Ilẹ̀ Ọmọrode Àṣẹ ÌyáOmi

Ilẹ̀ Ọmọrode Àṣẹ ÌyáOmi Casa dos filhos do caçador com a força da mãe das águas.

💧✨ CONSUMIR COM CONSCIÊNCIA É UM ATO DE RESISTÊNCIA ✨💧Cada produto do Olojá – Mercado Sustentável carrega educação ambie...
23/01/2026

💧✨ CONSUMIR COM CONSCIÊNCIA É UM ATO DE RESISTÊNCIA ✨💧

Cada produto do Olojá – Mercado Sustentável carrega educação ambiental, ancestralidade e cuidado com o território.
Essa é uma iniciativa do Instituto Terreiro Sustentável (ITS), que fortalece a economia solidária e os povos tradicionais de matriz africana em Sepetiba.

🧺 Balaios sustentáveis
👩🏾‍🦱 Bonecas sustentáveis
💍 Biojóias com materiais naturais
✨ Bioglitter biodegradável

Produções artesanais que geram renda, reduzem impactos ambientais e mantêm saberes vivos.

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💚 Ao consumir, você fortalece ações socioambientais do ITS.

Compartilhe e conscientize!!!

Hoje é dia de São Sebastião e isso precisa ser dito com verdade e consciência histórica.Durante séculos, os povos africa...
20/01/2026

Hoje é dia de São Sebastião e isso precisa ser dito com verdade e consciência histórica.
Durante séculos, os povos africanos escravizados no Brasil foram proibidos de cultuar livremente seus deuses. Para sobreviver, proteger sua fé e não serem punidos, criaram o sincretismo religioso: os Orixás foram associados a santos católicos, não por equivalência espiritual, mas como estratégia de resistência.
Oxóssi foi escondido atrás da imagem de São Sebastião. Não porque fossem o mesmo, mas porque era a única forma de manter o sagrado vivo.
Esse período não pode e não deve ser apagado. Ele denuncia uma história feia de perseguição, violência e apagamento cultural que jamais pode se repetir. O sincretismo foi escudo, foi sobrevivência, foi inteligência ancestral.
Mas hoje o tempo é outro.
Hoje somos livres para dizer quem somos. Livres para chamar nossos Orixás pelos seus nomes. Livres para cultuar sem precisar estar atrás da cortina. Por isso, hoje é dia de São Sebastião, com todo o respeito à sua história, à sua fé e à proteção que representa para o nosso estado.
Oxóssi não precisa mais ser escondido.
Oxóssi tem seu dia, seu fundamento, seu tempo.
No Candomblé, quinta-feira é dia de todos os caçadores.
É dia de gritar Okê Arô!
É dia de honrar o Egbé Odé Ogun, Otin, Logunedé, Erilé Ossayn pedindo fartura, movimento, sustento e caminhos abertos.
Que São Sebastião proteja o nosso estado.
E que Oxóssi, com seu arco firme e olhar atento, caminhe conosco no tempo certo, no dia certo, com dignidade, verdade e liberdade.
Viva São Sebastião
Okê Arô Oxossi.
Pai Felipe de Logunede

Nenhum tipo de descriminação cabe para um religioso muito menos da religião de Orixa Gênero não é órgão.Identidade não é...
13/01/2026

Nenhum tipo de descriminação cabe para um religioso muito menos da religião de Orixa Gênero não é órgão.
Identidade não é biologia.
Dignidade não é opinião.

No Candomblé, o sagrado nunca coube em rótulos biológicos.
Na ciência, gênero é construção social.
No Brasil, o direito é claro: discriminar pessoas trans é crime.

Achismo não é lei.
Preconceito não é fé.
Violência simbólica não é tradição.

Respeitar a identidade de gênero é obrigação legal, ética e espiritual.
Sem respeito, não há axé.
Sem dignidade, não há justiça.

Ilê Omorodê Axé ÌyáOmiIDENTIDADE DE GÊNERO É DIREITO NÃO OPINIÃOO Ilê Omorodê Axé ÌyáOmi reafirma publicamente que o res...
12/01/2026

Ilê Omorodê Axé ÌyáOmi
IDENTIDADE DE GÊNERO É DIREITO NÃO OPINIÃO
O Ilê Omorodê Axé ÌyáOmi reafirma publicamente que o respeito à identidade de gênero não é achismo, tese pessoal, ideologia ou debate biológico, mas DIREITO GARANTIDO PELO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO.
Nosso posicionamento é institucional, legal e respaldado pelo Estado brasileiro.
⚖️ O QUE DIZ A LEI E A JUSTIÇA
📌 Constituição Federal (1988)
Garante a dignidade da pessoa humana, a liberdade individual e a proibição de qualquer forma de discriminação.
📌 Decisão do Supremo Tribunal Federal (ADI 4275 – 2018)
Reconhece que pessoas trans têm direito de usar nome e gênero conforme sua identidade,
✔️ sem cirurgia
✔️ sem laudo médico
✔️ sem autorização judicial
📌 STF – ADO 26 e MI 4733 (2019)
Define que transfobia é crime, equiparada ao crime de racismo (Lei nº 7.716/1989).
➡️ Isso inclui:
• Constranger alguém pela forma de se vestir
• Negar o uso do nome social ou civil retificado
• Humilhar, excluir ou ridicularizar por identidade de gênero
👗 SOBRE ROUPAS E EXPRESSÃO DE GÊNERO
No Brasil não existe nenhuma lei que proíba uma pessoa de se vestir conforme sua identidade de gênero.
Impedir, constranger ou ridicularizar alguém por sua aparência:
🔴 fere a dignidade humana
🔴 viola a liberdade individual
🔴 configura discriminação punível por lei
🛑 BIOLOGIA NÃO SE SOBREPÕE AO DIREITO
Discussões baseadas apenas em biologia, usadas para justificar exclusão, não têm validade jurídica.
➡️ O Estado brasileiro reconhece:
• Identidade de gênero como direito fundamental
• Autodeterminação como princípio legal
• Respeito como dever coletivo
🕊️ POSICIONAMENTO DO ILÊ
O Ilê Omorodê Axé ÌyáOmi:
✔️ Respeita o nome
✔️ Respeita a identidade
✔️ Respeita a dignidade
✔️ Cumpre a lei
Aqui não se tolera transfobia, constrangimento ou violência simbólica.
Axé não se negocia.
Direito não se discute.
Lei se cumpre.
📍 Ilê Omorodê Axé ÌyáOmi
✊🏿 Pelo respeito, pela dignidade e pela justiça.
Pai Felipe de Logunede
Odefamilayo.

07/01/2026
NOTA DE PESAR Na última sexta-feira do ano, Mãe Carmem de Oxaguian foi ao encontro de nossos Ancestrais.Neste momento de...
26/12/2025

NOTA DE PESAR

Na última sexta-feira do ano, Mãe Carmem de Oxaguian foi ao encontro de nossos Ancestrais.
Neste momento de profunda dor, nossa casa se une em corrente de fé, força e Axé, rogando aos Orixás que acolham e confortem a família de santo do Terreiro do Gantois.

ISSO NÃO É CANDOMBLÉ É A CARNAVALIZAÇÃO DO SAGRADOEstamos vivendo um dos momentos mais perigosos da história recente do ...
25/12/2025

ISSO NÃO É CANDOMBLÉ É A CARNAVALIZAÇÃO DO SAGRADO

Estamos vivendo um dos momentos mais perigosos da história recente do Candomblé no Brasil. Um processo silencioso e ao mesmo tempo escancarado de carnavalização do sagrado tomou conta de parte das casas de axé no Rio de Janeiro e em São Paulo. O que deveria ser tradição, fundamento, ancestralidade e respeito virou performance, vaidade, ego e espetáculo para rede social.
O Candomblé diaspórico sempre teve como princípio preservar a tradição, não congelada no tempo, mas enraizada no fundamento. O que vemos hoje é o oposto:
menos fundamento e mais aberração.
Valores foram completamente invertidos.
O que era axé virou “pobreza”.
O que era sagrado virou “ultrapassado”.
O que era silêncio virou palco.
Ontem, comer a carne sacralizada era axé, partilha, comunhão com o Orixá. Hoje, na boca de pseudo-sacerdotes e pseudo-sacerdotisas, isso virou “coisa de gente atrasada”.
Onde antes havia Omolokun, Alarajé, Xim Xim de galinha, hoje surgem sushi, hot Philadelphia e gastronomia gourmetizada, como se o Orixá precisasse se adequar ao paladar da elite e não o contrário.
O adé chorão, símbolo de hierarquia, tempo e merecimento, virou adereço cênico.
Laço e rodinha foram esquecidos.
E agora vemos pessoas “incorporadas” em Orixá usando torço estilizado, orelhinhas, fantasias híbridas, inclusive em Orixás como Ogum e Omolu, o que é um completo despautério, uma violação direta do fundamento.
Isso não é evolução.
Isso não é ressignificação.
Isso é descaracterização.
Estamos transformando o Orixá em fantasia e o terreiro em passarela.
Estamos trocando ancestralidade por curtida, fundamento por estética, axé por aplauso.
E o mais grave: essa distorção confunde o leigo, especialmente os jovens que hoje aprendem tudo pela internet. Cria-se uma inversão perversa onde a matriz correta passa a parecer errada, e uma casa de décima geração de uma família que deturpou tudo por ego e vaidade passa a ser vista como referência.
Isso não é só um problema religioso.
É um problema político, social e racial.
Porque quando o Candomblé perde sua estrutura, ele perde sua função histórica de resistência, de organização comunitária, de preservação da memória preta. O sagrado vira produto. O Orixá vira personagem. A tradição vira mercadoria.
Isso não é Candomblé.
Isso é a carnavalização do sagrado.
Ainda há tempo.
Mas é preciso coragem para dizer basta.
É preciso responsabilidade com quem veio antes e com quem virá depois.
É preciso lembrar que axé não é performance e Orixá não é fantasia.
Que esse texto seja um apelo.
Um alerta.
Um chamado à consciência.
Porque se não acordarmos agora, amanhã não haverá mais o que preservar.
Autor : Pai Felipe de Logunede

Quando uma casa entra em função o sacerdote e os filhos não dormem apenas cochila então sentam compreensivos . Obrigado
02/12/2025

Quando uma casa entra em função o sacerdote e os filhos não dormem apenas cochila então sentam compreensivos . Obrigado

Felicitações ao Barco de Oxóssi, Oxum, Iemanjá, Nanã e OxumarêHoje meu coração transborda de orgulho ao olhar para cada ...
01/12/2025

Felicitações ao Barco de Oxóssi, Oxum, Iemanjá, Nanã e Oxumarê
Hoje meu coração transborda de orgulho ao olhar para cada um de vocês, filhos e filhas que caminharam comigo nesses quatro anos de amor, entrega e verdade ao Candomblé.
Cada cabeça raspada, cada reza, cada fio de conta assentado no peito de vocês conta uma história de coragem e renascimento.
Não me abalo com ingratidão, porque quem tem coração vazio passa; quem tem axé permanece.
E nós permanecemos.
Seguimos firmes, felizes e vitoriosos.
O barco de vocês é abençoado por Oxóssi, que abre caminhos e alimenta a jornada; por Oxum, que adoça a vida e sustenta a casa; por Iemanjá, que está viva em cada gesto de amor que construímos; por Nanã, que guarda o mistério da ancestralidade; e por Oxumarê, que renova tudo, levando e trazendo a prosperidade e a continuidade.
Hoje celebramos não só uma etapa iniciática, mas uma família espiritual que se ergueu com fé, respeito e dedicação ao Ilê Omorodê Axé ÌyáOmi a casa de Logunedé e Oxum, que testemunhou cada desafio e cada vitória.
Vocês são a prova viva de que o axé não se perde, ele floresce.
E que quando o barco é verdadeiro, ninguém afunda todos avançam juntos, em honra dos orixás.
Parabéns, meus filhos.
Que esse caminho continue sendo de luz, força, bênçãos e conquistas.
E que Iemanjá, rainha da nossa história, siga guiando nossas marés com amor infinito.
Olorum Modupé. Axé para o nosso barco!

NOTA DE PESARÉ com profundo pesar que o Ilê Omorodê Axé ÌyáOmi se solidariza com seu filho, o Alabokan carinhosamente co...
28/11/2025

NOTA DE PESAR

É com profundo pesar que o Ilê Omorodê Axé ÌyáOmi se solidariza com seu filho, o Alabokan carinhosamente conhecido como Soberaninho e com toda a sua família, pela passagem de sua mãe carnal, Dona Daminha de Iansã.
Mulher de força ímpar, guerreira, de fibra e de uma caridade rara, Dona Daminha dedicou sua vida ao cuidado com o próximo e à criação de seus filhos
Rogamos para que Oyá, juntamente com todos os encantados, conduza sua jornada de retorno ao Orum, iluminando seus caminhos e confortando o coração dos que hoje se despedem de sua presença física. Que o exemplo de sua fé, coragem e generosidade permaneça vivo entre nós.
O Ilê Omorodê Axé ÌyáOmi presta sua homenagem e manifesta sua solidariedade neste momento de dor.

Endereço

Rua C
Rio De Janeiro, RJ
23020-240

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