Missas:
Segunda 19h
Quarta 19h
Quinta:
14h30 - Adoração e Confissões
19h Missa
Sexta 19h
Sábado 18h
Domingo:
7h, 9h e 19h na Matriz
11h na Capela São Sebastião (Quafá) Em 1964, já com a população acomodada em suas casas, a comunidade começou a se organizar e no mesmo ano, mais precisamente em 08 de agosto de 1964, foi fundada, pelo Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião e do Rio de Janeiro, Ca
rdeal Dom Jaime de Barros Câmara, Paróquia de Vila Kennedy que recebeu como seu padroeiro o Santo Cura D’Ars, seu primeiro pároco o Pe. Enquanto a paróquia estava em construção, as principais atividades paroquiais eram desenvolvidas no galpão cedido pela CEHAB (local onde hoje funciona a creche CEMASI,) desde janeiro de 1964, onde eram realizadas as missas, batizados e primeiras eucaristias. Atualpa se afastou em 1965 e a paróquia teve durante 20 dias a presença de Dom Valdir Cavalheiro, bispo auxiliar. Ari Fernandes chegou para assumir e sua posse foi realizada pelo bispo auxiliar Dom José de Castro pinto, Vigário Geral da Arquidiocese. Ari se afastou e foi para uma congregação de religiosos. Em 1967 chegaram os padres Nino Miralde e Sérgio Minardi, dois italianos que se depararam com a realidade da paróquia, motivo que causou sofrimento a eles diante da pobreza acentuada de um povo marginalizado. Organizaram a comunidade de forma participava e após um árduo trabalho a Igreja de Vila Kennedy se transformou em vida e comunhão. Nino que era pároco, pediu ao cardeal que colocasse Cristo Operário como padroeiro da paróquia. O pedido foi atendido e a paróquia passou a ser chamada Paróquia Cristo e Santo Cura D’Ars. As Comunidades de Guandu do Sena, Boqueirão e Catiri tiveram participação mais viva no conjunto pastoral e, assim, surgiram as Capelas Bom Pastor (Catiri), São Sebastião (Vila Catiri) e N. do Perpétuo Socorro (Boqueirão), esta, após muitas mudanças dos padres, foi quase esquecida e acabou sendo ocupada por famílias das proximidades. Jacinto, para a diocese de Nova Iguaçu, a paróquia Cristo Operário e Santo Cura D’Ars recebeu o Mons. Teixeira como pároco. Contudo, ao assumir o Vicariato Episcopal Oeste empossou os padres Luiz Antônio e José Kalapura que meses depois foi outra comunidade e o Pe. Luiz Antônio transferido para a paróquia de Santa Rosa de Lima (Jardim América). Neste período assume a paróquia o Pe. Arimateia, que um ano depois se afasta para tratamento de saúde. Com esse fato, a comunidade ficou aproximadamente seis meses sem padre na paróquia. Mesmo com todos esses problemas, as celebrações permaneceram e eram realizadas pelos MECES e aos domingos em padre cinha celebrara missa. A organização dos paroquianos para que as celebrações fossem realizadas era fruto de um grande empenho que se fazia a partir da unidade de todos. Finalmente chega o Pe. Marcos, que por um tempo teve a ajuda do Pe. Afonso Henriques. Dois anos depois, sai o Pe. Marcos e chega para assumir as atividades o Pe. José Carlos Lino de Souza, que ficou durante 12 anos mais saiu por motivos pessoais, hoje em nossa Paróquia está o Pe, Claudio Aguir filho de nossa comunidade. (Informações fornecidas pelo Sr. Luiz Severino em 2003)