Ilẹ̀ Ọmọrode Àṣẹ ÌyáOmi

Ilẹ̀ Ọmọrode Àṣẹ ÌyáOmi Casa dos filhos do caçador com a força da mãe das águas.

Este carneiro é ofertado a Xangô em agradecimento pela vitória sobre a ingratidão daqueles que esqueceram a casa que lhe...
15/07/2026

Este carneiro é ofertado a Xangô em agradecimento pela vitória sobre a ingratidão daqueles que esqueceram a casa que lhes deu axé.
A justiça de Xangô e a justiça dos homens foram igualmente implacáveis. Cada um colhe exatamente aquilo que planta.
Diante da verdade, da honra e da ancestralidade desta casa, restará sempre baixar a cabeça. O axé não se trai sem consequências.
Kaô Kabiesilé, Xangô!

Renato Òbàkóná é um dedicado filho de Xangô, reconhecido por sua educação, serenidade e profundo compromisso com o culto...
27/06/2026

Renato Òbàkóná é um dedicado filho de Xangô, reconhecido por sua educação, serenidade e profundo compromisso com o culto aos Orixás. Diplomata por natureza, conduz suas relações com respeito, equilíbrio e sabedoria, qualidades que refletem a nobreza do caráter daqueles que caminham sob a justiça de Xangô.
Quando a indignação se faz presente diante da injustiça, sua firmeza se revela, sempre guiada pelo bom senso, pela ética e pelo compromisso com a verdade. Seu senso de justiça é uma de suas maiores virtudes e traduz, em atitudes, os ensinamentos de seu Orixá.
Recebeu o honroso Òyè de Balé de Xangô, tornando-se o responsável religioso e administrativo pelo culto de Xangô em nossa casa. Exerce essa missão com disciplina, zelo e profundo respeito às tradições, dedicando-se para que cada fundamento seja preservado e cada ritual seja realizado com excelência.
Humilde e sempre disposto a aprender, Renato escuta atentamente as orientações de nosso Babalorixá e prontamente busca aperfeiçoar seu trabalho, garantindo que tudo esteja em conformidade com os fundamentos da casa e com a vontade de Xangô.
Sua dedicação fortalece nosso axé e honra o cargo que ocupa, tornando-o uma referência de responsabilidade, compromisso e fidelidade às tradições do Ilê Omorodé Àṣẹ Ìyá Òmì. Que Xangô continue guiando seus passos, fortalecendo sua missão e concedendo-lhe sabedoria para governar seu posto com a mesma retidão, coragem e justiça que fazem parte de sua essência.
KAWÓ KABIESILẸ!

NOTA DE PESARO Ilê Àṣẹ Omorodé Àṣẹ Ìyá Òmì manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento de José Baniste, filho de ...
22/06/2026

NOTA DE PESAR
O Ilê Àṣẹ Omorodé Àṣẹ Ìyá Òmì manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento de José Baniste, filho de Oxalá, Ogã de Yemanjá, professor de língua Yorùbá, radialista e grande referência para nossa comunidade.
Homem de conhecimento, dedicação e compromisso com a preservação da cultura e da tradição afro-brasileira, José Baniste deixou um legado que permanecerá vivo na memória de todos aqueles que tiveram a honra de aprender com seus ensinamentos, sua sabedoria e sua generosidade.
Tive a alegria e o privilégio de conviver com ele em diversos momentos, compartilhando conversas, aprendizados e experiências que levarei para toda a vida. Sua partida representa uma grande perda para o povo de axé, para a cultura yorùbá e para todos que foram alcançados por sua trajetória.
Neste momento de dor, estendemos nossa solidariedade aos familiares, amigos, filhos de santo e a toda a comunidade religiosa. De maneira especial, lembre-se dele com minha Iyalorixá Palmira de Oyá, sua amiga de longa data, que certamente recebe no orum um companheiro de caminhada e de luta.
Que Olódùmarè o receba em paz e que os ancestrais o conduzam aos caminhos do Òrun. Temos a certeza de que aqueles que partiram antes dele o recebem de braços abertos e que, juntos, continuarão a nos inspirar, orientar e iluminar nossos caminhos.
Àṣẹ.
Felipe Rodrigues de Logunedé – Òdèfàmílayọ̀�Babalorixá do Ilê Àṣẹ Omorodé Àṣẹ Ìyá Òmì

19/06/2026
NÓS VENCEMOS.Vencemos porque amamos quando era mais fácil odiar.Vencemos porque respeitamos os Orixás quando muitos resp...
14/06/2026

NÓS VENCEMOS.
Vencemos porque amamos quando era mais fácil odiar.
Vencemos porque respeitamos os Orixás quando muitos respeitavam apenas as conveniências.
Vencemos porque fomos resilientes diante das quedas, das perdas, das decepções e das ausências.
Vencemos porque acreditamos quando ninguém mais acreditava.
Vencemos porque não nos acovardamos.
Vencemos porque colocamos a nossa fé à frente do medo.
Vencemos porque honramos nossos juramentos.
Vencemos porque carregamos Santo na cabeça e responsabilidade no coração.
Vencemos porque fomos fiéis.
Fiéis ao axé, fiéis à palavra, fiéis à história que escolhemos construir.
O Ilê Omorodé não nasceu da abundância. Nasceu da fé. Nasceu do suor. Nasceu da coragem de seguir caminhando quando tudo parecia impossível. Foi erguido com as mãos de Òdèfàmílayọ̀, sustentado pelo amor de Logunedé e Oxum, e fortalecido por aqueles que permaneceram quando permanecer era a escolha mais difícil.
Hoje, aquilo que era apenas uma semente tornou-se árvore.
Tem raízes profundas.
Tem tronco firme.
Tem galhos que alcançam lugares que um dia pareciam distantes.
Os filhos que caminharam conosco desde o começo agora cruzam o Brasil, abrindo novos caminhos, levando adiante o nome, os ensinamentos e o axé do Omorodé.
E isso não é acaso.
É fruto.
Fruto da lealdade.
Fruto da perseverança.
Fruto de quem escolheu construir em vez de destruir.
Aos que foram honrados diante de Logunedé, resta a alegria de contemplar a colheita.
Aos que escolheram a traição, a inveja, a arrogância ou a ingratidão, resta apenas assistir de longe. Porque o tempo, senhor de todas as verdades, colocou cada pessoa exatamente no lugar que conquistou com suas próprias atitudes.
Hoje muitos daqueles que se julgavam indispensáveis já não passam de lembranças apagadas pelo vento. Tornaram-se pó na estrada da história que ajudaram a abandonar.
Enquanto isso, nós seguimos.
Mais fortes.
Mais unidos.
Mais conscientes de quem somos.
Porque Orixá não premia a vaidade. Orixá premia a verdade.
Orixá não sustenta máscaras. Orixá sustenta caráter.
E quando a justiça dos Orixás chega, ela não precisa gritar. Ela floresce.
Ela aparece nos frutos.
Ela aparece nas conquistas.
Ela aparece na permanência daqueles que foram fiéis.
Que Logunedé e Oxum continuem abençoando esta casa, seus filhos e todos aqueles que escolheram caminhar pelo caminho da honra.
Porque a nossa maior resposta nunca foi a vingança.
A nossa maior resposta sempre foi continuar crescendo.
E cresceremos ainda mais.

Existe um fenômeno curioso no universo religioso. Algumas pessoas recebem uma missão divina tão extraordinária que passa...
09/06/2026

Existe um fenômeno curioso no universo religioso. Algumas pessoas recebem uma missão divina tão extraordinária que passam a fiscalizar a vida alheia em tempo integral.
Enquanto uns estão ocupados cultivando respeito, amor e aprendizado, outros se autoproclamam porteiros do sagrado, donos da verdade e representantes oficiais dos mistérios que sequer conseguem compreender.
A parte mais engraçada é que a arrogância costuma chegar fantasiada de humildade. O ego veste roupa de devoção e a necessidade de se sentir superior ganha o nome de zelo espiritual.
Mas, se existe algo que verdadeiramente afasta o axé, não é uma mão tocando uma árvore. É um coração que se alimenta da presunção de acreditar que vale mais do que o outro.
Quem vive procurando pecado na caminhada alheia normalmente está distraído demais para enxergar os próprios tropeços.
Talvez as ancestrais não estejam esperando pedidos de desculpas por alguém tocar uma jaqueira. Talvez estejam esperando que algumas pessoas aprendam a tocar a própria consciência.
E convenhamos, falta do que fazer também é uma energia muito poderosa. Pena que raramente produz frutos.

ALABORI PAI MURILO DE OXALÁMurilo foi o terceiro barco de nossa casa, mas chegou justamente no dia do nome do segundo ba...
29/05/2026

ALABORI PAI MURILO DE OXALÁ

Murilo foi o terceiro barco de nossa casa, mas chegou justamente no dia do nome do segundo barco. Naquele momento especial, bolou no nome de Oxaguian de seu irmão, que anos depois seria quem o criaria dentro do axé.
Filho de Oxalufã com Nanã, carrega características muito próprias: é metódico, observador, exigente e, vez ou outra, um pouco ranzinza, como costuma acontecer com aqueles que levam a sério suas responsabilidades. Mas é também alguém de presença constante, fidelidade inabalável e profundo compromisso com sua caminhada espiritual.
Sempre esteve presente nas obrigações da casa, oferecendo seu trabalho, sua dedicação e seu cuidado. Hoje exerce com muito zelo a função de Babá Efum, cargo que desempenha com esmero, atenção aos detalhes e grande respeito aos fundamentos.
Brincalhão quando o momento permite, atento a tudo que acontece ao seu redor, dificilmente deixa passar qualquer coisa despercebida, especialmente quando o assunto é o quarto de Oxalá. Nosso Pai costuma dizer, com orgulho, que Murilo ajudou a construir o primeiro barracão dedicado ao seu santo.
É um filho que viu quase todos nós chegarmos. Ao lado de Babá, testemunhou sorrisos e lágrimas, vitórias e desafios, pessoas que entraram e pessoas que seguiram outros caminhos. Ainda assim, permaneceu firme, porque é raiz.
E é justamente essa permanência, essa lealdade e esse amor pela casa que enchem nosso Pai de orgulho. Ver Murilo seguir sua jornada dentro do axé é a certeza de que a tradição continua viva através daqueles que escolhem permanecer, servir e cuidar.
Que Oxalufã e Nanã continuem abençoando seus caminhos, fortalecendo sua missão e renovando seu axé.

🤍✨

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