23/11/2025
𝐍𝐨𝐬 𝐄𝐦𝐛𝐚𝐭𝐞𝐬 𝐏𝐨𝐥𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐨𝐬
Situar em posição clara e definida as aspirações sociais e os
ideais espíritas cristãos, sem confundir os interesses de César com
os deveres para com o Senhor.
Só o Espírito possui eternidade.
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Distanciar-se do partidarismo extremado.
Paixão em campo, sombra em torno.
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Em nenhuma oportunidade, transformar a tribuna espírita em
palanque de propaganda política, nem mesmo com sutilezas comovedoras em nome da caridade.
O despistamento favorece a dominação do mal.
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Cumprir os deveres de cidadão e eleitor, escolhendo os candidatos aos postos eletivos, segundo os ditames da própria consciência, sem, contudo, enlear-se nas malhas do fanatismo de grei.
O discernimento é caminho para o acerto.
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Repelir acordos políticos que, com o empenho da consciência
individual, pretextem defender os princípios doutrinários ou aliciar prestígio social para a Doutrina, em troca de votos ou solidariedade a partidos e candidatos.
O Espiritismo não pactua com interesses puramente terrenos.
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Não comerciar com o voto dos companheiros de ideal, sobre
quem a sua palavra ou cooperação possam exercer alguma influência.
A fé nunca será produto para mercado humano.
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Por nenhum pretexto, condenar aqueles que se acham investidos com responsabilidades administrativas de interesse público,
mas sim orar em favor deles, a fim de que se desincumbam satisfatoriamente dos compromissos assumidos.
Para que o bem se faça, é preciso que o auxílio da prece se
contraponha ao látego da crítica.
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Impedir palestras e discussões de ordem política nas sedes
das instituições doutrinárias, não olvidando que o serviço de
evangelização é tarefa essencial.
A rigor, não há representantes oficiais do Espiritismo em setor algum da política humana.
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“𝑵𝒆𝒏𝒉𝒖𝒎 𝒔𝒆𝒓𝒗𝒐 𝒑𝒐𝒅𝒆 𝒔𝒆𝒓𝒗𝒊𝒓 𝒂 𝒅𝒐𝒊𝒔 𝒔𝒆𝒏𝒉𝒐𝒓𝒆𝒔.”
𝐽𝑒𝑠𝑢𝑠. (𝐿𝑢𝑐𝑎𝑠, 𝑐𝑎𝑝𝑖́𝑡𝑢𝑙𝑜 16, 𝑣𝑒𝑟𝑠𝑖́𝑐𝑢𝑙𝑜 13.)
Waldo Vieira - Conduta Espírita - pelo Espírito André Luiz 28