CCD - Cantinho de Cosme e Damião

CCD - Cantinho de Cosme e Damião Casa de Umbanda voltada para o estudo das verdades espirituais e prática da caridade.

Somos um grupo de irmãos de fé com boa vontade, buscando nossa evolução moral e espiritual, que trabalha pelo bem do próximo na Sagrada Lei de Umbanda.

👍🏼 Evite roupas escuras, curtas, transparentes ou decotadas. E chegue com 1h de antecedência, se possível.🙏🏽 DESPENSA SO...
22/05/2026

👍🏼 Evite roupas escuras, curtas, transparentes ou decotadas. E chegue com 1h de antecedência, se possível.

🙏🏽 DESPENSA SOLIDÁRIA:
Colabore na sua próxima vinda ao CCD e ajude pessoas em situação de insegurança alimentar:
* Arroz
* Feijão
* Óleo
* Açúcar
* Café em pó
* Macarrão
* Molho de tomate
* Sardinha enlatada
* Salsicha enlatada
* Biscoito doce
* Biscoito salgado
* Papel higiênico
* Sabão em pó
* Sabonete
* Creme dental
Que Oxalá dê uma mesa farta a todos que colaboram com essa causa tão importante ☀️🙌🏽

✅ Através das publicações e dos stories você pode ficar sempre por dentro do calendário de encontros públicos do nosso Terreiro.

Preenche seu Espírito de boa intenção e boa fé e vem com a gente! Vai ser ótimo…

Salve!

Ontem, durante a gira, S. Tranca Ruas trouxe uma reflexão muito necessária para o momento que estamos vivendo.“Tá muito ...
20/05/2026

Ontem, durante a gira, S. Tranca Ruas trouxe uma reflexão muito necessária para o momento que estamos vivendo.

“Tá muito barulho.”

E não era sobre o som.
Era sobre o excesso.

O excesso de informações, de notícias, de opiniões, de estímulos e de pressa que atravessam a nossa mente todos os dias até nos fazer esquecer do essencial. Talvez por isso tanta gente esteja emocionalmente cansada sem conseguir entender exatamente o motivo.

Quando existe muito barulho, naturalmente tentamos tampar os ouvidos. Espiritualmente, a Umbanda nos ensina a fazer isso através da presença, da oração, da respiração consciente e do silêncio interior.

Firmar os pés no terreiro, respirar antes de falar, pensar antes de expressar e desacelerar a mente também são formas de proteger a nossa paz.

Caboclo Mirim nos orienta a contemplar pelo menos alguns minutos da natureza todos os dias. Olhar o céu, ouvir os pássaros, sentir o vento e perceber a vida acontecendo sem tanta pressa talvez seja uma das maneiras mais profundas de diminuir o barulho lá de fora.

Porque enquanto o mundo tenta disputar a nossa atenção o tempo inteiro, a espiritualidade tenta nos devolver presença.

Salve!

Tem uma pergunta simples… mas que muda tudo: o que você está fazendo com o seu tempo?A gente aprendeu a tratar o tempo c...
15/05/2026

Tem uma pergunta simples… mas que muda tudo: o que você está fazendo com o seu tempo?

A gente aprendeu a tratar o tempo como relógio. Mas, na prática, tempo é experiência. É como você vive o agora. Por isso, quando a mente está em paz, ele flui… e quando está ansiosa, ele pesa.

O problema não é falta de tempo. É falta de presença.

E é aqui que a Umbanda entra.

Ela não veio pra te dar controle do futuro. Veio pra te ensinar responsabilidade sobre o presente. Os Guias orientam, ajustam direção e lembram: a vida não se resolve na ansiedade do amanhã… se constrói na consciência do agora.

Quando você entra numa gira, você está sendo treinado.

A chegar no horário.
A sustentar energia.
A estar inteiro, mesmo cansado.

Disciplina espiritual… e educação da mente para viver o presente.

E dentro do Terreiro, o tempo de qualidade ganha forma real.

Tem Sessão.
Tem Gira Mensal.
Tem AFI.
Tem ação social e voluntária.

Mas não é sobre “estar lá”… é sobre como se está.

👉 inteiro
👉 com intenção
👉 com consciência

Não é a quantidade de horas que transforma… é a presença que você coloca nelas.

E, aos poucos, algo muda.

O passado vira aprendizado.
O futuro vira direção.
E o agora passa a ser vivido.

Um dos ensinamentos mais fortes da Umbanda:

Viver bem já é trabalho espiritual.

Não é só incorporar.
É pensar melhor, sentir melhor, agir melhor.

Isso também é mediunidade.
Ser canal… na vida.

Talvez o que falta não seja caminho.
Seja presença no caminho que já existe.

A Umbanda organiza isso dentro da gente.
Dá direção, ritmo e sentido.

E quando o tempo ganha sentido, a vida se alinha.

Então não tenta resolver tudo de uma vez.

Volta pro próximo momento.
Pra próxima escolha.
Com mais consciência.

Porque, no fim…
a sua evolução só acontece em um lugar: agora.

Salve!

O 13 de maio, dentro da Umbanda, vai muito além de uma lembrança histórica. É um dia de reverência aos Pretos Velhos, es...
13/05/2026

O 13 de maio, dentro da Umbanda, vai muito além de uma lembrança histórica. É um dia de reverência aos Pretos Velhos, espíritos que carregam uma sabedoria construída na dor, na resistência, na humildade e no amor ao próximo.

Arquétipos de quem, mesmo diante de tantas correntes e limitações, escolheu ensinar através da paciência, do acolhimento e da consciência.

E talvez exista uma reflexão muito forte nisso tudo para os dias de hoje.

A escravidão deixou marcas profundas na humanidade, mas ainda existem correntes silenciosas dentro de muitas pessoas: orgulho, raiva, necessidade de controle, medo de demonstrar sentimentos, dificuldade de pedir ajuda, de perdoar e até de olhar para si mesmo com honestidade.

Muitos cresceram acreditando que precisam suportar tudo sozinhos. Como se sentir fosse fraqueza. Como se acolher a própria dor diminuísse alguém.

Mas os Pretos Velhos mostram justamente o contrário. Existe uma força gigantesca na calma, na humildade, na escuta, no equilíbrio e na consciência sobre si mesmo.

E existe ainda uma reflexão espiritual profunda nisso tudo. Na Umbanda, entendemos que somos espíritos em constante aprendizado, atravessando diferentes experiências ao longo das existências. E como não temos lembrança clara dessas vidas, talvez também seja importante desenvolver humildade para reconhecer que não sabemos quais dores, limitações ou opressões nossa alma já viveu do outro lado da história.

Nem toda marca é visível. Nem toda corrente é material.

Por isso, o 13 de maio também pode ser um convite à empatia, à consciência e ao rompimento das correntes internas que ainda nos afastam da nossa melhor versão.

Saravá os Pretos Velhos!

Salve!

Essa é uma pergunta comum e justa.A resposta é simples, mas exige mudança de olhar:fazer o trabalho acontecer.E o que to...
11/05/2026

Essa é uma pergunta comum e justa.

A resposta é simples, mas exige mudança de olhar:

fazer o trabalho acontecer.
E o que todo Dirigente costuma dizer: o Terreiro também precisa de filhos que não incorporem! E mesmo assim afirmamos que todos são médiuns, já que incorporação é apenas uma entre tantas formas de mediunidade.

Reflita: A gira não se sustenta sozinha. Ela depende de uma base organizada, atenta e comprometida.

Antes de começar, alguém prepara o ambiente, organiza os elementos, cuida dos detalhes.
Durante, há quem sustente a concentração, cante curimba, toque instrumentos, acompanhe cantando os pontos, organize o fluxo, acolha quem chega.
Há quem cambone, quem observe, quem aprenda.
Depois, há quem permaneça, limpe, reorganize e feche o trabalho com respeito.

Isso não é “só apoio”.
Isso é estrutura.

Em qualquer organização séria, o resultado visível só existe porque há um conjunto de pessoas garantindo que tudo funcione bem.

No terreiro, não é diferente.

Nem todo médium incorpora.
Mas todo médium pode:
– sustentar a corrente
– servir com presença
– contribuir para a ordem do trabalho
– aprender pela vivência
– desenvolver postura, disciplina e consciência

E isso tem valor real.

O que sustenta o sagrado não é apenas o que se manifesta.
É o que permite que a manifestação aconteça com equilíbrio.

Quando essa compreensão se firma, a pergunta muda. Deixa de ser “o que eu faço se não incorporo?” e passa a ser “como eu posso contribuir melhor para o todo?”

E é aí que o desenvolvimento começa de verdade.

Que hoje cada mãe consiga se acolher um pouco mais e reconhecer o próprio valor.Muitas vezes vocês cuidaram, protegeram,...
10/05/2026

Que hoje cada mãe consiga se acolher um pouco mais e reconhecer o próprio valor.

Muitas vezes vocês cuidaram, protegeram, ensinaram, deram colo, conselho, força e amor mesmo nos dias difíceis, mesmo quando ninguém via.

Ontem, durante a gira, Vovô Juventino trouxe uma reflexão muito bonita sobre isso: cada pessoa faz o melhor que consegue dentro do entendimento e das experiências que carrega ao longo da vida.

E talvez o Dia das Mães também seja um convite para olhar a própria caminhada com mais carinho e menos cobrança.

Que nunca faltem amparo, saúde, paz e amor no coração de vocês.

Nossa gratidão às mães de sangue, de criação, de coração e também às mães espirituais que acolhem e orientam tantas vidas dentro da Umbanda.

Feliz Dia das Mães!

Salve!

Hoje Vovô Juventino trouxe uma reflexão muito forte sobre autoridade e respeito.Quem impunha autoridade ou respeito na é...
10/05/2026

Hoje Vovô Juventino trouxe uma reflexão muito forte sobre autoridade e respeito.

Quem impunha autoridade ou respeito na época da escravidão era o capataz.
Preto Velho não impõe.
Preto Velho conquista autoridade pelo resultado que sua fala produz na vida das pessoas.

E isso vale muito para todos nós.

Nossa fala pode construir ou destruir.
Pode aproximar ou afastar.
Pode orientar ou ferir.

Por isso, fomos convidados a refletir sobre a importância de uma fala mais construtiva. Menos baseada apenas no “não pode”, “está errado” ou “não faça”. E mais baseada na consciência, no ensinamento e na orientação.

Quando a gente explica com paciência e amor, além de orientar, a gente alcança também o coração das pessoas.

E talvez seja exatamente por isso que gestos simples feitos com verdade tenham tanto valor.

Nossa gratidão a todos que ajudaram o CCD hoje, seja através de doações, trabalho voluntário, apoio silencioso, organização, limpeza, acolhimento ou dedicação ao próximo.

Tudo isso também é caridade, construção.
Tudo isso também é Umbanda.

Transformar sem violência, ensinar sem humilhar e servir sem se envaidecer talvez sejam algumas das maiores lições dos Pretos Velhos.

Salve!

Existe um caminho silencioso dentro da Umbanda que muita gente ignora, mas que define o quanto você realmente evolui.Ele...
09/05/2026

Existe um caminho silencioso dentro da Umbanda que muita gente ignora, mas que define o quanto você realmente evolui.

Ele passa por três posturas diante da vida:

A primeira é a disciplina.

É quando você aprende a agir corretamente.

Chegar no horário.
Respeitar o ritual.
Cuidar da postura.

É o começo.
E, apesar de exigir esforço, é a parte mais “simples”.

Porque alguém te diz o que fazer.

Depois vem a fonte mental.

E aqui começa a nova prova.

Porque não basta mais fazer o certo…
é preciso entender o que você sente.

É a fonte mental que:

• faz você gostar ou não de alguém
• te faz reagir ou se fechar
• te aproxima ou te afasta das pessoas

Aqui você percebe que o problema não está só fora.
Está na forma como você reage ao que vive.

E então vem a virada: a indiferença construtiva.

Que não é frieza.
Não é indiferença vazia.

É maturidade.

É quando você:

• sente… mas não explode
• percebe… mas não se deixa levar
• entende… mas não se prende

Você deixa de ser refém do que acontece.

Porque, no fim, o problema nunca foi sentir. Foi sempre reagir sem consciência. Ou sem ampliar a visão.

A Umbanda não te ensina a controlar o mundo.

Ela te ensina algo muito mais profundo: a se governar por dentro.

Quando você coloca a emoção sob a lente da razão…

• a raiva vira entendimento
• o incômodo vira aprendizado
• a reação vira escolha

Você não precisa sentir menos. Precisa reagir menos.

E é aqui que começa a verdadeira evolução.

Não quando você para de sentir.
Mas quando você aprende a sentir sem se perder.

Existe uma confusão silenciosa e muito comum na vivência espiritual de algumas pessoas:achar que é possível “oferecer al...
07/05/2026

Existe uma confusão silenciosa e muito comum na vivência espiritual de algumas pessoas:
achar que é possível “oferecer algo” a um Guia para, em troca, conseguir o que se deseja.

Essa lógica pode até parecer natural…
mas ela parte de um equívoco importante.

Guias não operam na lógica da troca Humana.
Não negociam resultado.
Não flexibilizam a Lei.

Na Umbanda, a atuação espiritual está fundamentada em princípios:
equilíbrio, responsabilidade, merecimento e direção.

O que os Guias fazem é orientar, fortalecer e ajustar.
Eles ampliam a sua consciência, não substituem as suas escolhas.

Por isso, é importante compreender:

Oferenda não é pagamento.
É posicionamento.

Quando há intenção de troca (“dou isso para receber aquilo”) o movimento não é espiritual. É tentativa de direcionar alguma coisa.

Mas quando há consciência (“faço isso para me alinhar, agradecer, sustentar minha caminhada”) o movimento ganha força real. E uma folha, uma raiz, uma fruta ganha um significado especial e diferente.

A diferença não está no gesto externo.
Está na intenção e, principalmente, na postura de vida.

Espiritualidade madura não busca atalhos.
Assume responsabilidade.

Porque, no fim, não é sobre convencer o plano espiritual a agir por você…
é sobre você se tornar alguém capaz de sustentar o que pede e ter apoio, proteção e bençãos espirituais ao longo do seu trajeto pra chegar lá, se for possível, necessário e/ou merecido.

Que Oxalá nos ajude a trocar apenas coisas ruins de dentro de nossos Espíritos por coisas boas. E que isso nos proporcione mais bem-estar na vida.

Que assim seja!
Salve!

ccdumbanda

Na espiritualidade, assim como na vida material, nem toda influência que se aproxima de nós deve ser acolhida sem discer...
06/05/2026

Na espiritualidade, assim como na vida material, nem toda influência que se aproxima de nós deve ser acolhida sem discernimento.

Há presenças que elevam, orientam, acalmam e fortalecem. Mas também há influências que confundem, alimentam vaidade, estimulam medo, divisão, desequilíbrio e pensamentos de baixa vibração.

Por isso, a mediunidade exige cuidado.

Ser médium não é abrir-se a qualquer energia, a qualquer voz ou a qualquer sensação. É aprender, com humildade e responsabilidade, a filtrar aquilo que acessa a mente, o corpo, o coração e o espírito.

Nem tudo que se apresenta como espiritualidade vem da luz. E um dos caminhos mais seguros para perceber isso é observar os frutos.

Uma orientação espiritual verdadeira não diminui ninguém. Não estimula orgulho, agressividade, manipulação ou descontrole. Ela traz firmeza, mas também traz paz. Pode corrigir, mas não humilha. Pode alertar, mas não apavora. Pode orientar, mas não escraviza.

Como já nos foi ensinado, reconhecemos a árvore pela qualidade dos frutos que ela gera.

Se uma manifestação produz desequilíbrio constante, vaidade, confusão, medo, dependência ou afastamento do bem, é preciso acender um sinal de atenção.

Em um terreiro sério, sustentado por disciplina, respeito, fundamento e uma egrégora bem cuidada, o trabalho espiritual acontece com mais amparo. Não porque ali não exista responsabilidade individual, mas porque há preparo, vigilância e compromisso com a luz.

O bom terreiro não é aquele que impressiona. É aquele que educa, acolhe, orienta e gera bons frutos na vida das pessoas.

Por isso, no Cantinho de Cosme e Damião, acreditamos que espiritualidade também é discernimento.

É saber com quem caminhamos.

É observar o que uma orientação produz em nós.

É escolher estar perto daquilo que nos torna mais conscientes, mais equilibrados, mais humildes e mais comprometidos com o bem.

Tudo aquilo que vem da luz nunca nos afasta da paz, da verdade, da humildade e da caridade.

Salve!

Endereço

Rua Almirante Oliveira Pinto, 385
Rio De Janeiro, RJ
21371510

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