2ª feira - Discipulado de Jovens
e Adolescentes - 20:30h * encontros online
4ª feira - Culto de Oração - 19:00h
Domingo - EBD - 9h
Culto - 10h e 18h
BRÁS DE PINA
Reduto cultural da cidade do Rio de Janeiro
Brás de Pina, a “Princesinha da Leopoldina”. Nessa região, de sua propriedade, existia um engenho de açúcar atravessado por uma estrada, hoje conhecida como Es
trada do Porto Velho, de onde partiam suas embarcações. Naquela época, o comércio da baleia era uma atividade muito próspera, pois além da carne, era aproveitado o óleo da baleia na iluminação dos lampiões de rua e na argamassa nas construções das casas. No início do século XX, essas terras se tornaram fazendas pertencentes a tradicionais famílias: os Gamas, os Enes e os Lobos. A Companhia Imobiliária Kosmos adquiriu parte dessas terras, loteou, planejou e construiu um bairro modelo que se chamou Vila Guanabara, ou Braz de Pina, como se tornou conhecida por causa da estação da estrada de ferro que ali havia sido construída anteriormente. Esse projeto foi inspirado no projeto inglês das "cidades jardins", quando o prefeito Pereira Passos contratou urbanistas para planejar a descentralização da cidade. Vila Guanabara ou Braz de Pina, chamada a "Princesinha da Leopoldina", destacava-se pela beleza e harmonia de seu traçado urbano. Como bairro modelo projetado, suas ruas calçadas de paralelepípedos foram arborizadas com eucaliptos, flamboyants, ipês e sapucaias. As casas construídas em estilo neocolonial, na sua maioria, bangalôs ou inglês, como na construção do conhecido "castelinho". O jornal "A Noite", um dos mais importantes da época, noticiava numa reportagem: "Braz de Pina parece ter sido feita de um pedaço de Ipanema ou do Leblon. O mesmo aspecto, as mesmas linhas. É um bairro digno de ser visitado e conhecido". Ou ainda numa declaração de Herbert Moses, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) da época: "Braz de Pina é, sem favor nenhum, o nosso mais aprazível bairro jardim". Nossa história
Neste “aprazível bairro jardim” nasceu a Primeira Igreja Batista em Brás de Pina. Aos vinte dias de janeiro de 1945, às 20horas, na Praça Anhangá, 107, após o culto da então congregação da Igreja Evangélica Batista na Penha, dirigido pelo pastor Francisco Medeiros Lima, e apresentação comentada do Pacto das Igrejas Batistas pelo pastor Ageu Netto, o pastor Rodrigues da Silva declara em ordem a organização da nova igreja – abre a Bíblia e lê no capítulo 1.5 de Tito, fazendo breve comentário. Logo após foi lida a carta da Igreja Evangélica Batista na Penha onde constavam os nomes dos irmãos que fariam parte da organização da nova igreja e seriam arrolados como membros fundadores: Emanuel Rodrigues Netto, Manoel Siqueira, Maria Luíza da Conceição, Izidoro Júlio dos Santos, Francisco Duarte Carneiro, Antônio Mattos da Cruz, Jeziel Vilaça Lima, Eliel Vilaça Lima, Matias Ferreira Duarte, Esmeralda Pimentel Junqueira, Francisca Ferreira Duarte, Rozinda Lobo Cardoso, Izaias Ferreira de Souza, Alice Vilaça Lima, Herminha Vilaça Lima, Maria Mendes, Ana Xavier, Maria Veloso, Jandira de Souza Guerra, América da Silva e Pedro Homes. Em seguida, todos de pé em Ato de Organização ouviram do pastor Carlos Rodrigues da Silva, autorizado pela Igreja Evangélica Batista na Penha, declarar organizada, em nome de Deus, a nova igreja e, em seguida, o pastor Ageu Netto fez a oração consagratória pedindo as bênçãos de Deus sobre a nova igreja. A Deus toda glória, honra e louvor!