Igreja Evangélica Congregacional Em Cachamorra

Igreja Evangélica Congregacional Em Cachamorra ✝️Uma igreja bíblica, centrada no evangelho.
🌐REUNIÕES Quintas e Domingos às 19h O Senhor permitiu que no ano de 1984 um novo ponto de pregação se iniciasse.

O local escolhido por Ele foi a casa de nossos irmãos Pb.Domingos e Irmã Maria do Carmo. De lá até aqui anos se passaram, muitas pessoas Deus enviou para ouvir a sua palavra nesse lugar e glórias a Deus muitas aceitaram a Cristo como salvador.

Você busca dar passos maiores que as próprias pernas?A Bíblia ordena que tenhamos um pensamento modesto acerca de nós me...
30/04/2026

Você busca dar passos maiores que as próprias pernas?

A Bíblia ordena que tenhamos um pensamento modesto acerca de nós mesmos, a nos avaliarmos segundo a fé que Deus nos deu. Viver o Evangelho não significa desejar ser alguém grandioso ou alguém medíocre, significa pensar menos em nós mesmos e olhar para o próximo com amor e para Deus com gratidão.

Somente assim temos descanso, visto que nossa alma sempre tem fome. Somente um coração que repousa no Senhor descansa do seu apetite insaciável. E é em Jesus que encontramos a fonte de água viva. Quem Nele vive nunca mais terá sede e não buscará em outras fontes o motivo da sua existência.

Em Cristo olhamos gratos para o passado, para o que Ele nos presenteou na cruz. E também olhamos para o futuro com esperança, aguardando a consumação do Reino de Deus, sabendo que Nele nosso coração encontra sentido.

Tivemos o nosso Casa Phronesis no último sábado!O tema da vez foi identidade, cruz e discipulado.Nosso objetivo é sempre...
29/04/2026

Tivemos o nosso Casa Phronesis no último sábado!

O tema da vez foi identidade, cruz e discipulado.

Nosso objetivo é sempre aprender mais e colocar em prática o que aprendemos, sempre juntos.

Querermos ser quem Deus diz que somos em Cristo Jesus.

Nossa juventude quer, cada vez mais, se gastar pelo Reino, propagando a verdade e amando o próximo!

CULTO PÚBLICO 26/04/26Exposição de Salmos"Louvem o Senhor, porque o Senhor é bom; cantem louvores ao seu nome, porque é ...
27/04/2026

CULTO PÚBLICO 26/04/26

Exposição de Salmos

"Louvem o Senhor, porque o Senhor é bom; cantem louvores ao seu nome, porque é agradável." Salmo 135:3

Acompanhe a exposição de Salmos também no nosso canal do YouTube.

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CULTO PÚBLICO 19/04/26Exposição de Salmos"Bendigam o Senhor, todos vocês, servos do Senhor, que se encontram na Casa do ...
21/04/2026

CULTO PÚBLICO 19/04/26

Exposição de Salmos

"Bendigam o Senhor, todos vocês, servos do Senhor, que se encontram na Casa do Senhor nas horas da noite." Salmo 134:1

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Você está mesmo no corpo de Cristo?A comunhão é uma das formas que Deus estabeleceu de ministrar as bênçãos e fortalecer...
16/04/2026

Você está mesmo no corpo de Cristo?

A comunhão é uma das formas que Deus estabeleceu de ministrar as bênçãos e fortalecer nossa fé. Mesmo com a diferença entre os irmãos, precisamos de cada um deles, visto que cada membro do corpo faz falta.

Temos diversos gostos, ocupações e talentos. Mas nossa fé aponta para a mesma pessoa. Portanto, não devemos permitir que o que não tem tanta relevância nos afaste da alegria e propósito da salvação.

A unidade do corpo de Cristo afama a Deus e nos permite ter bom testemunho com os de fora. Viver uma vida sozinhos só mostra que não estamos na fé.

É por isso que devemos buscar o avanço Reino de Deus juntos, em cooperação nas boas obras. Até porque não há judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher, pois todos são um em Cristo Jesus (Gl 3:28).

CULTO PÚBLICO 12/04/26Exposição de Salmos"Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!" Salmo 133:1 NAAAcompanhe...
13/04/2026

CULTO PÚBLICO 12/04/26

Exposição de Salmos

"Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!" Salmo 133:1 NAA

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CULTO PÚBLICO 05/04/2026Musical de Páscoa e Ceia do Senhor.“Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído p...
07/04/2026

CULTO PÚBLICO 05/04/2026

Musical de Páscoa e Ceia do Senhor.

“Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos sarados.” Isaías 53:5..
“Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: ‘Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que tenho ordenado a vocês. E eis que estou com vocês todos." Mateus 28:18-20

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Domingo — A ressurreição que inaugura um novo tempoReferências bíblicas:Evangelho de Mateus 28:1–10Evangelho de Marcos 1...
05/04/2026

Domingo — A ressurreição que inaugura um novo tempo

Referências bíblicas:
Evangelho de Mateus 28:1–10
Evangelho de Marcos 16:1–8
Evangelho de Lucas 24:1–12
Evangelho de João 20:1–18

O dia começa ainda escuro.

Mulheres caminham em silêncio.
Levando aromas… não esperança.

O sepulcro era o fim.
A pedra, a confirmação.

Mas, ao chegarem… algo não está como deveria.
A pedra foi removida.
O corpo… não está.
O silêncio da morte foi interrompido.

Anjos anunciam:
“Ele não está aqui… ressuscitou.”

Não como metáfora.
Não como memória.
Mas como realidade.

A morte não o reteve.
O que parecia definitivo… foi vencido.
O medo se mistura com assombro.
A dúvida com um fio de esperança.

Pedro corre. João também.

Olham. Veem. Ainda tentam entender.
Porque aquilo muda tudo.

Maria permanece entre lágrimas… até ouvir seu nome.

“Maria.”

E, naquele instante, tudo se transforma.

Não era perda.
Era vitória.
Jesus está vivo.
Não como antes.
Mas glorificado.
Vencedor.

A cruz não foi o fim.
Foi o caminho.

A morte não teve a palavra final.
Deus teve.

E um novo tempo começa.
Não mais marcado pelo pecado… mas pela redenção.

Não mais limitado pela morte… mas aberto à vida eterna.

Os discípulos ainda processam.
O mundo ainda não entende.
Mas o impossível aconteceu.

E nada mais será como antes.

A ressurreição não é apenas um evento.
É um novo começo.

O céu não está em silêncio.
A promessa foi cumprida.
E, enquanto a manhã se abre sobre Jerusalém… Um novo tempo foi estabelecido.

Sábado — O silêncio entre a promessa e o cumprimentoReferências bíblicas:Mt 27:62–66Mc 15:42–47Lc 23:50–56Jo 19:38–42O d...
04/04/2026

Sábado — O silêncio entre a promessa e o cumprimento

Referências bíblicas:
Mt 27:62–66
Mc 15:42–47
Lc 23:50–56
Jo 19:38–42

O dia amanhece… mas sem respostas.

Depois da sexta-feira, tudo parece suspenso.
Como se o mundo tivesse perdido o fôlego.

O corpo está no sepulcro.
A pedra foi colocada.
O acesso, fechado.

Para muitos, acabou.

Os discípulos não estão reunidos — estão espalhados.
O medo substituiu a coragem.
A dúvida tomou o lugar da esperança.

Talvez lembrassem das palavras de Jesus.
Talvez tentassem entender.
Mas tudo ainda parecia confuso demais.

Como se a promessa tivesse sido interrompida.

As mulheres observam de longe.
Querem cuidar do corpo… mas precisam esperar.
Até o amor, naquele dia, parece limitado pelo tempo.

Os líderes religiosos, por outro lado, ainda agem.

Pedem guardas.
Selam a pedra.

Como se fosse possível conter o que Deus havia iniciado.

Eles lembram das palavras de Jesus.
Mas não creem nelas.

Temem um engano.
Sem perceber… estão protegendo um milagre.

E o céu?

Silencioso.

Nenhum milagre registrado.
Nenhuma palavra nova.
Nenhuma intervenção visível.

Mas o silêncio de Deus nunca é ausência.

É trabalho invisível.

O que parecia fim… ainda estava em movimento.

Jesus sabia.

Sabia que aquele dia viria.
O dia em que tudo pareceria perdido.
O dia em que a fé seria provada no escuro.

Porque nem sempre Deus se revela no barulho.
Às vezes… Ele age no silêncio.

O sábado não é o fim da história.
É o intervalo.

O espaço entre a dor e a redenção.
Entre a cruz e a ressurreição.

O dia se arrasta.
O sepulcro permanece fechado.
Os corações… pesados.

Mas algo está prestes a acontecer.

E, enquanto a noite cai sobre Jerusalém... A promessa ainda respira... Pois o Domingo está chegando!

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Aviso importante: o texto abaixo é uma alegoria imaginativa, inspirada nos relatos bíblicos, mas não descreve exatamente o que Jesus sentiu ou pensou. É uma tentativa criativa de contemplar os acontecimentos da semana à luz das Escrituras.

Sexta-feira — O peso da cruz e o silêncio do céuReferências bíblicas:Mt 27:1–61Mc 15:1–47Lc 23:1–56Jo 18:28–19:42O dia n...
03/04/2026

Sexta-feira — O peso da cruz e o silêncio do céu

Referências bíblicas:
Mt 27:1–61
Mc 15:1–47
Lc 23:1–56
Jo 18:28–19:42

O dia nasce… mas não traz alívio.

A noite não terminou — apenas mudou de forma.

Jesus é levado de um julgamento a outro.
Acusações se levantam. Vozes se intensificam.
Mas Ele permanece em silêncio.

Não por fraqueza… mas por decisão.

Pilatos hesita.
A multidão escolhe.

“Crucifica-o.”

A mesma cidade que dias antes gritou “Hosana”…
agora exige morte.

E o inocente é tratado como culpado.

A coroa não é de ouro — é de espinhos.
O trono não é elevado — é uma cruz.

E ainda assim… Ele aceita.

O caminho até o Gólgota é pesado.
Cada passo, marcado por dor.
Cada queda, um lembrete da humanidade que Ele carregava.

Alguns observam.
Outros zombam.
Poucos choram.

Mas quase ninguém entende.

Na cruz, o tempo parece parar.

Pregos atravessam mãos que curaram.
Pés que caminharam entre os esquecidos… agora são fixados.

E o céu… se cala.

Horas passam.

E então, palavras.

“Pai, perdoa-lhes.”

Mesmo na dor… graça.

O peso não era apenas físico.
Era o peso do pecado. Do abandono. Da separação.

“Deus meu… por que me desamparaste?”

Não era dúvida.
Era o custo.

Aquele momento que nenhum homem poderia suportar —
Ele suportou.

Até o fim.

“Está consumado.”

Não como derrota…
mas como cumprimento.

O véu se rasga.
A terra treme.
O invisível se torna evidente.

Algo eterno aconteceu.

O corpo é retirado.
O silêncio volta.

Não o silêncio da dúvida…
mas o silêncio depois de uma obra completa.

Os discípulos estão dispersos.
A esperança parece enterrada junto com Ele.

Mas Deus… não perdeu o controle.

Nem por um segundo.

O dia se foi.
A cruz foi erguida.
O sacrifício foi feito.

E, enquanto a noite cai sobre Jerusalém…

A sexta-feira chegou.

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Aviso importante: o texto abaixo é uma alegoria imaginativa, inspirada nos relatos bíblicos, mas não descreve exatamente o que Jesus sentiu ou pensou. É uma tentativa criativa de contemplar os acontecimentos da semana à luz das Escrituras.

🌿 Quinta-feira — A mesa, a entrega e a noiteReferências bíblicas:Mt 26:17–75Mc 14:12–72;Lc 22:7–71Jo 13:1–18:27O dia com...
03/04/2026

🌿 Quinta-feira — A mesa, a entrega e a noite

Referências bíblicas:
Mt 26:17–75
Mc 14:12–72;
Lc 22:7–71
Jo 13:1–18:27

O dia começa com preparação.

Uma mesa. Um lugar separado. Instruções simples… mas carregadas de significado.
Os discípulos talvez vissem apenas uma refeição. Jesus via um marco eterno.

Tudo estava pronto.

À mesa, o clima não era de festa — era de profundidade.
Havia algo no ar.

E então, Ele parte o pão. Não apenas como costume… mas como revelação.
“Este é o meu corpo.”

O cálice passa de mãos em mãos. Não como vinho comum… mas como promessa.
“Este é o meu sangue.”

Talvez os discípulos não compreendessem completamente, mas sentiam que aquele momento era diferente.

E, no meio da mesa… uma revelação inesperada:
“Um de vocês vai me trair.”

O silêncio pesa. Olhares se cruzam. Corações inquietos.

Judas permanece.
Tão perto da luz… e ainda assim decidido pela escuridão.

E Jesus sabe. Sabe quem é, o que está por vir — e, ainda assim, continua.

Ele se levanta… e se ajoelha. Lava os pés.
O Mestre se faz servo. A autoridade se expressa em humildade.

Depois da mesa, vem a noite.

Getsêmani.
Ali, não há multidão. Só oração. E peso.

“Se possível… passa de mim este cálice.”
Não é recuo. É humanidade diante do sofrimento.
“Seja feita a tua vontade.”

Os discípulos dormem. O céu permanece atento.

E então… passos. Tochas. Espadas. Um beijo.
A traição vem disfarçada de afeto.

Jesus não resiste. Porque não era um plano que falhava — era um propósito.

Ele é levado. Julgado. Negado. A noite avança… pesada.

Os discípulos se dispersam. O medo toma lugar da coragem.
E Pedro… chora.

Jesus sabia. E, ainda assim, permaneceu.

Porque o amor não recua diante do sacrifício.
E a vontade do Pai não é interrompida pela dor.

O dia se foi. A mesa ficou para trás. A noite falou mais alto.

E, enquanto a escuridão cobre Jerusalém…

Está mais perto a sexta-feira.

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Aviso importante: o texto abaixo é uma alegoria imaginativa, inspirada nos relatos bíblicos, mas não descreve exatamente o que Jesus sentiu ou pensou. É uma tentativa criativa de contemplar os acontecimentos da semana à luz das Escrituras.

🌿 Quarta-feira — O silêncio que preparaReferências bíblicas:Mt 26:1–16Mc 14:1–11Lc 22:1–6O dia amanhece… mas quase não h...
02/04/2026

🌿 Quarta-feira — O silêncio que prepara

Referências bíblicas:
Mt 26:1–16
Mc 14:1–11
Lc 22:1–6

O dia amanhece… mas quase não há palavras.

Depois de uma terça-feira cheia de vozes, confrontos e ensinos, o silêncio parece estranho.
Mas nem todo silêncio é vazio — alguns carregam decisões.

Jerusalém segue seu ritmo. Pessoas indo e vindo. Preparativos para a Páscoa.
Tudo parece normal.

Mas não está.

Nos bastidores, planos começam a tomar forma.
Os líderes religiosos se reúnem — não mais apenas incomodados, agora decididos.

Querem prendê-lo. Mas não de qualquer forma. Não em público. Não sem estratégia.
O medo deles não era falta de poder, mas do povo.

Enquanto isso, em outro lugar, um gesto acontece.

Um perfume é derramado. Simples, mas profundo.
Um ato de entrega que poucos entendem.
Alguns veem desperdício. Jesus vê preparação.

E, no meio disso, um coração começa a se afastar.

Judas.

Talvez não de uma vez. Talvez aos poucos.
Mas agora, decidido. Vai até aqueles que querem Jesus morto e aceita o preço.

Trinta moedas.

O valor não explica a escolha, mas revela o quanto um coração pode se perder… mesmo estando perto.

Os discípulos ainda não sabem.
A multidão continua alheia.
Mas o caminho agora está traçado.

E o silêncio daquele dia não era ausência de movimento.

Era o céu permitindo que as peças se encaixassem.

Jesus sabia.

Sabia que a traição já estava em andamento.
E, ainda assim, não foge. Não confronta Judas. Não interrompe os planos.

Porque a soberania de Deus não depende da fidelidade dos homens — ela se cumpre até através da falha deles.

O dia passa sem grandes discursos.

Mas talvez tenha sido um dos dias mais pesados.

Porque, no silêncio, decisões eternas foram tomadas.

O dia se foi.
Os planos avançaram.
O coração de um discípulo se desviou.

E, enquanto a noite cai sobre Jerusalém…

Está mais perto a sexta-feira.

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