Viver em Cristo

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Diácono Lélio José Gomes Senna - Ordenado em 2009 - por Dom Eusébio Oscar Scheid S.C.J - Arquidiocese São Sebastião do Rio de Janeiro - Formado em Teologia na Faculdade São Bento do Rio de Janeiro

13/02/2026
29/01/2026

Tema: CONHECER O ENCONTRO COM A PALAVRA
“A fé que se vive em comunidade nos conduz à misericórdia e à vida nova.”
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Introdução ao Tema
Dirigente: A comunidade vive hoje grandes desafios. O ritmo acelerado da vida, o cansaço, as preocupações do trabalho e as dificuldades pessoais acabam, muitas vezes, fragilizando os relacionamentos comunitários. Falta-nos, por vezes, a paciência para escutar o outro, porque já estamos sobrecarregados com nossos próprios problemas. Em outras situações, ficamos tão absorvidos em interesses individuais — televisão, internet, redes sociais — que deixamos de perceber a carência do irmão e da irmã que caminham conosco.
Pouco a pouco, diminuem o diálogo, a escuta e a partilha das alegrias e das dores, e a vida comunitária passa a ser apenas um convívio funcional. Quando isso acontece, não nos afastamos apenas uns dos outros, mas também da vivência plena da fé, da missão e do chamado que Deus nos faz enquanto comunidade.
Todos: A paz que esperamos depende da união e do amor entre nós. Supliquemos ao Espírito Santo que faça de nós uma verdadeira comunidade de amor.
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Escuta da Palavra
Leitor 01: O Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, proclamado neste domingo Lucas 5,17-25*, nos recorda que a fé vivida em comunhão, a união, a perseverança e a confiança em Deus são forças capazes de renovar a esperança e restaurar a vida. São atitudes essenciais para toda família cristã que deseja permanecer unida no amor.

Canto: Aclamação ao Evangelho (à escolha do grupo).
Leitor 02: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo (Lucas 5,17-25.
Todos: Glória a vós, Senhor.
Um dia, Jesus estava ensinando, e estavam sentados ao seu redor fariseus e mestres da Lei, vindos de todas as aldeias da Galileia, da Judeia e de Jerusalém. E a força do Senhor o levava a realizar curas.
Vieram então alguns homens trazendo um paralítico numa maca, e procuravam fazê-lo entrar para colocá-lo diante de Jesus. Não encontrando por onde entrar, por causa da multidão, subiram ao telhado e, entre as telhas, desceram o homem com a maca, bem no meio, diante de Jesus.
Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse: "Homem, os teus pecados estão perdoados." Os mestres da Lei e os fariseus começaram então a pensar: "Quem é este que fala blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão só Deus?"
Jesus, conhecendo seus pensamentos, respondeu: "O que estais pensando em vossos corações? O que é mais fácil dizer: 'Os teus pecados estão perdoados', ou dizer: 'Levanta-te e anda'? Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder de perdoar pecados" — disse ele ao paralítico — "eu te ordeno: levanta-te, pega a tua maca e vai para tua casa."
No mesmo instante, o homem se levantou diante de todos, pegou a maca em que estava deitado e foi para casa, glorificando a Deus.*
Leitor: Palavra da Salvação.
Todos: Glória a vós, Senhor.
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Atualizando a Palavra (Conto Ilustrativo)
Dirigente: Vamos imaginar a seguinte situação:
Dona Maria, moradora do apartamento 113, já idosa e aposentada, sofreu uma queda em sua cozinha e fraturou a perna. Sua filha, que cuida dela com tanto carinho, precisa sair todos os dias para trabalhar, e Dona Maria acaba ficando sozinha por muitas horas. Ao ouvir seus gritos de dor, um vizinho prontamente foi até o apartamento e, percebendo a gravidade da situação, chamou outros moradores do prédio para ajudar.
Enquanto aguardavam a ambulância, que demorava a chegar, entre os vizinhos havia uma enfermeira que orientou a todos. Unidos, com cuidado e responsabilidade, decidiram levá-la juntos ao hospital. Dona Maria foi prontamente atendida, recebeu os cuidados necessários e, emocionada, agradeceu a cada pessoa que se dispôs a ajudá-la.
Esse gesto simples, mas cheio de amor e união, transformou uma situação de dor em uma experiência concreta de solidariedade e cuidado.
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Reflexão e Partilha
(Lembremo-nos de refletir a Palavra de Deus com sinceridade de coração, respeitando a partilha de cada irmão e irmã.)
1. Assim como no Evangelho e na história que ouvimos, de que maneira temos carregado juntos o “leito” das dificuldades da nossa comunidade? Temos buscado soluções em comunhão ou preferimos enfrentá-las de forma isolada?
2. No Evangelho, Jesus reconhece a fé daqueles que caminham juntos. Como está a nossa fé enquanto comunidade? Confiamos verdadeiramente nossas dificuldades ao Senhor?
3. O que hoje tem dificultado ou prejudicado nossos relacionamentos familiares e comunitários? Que passos concretos podemos dar para fortalecer a união, o diálogo e a partilha?
(Momento de partilha)
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Preces
Dirigente: Rezemos por toda a nossa comunidade e por todos os grupos do Encontro com a Palavra, para que, em meio às dificuldades, encontrem esperança, unidade e paz na presença de Jesus Cristo.
Todos: Senhor, escutai a nossa prece!
Leitor 01: Rezemos por nossas famílias, para que possam estar sempre diante da paz e do amor de Jesus.
Todos: Senhor, escutai a nossa prece!
Leitor 02: Rezemos para o Espírito Santo fortaleça sempre nossos corações para que tenhamos sempre forças de ajudar a todos os mais necessitados.
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Oração Final
Canto Final: Oração de São Francisco (ou outro canto apropriado).
Finalizamos nosso Encontro rezando juntos um Pai-Nosso e uma Ave-Maria.
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Avisos
• Marcar data e local do próximo Encontro.
• Lembrar que toda partilha pessoal feita no grupo deve permanecer exclusivamente no próprio Encontro, em respeito e sigilo fraterno.
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Preparado por:
Diácono Lélio Senna
[email protected]
Telefone (somente Whatzapp mensagem): 21 97404 2900

23/07/2025

Quarta-feira, 23 de Julho de 2025
16ª Semana do Tempo Comum,
Ano Ímpar (I)
Leituras: Ex 16,1-5.9-15
Sl 77(78),18-19.23-24.25-26.27-28 (R. 24b)
Mt 13,1-9

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se às margens do mar da Galileia. 2 Uma grande multidão reuniu-se em volta dele. Por isso Jesus entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé, na praia. 3 E disse-lhes muitas coisas em parábolas: "O semeador saiu para semear. 4 Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram. 5 Outras sementes caíram em terreno pedregoso, onde não havia muita terra. As sementes logo brotaram, porque a terra não era profunda. 6 Mas, quando o sol apareceu, as plantas ficaram queimadas e secaram, porque não tinham raiz. 7 Outras sementes caíram no meio dos espinhos. Os espinhos cresceram e sufocaram as plantas. 8 Outras sementes, porém, caíram em terra boa, e produziram à base de cem, de sessenta e de trinta frutos por semente. 9 Quem tem ouvidos, ouça!
Palavra da Salvação.

HOMILIA
Meus queridos irmãos e irmãs,

Hoje o Evangelho nos traz a belíssima Parábola do Semeador, onde Jesus fala não apenas aos nossos ouvidos, mas ao mais profundo do nosso coração. O semeador saiu a semear... Eis a imagem de Deus: aquele que sai, que não se limita, que espalha sua Palavra com generosidade. Mas essa Palavra cai em diferentes tipos de solo — e cada um representa como vivemos nossa fé.
-Há os que são como o caminho: escutam, mas o mal vem e rouba.
-Outros como o solo pedregoso: acolhem com alegria, mas não têm raiz.
- Alguns como entre espinhos: o mundo sufoca sua fé.
-E os que são terra boa: escutam, acolhem e frutificam! E então, o que o Senhor quer nos perguntar é: “Como está o teu coração?” Estamos dispostos a ser terra boa? Isso exige oração, paciência e a coragem de enfrentar as dificuldades da vida com fé.
O Reino de Deus cresce silenciosamente, mas precisa do nosso cuidado diário. Que hoje, ao ouvirmos esta parábola, não a deixemos apenas nos tocar, mas que ela nos transforme.

ORAÇÃO;
Senhor Jesus, Tu és o semeador da Vida e da Verdade. Semeia em nosso coração a Tua Palavra Santa. Ajuda-nos a remover as pedras da indiferença, A podar os espinhos da vaidade e do medo, E a preparar nosso terreno com fé, humildade e amor. Que sejamos solo fértil, Prontos para ouvir, viver e espalhar a Tua mensagem. Que, com a força do Teu Espírito, Demos muitos frutos para o Teu Reino. Amém.
Quarta-feira, 23 de Julho de 2025
16ª Semana do Tempo Comum,
Ano Ímpar (I)
Leituras: Ex 16,1-5.9-15
Sl 77(78),18-19.23-24.25-26.27-28 (R. 24b)
Mt 13,1-9

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se às margens do mar da Galileia. 2 Uma grande multidão reuniu-se em volta dele. Por isso Jesus entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé, na praia. 3 E disse-lhes muitas coisas em parábolas: "O semeador saiu para semear. 4 Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram. 5 Outras sementes caíram em terreno pedregoso, onde não havia muita terra. As sementes logo brotaram, porque a terra não era profunda. 6 Mas, quando o sol apareceu, as plantas ficaram queimadas e secaram, porque não tinham raiz. 7 Outras sementes caíram no meio dos espinhos. Os espinhos cresceram e sufocaram as plantas. 8 Outras sementes, porém, caíram em terra boa, e produziram à base de cem, de sessenta e de trinta frutos por semente. 9 Quem tem ouvidos, ouça!
Palavra da Salvação.

HOMILIA
Meus queridos irmãos e irmãs,

Hoje o Evangelho nos traz a belíssima Parábola do Semeador, onde Jesus fala não apenas aos nossos ouvidos, mas ao mais profundo do nosso coração. O semeador saiu a semear... Eis a imagem de Deus: aquele que sai, que não se limita, que espalha sua Palavra com generosidade. Mas essa Palavra cai em diferentes tipos de solo — e cada um representa como vivemos nossa fé.
-Há os que são como o caminho: escutam, mas o mal vem e rouba.
-Outros como o solo pedregoso: acolhem com alegria, mas não têm raiz.
- Alguns como entre espinhos: o mundo sufoca sua fé.
-E os que são terra boa: escutam, acolhem e frutificam! E então, o que o Senhor quer nos perguntar é: “Como está o teu coração?” Estamos dispostos a ser terra boa? Isso exige oração, paciência e a coragem de enfrentar as dificuldades da vida com fé.
O Reino de Deus cresce silenciosamente, mas precisa do nosso cuidado diário. Que hoje, ao ouvirmos esta parábola, não a deixemos apenas nos tocar, mas que ela nos transforme.

ORAÇÃO;
Senhor Jesus, Tu és o semeador da Vida e da Verdade. Semeia em nosso coração a Tua Palavra Santa. Ajuda-nos a remover as pedras da indiferença, A podar os espinhos da vaidade e do medo, E a preparar nosso terreno com fé, humildade e amor. Que sejamos solo fértil, Prontos para ouvir, viver e espalhar a Tua mensagem. Que, com a força do Teu Espírito, Demos muitos frutos para o Teu Reino. Amém.

27/06/2025

Sexta-feira, 27 de Junho de 2025
Sagrado Coração de Jesus, Solenidade,
Ano C 12ª Semana do Tempo Comum Leituras:
Ez 34,11-16
Sl 22(23),1-3a.3b-4.5.6 (R. 1)
Rm 5,5b-11
Lc 15,3-7

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 15,3-7
Naquele tempo, 3 Jesus contou aos escribas e fariseus esta parábola: 4 "Se um de vós tem cem ovelhas e perde uma, não deixa as noventa e nove no deserto, e vai atrás daquela que se perdeu, até encontrá-la? 5 Quando a encontra, coloca-a nos ombros com alegria, 6 e, chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos, e diz: 'Alegrai-vos comigo! Encontrei a minha ovelha que estava perdida!' 7 Eu vos digo: Assim haverá no céu mais alegria por um só pecador que se converte, do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão".
Palavra da Salvação.

HOMILIA
Amados irmãos e irmãs em Cristo,
Hoje celebramos a imensidão do amor divino revelado no Sagrado Coração de Jesus — um coração ferido, mas sempre aberto, que pulsa de compaixão por cada um de nós. No Evangelho de hoje, Jesus nos oferece uma imagem poderosa: a do Pastor que deixa as noventa e nove ovelhas para ir em busca daquela que se perdeu. Essa parábola não é apenas uma linda metáfora. É uma revelação do coração de Deus: um coração que se inquieta diante da ausência de um só filho. É o próprio Jesus nos dizendo que para Ele, ninguém é descartável. Ele se entristece por cada alma que se afasta e se alegra profundamente por cada uma que retorna. O Sagrado Coração nos ensina algo essencial: o amor divino é pessoal, insistente e fiel. Não é um amor genérico, distante, mas sim um amor que conhece nosso nome, nossas feridas, nossos medos. É o amor que vai atrás, carrega-nos nos ombros e nos devolve à comunhão. Mesmo que tenhamos nos desviado, o Coração de Jesus nunca desiste de nós. Hoje, somos convidados a abrir também o nosso coração. Somos chamados a ser, como Cristo, pastores uns dos outros — sensíveis à ausência dos irmãos, dispostos a caminhar, buscar, acolher e festejar o reencontro. Pois o Reino de Deus se alegra mais com um só convertido do que com noventa e nove que não se afastaram. Diante do Coração transpassado de Jesus, deixemo-nos tocar e transformar. Que nosso coração, muitas vezes fechado, se torne semelhante ao d’Ele: manso e humilde, ardente de amor pelos que mais precisam de cuidado.

Oração Final:
Senhor Jesus, Teu Coração é morada da misericórdia, abrigo seguro para os que se perdem no caminho. Hoje, ao contemplar Teu amor revelado na cruz, eu me coloco diante de Ti como a ovelha que precisa ser reencontrada. Carrega-me em teus ombros, Senhor. Liberta meu coração da indiferença e acende em mim o desejo de amar como Tu amas. Faz-me sensível à dor do irmão, atento ao que se afasta, e alegre por cada reencontro, por cada volta à casa do Pai. Sagrado Coração de Jesus, eu confio e espero em Vós.
Amém.

24/06/2025

Terça-feira, 24 de Junho de 2025
Natividade de São João Batista, Solenidade, - Ano C – Cor branco
12ª Semana do Tempo Comum
Leituras:
Is 49,1-6
Sl 138(139),1-3.13-14ab.14c-15 (R. 14a) At 13,22-26
Lc 1,57-66.80

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 1,57-66.80 57

Completou-se o tempo da gravidez de Isabel, e ela deu à luz um filho. 58 Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido misericordioso para com Isabel, e alegraram-se com ela. 59 No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. 60 A mãe porém disse: "Não! Ele vai chamar-se João". 61 Os outros disseram: "Não existe nenhum parente teu com esse nome!" 62 Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse. 63 Zacarias pediu uma tabuinha, e escreveu: "João é o seu nome". E todos ficara admirados. 64 No mesmo instante, a boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus. 65 Todos os vizinhos ficaram com medo, e a notícia espalhou-se por toda a região montanhosa da Judeia. 66 E todos os que ouviam a notícia, ficavam pensando: "O que virá a ser este menino?" De fato, a mão do Senhor estava com ele. 80 E o menino crescia e se fortalecia em espírito. Ele vivia nos lugares desertos, até ao dia em que se apresentou publicamente a Israel.
Palavra da Salvação.

HOMILIA
Queridos irmãos e irmãs,
Hoje celebramos com júbilo a Natividade de São João Batista, o único santo — além da Virgem Maria e do próprio Cristo — cujo nascimento é solenemente celebrado pela Igreja. Isso já nos revela a grandeza de sua missão: ser o precursor do Senhor, aquele que prepararia os caminhos para a chegada do Messias. O Evangelho nos apresenta o nascimento de João como um acontecimento envolto em sinais e maravilhas. Isabel, mulher estéril e de idade avançada, dá à luz. Zacarias, que havia ficado mudo por não crer na promessa do anjo, recupera a fala ao confirmar o nome do menino: “João é o seu nome”. E todos se perguntam: “O que virá a ser este menino?” — pois a mão do Senhor estava com ele. Essa pergunta ecoa até hoje. Cada nascimento é um mistério, uma promessa, uma esperança. João nos ensina que nossa vida tem um propósito maior: apontar para Cristo. Ele não buscou glória para si, mas foi “a voz que clama no deserto”, preparando os corações para acolher o Salvador. A fidelidade de Isabel e Zacarias, mesmo diante da incredulidade inicial, nos mostra que Deus realiza suas promessas no tempo certo. E João, crescendo no deserto, nos lembra que o silêncio, a oração e a escuta da Palavra são caminhos para discernir nossa missão. Que possamos, como João, ser sinais da presença de Deus no mundo. Que nossas palavras e ações preparem o caminho do Senhor nos corações daqueles que encontramos. E que, como Zacarias, tenhamos a coragem de proclamar as maravilhas que Deus realiza em nossa vida.

Oração Final:
Senhor nosso Deus, que nos destes João Batista como luz que precede o Cristo, ajudai-nos a reconhecer, como ele, a vossa presença em nossa história. Dai-nos coragem para preparar os caminhos do vosso Filho em nossos corações, em nossas famílias, em nossa comunidade. Como Isabel, fazei-nos confiar nas vossas promessas. Como Zacarias, que nossos lábios se abram para proclamar vossas maravilhas. E como João, que nossa vida seja testemunho de humildade, verdade e amor. Conduzi-nos pelo deserto das nossas dúvidas à clareza da vossa vontade. E que, fortalecidos pela vossa graça, vivamos com alegria e fidelidade nossa missão neste mundo. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

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