Primeira Igreja Presbiteriana em Anchieta

Primeira Igreja Presbiteriana em Anchieta Primeira Igreja Presbiteriana em Anchieta

12/03/2026
https://www.youtube.com/watch?v=GSFhBIXb6lk
10/03/2026

https://www.youtube.com/watch?v=GSFhBIXb6lk

As provações fazem parte da vida de qualquer pessoa mas seria um absurdo contar aflições e sofrimentos como bênçãos de Deus?! Continue nos acompanhando neste...

04/03/2026

Quem é cristão deve submeter suas palavras ao controle dos princípios de Cristo e do seu amor.É preciso ter cuidado com o que falamos, especialmente quando f...

25/02/2026

Segundo uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade Duke, nos Estados Unidos, a pessoa que ora e tem fé, muitas vezes consegue lidar melhor com sua...

09/02/2026

Celebrando 90 anos!

Nossa igreja completa, hoje 08 de fevereiro de 2026, 90 anos de organização. Mas ela nasceu bem antes, em 1915, na casa do irmão Olympio Costa, tendo a primeira reunião 23 pessoas. Ela avançou, e com a ajuda do Esforço Cristão, Departamento Missionário da Catedral Presbiteriana, compramos um imóvel na Estrada do Engenho Novo, esquina com Cardoso de Castro, e depois nos transferimos para onde está o nosso templo.
Passados quase cem anos, pela graça do nosso bom Deus, ainda estamos aqui. Ao longo desse período, centenas de famílias vêm participando desta história, algumas delas têm suas raízes ligadas aos nossos primeiros anos, ainda na primeira metade do século XX.
Fomos abençoados pelo ministério de mais de duas dezenas de pastores. Aqui faço menção do reverendo doutor Francisco P. Severino da Silva, que presidiu a Comissão do Presbitério do Rio de Janeiro, incumbida de organizar a igreja, em 08 de fevereiro de 1936. Entre os pastores que deram sua contribuição em nosso rebanho está o reverendo Boanerges de Almeida Leitão. Esse ministro pastoreou a Igreja Presbiteriana de Bangu, bem como a Primeira Igreja Presbiteriana de Governador Valadares (MG). Nessa cidade, o reverendo Boanerges presidiu a Câmara Municipal, e uma escola pública de Vargem Alegre (MG) o homenageia com o seu nome.
Entre os pastores, é inegável o trabalho profícuo do reverendo Carlos Anteberg de Oliveira, o qual permanece entre nós dando sua contribuição. Seu ministério teve início em 1989 e, por decisão pessoal, não concorreu a eleição em 2023, tendo, assim, assumido o posto de titular da igreja por 35 anos.
Pela Graça de Deus, chegamos aqui! Além de termos tido o privilégio do pastoreio de pessoas reconhecidamente vocacionadas pelo Senhor, com o caráter de Cristo, avançamos em diversas áreas da fé cristã: duas igrejas foram plantadas, pastores saíram daqui, tanto para a IPB quanto para outras denominações, dezenas de oficiais foram ordenados e centenas de famílias escreveram suas histórias em Cristo (e Cristo escreveu Sua história nelas) no interior da nossa comunidade de fé.
Podemos avançar? O que almejamos para o nosso centenário? Plantaremos mais igrejas? Nosso prédio sediará todos os dias projetos voltados para servir à comunidade? Quantos missionários parceiros teremos espalhados pelo mundo? 10? 20? Ou quem sabe, 30? Quantos missionários serão chamados entre nós? Quantos discípulos faremos para o Senhor até lá?
São respostas que somente Deus tem, uma coisa, porém, é certa: apesar de não sermos perfeitos, vamos continuar avançando. Isso porque continuamos fiéis ao Senhor da Igreja e à sua Palavra, e sua presença irá conosco. Ele nos manda levantar os olhos e ver campos, a contemplar o planeta e suas nações à nossa frente.
Com base na grandeza do nosso Rei, e vendo o que ele já fez entre nós nesses 90 anos, podemos hoje celebrar a nossa história sabendo que “aquele que começou boa obra em nós, há de completá-la até o Dia de Cristo Jesus” (Fp 1.6).

05/02/2026

Igreja, ano eleitoral e fake News
Ao final deste ano, vamos votar para presidente, governador, senadores e deputados federais e estaduais. Portanto, 2026 é um ano com disputas políticas, de batalhas ideológicas marcadas pela polarização dos nossos dias. Por outro lado, nos últimos anos, as redes sociais têm sido um mundo à parte onde mentiras e “meias verdades” são propaladas livremente, por todos os campos ideológicos.
Alguns políticos concluíram que o universo evangélico é vasto para colher votos. Por outro lado, líderes de igrejas “poderosas” têm seus indicados políticos e usam de estratégias – algumas vezes contrárias à fé cristã – para elegê-los. Eles sabem que temas como família, liberdade de culto e sexualidade, por exemplo, são caros para nós. Nesse cenário, somos bombardeados nas redes sociais por vídeos, áudios, alguns deles construídos por IA, outros distorcidos, além de milhares verdadeiros, mas com roupagens que induzem ao erro.
Devemos estar atentos para não incorrermos em erro, afinal, a verdade é algo precioso para igreja. No tempo de Moisés, não havia Face, WhatsApp e outras redes sociais, mas a natureza humana já se inclinava para divulgar boatos, difamar e bisbilhotar a vida alheia. Deus, no entanto, proibiu terminantemente esses vícios. Veja abaixo:
- Fake news – notícia falsa -: “Não espalharás notícias falsas” (Ex 23.1)
- Fofoca: “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo” (Lv 19.16)
Na era da comunicação digital, boatos, fofocas e fake news têm sido o motivo de separação conjugal, óbito, depressão, demissão do emprego e julgamento coletivo. Muitos de nós, inadvertidamente, temos contribuído para que essa situação seja fomentada. O alerta feito há milhares de anos é tão real hoje quanto naqueles dias: “Não seguirás a multidão para fazeres o mal” (Ex 23.2).
Uma fake news foi a causa de muitos judeus não darem crédito ao fato incontestável da ressurreição de Cristo. Os soldados romanos incumbidos de vigiar o corpo de Jesus ficaram atemorizados, na madrugada de domingo, ao presenciar um terremoto e ver o anjo removendo a pedra da entrada do sepulcro. Quando retornaram à cidade, receberam dinheiro dos sacerdotes e anciãos para mentir, dizendo que o corpo fora roubado pelos discípulos (Mt 28.1-14).
Como discípulos e discípulas de Jesus, estamos comprometidos com a santificação, com base na verdade. Somos encorajados a, continuamente, nos revestir do “novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (Ef 4.24).

19/01/2026

O Diácono e a Misericórdia no meio da Comunidade da Fé
Na Igreja Primitiva, a exemplo do Velho Testamento, um dos deveres era cuidar dos necessitados: viúvas, órfãos e pobres. Era estabelecido para o povo de Israel que na colheita nem todas as espigas fossem colhidas, mas que algumas fossem deixadas para que pessoas necessitadas pudessem pegar para sua sobrevivência. Na Igreja Primitiva também as propriedades eram vendidas para o socorro dos carentes.
Quando a Igreja deixou de fazer isto houve a necessidade de estabelecer diáconos, ministério, socorro, para colaborar com o Ministério da Palavra. A partir desse momento temos uma ordem de oficiais que vão tratar também dos necessitados.
O ministério diaconal tanto é exercido pelos oficiais eleitos quanto por irmãos que têm o dom diaconal ou de serviço. Mas o que queremos falar neste texto é sobre os oficiais eleitos que tratam dos necessitados.
A Igreja Reformada não pode abandonar as pessoas necessitadas porque é uma das funções da igreja aplicar seus recursos no atendimento e melhoria dessas pessoas.
Esses homens são escolhidos, não só para distribuírem os recursos, mas também para zelarem por eles e os aplicarem da melhor forma possível, para que esses recursos atinjam o objetivo.
O livro “O Pensamento Econômico e Social de Calvino” do autor André Biéler chama os diáconos de procuradores dos pobres e embaixadores de Deus. Também diz que a escolha desses homens não deve ser apenas por terem boa vontade, mas, por serem competentes, fiéis, e de aprovada lisura, para que não haja desperdício e nem mau uso dos recursos de Deus.
Precisamos entender que o ministério diaconal é importante, necessário e urgente para cuidar de uma parte que algumas vezes é esquecida na vida da igreja. O pensamento reformado classifica como negligência quando os diáconos não exercem a sua verdadeira função.
Que Deus nos ajude, como igreja, a estarmos sempre escolhendo homens que estejam dispostos a este bom serviço, e que a igreja não negligencie em providenciar recursos para que os verdadeiros pobres e necessitados tenham sustento oriundo da arrecadação fiel da igreja.
Que Deus nos abençoe!

Rev. Carlos Anteberg de Oliveira

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