A Igreja Cristã Contemporânea não é uma “igreja gay”, somos inclusivos (e não “exclusivos”), fato que nos impulsiona a pregar o Evangelho a todas as pessoas, sem preconceitos. Inegável, entretanto, um real comprometimento no acolhimento de homoafetivos, já que foram marginalizados e condenados a uma vida de opressão e distanciamento dos planos e propósitos do Senhor pela própria comunidade cristã.
Tudo isso em virtude de um sistema religioso intolerante e alheio às necessidades de minorias (sempre acolhidas pelo Senhor Jesus). Na contramão deste cenário opressor, o Senhor deixou a promessa que antecedendo a sua vinda, primeiramente o Evangelho seria pregado como testemunho e em todos os lugares e a todas as nações. “E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim.” (Mateus 24, 14). Realmente estamos nos aproximando dos últimos dias e a Igreja Cristã Contemporânea é a resposta do Espírito Santo a todos estes séculos de exclusão, de forma a se tornar possível que o Evangelho fosse pregado a esta comunidade através de uma nação que foi erguida para retirar do cativeiro tantas vidas que estavam oprimidas nas trevas, mas que agora têm a oportunidade de brilhar com Jesus no seu Reino de Luz. Somos um ministério profético onde se cumpre a Palavra: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.” (1 Pedro 2, 8-10).