Igreja Adventista do Sétimo Dia do Riachuelo

Igreja Adventista do Sétimo Dia do Riachuelo Os adventistas do sétimo dia (IASD) aceitam a Bíblia como seu único credo, por isso são baseadas exclusiva e unicamente na Bíblia.

27/04/2020

Todos pela Palavra
Estudo de 27.04.2020

Bom dia!!!Meditação DiáriaSegunda-feira27 de abrilVitória anunciadaO que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vit...
27/04/2020

Bom dia!!!
Meditação Diária

Segunda-feira
27 de abril

Vitória anunciada

O que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. 1 João 5:4
Estamos no centro de uma dura batalha contra “as forças espirituais do mal” (Ef 6:12). O inimigo é forte, incansável e ardiloso. Ataca-nos de todas as formas; algumas, quase imperceptíveis. Nessa guerra, reveses acidentais nos afligem. Então, o conflito entre nosso desejo de superação, a necessidade que temos de vencer e a consciência de nossas limitações diante dos ideais divinos acabam despertando em nós um sentimento de frustração quase insuperável. Mas não precisa ser assim. Mesmo sendo uma luta sem tréguas, Paulo a descreveu como sendo “o bom combate da fé” (1Tm 6:12).

Fé, esse é o segredo da vitória, de acordo com João. A experiência do novo nascimento não significa imunidade contra os perigos espirituais, muito menos faz com que vivamos isolados do mundo. É nesta arena que é travado “o bom combate”. A boa notícia é que “todo o que é nascido de Deus vence o mundo”. Portanto, ao entrar em combate, ninguém que tenha experimentado o novo nascimento necessita pensar em derrota. Com a atenção e o olhar em prêmios transitórios, atletas lutam com determinação, esperança e confiança (1Co 9:24-27). Muito mais devemos fazer tendo em vista uma recompensa de qualidade imperecível.

Para Russell Norman Champlin, a vitória do cristão renascido envolve aspectos como “a alegria sobre a infelicidade, a comunhão sobre a solidão, a honestidade sobre o orgulho moral e a autoilusão; a retidão e a santidade sobre o pecado, a pureza sobre as concupiscências mundanas, a verdade sobre o erro, a confiança sobre o temor, a dúvida e o desencorajamento, a confiança sobre o ódio, a vida eterna sobre o tempo e a morte”(Novo Testamento Interpretado: Versículo por Versículo, v. 6, p. 289).

Embora haja decisões que devemos tomar, coisas que devemos abandonar e propósitos a ser estabelecidos, o fundamento para a vitória está além das nossas melhores intenções e nossos débeis esforços. Vencemos por meio de uma fé que implica entrega a Deus de tudo o que somos e temos. Fé que permite ao Espírito Santo controlar nosso ser. Fé ativa, que motiva nossa vontade e que inspira nossas prioridades. Sendo libertos do jugo do pecado, o poder regenerador de Deus toma posse de cada detalhe de nossa vida e nos habilita a fazer o que o Senhor espera de nós.

Na cruz, Cristo venceu por nós. Quando a Ele nos unimos, pela fé passamos a ter parte nessa vitória, visualizando a recompensa à nossa espera.

26/04/2020

Estudo da Lição
Domingo, 26 de abril
Pr. Eduardo Batista

Bom dia!!!Meditação DiáriaDomingo26 de abrilA oração de JesusPai, a Minha vontade é que onde Eu estou, estejam também Co...
26/04/2020

Bom dia!!!
Meditação Diária

Domingo
26 de abril

A oração de Jesus

Pai, a Minha vontade é que onde Eu estou, estejam também Comigo os que Me deste, para vejam a Minha glória. João 17:24

Um dos mais preciosos capítulos da Bíblia é João 17. Ele relata a oração de Jesus por Seus discípulos e por aqueles que viriam a crer Nele. Cristo vivia a expectativa da dramática conclusão de Seu ministério terrestre. Logo viveria a solidão do Getsêmani, o beijo traidor de Judas, sentiria a separação do Pai, enfrentaria o julgamento de Pilatos, a negação de Pedro, os açoites, a coroa de espinhos, o calvário, a cruz e a sepultura. No entanto, Ele olhou além de tudo isso e orou por você e por mim. Depois de falar da glória e do fim da missão, o Mestre pediu pelos discípulos e por todos os crentes.

No primeiro pedido, Ele rogou ao Pai que, em Seu nome, guardasse do mal os discípulos e os santificasse na verdade, em meio às pressões do mundo (v. 9-19). Embora estejamos no mundo, não pertencemos a ele. O mundo é o ambiente em que vivemos, mas não é nossa morada definitiva. É o objeto da nossa atividade missionária, mas não devemos adotar seu estilo de vida nem agir segundo seus princípios.

O outro pedido de Jesus está relacionado com os que creriam, por meio da palavra dos discípulos (v. 20-26). Ele orou por unidade entre os crentes. Unidade doutrinária, missionária, organizacional, de fé, de esperança e comunhão. Tudo com um propósito: “Para que o mundo creia que Tu Me enviaste” (v. 23). A maior evidência de que Cristo é o enviado de Deus é vista na transformação realizada em nosso coração, eliminando barreiras e preconceitos, aparando arestas e diferenças, motivando-nos ao amor e aceitação mútuos, como irmãos em Seu sangue.

No verso 24, Jesus chega ao ponto alto da oração. Ele sabia que além do sofrimento, da rejeição e morte na cruz, haveria a manhã da ressurreição. Sim, haveria a vitória, a gloriosa ascensão. Após beber do cálice amargo do Getsêmani e do Calvário, o Senhor vitorioso sobre o pecado e a morte entraria no glorioso esplendor do Céu.

É lá que Cristo espera nos receber. Enquanto isso não acontece, devemos continuar diligentes no cumprimento da tarefa que Jesus nos confiou, proclamando, pela palavra e pelo estilo de vida, a maravilha da salvação com que fomos alcançados, animados pelas palavras de Ellen White: “Seja paciente, soldado cristão. Ainda um pouco, e Aquele que há de vir virá. A noite de fatigante espera, de vigia e tristeza, está quase passada. Em breve será dada a recompensa; o dia eterno há de raiar” (Serviço Cristão, p. 275).

Bom dia!!!Meditação DiáriaQuinta-feira16 de abrilFartura para famintos e sedentosBem-aventurados os que têm fome e sede ...
16/04/2020

Bom dia!!!
Meditação Diária

Quinta-feira
16 de abril

Fartura para famintos e sedentos

Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. Mateus 5:6
Os números da fome no mundo são assustadores, beirando 1 bilhão de pessoas, de acordo com pesquisas realizadas pelo Instituto Internacional de Investigação sobre Políticas Alimentares. Condições meteorológicas e conflitos civis figuram entre as causas do problema. Ao lado disso, a escassez de água afeta cerca de 40% da população mundial. E, de acordo com o mesmo Instituto, a perspectiva não é muito animadora: até 2050, 4,8 bilhões de pessoas terão acesso a menos do que a mínima quantidade segura para sobrevivência. É possível avaliar a intensidade do anseio com que adultos procuram um prato de alimento? Que dizer então de sedentos? Embora os dois itens sejam indispensáveis para a manutenção da vida, sabe-se que é possível viver mais tempo sem comer do que sem beber água.

Sabedor da força dos instintos de fome e sede, Jesus os utilizou para ilustrar a paixão com que devemos buscar a justiça e a felicidade resultantes da satisfação deles. Para os ouvintes de Cristo, a figura era pertinente, pois viviam em uma região caracterizada pela escassez de chuvas, o que afetava a agricultura. Em certa ocasião, Ele mesmo saciou a multidão, multiplicando pães e peixes.

Contudo, a fome e a sede aqui referidas estão acima do físico. Elas envolvem o desejo por uma justiça além do exterior, além da prática de ordenanças legais. É justiça gerada pela graça divina no íntimo, exteriorizada na conduta. Ela fará nascer em nós o anseio de liberdade do pecado em todas as suas formas. Por isso, devemos buscá-la como algo cuja falta resultará em morte.

Conta-se que um jovem se dirigiu a um sábio e lhe pediu orientação para encontrar o caminho da justiça. O mestre o levou a um rio e, ali, afundou a cabeça do moço na água. Depois de alguns segundos, assustado e ofegante, o rapaz conseguiu se desvencilhar. O sábio perguntou:

– O que mais você desejou quando sentiu que se afogaria?
A resposta foi:
– Ar!
Então, o mestre concluiu:
– Quando você desejar a salvação e a justiça com tanta intensidade, você encontrará.

Sentir superficialmente fome e sede não é tudo. Devemos estar quase a desfalecer para desejar a justiça salvadora. Somente o Pai satisfará nossa fome e sede espirituais.

Meditação DiáriaSexta-feira10 de abrilDeus, o ofertanteDeus O ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, p...
10/04/2020

Meditação Diária

Sexta-feira
10 de abril

Deus, o ofertante

Deus O ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo Seu sangue, demonstrando a Sua justiça. Romanos 3:25, NVI
Conforme diz a poesia de um antigo e belo cântico, “o tema da Bíblia é Cristo e como veio salvar”. De fato, todos os demais temas das Escrituras são derivações ou explicação do plano da salvação. Livrarias e bibliotecas religiosas estão repletas de literatura explicativa sobre esse tema. Contudo, apesar da enorme produção literária, do esforço e tempo empreendidos em pesquisar o assunto, apenas entreabrimos a porta do ilimitado depósito que armazena os mistérios do amor de Deus, revelado em Cristo Jesus.

O apóstolo Paulo apresentou o tema da seguinte maneira: “Pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por Sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus. Deus O ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo Seu sangue, demonstrando a Sua justiça. Em Sua tolerância, havia deixado impunes os pecados anteriormente cometidos, mas, no presente, demonstrou a Sua justiça, a fim de ser justo e justificador daquele que tem fé em Jesus” (Rm 3:23-26, NVI).

Um costume pagão levava os devotos a oferecer sacrifícios para aplacar a ira e obter o favor de seus deuses. Em vez disso, Paulo apresentou Deus não como o recebedor, mas como provedor do sacrifício. Assim, Ele mesmo tomou providências para resolver o problema de Sua repulsa contra o pecado: ofereceu Cristo como sacrifício substitutivo. Esse ato não foi elaborado na tentativa de torná-Lo gracioso e amoroso para conosco, mas como um evento por meio do qual expressou Seu amor e Sua graça.

Em outras palavras, “esse enorme sacrifício não foi feito para despertar no coração do Pai o amor pelo ser humano nem para fazer com que Ele Se dispusesse a salvá-lo. Não! ‘Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito’ (Jo 3:16). O Pai nos ama, não por causa da grande propiciação, mas Ele proveu a propiciação porque nos ama. Cristo foi o meio pelo qual Ele pôde derramar Seu amor infinito sobre o mundo caído. ‘Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo’ (2Co 5:19). Deus sofreu junto com Seu Filho. Na agonia do Getsêmani, na morte no Calvário, o coração do Amor Infinito pagou o preço de nossa redenção” (Ellen White, Caminho a Cristo, p. 13, 14).

Você pode entender a plenitude desse amor? Não é sem razão que ele continuará sendo o tema do cântico e da reflexão dos remidos por toda eternidade!

Bom dia!!!Meditação DiáriaQuinta-feira09 de abrilOlhe para JesusFez Moisés uma serpente de bronze e a pôs sobre uma hast...
09/04/2020

Bom dia!!!
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Quinta-feira
09 de abril

Olhe para Jesus

Fez Moisés uma serpente de bronze e a pôs sobre uma haste; sendo alguém mordido por alguma serpente, se olhava para a [serpente] de bronze, sarava. Números 21:9
Graças à intervenção divina, os israelitas haviam deixado o Egito; porém, com frequência, pareciam demonstrar que o Egito não os havia deixado. Qualquer desafio mais exigente os fazia esquecer do favor de Deus ao libertá-los da escravidão e das maravilhas operadas ao longo da caminhada pelo deserto. O reconhecimento de tais bênçãos era substituído pela lembrança da falsa estabilidade no Egito, e uma infinidade de queixas era desferida contra Deus e o líder por Ele escolhido, Moisés.

Foi assim depois de uma expressiva vitória sobre os cananeus (Nm 21:1-3). Em vez de a comemorarem intensamente, na etapa seguinte da jornada puseram-se a reclamar: “Por que nos fizestes subir do Egito, para que morramos neste deserto, onde não há pão nem água? E a nossa alma tem fastio deste pão vil” (v. 5). Quanta ingratidão! Quarenta anos sob a direção providencial de Deus foram esquecidos!

Em resposta, o Senhor retirou deles a proteção e, como consequência, serpentes “abrasadoras”, chamadas assim por causa dos terríveis efeitos de sua picada, infestaram o deserto. Isso levou muitos deles à morte. Reconhecendo o erro, arrependeram-se: “Havemos pecado, porque temos falado contra o Senhor e contra ti; ora ao Senhor que tire de nós as serpentes” (v. 7). Em resposta à oração de Moisés, Deus ordenou que ele fizesse uma serpente de bronze e a expusesse em uma haste. O ferido que a olhasse ficaria curado e viveria.

Mais tarde, Jesus Se referiu a esse episódio como símbolo de Sua expiação pelo pecado. Não é nos mantendo concentrados em nossas transgressões que viveremos, mas olhando para Jesus. Olhar o pecado nos leva à morte; somente olhando para Cristo teremos vida. Além disso, sendo diariamente abençoados com a preservação da vida, proteção, alimento, vestuário, abrigo, e muito mais, não podemos deixar de ser agradecidos, entregando-nos a queixas e recriminações. Nisso os israelitas erraram. Esqueceram-se tanto das bênçãos, como do Autor delas.

Em toda e qualquer circunstância, devemos olhar exclusivamente para Jesus, levantado entre o céu e a Terra como o bálsamo da cura para nossas feridas morais, emocionais, espirituais e, estando de acordo com Seu plano para nossa vida, também para as feridas físicas. Olhando-O, seremos purificados de nossas manchas. Olhando-O, seremos iluminados e transformados.

Bom dia!!!Meditação DiáriaQuarta-feira08 de abrilA alegria da generosidadeMais bem-aventurado é dar que receber. Atos 20...
08/04/2020

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Quarta-feira
08 de abril

A alegria da generosidade

Mais bem-aventurado é dar que receber. Atos 20:35
Os ensinamentos de Cristo são contrários a tudo o que pensa a mente humana distorcida pelo pecado. Ao incentivar o altruísmo e a generosidade entre pessoas, Ele disse: “Mais bem-aventurado é dar que receber.” Em uma sociedade ávida por ganhar sempre e quase nada partilhar, isso é estranho. No entanto, a vida amadurecida, útil e feliz é caracterizada pela disposição de dar-se.

Deus deu Seu Filho, que deu-Se a Si mesmo pela salvação do ser humano. Se realmente queremos desenvolver um estilo de vida mental e espiritualmente saudável, a prática do altruísmo é essencial, pois beneficia tanto a quem recebe como a quem dá. Assim como só amor suscita amor, pode-se dizer que só generosidade suscita generosidade. “Deem, e lhes será dado”, ensinou o Mestre (Lc 6:38, NVI).

Talvez, uma das razões pelas quais as pessoas resistem a isso seja o excessivo apego aos bens materiais. Mas Cristo não nos chama a dar unicamente dinheiro ou posses. Há coisas que o dinheiro não pode comprar e que devemos partilhar. Podemos dar, por exemplo, misericórdia aos que se sentem indignos, compreensão e tolerância àqueles de cujas ideias discordamos, reconhecimento e gratidão a quem nos favorece, inspiração e exemplo na prática de valores elevados para quem vive sob nossa influência, perdão e amor para quem nos maltrata e fere (Lc 6:27-38). “Deem” aos outros tudo isso, “e lhes será dado”.

Conta-se que certo jovem ganhou um automóvel novo de seu irmão mais velho. Em uma ocasião, enquanto admirava o presente, um garoto se aproximou e quis saber como ele o havia conseguido. “Ganhei do meu irmão”, respondeu o jovem. Surpreso, o menino acrescentou: “Puxa, como eu gostaria de ser um irmão como o seu!”

Pensando na observação do pobre menino, o jovem o convidou para dar um passeio de carro. Depois de algum tempo, o menino pediu para ser levado para casa. Parando diante de um casebre, o garoto desceu, entrou correndo e trouxe nos braços o irmãozinho paralítico. Apontando para o carro, disse ao irmãozinho: “Aí está. Ele ganhou este carro do irmão dele. Algum dia, eu gostaria de lhe dar um carro como esse. Então, você poderia ver por si mesmo todas as belezas que tento lhe descrever.”

O jovem pôs os dois meninos no carro e fizeram um passeio inesquecível. Naquele dia, ele aprendeu o verdadeiro significado das palavras de Cristo: “Mais bem-aventurado é dar que receber.”

Bom dia!!!Meditação DiáriaSegunda-feira06 de abrilQuem sou eu?Que é o homem, que dele Te lembres? E o f ilho do homem, q...
06/04/2020

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Segunda-feira
06 de abril

Quem sou eu?

Que é o homem, que dele Te lembres? E o f ilho do homem, que o visites? Salmo 8:4
O Salmo 8 é o primeiro salmo de louvor. Davi o inicia exclamando: “Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o Teu nome!” (v. 1), e o conclui repetindo a mesma expressão (v. 9). Entre as duas manifestações, estão as razões pelas quais Deus recebe o louvor do salmista: Sua grandeza (v. 1-3) e a elevada posição do ser humano na criação (v. 4-8).

Há quem pense que o salmo foi escrito no período em que Davi apascentava as ovelhas de seu pai. Para outros, quando fugia de Saul; ainda outros dizem que o salmo foi escrito já na velhice, ao Davi se lembrar das experiências vividas na juventude. O fato é que, em algum momento, ele contemplou silenciosamente o céu. As maravilhas descortinadas diante de seus olhos o deixaram admirado.

Astrônomos gregos, por exemplo, conseguiram contar apenas 1.002 estrelas. No fim do 6o século, astrônomos europeus acreditavam haver 7 mil estrelas. Com seu telescópio, em 1609, Galileu contou 100 mil estrelas. Mais tarde, com um telescópio duas polegadas maior, ele viu 300 mil. Hoje, o telescópio de cinco metros de diâmetro, do Monte Palomar, na Califórnia, identifica estrelas aos bilhões.

Como observa Lloyd John Ogilvie, “a expansão está além de nossa capacidade de compreender. Se viajássemos pelo espaço a uma velocidade de cerca de 30.576 quilômetros por hora, levaríamos 144 mil anos para chegar à estrela mais próxima. Medimos o Universo em anos-luz em vez de quilômetros. A velocidade da luz é de 300 mil quilômetros por segundo, de modo que em um ano, a luz viaja [aproximadamente] dez trilhões de quilômetros […]. O Universo é tão vasto que para atravessá-lo à velocidade da luz seria preciso viajarmos quarenta bilhões de anos-luz” (Caindo na Grandeza, p. 29).

Não é de surpreender que Davi, fascinado, tenha refletido na estupenda grandeza divina, relacionando-a à Sua preocupação com o “homem” ( ?nosh em hebraico), ou seja, homem frágil, débil, com o “filho do homem” (ben-adam, em hebraico), ser humano, feito do pó da terra. Por que deveria Se preocupar com seres tão finitos? No entanto, viu mais em sua reflexão: Deus nos fez um pouco menor do que Ele mesmo e nos honrou com o domínio sobre as outras criaturas (Gn 1:26, 28).

Estou certo de que, se ainda hoje somos especiais aos olhos divinos, devemos isso à vida e obra do “Filho do Homem” que veio nos resgatar, depois de nos havermos separado Dele. Maravilhosa graça!

Bom dia!!!Meditação DiáriaDomingo05 de abrilA palavra certaComo maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita...
05/04/2020

Bom dia!!!
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Domingo
05 de abril

A palavra certa

Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo. Provérbios 25:11
De acordo com um dito popular, há três coisas que são irrecuperáveis: a flecha atirada, a oportunidade perdida e a palavra falada. Blaise Pascal, filósofo e matemático francês, afirmava que “a maior parte dos problemas do ser humano é decorrente da incapacidade que ele tem de ficar calado”.

De fato, uma verdade incômoda para todos nós é que, muitas vezes, sabemos exatamente o que precisa ser dito em diversas situações, mas não dedicamos tempo suficiente para pensar na maneira como as coisas devem ser ditas. Quando se trata de controvérsias, ou quando há necessidade de falar contra algum pecado ou erro, sabemos o que deve ser dito, mas falhamos na forma como dizemos. Apresentamos a verdade; porém, muitas vezes, desprovida do óleo do amor. Dizemos o que precisa ser dito, mas com tanta arrogância que os ouvintes não conseguem ouvir a mensagem.

Muitos casamentos fracassaram por causa de agressões verbais e palavras precipitadas. Sabe-se que, durante a infância, uma pessoa começará a desenvolver uma personalidade complexada e recalcada ao ser estigmatizada com termos pejorativos. Amigos já foram separados por causa de palavras inoportunas. Conflitos teriam sido pacificados, caso fossem usadas palavras brandas por uma das partes. Transgressores poderiam ter sido recuperados, caso a verdade lhes tivesse sido dita com palavras amorosas que não os afastassem. Não haveria tantas reputações destruídas e caracteres manchados se a palavra maledicente não fosse dita. Há tanta gente que poderia ser curada de suas feridas emocionais e espirituais se tivesse encontrado alguém que lhe dissesse a palavra certa!

Por isso mesmo, o livro de Provérbios é repleto de conselhos a respeito da palavra oportuna: “No muito falar não falta transgressão, mas o que modera os lábios é prudente” (Pv 10:19). “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira” (15:1). “A morte e a vida estão no poder da língua” (18:21). “Tens visto um homem precipitado nas suas palavras? Maior esperança há para o insensato do que para ele” (29:20).

Não sem razão, Paulo aconselhou os efésios: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade” (Ef 4:29). Certamente, hoje, encontraremos muitos com essa necessidade. Que o Senhor nos dê língua sábia (Is 50:4) para edificar quem estiver a nosso redor.

Bom dia!!!Meditação DiáriaSábado04 de abrilLimitesTudo posso Naquele que me fortalece. Filipenses 4:13Competições esport...
04/04/2020

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Sábado
04 de abril

Limites

Tudo posso Naquele que me fortalece. Filipenses 4:13
Competições esportivas pressupõem luta para quebra de recordes e superação de limites. Em quadras, pistas de corrida, piscinas e campos de futebol, atletas de todo o mundo competem com determinação, tendo como objetivo ser o melhor ou figurar entre os melhores, como Usain Bolt, Michael Phelps, Serena Williams, Arthur Zanetti, Novak Djokovic, para citar apenas alguns exemplos.

Entretanto, sempre há limites nos quais esbarram muitas pretensões, não apenas no esporte, mas em outras áreas da vida. Independentemente de condicionamento físico, preparo intelectual, visão econômica e de conquista, todos temos limites. Por ignorarem essa realidade, muitos têm sofrido grandes perdas. No livro Como Conviver Bem com as Pressões, Richard Swenson cita uma narrativa de Liev Tolstói a respeito de um homem chamado Pahóm, que trabalhava com compra e venda de propriedades. Informado sobre uma grande oportunidade de negócio em outro país, dirigiu-se à terra dos basquires, a fim de negociar.

Tendo chegado ao destino, o camponês proprietário lhe disse que venderia toda a área que o comprador conseguisse circundar em um dia pelo valor de mil rublos (moeda russa). Pahóm decidiu que percorreria o máximo e se lançou à desafiadora tarefa. No trajeto, enfrentando intempéries, chegou a temer a morte, mas recusava a ideia de desistir. O que as pessoas pensariam dele? Prosseguiu cada vez mais exausto, até que, no fim do dia, chegou ao ponto de partida. Só teve tempo de ouvir o elogio do proprietário pelo esforço empreendido. E morreu.

Mesmo no campo espiritual, do ponto de vista puramente humano, enfrentamos nossos limites. Moisés reconheceu sua dificuldade para falar. Deus proveu a solução. Quando os israelitas deixaram o Egito, o limite foi o Mar Vermelho. Deus o abriu. O limite da esterilidade de Ana foi superado pelo filho que o Senhor lhe deu. Nenhum herói da Bíblia superou limites pela própria capacidade.

Os atuais gurus da autoajuda, assim como os estoicos da Grécia, pregam a existência de uma força interior no ser humano que o leva a resistir e vencer todas as pressões externas. Contudo, Paulo estava convicto de que nós, por nossas forças, nada podemos fazer. Mas, em Cristo, sim! Estando de acordo com a vontade e o plano Dele, em Sua força, tudo podemos.

Bom dia!!!Meditação DiáriaSexta-feira, 03 de abrilInstruções de guerraChamou Moisés a Josué e lhe disse na presença de t...
03/04/2020

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Sexta-feira, 03 de abril

Instruções de guerra

Chamou Moisés a Josué e lhe disse na presença de todo o Israel: Sê forte e corajoso; porque, com este povo, entrarás na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais; e tu o farás herdá-la. Deuteronômio 31:7
Às vezes fico pensando na intensidade da emoção vivida por Moisés e Josué diante dos eventos retratados no verso de hoje. Não se tratava de uma transferência de Moisés para outro cargo nem de sua aposentadoria. Moisés sabia que ia morrer. Morto o valoroso líder, o novo tomou posse. O Senhor então deu a ele as instruções de guerra que se aplicam para cada filho Seu, de todas as épocas e para qualquer desafio. São elas:

(1) Ouvir Deus (Js 1:1). O ato de falar pressupõe que alguém deve ouvir. Obviamente, Josué fez isso enquanto o Senhor falava. Podemos e devemos orar, abrir o coração diante de Deus. Na mesma medida, devemos estar prontos a ouvir Sua voz. Ele tem meios de nos dizer o que fazer.

(2) Seguir as instruções divinas (Js 1:2). “Passa este Jordão.” Avance! Há uma terra a ser conquistada. Seguindo as instruções de Deus, prossigamos, e o que Ele estabeleceu para nós será alcançado.

(3) Concentrar-se na vitória (Js 1:3, 5). Todo lugar que você pisar será seu. Nem homens nem demônios terão poder sobre nós, sempre que nossos planos e sonhos estiverem em harmonia com os do Senhor.

(4) Não desanimar (Js 1:6, 7, 9). Coragem! Deus está com você em toda e qualquer situação. Não temos que vacilar diante de coisa alguma.

(5) Consagrar-se a cada dia (Js 3:5). Nossa segurança está em andar conforme as instruções da Palavra de Deus. Ela nos garante que o Senhor é fiel no cumprimento de Suas promessas; mas, antes de tudo, precisamos nos consagrar a Ele.

(6) Investir alto. “Hoje, começarei a engrandecer-te perante os olhos de todo o Israel” (Js 3:7). O Senhor diz a cada um de nós: Entregue-se a Mim! Confie em Mim! Arrisque-se Comigo e por Mim, e não tenha medo de sonhar alto. Tenho muito para você!

(7) Celebrar as bênçãos (Js 3:4-6, 22-24). Nenhuma conquista deveria ser atribuída à capacidade de Josué nem à destreza de seus auxiliares. Deus é sempre o grande conquistador dos negócios da igreja e de cada cristão. O que as gerações futuras deverão saber, e algo que nós devemos evitar que nossas conquistas ofusquem, é simples: Deus é tudo; sem Ele, nada somos.

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