no dia que formos julgados, pois o julgamento da Igreja é diferente do mundo. Não será para condenação e sim para galardão da obra que realizamos, enquanto servos de Deus, nesse tabernáculo terreno.

Calvinismo clássico e hipercalvinismo Por Carlos Asicq A visão compatibilista, que é a maioria  conhecida como Calvinism...
09/03/2025

Calvinismo clássico e hipercalvinismo

Por Carlos Asicq

A visão compatibilista, que é a maioria conhecida como Calvinismo clássico, entende que a eleição é dada na eternidade, porém manifestada na condição pecadora após a queda , assim em conjunto, com a manifestação da graça.

A visão determinista, ou hiper-calvinismo, entende que a eleição se manifesta na eternidade e antes da criação do homem. A diferença entre as duas visões determina um entendimento diferente de Deus.

O compatibilista, crê que a queda é responsabilidade humana e coloca os reprovados em condição de condenação em função da doutrina do pecado. Pois, entendem que Deus, em sua eleição não condena o homem à perdição e sim salva muitos da perdição, depositando o inferno na responsabilidade humana, devido a queda e na doutrina do pecado.

Essa visão livra Deus da dupla predestinação. Ou seja, Deus não cria o homem para o inferno e também livra Deus de ser o autor do mal, ou também o autor do pecado.

A visão hipercalvinista crê que na eternidade, Deus primeiro elegeu e depois criou o homem. Dessa forma a queda é determinação de Deus, porém a manifestação da graça é apenas para os eleitos deixando os reprobos na condição de condenação e não eleição, pois para isso foram criados.

Essa visão entende que Deus e é o autor do mal e que nada foge ao seu controle, não deixando qualquer poder ou vontade, autoexistente. Sendo o pecado de execução humana, porém o mentor, fonte de todas as vontades, de autoria divina.

O hipercalvinismo entende que o diabo e o homem estão sob o controle da vontade de Deus, quem seduz é o diabo, porém quem capacita a vontade humana para não pecar é Deus.

O hipercalvinismo tem uma visão de servo diferente. Se entende que TODOS são servos de Deus. Nenhuma vontade é livre e o mal exercido pelos homens maus cumpre o juízo de Deus na terra. Se não fosse os homens maus, os eleitos só conheceriam o amor e a justiça de Deus.

Nesse sentido o diabo serve a Deus, não sendo um Deus, ou que sua vontade seja livre para confrontar, resistir ou negar a vontade de Deus.

Portanto o hipercalvinismo não entende que exista condição de coexistência entre a soberania de Deus e o livre arbítrio, pois não reconhece nenhum tipo de vontade livre, sendo o homem, os anjos, a história, reflexo de um plano soberano, onde Deus promove todos os meios para que a sua vontade prevaleça, tanto para o bem, quanto para o mal.

Fechando o pensamento, essa visão difere do Calvinismo clássico, por entender que Deus não é apenas poderoso e sim o TODO PODEROSO.

SinergismoO sinergista encontra na sua prática, um buraco negro que engole as suas carências à exaustão de se entender l...
25/11/2024

Sinergismo

O sinergista encontra na sua prática, um buraco negro que engole as suas carências à exaustão de se entender livre da culpa, da impotência e da arrogância de uma vida independente do poder de Deus.

Sua vontade, o seu deus, livre arbítrio, o governa, na distopia de se crer ser capaz de viver por fé, e ao mesmo tempo escolher seu próprio caminho.

Um ser confuso, com medo, em pânico, afirma conhecer a Deus, mas eleva o diabo e demônios, em uma dicotomia entre o bem e o mal, anjos e demônios, céu e inferno.

Seus cultos são a expressão de sua teologia e encontram na culpa, na investigação de pecados, na mensuração de sua solidão, e na estatística de conversões, o reconhecimento da missão executada em acordo ao crescimento, que estipulam para o Reino de Deus.

Esquecem-se da segurança da eternidade, do poder que os conduzem pelo caminho, da nova natureza liberta em Espírito, da fé que conduz ao amor e lança fora o medo, do Deus que é o TODO PODEROSO e nos adotou como filhos.

Falam de Deus, mas dão honra ao diabo, à capacidade humana, ao direito de decisão, ao senhorio de seus destinos.

O desapego com os que morrem e a certeza da salvação é a esperança dos que f**am.Nada é tão frustrante como o silencio e...
11/11/2024

O desapego com os que morrem e a certeza da salvação é a esperança dos que f**am.

Nada é tão frustrante como o silencio e a ausência provocada pela morte. Por mais que sejamos fortes e convictos na fé, não é fácil superar a dor da imagem do outro, que se rasga dentro de nós, com a partida para a eternidade.

Podemos negar a dor e continuar a nossa jornada fugindo de imagens que nos façam lembrar quem partiu, mas dentro de nós tem algo morrendo e essa morte é o outro que não está mais presente, completando uma parte de nós, que encontrava no outro, motivações para viver e compartilhar memórias e inúmeras emoções.

Quando alguém que amamos morre, nós morremos também.

Sofremos a dor do luto e nessa dor lutamos para que a imagem do outro permaneça em nós, mas infelizmente, o entendimento de que não teremos mais a presença do outro, nos faz entender o vazio causado pela ausência e o silêncio, por não ser mais possível ouvir a voz do outro, uma espécie de mortalha, que nos abraça, em uma mistura de amor, dor, solidão, frustração e impotência.

Não existe conformação com a despedida causada pela morte.

Ninguém quer a presença da morte. Ninguém quer a visita da morte. A morte é persona não grata e por mais que se pense estar preparado para o encontro, lá no fundo, sabemos que estamos apenas em um processo de negação e conformismo.

Soberana em sua jornada, a morte se aproxima sem cartão de visita, sem agenda marcada, sem expressar o menor respeito com a vontade de quem é objeto de seu encontro.

Ela apenas chega e recolhe a vida de quem pensava até então, ser o dono da própria.

A morte não erra o endereço. Não barganha a sua chegada e não reconhece o status de quem será visitado. Rico ou pobre. Novo ou velho. Homem ou mulher. Crente ou descrente.

A morte só respeita a soberania de Deus, pois Deus é o Senhor da morte. Se assim não fosse a morte seria uma espécie de deus e independente da vontade de Deus exerceria poder sobre a vida de quem quisesse, mas a morte é apenas uma ferramenta da vontade de Deus.

Isaias 45:7
Eu formo a luz e crio escuridão, eu faço paz e crio o mal, eu o SENHOR faço todas estas coisas.

1 samuel 2:6
O ¬SENHOR mata, e faz viver; ele faz descer ao sepulcro, e faz subir.

Por esse entendimento quero refletir na despedida dos entes queridos, daqueles que amamos e nos deixam com um sentimento de morte, pois a dor que f**a não pode ser superada, a não ser com a presença de quem partiu, mas no caso percebemos, que essa dor não será confortada, a não ser com um conforto sobrenatural, proporcionado pela presença de Deus em cada um de nós.
Da mesma forma que Deus tira de nós, ele também proporciona o conforto para os que f**am.

1 tessalonicenses 4:
Não quero, porém que sejais ignorantes, irmãos, acerca dos que dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.
14Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus trará com ele.
15Dizemos, pois, isto a vós, pela palavra do Senhor: Que nós, os que estamos vivos e permanecemos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.
16Porque o mesmo Senhor descerá do céu com brado, e com a voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;
17depois, nós, os que estamos vivos e permanecemos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor no ar, e assim estaremos para sempre com o Senhor.
18Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.

A grande questão na vida dos que f**am é a falta de esperança, pois a tristeza tira de nós a alegria e nos faz perder a capacidade de viver e esperar dias melhores, afinal quem partiu levou com ele uma parte de nós, levou uma parte que era feliz com a presença do outro.

Não somos os mesmos e pensamos que a alegria não será mais possível, pois perdemos a capacidade de acreditar em coisas boas, em felicidade, achamos que será impossível viver sem aquilo que o outro nos proporcionava.

Por isso se perde a esperança e quem perde a esperança desiste de viver, de sonhar, de planejar, de trabalhar, de se alimentar, de ser feliz novamente.

Mas, Paulo fala no verso 13 que é importante ter esperança, pois a falta de esperança traz a tristeza e a tristeza a morte existencial.

Paulo compara as pessoas que estão fora do corpo de Cristo, que é a igreja, como pessoas que perderam a visão de futuro e desta maneira são tristes, pois lhes falta conhecimento, por isso são ignorantes acerca da morte e dos que dormem em Cristo.

É preciso enxergar além, na metafísica das contingências e entrar no universo espiritual e nesse universo perceber que coisas acontecem e nesse mover estamos inseridos, esperando por fé, o nosso futuro.

No verso 14 Paulo reflete na possibilidade de uma ocorrência e se entendermos que isso seja uma realidade, precisamos enxergar algo maior, que é a ação e Cristo, na proteção daqueles que dormiram, ou morreram portadores da fé, pois esses serão objetos desse cuidado.

Cristo os trará com ele.

Cristo livrará esses do inferno, do purgatório, de qualquer lugar de tortura e sofrimento no porvir e no verso 15 demonstrará que em sua vinda, esses precederão os que ainda não dormiram.

Essa é a segurança que a Palavra de Deus nos dá. Uma passagem segura para a eternidade.

Por isso no verso 16 e 17, ao soar das trombetas de Deus, ao som dos brados dos arcanjos, o Senhor descerá e esses que dormiram, despertarão do sono da morte.

Desse momento em diante, nós os que estivermos vivos, seremos abduzidos, tirados desse planeta, como o texto declara, arrebatados aos céus, junto com os mortos que morreram no Senhor e com eles nos encontraremos nas nuvens e subiremos juntos, ao encontro do Senhor.

Essa é a visão que devemos ter da morte e não podemos deixar de enxergar a situação e o descanso dos mortos, bem como a nossa situação junto a esses, em um futuro, ainda não definido para o povo que recebeu a fé no Senhor.

Dessa forma o verso 18 nos exorta a manter a fé, a razão nas coisas que enxergamos, não como objetos do caos e sim da firme certeza da soberana vontade de Deus, que controla e executa a sua vontade na história da humanidade.

Por fim nos resta o co***lo de Deus, pois com o co***lo que somos consolados consolamos a outros e nessa sinergia de amor, estabelecemos a soberana vontade de Deus em seu co***lo do espírito, que sobre a igreja, deposita a sua presença, co***lo, fé, esperança.

Sendo tudo isso fruto da palavra de Deus em nós, pois sem essa palavra nos tornamos como filhos do mundo, mortos em delitos e pecados e sem esperança para a eternidade, sem a salvação de Deus.

Paulo demonstra que a igreja tem nesse momento de dor e luto, o diferencial que o mundo não pode dar, vivendo o luto, a dor, a solidão, as lágrimas, o sofrimento, sem perder a esperança, sem perder a fé, sem perder a revelação, a palavra e experimentando o co***lo, a paz, o amor, a plenitude de Deus, em um momento onde a desesperança quer reinar e o desespero nos levar para distantes da nossa razão, em perceber o porvir e da fé, que nos dará forças para prosseguir ao alvo, que nos foi revelado pelo próprio Senhor.

Deus não existe em nosso plano cartesiano. Se Deus existisse nesse universo ele seria limitado,  contido, mensurado. A e...
06/11/2024

Deus não existe em nosso plano cartesiano. Se Deus existisse nesse universo ele seria limitado, contido, mensurado. A existência divina é uma realidade na vida dos portadores de fé. Deus não existe por causa da fé, mas só existe fé para àqueles que experimentaram a possibilidade da existência divina. Esses entendem racionalmente que a fé não é lógica e sim uma espécie de loucura, mas percebem essa alienação mental como um sentimento ou força, que os fazem transcender a razão, as contingências e entram na metafísica das coisas, como as causas anteriores a todo tipo de pensamento, ação, fato, que entendem a existência, por àquilo que chamam de Deus.

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