Basílica - Paróquia Imaculado Coração de Maria

Basílica - Paróquia Imaculado Coração de Maria Basílica - Paróquia Imaculado Coração de Maria Missas
2a a 6a : 7:00,10:00,19:00h
Sabado: 7:00,10:00,16:30,19:00h
Domingo: 7:00, 8:30,10:00,18:00,20:00h
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O Méier, como quase todo bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, é dividido em dois lados: o lado de cá e o lado de lá. Não sei se com todos acontece isso, mas ao menos comigo foi assim desde criança: o meu lado é o lado de lá. Não importa muito de que lado eu esteja. Mas o meu lado é o lado de lá. Por isso, e para acabar ainda mais com as ambigüidades, geralmente usa-se pontos de referência para

fazer saber o intelocutor de que lado você está falando. O meu lado do Méier, o lado de lá diga-se, é o lado do Bombeiros, do Jardim do Méier e da Igreja. Só há essas três possibilidades. Não que não haja mais pontos de referência, mas o Bombeiros pelo seu vermelho aceso, o Jardim pelo verde em meio ao cinza da cidade, e a Igreja pelo seu medievalismo cor de adobe são definitivamente os tons que pintam quando alguém pensa no lado de lá. A Igreja do Imaculado Coração de Maria é, na verdade, uma basílica, que em arquitetura é o termo usado desde os helenos para designar um grande espaço coberto. Cristãos e afins se apropriaram do termo para intitular seus templos. Mas o que a Basílica Coração de Maria me lembra é, sem dúvida, um grande castelo medieval. O fato de não ter as paredes pintadas, deixando aparentes o jogo dos tijolos com os vitrais e as serrilhadas nas torres me reportam diretamente aos romances de cavalaria à Suassuna. Mesmo porque, no fundo, o estilo da basílica não é tanto medieval, mas mais mourisco. Diz-se que é o único templo católico mourisco no Rio, quiçá no Brasil. Outros, por sinônimo, se referem ao único templo mozárabe. Mas sua construção, é claro, não é tão antiga quanto as catedrais européias. Construída entre 1909 e 1929, pelo arquiteto e urbanista Adolfo Morales de Los Rios, o mesmo que no Rio do prefeito Pereira Passos já havia dado formas ao prédio da então Escola de Belas Artes (hoje Museu Nacional de Belas Artes), a igreja atualmente é ladeada à esquerda por um cruzeiro, construído pela família Sendas e doado aos fiéis e abriga ainda um brechó beneficente e a sede das reuniões dos Alcóolicos Anônimos do Méier.

16/04/2015

Amigos e Paroquianos,
No dia 09 de maio de 2015 - Sábado estaremos realizando um "JANTAR DANÇANTE" em homenagem ao dia das mães e de Boas Vindas ao novo Pároco.
Será servido um buffet com 12 pratos, bebidas e sobremesa.
Convites estão a venda, no final da missa com a equipe do dízimo ou na secretaria paroquial!

15/04/2015

Amigos e Paroquianos,
Vejam a programação de abril :
18/4/2015: Haverá o encontro anual dos MEC'S as 7hs na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, no Engenho Novo

19/5/2015: Convidamos a todos os jovens, a partir de 15 anos, para participar conosco do grupo jovem de nossa Basílica, que começará suas atividades a partir das 15:30h

Amigos e Paroquianos,Muitas estão sendo as situações que nosso país vem passando nos últimos meses e deixando muitos de ...
15/04/2015

Amigos e Paroquianos,
Muitas estão sendo as situações que nosso país vem passando nos últimos meses e deixando muitos de nós preocupados, então façamos uma reflexão e peçamos a Deus momentos de PAZ.

Amigos e Paroquianos,Compartilhamos aqui um momento especial de oração, em canto, feito pelos Cantores de Deus em Jerusa...
03/04/2015

Amigos e Paroquianos,
Compartilhamos aqui um momento especial de oração, em canto, feito pelos Cantores de Deus em Jerusalem.

Uma Sexta Feira Santa abençoada!

Vídeo gravado na Terra Santa com o Coral Arquidiocesano de Maringá em 2011.

Amigos e Paroquianos, Esse foi mais um momento de nossa Sagrada Semana Santa.Missa do Lava Pés - Paroquia Basilica Imacu...
03/04/2015

Amigos e Paroquianos,
Esse foi mais um momento de nossa Sagrada Semana Santa.
Missa do Lava Pés - Paroquia Basilica Imaculado Coração de Maria

Amigos e Paroquianos,Relembremos alguns momentos da Posse do Nosso Pároco Julio Miranda.
30/03/2015

Amigos e Paroquianos,
Relembremos alguns momentos da Posse do Nosso Pároco Julio Miranda.

COMPARTILHE e CURTA e página dos Claretianos no Brasil facebook.com/claretianos Missa de Posse do P.Julio Cesar Miranda, cmf, como Pároco da Basilica do Cora...

Amigos e Paroquianos,Sigam conosco a programação da SEMANA SANTA
27/03/2015

Amigos e Paroquianos,
Sigam conosco a programação da SEMANA SANTA

Amigos e Paroquianos, Hoje é dia 19 de Março - São JoséDo esposo de Maria sabemos somente aquilo que nos dizem os evange...
20/03/2015

Amigos e Paroquianos,
Hoje é dia 19 de Março - São José
Do esposo de Maria sabemos somente aquilo que nos dizem os evangelistas Mateus e Lucas, mas é o que basta para colocar esse incomparável "homem justo" na mais alta cátedra de santidade e de nossa devoção, logo abaixo da Mãe de Jesus.
Venerado desde os primeiros séculos no Oriente, seu culto se difundiu no Ocidente somente no século IX, mas num crescendo não igual ao de outros santos. Em 1621, Gregório XV declarou de preceito a festa litúrgica deste dia; Pio IX elegeu são José padroeiro da Igreja, e os papas sucessivos o enriqueceram de outros títulos, instituindo uma segunda comemoração no dia 1º de maio, ligada a seu modesto e nobre ofício de artesão.
O privilégio de ser pai adotivo do Messias constitui o título mais alto concedido a um homem.
O extraordinário evento da Anunciação e da divina maternidade de Maria - da qual foi advertido pelo anjo depois da sofrida decisão de repudiar a esposa - coloca são José sob uma luz de simpatia humana, em razão do papel de devoto defensor da incolumidade da Virgem Mãe, mistério prenunciado pelos profetas, mas acima da inteligência humana.
Resolvido o angustiante dilema, José não se questiona. Cumpre as prescrições da lei: dirige-se a Belém para recenseamento, assiste Maria no parto, acolhe os pastores e os reis Magos com útil disponibilidade, conduz a salvo Maria e o Menino para subtraí-lo do sanguinário Herodes, depois volta à laboriosa quietude da casinha de Nazaré, partilhando alegrias e dores comuns a todos os pais de família que deviam ganhar o pão com o suor de sua fronte. Nós o revemos na ansiosa procura de Jesus, que ele conduz ao templo por ter cumprido os 12 anos de idade.
Enfim, o Evangelho se despede dele com uma imagem rica de significado, que coloca mais de um tema para nossa reflexão: Jesus, o filho de Deus, o Messias esperado, obedece a ele e a Maria, crescendo em sabedoria, idade e graça.

Fonte: https://www.paulinas.org.br

06/03/2015

Amigos e Paroquianos,

Por que se confessar na Semana Santa?
Queremos, no início da Semana Santa, apresentar um itinerário teológico acerca do Sacramento da Penitência.
Diz o Catecismo da Igreja Católica, no seu número 1422, que “aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência obtêm da misericórdia de Deus o perdão da ofensa a Ele feita e, ao mesmo tempo, são reconciliados com a Igreja, que tinham ferido com o seu pecado, a qual, pela caridade, exemplo e oração, trabalha pela sua conversão”.

O Sacramento da Penitência é o sacramento da conversão profunda, porque realiza, de maneira sacramental, o apelo de Jesus à conversão e o esforço de regressar à casa do Pai, do qual o pecador se afasta pelo pecado. Pode, também, ser chamado de Sacramento da Confissão, porque o penitente reconhece diante do sacerdote ser pecador e confessa os seus pecados, reconhecendo o delito e pedindo a santidade de Deus e a sua infinita misericórdia pelo perdão de seus pecados. Pode, ainda, ser chamado de Sacramento do Perdão, porque pela absolvição sacramental do sacerdote o penitente recebe da parte de Deus e da Igreja o perdão e a paz. Por fim, é chamado de Sacramento da Reconciliação, porque no ato de se confessar o pecador recebe o amor generoso do Pai e reconcilia-se com Deus, com a comunidade e com os irmãos.

Aproximar-se do confessionário, depois de um acurado exame de consciência, é viver o apelo de Jesus à conversão e à penitência. Sim, uma conversão profunda de dentro para fora, do coração. O Catecismo da Igreja Católica no seu número 1432 ensina que “o coração do homem é pesado e endurecido. É necessário que Deus dê ao homem um coração novo (20). A conversão é, antes de mais, obra da graça de Deus, a qual faz com que os nossos corações se voltem para Ele: ‘Convertei-nos, Senhor, e seremos convertidos’ (Lm 5, 21). Deus é quem nos dá a coragem de começar de novo. É ao descobrir a grandeza do amor de Deus que o nosso coração é abalado pelo horror e pelo peso do pecado, e começa a ter receio de ofender a Deus pelo pecado e de estar separado d'Ele. O coração humano converte-se, ao olhar para Aquele a quem os nossos pecados trespassaram”.

No tempo em que freqüentávamos a catequese paroquial, aprendemos que o pecado é, acima de tudo, uma grave ofensa a Deus, uma ruptura da comunhão com Ele e com a Igreja. Sabemos, também, que só Deus perdoa os pecados. Mas Jesus concedeu aos seus discípulos e à Igreja a graça de perdoar os pecados e de não perdoá-los. Por isso, Jesus Cristo instituiu o sacramento da Penitência para todos os membros pecadores da sua Igreja, antes para aqueles que, depois do Batismo, caíram em pecado grave e assim perderam a graça batismal e feriram a comunhão eclesial e comunitária. É a eles que o sacramento da Penitência oferece uma nova possibilidade de se converterem e de reencontrarem a graça da justificação. Os Padres da Igreja apresentam este sacramento como a segunda tábua (de salvação), depois do naufrágio que é a perda da graça.

Por isso, o fiel, ciente de que deve se confessar pelo menos uma vez por ano pela Páscoa da salvação, ao receber a absolvição deve ficar atento à fórmula da absolvição, quando o presbítero diz que o Pai das misericórdias é a fonte de todo o perdão e que Ele realiza a reconciliação dos pecadores pela Páscoa do seu Filho e pelo dom do seu Espírito, através da oração e do ministério da Igreja.

O fiel que se aproxima da confissão deve acusar ao sacerdote os seus pecados, para se libertar deles e facilitar a sua reconciliação com os outros. Por isso, é fundamental que o fiel enumere todos os pecados mortais de que têm consciência, após se terem seriamente examinado, mesmo que tais pecados sejam secretíssimos e tenham sido cometidos apenas contra os dois últimos preceitos dos Dez Mandamentos de Deus; porque, por vezes, estes pecados ferem mais gravemente a alma e são mais perigosos que os cometidos à vista de todos.

Quem está obrigado a se confessar?

Segundo o mandamento da Igreja, todo fiel que tenha atingido a idade da discrição, está obrigado a confessar fielmente os pecados graves, ao menos uma vez ao ano. Aquele que tem consciência de haver cometido um pecado mortal, não deve receber a sagrada comunhão, mesmo que tenha uma grande contrição, sem ter previamente recebido a absolvição sacramental; a não ser que tenha um motivo grave para comungar e não lhe seja possível encontrar-se com um confessor.

Não podemos nos descurar na confissão das faltas quotidianas (pecados veniais), vivamente recomendada pela Igreja. A confissão regular dos nossos pecados veniais ajuda-nos a formar a nossa consciência, a lutar contra as más inclinações, a deixarmo-nos curar por Cristo, a progredir na vida do Espírito. Recebendo com maior frequência neste sacramento o dom da misericórdia do Pai, somos levados a ser misericordiosos como Ele.

Como se confessar?

Após um meticuloso exame de consciência para a confissão, por meio da oração e do exame de consciência, o fiel aguarda pacientemente a sua vez, invocando para si e para o próximo a luz do Espírito Santo e a graça de uma conversão radical. Aproximando-se do sacerdote no confessionário, ele faz o sinal-da-cruz e deve iniciar a confissão dizendo: "Padre, dai-me a vossa bênção, porque pequei". Em seguida, com a maior precisão possível, diz o tempo transcorrido desde a última confissão, seu estado de vida (celibatário, casado, viúvo, estudante, consagrado, noivo ou namorado...) e se cumpriu a penitência recebida da última confissão. Pode ainda levar ao conhecimento do confessor os acontecimentos nos quais se sentiu particularmente perto de Deus, os progressos feitos na vida espiritual. Segue-se a confissão dos pecados, com simplicidade e humildade, expondo os fatos que são transgressões da lei de Deus e que mais intensamente pesam na consciência.

Primeiro, são confessados os pecados graves ou mortais, conforme sua espécie e número, sem perder-se em detalhes e sem diminuir a própria responsabilidade. Para se obter um aumento da graça e força no caminho de imitação de Cristo, confessam-se também os pecados veniais. Depois, dispõe-se a acolher os conselhos e advertências do confessor aceitando a penitência proposta. O penitente reza o ato de contrição e o sacerdote pronuncia a fórmula da absolvição. Ele despede-se do sacerdote respondendo à sua saudação: "Demos graças a Deus", e então permanece um pouco na Igreja agradecendo ao Senhor.

Torna-se oportuno, ainda, lembrarmo-nos o ato de contrição: “Meu Deus, tenho muita pena de ter pecado, pois ofendi a Vós e mereci ser castigado. Meu Pai e Salvador, perdoai-me, não quero mais pecar. Amém.”

A confissão é importante não só na quaresma, ou na Semana Santa, mas durante todo o ano, porque ela é justamente o sacramento que nos reconcilia e tem o poder curativo em nós, quando descobrimos que a cada confissão a gente se propõe a uma mudança. Ela é curativa e faz crescer. Sempre que você se restaura de um erro, de uma fragilidade, também se projeta para crescer, a partir daquilo.

De forma muito especial, na Semana Santa, a confissão é fundamental, porque é um tempo específico de conversão. Na verdade, a confissão é uma mola propulsora da conversão, da renovação, da páscoa, que é passagem do pecado para a vida da graça.

Padre Wagner Augusto Portugal
Vigário judicial da Arquidiocese de Juiz de Fora e presidente do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano

Fonte: www.catequisar.com.br

06/03/2015

Amigos e Paroquianos,
Breve Catequese sobre o Sacramento da Confissão
Por: Padre Wagner Augusto Portugal

1. O QUE É A CONFISSÃO?
R: Confissão ou Penitência é o Sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, para que os cristãos possam ser perdoados de seus pecados, e receberem a graça santificante. Também é chamado de sacramento da Reconciliação.

2. QUEM INSTITUIU O SACRAMENTO DA CONFISSÃO OU PENITÊNCIA?
R: O sacramento da Penitência foi instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo nos ensina o Evangelho de São João: "Depois dessas palavras (Jesus) soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem vocês perdoarem os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20, 22-23)

3. A IGREJA TEM A AUTORIDADE PARA PERDOAR OS PECADOS ATRAVÉS DO SACRAMENTO DA PENITÊNCIA?
R: Sim, a Igreja tem esta autoridade porque a recebeu de Nosso Senhor Jesus Cristo: "Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu"(Mt 18,18).

4. POR QUE ME CONFESSAR E PEDIR O PERDÃO PARA UM HOMEM IGUAL A MIM?
R: Só Deus perdoa os pecados. O Padre, mesmo sendo um homem sujeito às fraquezas como outros homens, está ali em nome de Deus e da Igreja para absolver os pecados. Ele é o ministro do perdão, isto é, o intermediário ou instrumento do perdão de Deus, como os pais são instrumentos de Deus para transmitir a vida a seus filhos, como o médico é um instrumento para restituir a saúde física, etc.

5. OS PADRES E BISPOS TAMBÉM SE CONFESSAM?
R: Sim, obedientes aos ensinamentos de Cristo e da Igreja, todos os Padres, Bispos e mesmo o Papa se confessam com freqüência, conforme o mandamento: "Confessai os vossos pecados uns aos outros " (Tg 5,16 ).

6. O QUE É NECESSÁRIO PARA FAZER UMA BOA CONFISSÃO?
R: Para se fazer uma boa confissão são necessárias 5 condições: a) um bom e honesto exame de consciência diante de Deus; b) arrependimento sincero por ter ofendido a Deus e ao próximo; c) firme propósito diante de Deus de não pecar mais, mudar de vida, se converter; d) confissão objetiva e clara a um sacerdote; e) cumprir a penitência que o mesmo nos indicar.

7. COMO DEVE SER A CONFISSÃO?
R: Diga o tempo transcorrido desde a última confissão. Acuse (diga) seus pecados com clareza, primeiro os mais graves, depois os mais leves. Fale resumidamente, mas sem omitir o necessário. Devemos confessar os nossos pecados e não os dos outros. Porém se participamos ou facilitamos de alguma forma o pecado alheio, também cometemos um pecado e devemos confessá-lo (por exemplo, se aconselhamos ou facilitamos alguém a praticar um ab**to, somos tão culpados como quem cometeu o ab**to).

8. O QUE PENSAR DA CONFISSÃO FEITA SEM ARREPENDIMENTO OU SEM PROPÓSITO DE CONVERSÃO, OU SEJA SÓ PARA "DESCARREGAR" UM POUCO OS PECADOS?
R: Além de ser uma confissão totalmente sem valor, é uma grave ofensa à misericórdia Divina. Quem a pratica, comete um pecado grave de sacrilégio.

9. QUE PECADOS SOMOS OBRIGADOS A CONFESSAR?
R: Somos obrigados a confessar todos os pecados graves (mortais). Mas é aconselhável também confessar os pecados leves (veniais) para exercitar a virtude da humildade.

10. O QUE SÃO PECADOS GRAVES (MORTAIS) E SUAS CONSEQÜÊNCIAS?
R: São ofensas graves à Deus ou ao próximo. Apagam a caridade no coração do homem; desviam o homem de Deus. Quem morre em pecado grave (mortal) sem arrependimento, merece a morte eterna, conforme diz a Escritura: "Há pecado que leva à morte" (1Jo 5,16b).

11. O QUE SÃO PECADOS LEVES (ou também chamados de VENIAIS)?
R: São ofensas leves a Deus e ao próximo. Embora ofendam a Deus, não destroem a amizade entre Ele e o homem. Quem morre em pecado leve não merece a morte eterna. "Toda iniqüidade é pecado, mas há pecado que não leva à morte" (1Jo 5, 17).

12. PODEIS DAR ALGUNS EXEMPLOS DE PECADOS GRAVES? R: São pecados graves por exemplo: O assassinato, o ab**to provocado, assistir ou ler material pornográfico, destruir de forma grave e injusta a reputação do próximo, oprimir o pobre o órfão ou a viúva, fazer mau uso do dinheiro público, o adultério, a fornicação, entre outros.

13. QUER DIZER QUE TODO AQUELE QUE MORRE EM PECADO MORTAL ESTÁ CONDENADO?
R: Merece a condenação eterna. Porém somente Deus que é justo e misericordioso e que conhece o coração de cada pessoa pode julgar.

14. E SE TENHO DÚVIDAS SE COMETI PECADO GRAVE OU NÃO?
R: Para que haja pecado grave (mortal) é necessário: a) conhecimento, ou seja a pessoa deve saber, estar informada que o ato a ser praticado é pecado; b) consentimento, ou seja a pessoa tem tempo para refletir, e escolhe (consente) cometer o pecado; c) liberdade, significa que somente comete pecado quem é livre para fazê-lo; d) matéria, significa que o ato a ser praticado é uma ofensa grave aos mandamentos de Deus e da Igreja. Estas 4 condições também são aplicáveis aos pecados leves, com a diferença que neste caso a matéria é uma ofensa leve contra os mandamentos de Deus.

15. SE ESQUECI DE CONFESSAR UM PECADO QUE JULGO GRAVE?
R: Se esquecestes realmente, o Senhor te perdoou, mas é preciso acusá-lo ao sacerdote em uma próxima confissão.

16. E SE NÃO SINTO REMORSO, COMETI PECADO?
R: Não sentir peso na consciência (remorso) não significa que não tenhamos pecado. Se nós cometemos livremente uma falta contra um mandamento de Deus, de forma deliberada, nós cometemos um pecado. A falta de remorso pode ser um sinal de um coração duro, ou de uma consciência pouco educada para as coisas espirituais. (por exemplo, um assassino pode não ter remorso por ter feito um crime, mas seu pecado é muito grave).

17. A CONFISSÃO É OBRIGATÓRIA?
R: O católico deve confessar-se no mínimo uma vez por ano, ao menos para preparar-se para a Páscoa. Mas somos também obrigados toda vez que cometemos um pecado mortal.

18. QUAIS OS FRUTOS DE SE CONFESSAR CONSTANTEMENTE?
R: Toda confissão apaga completamente nossos pecados, até mesmo aqueles que tenhamos esquecido. Nos dá a graça santificante, tornando-nos naquele instante uma pessoa santa. Tranqüilidade de consciência, co***lo espiritual. Aumenta nossos méritos diante do Criador. Diminui a influência do demônio em nossa vida. Faz criar gosto pelas coisas do alto. Nos exercita na humildade e faz crescer todas as virtudes.

19. E SE TENHO DIFICULDADE PARA CONFESSAR UM DETERMINADO PECADO?
R: Se somos conhecidos de nosso pároco, devemos neste caso fazer a confissão com outro padre para nos sentirmos mais à vontade. Em todo caso antes de se confessar converse com o sacerdote sobre a sua dificuldade. Ele usará de caridade para que a sua confissão seja válida sem causar-lhe constrangimentos. Lembre-se, ele está no lugar de Jesus Cristo!

20. O QUE SIGNIFICA A PENITÊNCIA DADA NO FINAL DA CONFISSÃO?
R: A penitência proposta no fim da confissão não é um castigo; mas antes uma expressão de alegria pelo perdão celebrado.

Fonte: www.catequisar.com.br

05/03/2015

Amigos e Paroquianos,
Seguem as datas e locais das Confissões para a Páscoa (19horas)
Dia 16 - Paróquia Nossa Senhora das Graças - Maria da Graça
Dia 17 - BASÍLICA IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA - Méier
Dia 18 - Paróquia Nossa Senhora da Luz - Rocha
Dia 20 - Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora - Jacarezinho
Dia 23 - Paróquia Santo Antônio - Cachambi
Dia 24 - Paróquia Jesus Divino Mestre - Cachambi
Dia 25 - Paróquia Dom Bosco - Jacaré
Dia 26 - Paróquia Nossa Senhora da Conceição - Engenho Novo
Dia27 - Paróquia Nossa Senhora Aparecida - Cachambi

Amigos e paroquianos,Vejam o grupo que participou  do I Congresso para Líderes da Juventude da Arquidiocese do Rio de Ja...
05/03/2015

Amigos e paroquianos,
Vejam o grupo que participou do I Congresso para Líderes da Juventude da Arquidiocese do Rio de Janeiro, que ocorreu no Sábado - 28/02 e sintam um pouco deste momento

Endereço

Rua Coração De Maria, 66, Méier
Rio De Janeiro, RJ
20775-050

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