Primeira Igreja Batista da Praia de Ramos

Primeira Igreja Batista da Praia de Ramos Feitos para adorar à Deus e servir ao próximo.

29/05/2026

Lançando todas as suas preocupações

Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. (1Pe 5.6-7)

A ansiedade pode aumentar às vezes, quando menos esperamos, e rapidamente nos sobrecarregar. Ou pode ocupar uma residência indesejada e aparentemente permanente em nossa vida. Poucas pessoas não a experimentam; pode assumir rostos diferentes e pode ser impelida por circunstâncias diferentes, mas o problema em si é notavelmente comum.

Quando enfrentamos a ansiedade, muitas vezes tentamos ignorá-la distraindo a mente: “Deixe-me ouvir música. Deixe-me dar uma volta. Deixe-me correr alguns quilômetros. Deixe-me fazer alguma coisa… Apenas me deixe fugir!”

Observe, porém, que, neste versículo, Pedro não diz que devemos negar, ignorar ou fugir da ansiedade. Em vez disso, devemos “[lançar] sobre ele toda a [nossa] ansiedade”. A palavra grega para “lançar” aqui é uma palavra de ação decisiva e enérgica. Pode ser usada para descrever o descarte de um s**o de lixo. Não nos esforçamos muito para movê-lo; simplesmente o pegamos e jogamos na lixeira. De igual forma, em vez de passar por nossos dias pressionados pelo fardo da ansiedade, devemos lançá-lo, arremessá-lo, sobre o Senhor.

Fazer isso exige que desistamos de nosso orgulho — nosso desejo de controlar e triunfar sobre as circunstâncias. Ser humilde é o que nos permite entregar nossas preocupações a Deus: a presença da humildade leva à ausência da ansiedade. Quando tentamos lidar com as coisas em nossas próprias mãos através de muita preocupação, indicamos uma ausência de humildade; estamos mais preocupados com nós mesmos do que com nosso Pai celestial, ou estamos mais determinados a navegar nosso próprio curso do que a deixar isso com ele.

Sempre haverá uma circunstância que pode nos deixar ansiosos. Pedro não se refere a nenhuma circunstância específica; em vez disso, ele aborda a ansiedade produzida pelas circunstâncias. Nossa ansiedade em si é o que lançamos sobre o Senhor, fazendo exatamente o que a Bíblia manda fazer: humilhar-nos sob a mão de Deus, dizendo “Meu Pai sabe o que é melhor. Ele cuida de mim melhor do que eu posso cuidar de mim mesmo.” Quando as preocupações nos sobrecarregam, podemos nos recusar a ser sobrecarregados por elas, lembrando-nos da disposição do Senhor de ajudar.

Você pode estar passando por dificuldades hoje, imaginando como chegará ao dia seguinte. Talvez tenha passado muito tempo desde que você se ajoelhou ao lado de sua cama e realmente lançou seu fardo sobre o único que é capaz de carregá-lo, dizendo: “Deus, não posso viver minha vida com esse fardo nas costas. Toma-o. É teu.”

Se essa pessoa é você, não hesite mais. Lance suas preocupações nos braços amorosos de seu Pai celestial e experimente a liberdade e a paz que somente ele pode prover.

LUCAS 12.22-34

A Bíblia em um ano: 2Rs 7–9; Mt 13.1-30

29/05/2026

EU QUERO VER

Pôs-se a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele cada vez gritava mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Parou Jesus e disse: Chamai-o. (Mc 10.47-49)

Ao redor do cego, a Páscoa se aproximava e a multidão se amontoava. Havia uma grande sensação de antecipação. Para a maioria da multidão, não havia tempo para parar — certamente não para os mendigos sempre presentes que estavam nos portões da cidade. Eles estavam sempre lá, bem conhecidos das pessoas nos arredores de Jericó. Muitos da multidão provavelmente teriam visto com tanta frequência esse homem cego, Bartimeu, que nem o notavam mais.

A multidão estava tão consumida por Jesus, que Bartimeu provavelmente foi considerado um terrível inconveniente. A reação deles aos seus clamores por misericórdia — repreendê-lo e tentar silenciá-lo — sugere que eles pensavam que esse membro marginalizado da sociedade claramente não poderia fornecer nenhuma contribuição útil para o que Jesus estava fazendo. Porém, ao tentar silenciá-lo, eles se tornaram uma barreira para a missão de Jesus — a mesma pessoa que afirmavam estar seguindo e a mesma causa que afirmavam estar buscando.

Esse cego em particular não tinha apenas um interesse pequeno em Jesus, então ele continuou clamando-lhe. A narrativa de Marcos demonstra a compaixão perfeita de Cristo com uma frase simples: “Parou Jesus” — duas palavras de graça. Você pode imaginar a reação da multidão quando Jesus disse às pessoas que estavam repreendendo o homem: “Chamai-o”? Isso, sem dúvidas, trouxe um pouco de constrangimento merecido!

Talvez haja pessoas na sua vida pelas quais você tem dificuldade de orar. Talvez haja alguns que você só queira repreender ou ignorar. Talvez você simplesmente não queira lidar com a inconveniência. Pode parecer incômodo convidar alguém para a igreja, sentar-se com essa pessoa, comer com ela e se envolver em sua vida. É complexo e exige tempo e esforço. Preferimos que estes ouçam o Evangelho de outra pessoa. É tão fácil cair nessa maneira de pensar sem realmente perceber; mas, quando o fazemos, nos tornamos como a multidão: uma barreira para as pessoas encontrarem seu Salvador. Jesus nos diz: Não os repreenda. Chame-os. É precisamente por isso que eu vim.

Que Deus nos perdoe quando nós, como a multidão, estamos cheios de indignação com a interferência em nossos planos e a inconveniência em nossas preferências, causadas por aqueles que estão clamando pela misericórdia dele. Somente Cristo faz a obra de abrir os olhos cegos, mas ele nos confiou a responsabilidade e o privilégio de proclamar estas palavras: “Tem bom ânimo […] ele te chama”.

MARCOS 10.35-45

A Bíblia em um ano: 2Rs 4–6; Mt 12.22-50

29/05/2026

ALIENAÇÃO CRUCIFICADA

Estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora. (Ef 2.1-2)

Por mais estranho que possa parecer, por mais confrontador que possa ser, a Bíblia compara os não redimidos aos mortos-vivos. Fora de Jesus Cristo, homens e mulheres estão “mortos” em seus delitos e pecados.

A imagem bíblica da humanidade deve moderar nossas expectativas de como a vida pode ser fora do Reino de Deus. A educação é de vital importância. A legislação é claramente necessária. Mas nenhuma destas, nem as duas juntas, é capaz de lidar com as questões básicas do coração humano. Os remédios mundanos só nos levam até certo ponto porque não podem resolver o maior problema: nossa condição natural é a de estarmos “mortos nos [nossos] delitos e pecados, nos quais [andamos] outrora […] e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (Ef 2.1-3).

A alienação que marca a humanidade fora de Cristo é principalmente vertical: uma alienação de Deus. No entanto, os efeitos se espalham em outras direções. Paulo continua, em sua carta aos efésios, a descrever como essa alienação vertical afetou as relações horizontais entre judeus e gentios (Ef 2.11-12). A hostilidade profundamente arraigada entre judeus e gentios no mundo antigo foi causada por nada menos profundo do que o pecado humano. Ambos estavam separados de Deus, conforme representado pela cortina que pendia no templo, e ambos estavam separados um do outro pelo muro metafórico que existia entre eles (v. 14).

A verdade é que tais hostilidades estão destinadas a continuar à parte de Cristo. Embora seja bom investir em nossas comunidades e trabalhar para uma mudança real em nossa sociedade e para o bem do nosso próximo (e, de fato, Deus direciona seu povo a fazer isso — veja, por exemplo, Jr 29.7), não é aqui que um cristão concentra sua energia primária no ministério ou coloca sua esperança de renovação. Em Jesus, e somente em Jesus, Deus criou e ainda está criando uma nova sociedade onde as barreiras divisórias são quebradas pela graça. Deus proveu na igreja local autêntica “o modelo genético” para “um mundo quebrado refeito” *. Quando as pessoas encontrarem igrejas onde esse modelo é visto, elas experimentarão um gostinho do que Deus está planejando fazer quando o pecado, as lágrimas e a tristeza não existirem mais; quando, em um novo céu e em uma nova terra, tudo o que ele intentou estiver completo.

A alienação — tanto vertical quanto horizontal — é inevitável à parte de Cristo. Todavia, em Cristo, assim como na sociedade que ele está construindo e da qual ele é o cabeça, tal alienação foi crucificada. Levar a sério a realidade do pecado significa que você e eu investiremos da maneira como pudermos em nossa igreja local, a fim de garantir que seja um lugar onde a graça derrubou barreiras e o modelo do futuro Reino de Deus está claro. Até chegarmos lá, temos agora a oportunidade de trabalhar e desfrutar do antegosto.

2 JOÃO 1-13

A Bíblia em um ano: 2Rs 1–3; Mt 12.1-21

*Christopher Ash, Remaking a Broken World: The Heart of the Bible Story (The Good Book Company, 2019), p. 163.

29/05/2026

Que você e sua casa descansem na direção e cuidado do Senhor!

27/05/2026

Para edificação nossa e de nosso lar!

27/05/2026
27/05/2026

PASTORAL
Vencendo o Egoísmo com um Coração de Servo

“Ninguém busque o proveito próprio; antes, cada um, o que é de outrem.” (1 Corintios 10.24)

“O Mês da Família 2026 nos convida a celebrar "Famílias que vencem em tempos difíceis". Esses tempos difíceis são vividos, em grande parte, pelas características descritas em 2 Timóteo 3:1-5, onde Paulo adverte que os homens seriam “amantes de si mesmos, presunçosos e soberbos”. O egoísmo se tornou um pilar de nossa sociedade, e ele é um dos maiores desafios para a união familiar.

A cultura atual, saturada de individualismo e busca por autoafirmação, especialmente em plataformas digitais, muitas vezes nos leva a priorizar o "eu" acima do "nós". Dentro de casa, isso pode se manifestar em falta de empatia, dificuldade em ceder, e na relutância em servir, minando a base de apoio e amor mútuo que toda família necessita. Quando cada um busca apenas seus próprios interesses, o lar se fragiliza.

Para vencer esse espírito egoísta, as famílias precisam cultivar um coração de servo, à imagem de Cristo. Vencer em tempos difíceis significa que, em vez de exigir, aprendemos a oferecer; em vez de julgar, aprendemos a compreender; e em vez de competir, aprendemos a colaborar. Isso se traduz em ouvir ativamente, compartilhar tarefas, reconhecer as necessidades uns dos outros e celebrar as vitórias em conjunto. A família que serve junta e prioriza o bem-estar coletivo, fortalece seus laços.

Que nesta Jornada pela Família, a sua seja uma família que vence o egoísmo pelo serviço mútuo. Que ela se destaque por um amor que se doa, que busca o bem do outro e que reflete a humildade de Cristo. Assim, sua família não apenas sobreviverá, mas vencerá os desafios de uma era focada em si mesma, tornando-se um exemplo de amor e unidade.”

Que o Senhor conceda a você e sua casa dias plenos de Sua presença e direção,

NEle,
Pr Jairo Coelho

27/05/2026

ENTRANDO NO REINO DE DEUS

Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus. (Jo 3.5)

Quando lemos os Evangelhos, descobrimos que grande parte do ministério de Jesus envolveu a pregação das Boas Novas do Reino de Deus. Ele viajou por cidades e povoados dizendo às pessoas, essencialmente: Há um reino e eu sou o Rei. Você ainda não está no reino, mas, se me seguir, será súdito do Rei e cidadão do reino.

Quando oramos “Venha o teu reino” (Lc 11.2), portanto, nosso desejo deve ser que homens e mulheres sejam trazidos ao Reino de Cristo pelo novo nascimento — que se tornem seguidores comprometidos de Jesus. Oramos para que aqueles que vivem em rebelião contra Deus sejam “[libertos] do império das trevas e [transportados] para o reino do Filho do seu amor” (Cl 1.13). Jesus deixou perfeitamente claro que a única maneira de entrar em seu reino é por meio desse novo nascimento.

O encontro de Jesus com Nicodemos em João 3 ressalta essa verdade. Nicodemos era um homem religioso, um homem de autoridade e influência — e, no entanto, ainda estava inquieto, ainda em busca de algo. Ao conversar com Jesus, este apontou o pré-requisito necessário para ver e entrar em seu reino: nascer de novo pelo Espírito. Este novo nascimento é realizado, ele disse, não por natureza, mas como resultado do Espírito de Deus operando um milagre no coração humano. Ninguém é capaz de entrar no reino sem que ele opere nessa pessoa; ninguém está longe demais do reino a ponto de o Espírito não poder operar nele.

Quando oramos para que o Reino de Deus venha, estamos pedindo que os olhos sejam abertos e os ouvidos desobstruídos, para que homens e mulheres possam nascer de novo. O Rei está vindo para inaugurar seu reino eterno, e o Rei está trabalhando hoje, por meio de seu Espírito, para trazer homens e mulheres para esse reino. Até o dia do retorno de nosso Rei, que a consciência que você tem sobre a maneira como as pessoas entram no Reino de Cristo produza uma admiração crescente por sua própria conversão e uma paixão ardente por orar para o Espírito fazer o que só ele pode fazer no coração dos perdidos.

JOÃO 3.1-15

A Bíblia em um ano: 1Rs 21–22; Mt 11

27/05/2026

GRAÇA INESCAPÁVEL

[Nele] temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, que Deus derramou abundantemente sobre nós. (Ef 1.7-8)

A graça de Deus para seu povo não conhece fronteiras, nem permanece dentro de limites. Para saber a verdade disso, não precisamos olhar para nenhum outro lugar além da cruz de Cristo, pela qual “temos a redenção, pelo seu sangue”.

No livro de Êxodo, Deus instituiu a Páscoa, que pintou um quadro de liberdade comprada por um preço. Ele instruiu os israelitas a sacrificar um cordeiro da família e espalhar seu sangue pelas ombreiras das portas, para evitar a visita do anjo da morte quando ele passasse pelo Egito. Os moradores de cada uma dessas famílias fiéis evitaram a sentença de morte de Deus sobre o filho primogênito apenas porque um cordeiro havia morrido em seu lugar (Êx 12.3-13).

Os israelitas foram escravizados pelo Faraó. Da mesma forma, todos nós entramos neste mundo como escravos do pecado e da morte. O preço do nosso perdão foi o próprio sangue de Cristo, que alcançou a Redenção como o grande Cordeiro Pascal para todos os que cressem nele. É o seu sangue que nos liberta da morte, para a vida, eternamente. Cristo não veio à terra para nos dizer como nos tornarmos cristãos. Ele não veio para nos dizer o que temos de fazer para nos salvar. Ele veio para fazer o que não podíamos — para nos salvar. Ele agiu em nosso lugar, oferecendo perdão que é gratuito para nós, mas caro para Deus. Não ousemos pensar que Deus simplesmente decidiu ignorar nosso pecado; em vez disso, a morte de Cristo na cruz absorveu o julgamento que você e eu merecemos. A santidade de Deus exige que a penalidade do pecado seja paga — e seu Filho proveu o pagamento.

Ao considerar isso, Paulo é levado a exclamar: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo” (Ef 1.3). Considerar a graça de Deus deve sempre nos levar ao louvor. Mas observe a frase que Paulo usa nos versículos 7-8: “a riqueza da sua graça, que Deus derramou abundantemente sobre nós”. A graça de Deus é torrencial. É imensa. Ele derramou sobre cada um de seus filhos, sem reter nada. E ele continuará a fazer isso por toda a eternidade.

Imagine que você acabou de terminar sua refeição em um restaurante sofisticado e alguém pega sua conta, dizendo: “Deixa comigo — eu pago”. Isso é o que Deus disse a você na maior escala imaginável. Ele não está dizendo que não há pagamento a ser feito. Ele está dizendo que já fez o pagamento. A graça de Deus está além de todos os limites, estendendo-se além do que os olhos podem ver ou o coração pode compreender. Portanto, embora você, ao olhar para o dia ou a semana que se passou, saiba que é pecador, também pode saber o seguinte: você não pode pecar tanto quanto Deus pode perdoar; e pode ter certeza de que aquele que começou uma boa obra em nós a completará no dia de Jesus Cristo (Fp 1.6). Você desfrutará da experiência de graça sobre graça sobre graça por toda a eternidade.

Foi a graça que me trouxe seguro até aqui,

E a graça me guiará para casa.*

OSÉIAS 3

A Bíblia em um ano: 1Rs 19–20; Mt 10.24-42

*John Newton, “Amazing Grace” (1779).

27/05/2026

RECEBIDO À SUA MESA

À hora de comer, Boaz lhe disse: Achega-te para aqui, e come do pão, e molha no vinho o teu bocado. Ela se assentou ao lado dos segadores, e ele lhe deu grãos tostados de cereais; ela comeu e se fartou, e ainda lhe sobejou. (Rt 2.14)

Você e eu somos chamados a ser pontes que atravessam a fenda entre a experiência de isolamento e uma vida de aceitação divina.

Para Rute, Boaz era essa ponte. No meio de um longo dia de labuta, Boaz convidou seus colegas de trabalho para desfrutar de uma refeição. Ele também convidou Rute para comer entre os ceifeiros. É fácil não entender o significado disso. Rute era uma estranha, uma estrangeira e uma mulher. As ações de Boaz foram inesperadas e culturalmente contraintuitivas. Elas se assemelhavam às de Cristo.

Boaz é um exemplo de alguém cujas ações foram a ponte entre o isolamento e a aceitação que Deus oferece. Como moabita, Rute teria parecido e agido de maneira diferente das de Belém. Além disso, o status de viúva de Rute e Noemi as teria isolado em muitos círculos sociais. Contudo, porque o amor de Deus havia enchido seu coração, Boaz desconsiderou qualquer indício de preconceito que pudesse ter tido e acolheu Rute à sua mesa.

Boaz não parou ao garantir que Rute se sentisse confortável apenas com suas ações. Não; ele também se certificou de que os outros trabalhadores tratassem Rute com aceitação e bondade, e não a deixou passar dificuldade enquanto ela aprendia as habilidades de seu novo ofício (Rt 2.15-16). Ele foi muito além para prover e cuidar dela.

Fazemos o mesmo com descrentes, novos crentes ou visitantes de nossas igrejas? Um cristão é, por definição, um destinatário do amor pactual de Deus. Portanto, um cristão deve ser o primeiro a incluir o pária — o cristão é o primeiro a dizer: “Você é bem-vindo aqui! Que bom que você está aqui. Por favor, participe! Quer se juntar a mim?” Somos chamados a enfrentar a maré muito comum da exclusividade egoísta e o hábito igualmente pernicioso de passar tempo apenas com aqueles que são como nós e dar boas-vindas apenas a estes.

Encontramos a bravura necessária para ser uma ponte e não uma barreira quando olhamos para nossa própria aceitação por Deus em Cristo. A inclusão de Rute por Boaz — apesar de sua raça, posição social e falta de experiência de trabalho — aponta para a história eterna do maior acolhimento de Deus. O Deus santo chamou através das divisões entre judeus e gentios, escravizados e livres, dizendo aos pecadores: “Olhai para mim e sereis salvos, vós, todos os confins da terra” (Is 45.22). Devemos voltar nosso olhar novamente para a cruz, pois lá aprendemos o que significa ser amado e acolhido por Deus. Só então seremos capazes de amar e acolher verdadeiramente os outros.

Então, veja como Deus em Cristo recebe você à sua mesa e, em seguida, pergunte a si mesmo: “Como o Espírito de Deus está me levando a superar uma barreira? Quem ele está me chamando a receber à minha mesa?”

TIAGO 2.1-13

A Bíblia em um ano: 1Rs 16–18; Mt 10.1-23

Endereço

Praça Da Alegria, 29/Ramos
Rio De Janeiro, RJ
21030-030

Horário de Funcionamento

Quarta-feira 19:30 - 21:00
Domingo 09:30 - 11:00
19:00 - 21:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Primeira Igreja Batista da Praia de Ramos posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Primeira Igreja Batista da Praia de Ramos:

Compartilhar